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Pagina 866 – Final

Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte Final

Comentários

  • Where (onde) pode executar pesquisas recursivas, exibir informações sobre o arquivo, como a data ou o tamanho, e aceitar variáveis de ambiente no lugar de caminhos em computadores locais.

Exemplos

Para localizar todos os diretórios chamados Program Files no diretório atual e o caminho do computador usado no momento, digite:

where “program files”

Para localizar todos os arquivos chamados Test na unidade C: do computador atual e seus subdiretórios, digite:

where /r c:\ test

Para localizar todos os arquivos chamados Notepad na unidade C: do computador remoto <b>Computer1</b> e seus subdiretórios, além de reportar o tipo de executável dos arquivos, digite:

where /r \\computer1\c /e notepad.*

***

Whoami

Retorna o nome de domínio, o nome do computador, o nome do usuário, os nomes de grupos, o identificador de login e os privilégios do usuário que fez logon no momento.

Sintaxe

whoami {/upn | /fqdn | /logonid}

whoami [{/user | /groups | /priv}] [/foFormatar]

whoami/all [/foFormatar]

Parâmetros

/upn

Exibe o nome do usuário no formato UPN (nome de usuário principal).

/fqdn

Exibe o nome do usuário no formato FQDN (nome de domínio totalmente qualificado)

/logonid

Exibe a identificação de logon.

/user

Exibe o nome do usuário atual.

/groups

Exibe nomes de grupo.

/priv

Exibe os privilégios.

/foFormatat

Especifica o formato da saída. A tabela a seguir lista os valores válidos de Formatar.

 

Valor Descrição
table Exibe a saída em uma tabela. Este é o valor padrão.
list Exibe a saída em uma lista.
csv Exibe a saída em um formato .csv (delimitado por vírgulas).

/all

Exibe o nome e os grupos do usuário ativo, SIDs (identificadores de segurança) e privilégios no token de acesso atual.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Whoami exibe o conteúdo completo do token de acesso (por exemplo, o contexto de segurança do usuário atual) na janela de comando. Ele exibe o nome do usuário e o SID, os nomes de grupo, tipos, atributos e seus SIDs, os privilégios e seu status (por exemplo, habilitado ou desativado) e a identificação de logon.

Exemplos

Para saber qual é o domínio e o nome de usuário do indivíduo atualmente conectado ao computador, digite:

whoami

Whoami retorna o domínio do seguido pelo nome do usuário. Na janela do prompt de comando, será exibida uma saída semelhante à seguinte:

Copiar Código

DOMAIN1\administrator

Para exibir todas as informações no token de acesso atual, digite:

whoami /all

***

Winnt

Executa uma instalação de um produto da família Windows  Server 2003 ou uma atualização para esse produto. Se tiver hardware compatível com um produto da família Windows Server 2003, você poderá executar winnt em um prompt de comando do Windows 3.X ou MS-DOS.

Sintaxe

winnt [/s:Caminho_de_Origem] [/t:Unidade_Temporária] [/u:Arquivo_de_Resposta][/udf:ID [,arquivo_UDB]] [/r:Pasta][/rx:Pasta][/e:Comando][/a]

Parâmetros

/s:Caminho_de_Origem

Especifica o local de origem dos arquivos do sistema operacional É necessário que o local seja um caminho completo no formato X:\[Caminho] ou \\Servidor\Compartilhamento[\Caminho].

/t:Unidade_Temporária

Direciona a instalação a colocar arquivos temporários na unidade especificada e a instalar o sistema operacional do servidor nessa unidade. Se você não especificar um local, a instalação tentará localizar uma unidade.

/u:Arquivo_de_Resposta

Executa uma instalação autônoma usando um arquivo de resposta. O arquivo de resposta fornece respostas para algumas ou todas as solicitações que o usuário final normalmente responde durante a instalação. Se você utilizar /u, deverá utilizar também /s.

/udf:ID [,Arquivo_UDB]

Indica um identificador (ID) que a instalação usa para especificar como um arquivo de banco de dados de exclusividade (UDB) modifica um arquivo de resposta (consulte /u). O UDB substitui valores no arquivo de resposta e o identificador determina quais valores do arquivo UDB serão usados. Se nenhum Arquivo_UDB for especificado, a instalação solicitará a inserção de um disco que contenha o arquivo $Unique$.udb.

/r:Pasta

Especifica uma pasta adicional a ser instalada. A pasta permanece após o término da instalação.

/rx:Pasta

Especifica uma pasta adicional a ser copiada. A pasta é excluída após o término da instalação.

/e:Comando

Especifica a execução de um comando antes da fase final da instalação.

/a

Ativa opções de acessibilidade.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

***

Winnt32

Executa uma instalação de um produto da família Windows  Server 2003 ou uma atualização para esse produto. É possível executar winnt32 no prompt de comando em um computador executando o Windows 95, Windows 98, Windows Millennium Edition, Windows NT, Windows 2000, Windows XP ou um produto da família Windows Server 2003. Se você executar o winnt32 em um computador com o Windows NT versão 4.0, primeiro será necessário aplicar o Service Pack 5 ou posterior.

Para obter informações sobre atualização, incluindo informações sobre os sistemas operacionais dos quais é possível fazer a atualização, consulte Atualizando ou instalando.

Observações

  • Se você estiver implantando o Windows XP em computadores clientes, poderá usar a versão do Winnt32.exe fornecida com o Windows XP. Outra maneira de implantar Windows XP é utilizar Winnt32.msi, que funciona com o Windows Installer, parte do conjunto IntelliMirror de tecnologias. Para obter mais informações sobre a implantação de clientes, consulte o Windows Server 2003 Deployment Kit, descrito em Usando o Windows Deployment and Resource Kits.
  • Em um computador baseado no Itanium, o winnt32 pode ser executado da Interface de firmware extensível (EFI) ou de um Windows XP 64-bit Edition (Itanium), a versão baseada no Itanium do Windows Server 2003, Enterprise Edition ou do Windows Server 2003, Datacenter Edition. Além disso, em um computador Itanium, as opções, /cmdcons e /syspart bem como as opções referentes a atualizações, não estão disponíveis.

Sintaxe

winnt32 [/checkupgradeonly] [/cmd:Linha_de_Comando] [/cmdcons] [/copydir:{i386 | ia64}\Nome_da_Pasta] [/copysource:Nome_da_Pasta] [/debug[Nível]:[Nome_do_Arquivo]] [/dudisable] [/duprepare:Nome_do_Caminho] [/dushare:Nome_do_Caminho] [/emsport:{com1 | com2 | usebiossettings | off}] [/emsbaudrate:Taxa_de_Transmissão] [/m:Nome_da_Pasta] [/makelocalsource] [/noreboot] [/s:Caminho_de_Origem] [/syspart:Letra_da_Unidade] [/tempdrive:Letra_da_Unidade] [/udf:Identificação[,Arquivo_UDB]] [/unattend[Núm]:[Arquivo_de_Resposta]]

Parâmetros

/checkupgradeonly

Verifica a compatibilidade de atuallização de seu computador com os produtos da família Windows  Server 2003. Se você usar esta opção com /unattend, não será necessária entrada do usuário. Caso contrário, os resultados serão exibidos na tela e você poderá salvá-los com o nome de arquivo especificado. O nome de arquivo padrão é Upgrade.txt na pasta raiz_do_sistema. Para obter mais obter informações sobre compatibilidade de hardware, consulte Compatibilidade de hardware.

/cmd:CommandLine

Instrui a instalação a executar um comando específico antes da sua fase final. Isso ocorrerá depois que o computador for reinicializado e depois que a instalação coletar as informações de configuração necessárias, mas antes da instalação ser concluída.

/cmdcons

Em um computador x86, instala o <b>Console de recuperação</b> como opção de inicialização. O Console de Recuperação é uma interface de linha de comando na qual você pode executar tarefas, como iniciar e interromper serviços, bem como acessar a unidade local (inclusive as unidades formatadas com o NTFS). É possível usar a opção /cmdcons somente depois que a instalação normal é concluída.

/copydir:{i386 | ia64}\Nome_da_Pasta

Cria uma pasta adicional na pasta em que os arquivos do sistema operacional estão instalados. Nome_da_Pasta refere-se a uma pasta criada para armazenar as modificações apenas do seu site. Por exemplo, para computadores baseados no x86 e no x64, é possível criar uma pasta chamada Private_drivers na pasta de origem i386 para sua instalação e colocar os arquivos de driver na pasta. Em seguida, você pode digitar /copydir:i386\Drivers_particulares para que a instalação copie essa pasta para o computador que acabou de instalar, fazendo com que o novo local da pasta seja raiz_do_sistema\Drivers_particulares. Você pode usar /copydir para criar quantas pastas adicionais desejar.

/copysource:Nome_da_Pasta

Cria uma pasta adicional temporária dentro da pasta na qual os arquivos do sistema operacional estão instalados. Nome_da_Pasta refere-se a uma pasta criada para armazenar as modificações apenas do seu site. Por exemplo, é possível criar uma pasta chamada Drivers_particulares na pasta de origem para sua instalação e colocar os arquivos de driver na pasta. Em seguida, você pode digitar /copysource:Drivers_particulares para que a instalação copie essa pasta para o computador que acabou de instalar e utilize seus arquivos durante a instalação, fazendo com que o local da pasta temporária seja raiz_do_sistema\Drivers_particulares. Você pode usar /copysource para criar quantas pastas adicionais desejar. Diferentemente das pastas criadas por /copydir, as pastas de /copysource são excluídas depois que a instalação é concluída.

/debug[level]:[Nome_do_Arquivo]

Cria um log de depuração no nível especificado, por exemplo, /debug4:Debug.log. O arquivo de log padrão é C:\raiz_do_sistema\Winnt32.log e o nível de depuração padrão é 2. Os níveis de log são os seguintes: 0 – erros graves, 1 – erros, 2 – avisos, 3 – informações e 4 – informações detalhadas para depuração. Todos os níveis incluem subníveis.

/dudisable

Impede a execução da atualização dinâmica. Sem a atualização dinâmica, a instalação é executada somente com os arquivos de instalação originais. Esta opção desabilitará a atualização dinâmica mesmo se você usar um arquivo de resposta e especificar opções de atualização dinâmica nesse arquivo.

/duprepare:Nome_do_Caminho

Prepara um compartilhamento de instalação de modo que possa ser usado com arquivos de atualização dinâmica cujo download foi feito a partir do site do Windows Update. Esse compartilhamento poderá ser usado para instalar o Windows XP em vários clientes.

/dushare:Nome_do_Caminho

Especifica um compartilhamento no qual você tenha baixado anteriormente arquivos de atualização dinâmica (arquivos atualizados para uso na instalação) a partir do site do Windows Update e no qual tenha executado /duprepare:Nome_do_Caminho. Quando executada em um cliente, especifica se a instalação do cliente usará os arquivos atualizados no compartilhamento especificado em Nome_do_Caminho. Para obter mais informações detalhadas sobre a atualização dinâmica e a instalação de vários clientes, consulte o Windows Server 2003 Deployment Kit, descrito em Usando o Windows Deployment and Resource Kits.

/emsport:{com1 | com2 | usebiossettings | off}

Habilita ou desabilita os serviços de gerenciamento de emergência durante a instalação e depois que o sistema operacional tiver sido instalado. Com os serviços de gerenciamento de emergência, você pode gerenciar remotamente um servidor em situações de emergência que em geral exigiriam um teclado, mouse e monitor locais, como no caso de a rede não estar disponível ou o servidor não estar funcionando adequadamente. O EMS tem requisitos de hardware específicos e está disponível somente para produtos da família Windows Server 2003. Usebiossettings é o padrão e usa a configuração especificada na tabela de redirecionamento de console de porta serial (SPCR) BIOS ou, em sistemas baseados no Itanium, pelo caminho de dispositivo do console da EFI. Se você especificar usebiossettings e não houver uma tabela SPCR ou um caminho de dispositivo do console EFI apropriado, os serviços de gerenciamento de emergência não serão habilitados.Com1 e com2 se aplicam somente a computadores x86 (não a computadores baseados no Itanium). Se desabilitar os serviços de gerenciamento de emergência com /emsport:off, você poderá habilitá-los posteriormente modificando as configurações de inicialização. Para obter informações sobre como modificar as configurações de inicialização, consulte Windows Deployment and Resource Kits para a família Windows Server 2003. Para obter mais informações, consulte Usando o Windows Deployment and Resource Kits.

/emsbaudrate:Taxa_de_Baud

Para computadores x86, especifica a taxa de transmissão dos serviços de gerenciamento de emergência. (Essa opção não se aplica a computadores baseados no Itanium.) Precisa ser usada com /emsport:com1 ou /emsport:com2 (caso contrário, /emsbaudrate será ignorada). Taxa_de_Baud pode ser 9600, 19200, 57600 ou 115200. O padrão é 9600.

/m:Nome_da_Pasta

Especifica que a instalação copiará arquivos de substituição em um local alternativo. Instrui a instalação a procurar primeiro no local alternativo e, se os arquivos forem encontrados, usá-los em vez de usar os arquivos no local padrão.

/makelocalsource

Instrui a instalação a copiar todos os arquivos de origem de instalação para o disco rígido local. Use /makelocalsource ao instalar a partir de um CD para fornecer arquivos de instalação quando o CD não estiver disponível posteriormente na instalação.

/noreboot

Instrui a instalação a não reiniciar o computador após a conclusão da fase de cópia de arquivos da instalação para que você possa executar outro comando.

/s:Caminho_da_Origem

Especifica o local de origem dos arquivos para instalação. Para copiar arquivos de vários servidores ao mesmo tempo, digite a opção /s:Caminho_da_Origem várias vezes (máximo de oito). Se você digitar a opção várias vezes, o primeiro servidor especificado precisará estar disponível; caso contrário, ocorrerá falha na instalação.

/syspart:Letra_da_Unidade

Em um computador compatível com x86, especifica que você pode copiar arquivos de inicialização da instalação para um disco rígido, marcar o disco como ativo e instalá-lo em outro computador. Quando você iniciar o computador, ele começará automaticamente na próxima fase da instalação. Use sempre o parâmetro /tempdrive com o parâmetro /syspart. Você pode iniciar o Winnt32 com a opção /syspart em um computador x86 executando o Windows NT 4.0, Windows 2000, Windows XP ou um produto da família Windows Server 2003. Se o computador estiver executando o Windows NT versão 4.0, ele necessitará do Service Pack 5 ou posterior. O computador não poderá estar executando o Windows 95, Windows 98 ou Windows Millennium Edition.

/tempdrive:Letra_da_Unidade

Direciona a instalação a inserir arquivos temporários na partição especificada. Para uma nova instalação, o sistema operacional do servidor também será instalado na partição especificada. Para uma atualização, a opção /tempdrive afeta a inserção de arquivos temporários somente; o sistema operacional será atualizado na partição em que o comando winnt32 foi executado.

/udf:ID [,Arquivo_UDB]

Indica o identificador (ID) que a instalação usa para especificar como um arquivo UDB (banco de dados de exclusividade) modifica um arquivo de resposta (consulte a entrada /unattend). O UDB substitui valores no arquivo de resposta e o identificador determina quais valores do arquivo UDB serão usados. Por exemplo, /udf:Usuário_RAS,Nossa_empresa.udb substitui as configurações especificadas para o identificador de Usuário_RAS no arquivo Nossa_empresa.udb. Se nenhum Arquivo_UDB for especificado, a instalação solicitará ao usuário que insira um disco com o arquivo $Unique$.udb.

/unattend

Em um computador x86, atualiza a versão anterior do Windows NT 4.0 Server (com o Service Pack 5 ou posterior) ou Windows 2000 no modo de instalação automática. São utilizadas todas as configurações de usuário da instalação anterior, não sendo necessária a intervenção do usuário durante a instalação. Para obter informações sobre atualização, incluindo informações sobre os sistemas operacionais a partir dos quais é possível fazer a atualização, consulte Windows Server 2003, Enterprise Edition: Atualização ou nova instalação?.

/unattend[Núm]:[Arquivo_de_Resposta]

Realiza uma nova instalação no modo de instalação autônoma. Arquivo_de_Resposta especificado fornece à instalação as especificações personalizadas. Núm consiste no número de segundos entre o momento em que a instalação termina de copiar os arquivos e o momento em que reinicia o computador. Você pode usar Núm em qualquer computador executando o Windows 98, Windows Millennium Edition, Windows NT, Windows 2000, Windows XP ou um produto da família Windows Server 2003. Se o computador estiver executando o Windows NT versão 4.0, ele necessitará do Service Pack 5 ou posterior. Ao usar a opção de linha de comando /unattend para automatizar a instalação, você estará afirmando que leu e aceitou o Contrato de Licença da Microsoft para um produto da família Windows  Server 2003. Antes de usar essa opção de linha de comando para instalar um produto da família Windows  Server 2003 em nome de uma organização que não seja a sua, você precisa confirmar que o usuário final (pessoa física ou jurídica) recebeu, leu e aceitou os termos do Contrato de Licença da Microsoft para esse produto. Os OEMs podem não especificar essa opção em máquinas vendidas a usuários finais.

***

winpop

Ferramenta de administração de linha de comando de serviço POP3.

winpop

Sintaxe

winpop [add {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio [/createuserSenha]}] [delete {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@NomeDoDomínio [/deleteuser]}]

[list [Nome_do_domínio]

[lock {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio}]

[unlock {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio}]

[stat [Nome_do_Domínio]

[changepwdNome_do_Usuário@Nome_do_DomínioNova_Senha]

[createquotafileNome_do_Usuário@Nome_do_Domínio [/user:Nome_do_Usuário]]

[migrateToADNome_do_Usuário@Nome_do_Domínio]

[/help]

Parâmetros

add {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio [/createuserSenha]}

Cria um novo domínio ou caixa de correio. Se você estiver usando a autenticação integrada do Active Directory ou a autenticação de contas locais do Windows, deverá criar uma conta de usuário durante a criação de uma caixa de correio, a menos que já exista uma. Se você estiver usando a autenticação de arquivo de senha, deverá criar uma conta de usuário com a opção /createuser, caso contrário, não poderá criar a caixa de correio. A conta de usuário criada durante o uso da autenticação do arquivo de senha criptografada não possui direitos de logon. O comprimento máximo de nome para uma caixa de correio é de 20 caracteres para autenticação de contas locais do Windows, e 64 caracteres para autenticação de arquivo de senha criptografada ou autenticação integrada do Active Directory. O comprimento mínimo é de 1 caractere. O valor para Nome_do_Domínio deve ser o nome de domínio totalmente qualificado (por exemplo, example.com).

delete {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio/deleteuser]}

Exclui um domínio ou caixa de correio existente. Ao excluir uma caixa de correio, você pode especificar a exclusão da conta de usuário associada, caso exista.

Aviso

  • Se você excluir um domínio, excluirá todas as caixas de correio desse domínio, os diretórios de armazenamento de mensagens correspondentes e todos os emails armazenados neles.

list [Nome_do_Domínio]

Lista todos os domínios de serviço POP3 ou, se o valor de domínio estiver especificado, todas as caixas de correio do domínio.

lock {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio}

Bloqueia um domínio ou caixa de correio. Se um domínio estiver bloqueado, todas as caixas de correio dele estarão bloqueadas e todos os usuários que tentarem recuperar um email não conseguirão uma conexão. Os emails de entrada para o domínio ainda serão recebidos e entregues no diretório de caixa de correio apropriado no armazenamento de email. O serviço POP3 continuará a enviar emails de saída.

unlock {Nome_do_Domínio | Nome_do_Usuário@Nome_do_Domínio}

Desbloqueia um domínio bloqueado anteriormente e todas ou uma única caixa de correio do domínio, se essa caixa de correio não estiver bloqueada como parte do bloqueio do domínio. Todos os usuários que tentarem baixar emails de um serviço POP3 poderão se conectar e recuperar emails novamente.

stat [Nome_do_Domínio]

Exibe estatísticas do servidor: número total de caixas de correio, uso total do disco, número total de emails armazenados, o status de bloqueio/desbloqueio dos domínios e o número total de domínios. Quando a opção de Nome_do_Domínio for passada, exibe as seguintes estatísticas sobre o domínio: número total de caixas de correio no domínio, o status de bloqueio/desbloqueio de caixas de correio individuais, o tamanho total do domínio e o número total de emails armazenados no domínio.

changepwdNome_do_Usuário@Nome_do_Domínio

Altera a senha da conta de usuário da caixa de correio,

CreatequotafileNome_do_Usuário@Nome_do_Domínio [/user:Nome_do_Usuário]

Cria um arquivo de cota para o usuário especificado. A opção /user especifica uma conta de usuário diferente para a cota referenciar.

migrateToADNome_do_Usuário@Nome_do_Domínio

Migra uma conta de usuário de autenticação de arquivo de senha criptografada, incluindo sua senha, para uma conta de usuário do Active Directory. Este comando só poderá ser usado se o método de autenticação atual for arquivo de senha criptografada.

Ajuda

Exibe a ajuda para o winpop na tela.

winpop set

Sintaxe

winpop set [portNúmero_da_Porta]

[logging {0 | 1 | 2 | 3}

[authentication {1 | 2 | 3}]

[mailrootCaminho]

[threadcountValor]

[socketmaxValor]

[socketminValor]

[socketbacklogValor]

[socketthresholdValor]

[socketValor Valor Valor Valor]

[sparequired {0 | 1}]

Parâmetros

portNúmero_da_Porta

Define a porta na qual o serviço POP3 escuta clientes de email POP3 e atende a solicitações de conexão. O valor de Número_da_Porta deve ficar entre 1 e 65535.

logging {0 | 1 | 2 | 3}

Define o nível de log de eventos do serviço POP3.

 

Valor   Descrição 
0 Nenhum log
1 Somente os eventos críticos são registrados
2 Os eventos críticos e de aviso são registrados
3 Os eventos críticos, de aviso e informativos são registrados

authentication {1 | 2 | 3}

Você pode usar a versão abreviada desse comando. Se o computador no qual o serviço POP3 estiver em execução for um controlador de domínio, use os valores da tabela a seguir.

 

Valor   Descrição 
1 Autenticação integrada do Active Directory
2 Autenticação de arquivo com senha criptografada

 

Se o computador no qual o serviço POP3 estiver em execução for um servidor participante do Active Directory, use os valores da tabela a seguir.

 

Valor   Descrição 
1 Autenticação integrada do Active Directory
2 Autenticação de contas locais do Windows
3 Autenticação de arquivo com senha criptografada

 

Caso contrário, use os valores da tabela a seguir.

 

Valor Descrição
1 Autenticação de contas locais do Windows
2 Autenticação de arquivo com senha criptografada

mailrootCaminho

Define o diretório de armazenamento de emails do serviço POP3. O valor de Caminho deve ser um diretório no sistema de arquivos locais ou um caminho UNC (Convenção de Nomeação Universal). O valor máximo permitido é de 260 caracteres.

threadcountValor

Define o número de segmentos a serem executados para o serviço POP3. Valor deve ficar entre 1 e 32, e deve ser igual ao número de CPUs instaladas no computador em que o serviço POP3 estiver sendo executado.

socketmax Valor

Define o número máximo de soquetes que o serviço criará. Quando o número de soquetes especificado por socketmaxValor for alcançado, qualquer nova tentativa de conexão ficará suspensa até que uma conexão existente seja desfeita. O padrão é 50. O valor de socketmaxValor deve ficar entre 1 e 32000, e deve ser maior do que socketminValor + socketthresholdValor.

socketminValor

Define o número mínimo de soquetes que o serviço manterá. O padrão é 10. O valor de socketminValor deve ficar entre 1 e 32000, e deve ser menor do que socketmaxValor.

socketbacklogValor

Define o número de conexões mantidas em um estado de espera quando o valor de socketmaxValor for alcançado. No caso do número de tentativas de conexão entre socketmaxValor e socketmaxValor + socketbacklogValor, as conexões serão aceitas, mas não receberão nenhuma resposta até que um novo soquete fique disponível. Quando socketbacklog estiver cheio, as novas tentativas de conexão serão negadas. O valor de socketbacklogValor deve ficar entre 0 e 100.

socketthresholdValor

Define o número de novos soquetes a serem criados por vez. Quando os soquetes existentes estiverem em uso, se ainda houver soquetes restantes disponíveis, novos N soquetes serão criados, onde N é o valor de socketthreshold. O valor de socketthresholdValor deve ficar entre 0 e 100 e deve ser maior do que 0, a menos que socketminValor = socketmaxValor.

sparequired

Configura o servidor de correio para exigir a autenticação de senha segura para todas as conexões de clientes. Quando definido como 1, os clientes de email não terão permissão para autenticar se estiverem usando a autenticação de texto simples. O valor padrão é 0.

 

Valor Descrição
0 Não é necessária a autenticação de senha de segurança (configuração padrão)
1 A autenticação de senha de segurança é necessária para todas as conexões de cliente

winpop get

Sintaxe

winpop get [port] [logging] [authentication] [mailroot] [threadcount] [socketmax] [socketmin] [socketbacklog] [socketthreshold] [socket] [sparequired]

Parâmetros

port

Exibe a porta na qual o serviço POP3 está configurado.

logging

Exibe o nível de log de eventos configurado para o serviço POP3.

 

Valor Descrição
0 Nenhum log
1 Somente os eventos críticos são registrados
2 Os eventos críticos e de aviso são registrados
3 Os eventos críticos, de aviso e informativos são registrados

authentication

Exibe o método de autenticação configurado para o serviço POP3. Você pode usar a versão abreviada deste comando, auth. Se o computador no qual o serviço POP3 estiver em execução for um controlador de domínio, use os valores da tabela a seguir.

 

Valor Descrição
1 Autenticação integrada do Active Directory
2 Autenticação de arquivo com senha criptografada

 

Se o computador no qual o serviço POP3 estiver em execução for um servidor participante do Active Directory, use os valores da tabela a seguir.

 

Valor Descrição
1 Autenticação integrada do Active Directory
2 Autenticação de contas locais do Windows
3 Autenticação de arquivo com senha criptografada

 

Caso contrário, use os valores da tabela a seguir.

 

Valor Descrição
1 Autenticação de contas locais do Windows
2 Autenticação de arquivo com senha criptografada

mailroot

Exibe o diretório de armazenamento de emails configurado para o serviço POP3.

threadcount

Exibe o número de segmentos configurados para execução para o serviço POP3.

socketmax

Exibe o número máximo de soquetes que o serviço criará.

socketmin

Exibe o número mínimo de soquetes que o serviço manterá.

socketbacklog

Exibe o número de conexões mantidas em um estado de espera quando o valor de SocketMax for alcançado.

socketthreshold

Exibe o número de novos soquetes a serem criados por vez.

sparequired

Exibe se o servidor de correio foi configurado para exigir a autenticação de senha segura para todas as conexões de clientes.

 

Valor Descrição
0 Não é necessária a autenticação de senha de segurança (configuração padrão)
1 A autenticação de senha de segurança é necessária para todas as conexões de cliente

Exemplos

Para bloquear todas as caixas de correio no domínio example.com, digite: winpop lock example.com

Para definir a porta como 110, digite: winpop set port 110

Para definir o armazenamento de email no diretório C:\mailstore no disco rígido local, digite: winpop set mailroot C:\mailstore

Para definir o nível de log de forma que apenas os eventos críticos sejam registrados em <b>Visualizar eventos</b>, digite: winpop set logging 1

Para retornar a porta atual para o serviço POP3, digite: winpop get port

Para retornar o nível de log atual para o serviço POP3, digite: winpop get logging

***

Wlbs

O comando Wlbs foi substituído por Nlb.exe. Para obter mais informações, consulte Nlb.

***

Ferramenta de linha de comando da WMIC (instrumentação de gerenciamento do Windows)

A ferramenta Windows Management Instrumentation Command-line (WMIC) é uma interface de script e linha de comando que simplifica o uso do Windows Management Instrumentation (WMI) e dos sistemas gerenciados através do WMI.

A WMIC é baseada em aliases. Os aliases disponibilizam os dados primários fornecidos pelo WMI sem a necessidade de se conhecer conceitos específicos desse serviço. Os dados WMI e muitos recursos WMI também podem ser acessados através do WMIC sem aliases.

É possível listar os aliases disponíveis usando a ajuda /? do WMIC. Essa ferramenta possui um sistema de ajuda progressivo. Você pode usar /? a qualquer momento e em qualquer nível para descobrir as opções adicionais disponíveis no contexto atual. /? lista os aliases, comandos e as opções globais (isto é, opções que se aplicam à WMIC em geral) disponíveis no momento. Para listar os verbos e as opções disponíveis para um alias, digite o nome do alias e /?. Para listar os parâmetros disponíveis para um verbo específico, digite o nome do alias, o verbo e /?.

Por exemplo, os processos em execução no sistema atual estão disponíveis no alias PROCESS. Para exibir todos os processos que estão sendo executados no computador, digite PROCESS no utilitário WMIC. Para listar um processo específico, digite um comando como PROCESS WHERE (Descrição=”explorer.exe”). Para exibir propriedades específicas para os processos, digite PROCESS GET Name, Handle, PageFaults.

Sem o uso de aliases, é possível usar as mesmas opções com os comandos CLASS ou PATH. Por exemplo, CLASS Win32_Process ou PATH Win32_Process GET Name, Handle, PageFaults. No entanto, é necessário determinar o nome da classe de outras origens. Para obter o mesmo que a cláusula Where do alias, utilize PATH Win32_Process.Descrição=”explorer.exe”.

Para obter mais informações sobre como usar e estender o WMIC, consulte Usando a Linha de comando de WMI (WMIC), que inclui informações sobre como usar o WMIC em arquivos em lotes, para fins de relatório, com vários computadores remotos e para o gerenciamento do sistema.

 

Comando Resultado
/? Exibe ajuda.
CLASS Sai do modo de alias padrão da WMIC para acessar classes diretamente no esquema do WMI.
PATH Sai do modo de alias padrão da WMIC para acessar instâncias diretamente no esquema do WMI.
CONTEXT Exibe os valores atuais de todas as opções globais.
QUIT Sai da WMIC.
EXIT Sai da WMIC.

 

***

Executar o host de scripts do Windows

Clique na tarefa que deseja executar.

Iniciar um script para que ele seja executado em um ambiente Windows

  1. Abra o Prompt de Comando.
  2. Digite: wscript[Nome_do_Script] [//B] [//D] [//E:Mecanismo] [//H:CScript | //H:WScript] [//I] [//Job:Identificador] [//Logo | //NoLogo] [//S] [//T:Número] [//X] [//?] [Argumentos_de_Script]

Parâmetros

Nome_do_Script

Especifica o caminho e o nome do arquivo de script.

//B

Especifica o modo em lotes, que não exibe alertas, erros de script ou prompts de entrada.

//D

Inicia o depurador.

//E:Mecanismo

Especifica o mecanismo usado para executar o script.

//H:cscript

Registra o Cscript.exe como host de script padrão para a execução de scripts.

//H:wscript

Registra o Wscript.exe como host de script padrão para a execução de scripts. Este é o padrão.

//I

Especifica o modo interativo, que exibe alertas, erros de script e prompts de entrada. Este é o padrão e o oposto de //B.

//Job:identificadores

Executa o trabalho identificado pelo Identificador em um arquivo de script .wsf.

//Logo

Especifica se a faixa do host de scripts do Windows é exibida no console antes de o script ser executado. Este é o padrão e o oposto de //Nologo.

//Nologo

Especifica se a faixa do host de scripts do Windows não é exibida antes de o script ser executado.

//S

Salva as opções atuais do prompt de comando para esse usuário.

//T:número

Especifica o tempo máximo que o script pode levar para ser executado (em segundos). Você pode especificar até 32.767 segundos. O padrão é “sem limite”.

//X

Inicia o script no depurador.

//?

Exibe os parâmetros de comandos disponíveis e fornece ajuda para usá-los.

ScriptArguments

Especifica os argumentos transmitidos para o script. Cada argumento de script deve ser antecedido por uma barra (/).

Comentários

  • A execução dessa tarefa não requer que você tenha credenciais administrativas. Portanto, como uma prática recomendada de segurança, é aconselhável executar essa tarefa como usuário sem credenciais administrativas.
  • Para abrir um prompt de comando, clique em Iniciar, aponte para Todos os programas, Acessórios e clique em Prompt de comando.
  • Cada parâmetro é opcional. No entanto, você não pode especificar argumentos de script sem especificar um script. Se você não especificar um script nem argumentos de scripts, o Wscript.exe exibirá a caixa de diálogo Configurações do Host de Scripts do Windows, que você pode usar para definir propriedades de scripts globais para todos os scripts que o Wscript.exe executar no computador local.
  • O parâmetro //T evita a execução excessiva de scripts por meio da configuração de um timer. Quando o tempo excede o valor especificado, o WScript interrompe o mecanismo de script e pára o processo.
  • Os arquivos de script do Windows têm as seguintes extensões de nome de arquivo: .wsf, .vbs, .js.
  • Se você clicar duas vezes em um arquivo de script com uma extensão que não tenha associação, a caixa de diálogo Abrir com será exibida. Selecione Wscript ou Cscript e selecione Sempre usar este programa para abrir este tipo de arquivo. O arquivo Wscript.exe ou Cscript será registrado como o host de script padrão para arquivos desse tipo.
  • Você pode definir propriedades para scripts individuais Para obter mais informações, consulte Tópicos Relacionados.
  • O host de scripts do Windows pode usar arquivos de script .wsf. Cada arquivo .wsf pode usar diversos mecanismos de script e executar diversos trabalhos.

Iniciar um script para que ele seja executado em um ambiente de linha de comando

  1. Abra o Prompt de Comando.
  2. Digite: cscript[Nome_de_Script] [//B] [//D] [//E:Mecanismo] [//H:CScript | //H:WScript] [//I] [//Job:Identificador] [//Logo | //NoLogo] [//S] [//T:Número] [//X] [//U] [//?] [Argumentos_de_Script]

Parâmetros

Nome_do_Script

Especifica o caminho e o nome do arquivo de script.

//B

Especifica o modo em lotes, que não exibe alertas, erros de script ou prompts de entrada.

//D

Inicia o depurador.

//E:Mecanismo

Especifica o mecanismo usado para executar o script.

//H:cscript

Registra o Cscript.exe como host de script padrão para a execução de scripts.

//H:wscript

Registra o Wscript.exe como host de script padrão para a execução de scripts. Este é o padrão.

//I

Especifica o modo interativo, que exibe alertas, erros de script e prompts de entrada. Este é o padrão e o oposto de //B.

//Job:identificadores

Executa o trabalho identificado pelo Identificador em um arquivo de script .wsf.

//Logo

Especifica se a faixa do host de scripts do Windows é exibida no console antes de o script ser executado. Este é o padrão e o oposto de //Nologo.

//Nologo

Especifica se a faixa do host de scripts do Windows não é exibida antes de o script ser executado.

//S

Salva as opções atuais do prompt de comando para esse usuário.

//T:número

Especifica o tempo máximo que o script pode levar para ser executado (em segundos). Você pode especificar até 32.767 segundos. O padrão é “sem limite”.

//U

Especifica o Unicode para entrada e saída, ou seja, é redirecionado a partir do console.

//X

Inicia o script no depurador.

//?

Exibe os parâmetros de comandos disponíveis e fornece ajuda para usá-los. É o mesmo que digitar Cscript.exe sem parâmetros e sem script.

Argumentos_de_Script

Especifica os argumentos transmitidos para o script. Cada argumento de script deve ser antecedido por uma barra (/).

Comentários

  • A execução dessa tarefa não requer que você tenha credenciais administrativas. Portanto, como uma prática recomendada de segurança, é aconselhável executar essa tarefa como usuário sem credenciais administrativas.
  • Para abrir um prompt de comando, clique em Iniciar, aponte para Todos os programas, Acessórios e clique em Prompt de comando.
  • Cada parâmetro é opcional. No entanto, você não pode especificar argumentos de script sem especificar um script. Se você não especificar um script ou argumentos de script, Cscript.exe exibirá a sintaxe do Cscript.exe e as opções de host válidas.
  • O parâmetro //T evita a execução excessiva de scripts por meio da configuração de um timer. Quando o tempo de execução excede o valor especificado, o CScript interrompe o mecanismo de script e finaliza o processo.
  • Os arquivos de script do Windows têm as seguintes extensões de nome de arquivo: .wsf, .vbs, .js.
  • Você pode definir propriedades para scripts individuais Para obter mais informações, consulte Tópicos Relacionados.
  • O host de scripts do Windows pode usar arquivos de script .wsf. Cada arquivo .wsf pode usar diversos mecanismos de script e executar diversos trabalhos.
  • Se você clicar duas vezes em um arquivo de script com uma extensão que não tenha associação, a caixa de diálogo Abrir com será exibida. Selecione Wscript ou Cscript e selecione Sempre usar este programa para abrir este tipo de arquivo. O arquivo Wscript.exe ou Cscript será registrado como o host de script padrão para arquivos desse tipo.
  • Você pode definir propriedades para scripts individuais Para obter mais informações, consulte Tópicos Relacionados.
  • O host de scripts do Windows pode usar arquivos de script .wsf. Cada arquivo .wsf pode usar diversos mecanismos de script e executar diversos trabalhos.

 

***********************************************************************************

“X”

Xcopy

Copia arquivos e pastas, inclusive subpastas.

Sintaxe

xcopyOrigem [Destino] [/w] [/p] [/c] [/v] [/q] [/f] [/l] [/g] [/d[:MM-DD-AAAA]] [/u] [/i] [/s [/e]] [/t] [/k] [/r] [/h] [{/a | /m}] [/n] [/o] [/x] [/exclude:Nome_do_Arquivo1[+[Nome_do_Arquivo2]][+[Nome_do_Arquivo3]] [{/y | /-y}] [/z]

Parâmetros

origem

Obrigatório. Especifica o local e os nomes dos arquivos que você deseja copiar. Este parâmetro precisa incluir uma unidade ou um caminho.

destino

Especifica o destino dos arquivos que você deseja copiar. Este parâmetro pode incluir uma letra de unidade e dois-pontos, um nome de pasta, um nome de arquivo ou uma combinação desses elementos.

/w

Exibe a mensagem a seguir e espera uma resposta antes de iniciar a cópia de arquivos:Press any key to begin copying file(s)

/p

Solicita que você confirme a criação de cada arquivo de destino.

/c

Ignora os erros.

/v

Verifica cada arquivo à medida que é gravado no arquivo de destino para garantir que os arquivos de destino sejam idênticos aos arquivos de origem.

/q

Elimina a exibição de mensagens do xcopy.

/f

Exibe os nomes de arquivo de origem e de destino durante a cópia.

/l

Exibe uma lista de arquivos que serão copiados.

/g

Cria arquivos de destino descriptografados.

/d [:MMDDAAAA]

Copia somente os arquivos de origem alterados na data especificada ou após essa data. Se você não incluir um valor MM-DD-AAAA, xcopy copiará todos os arquivos de Origem que forem mais recentes do que os arquivos de Destino existentes. Esta opção de linha de comando permite atualizar arquivos que foram alterados.

/u

Copia somente arquivos da Origem que existem no Destino.

/i

Se Origem for uma pasta ou incluir curingas e Destino não existir, xcopy assumirá que Destino especifica um nome de pasta e criará uma nova pasta. Em seguida, xcopy copiará todos os arquivos especificados para a nova pasta. Por padrão, xcopy solicita que você especifique se Destino é um arquivo ou uma pasta.

/s

Copia pastas e subpastas, a não ser que estejam vazias. Se você omitir /s, xcopy funcionará em uma única pasta.

/e

Copia todas as subpastas, mesmo que estejam vazias. Use /e com as opções de linha de comando /s e /t.

/t

Copia somente a estrutura de subpasta (isto é, a árvore), não arquivos. Para copiar pastas vazias, é necessário incluir a opção de linha de comando /e.

/k

Copia arquivos e mantém o atributo somente leitura nos arquivos de destino, se estiver presente nos arquivos de origem. Por padrão, xcopy remove o atributo somente leitura.

/r

Copia arquivos somente leitura.

/h

Copia arquivos com atributos de arquivo oculto e de sistema. Por padrão, xcopy não copia arquivos ocultos ou de sistema.

/a

Copia somente arquivos de origem que já tenham os atributos de arquivo morto definidos. /a não modifica o atributo de arquivo morto do arquivo de origem. Para obter informações sobre como definir o atributo de arquivo morto usando attrib, consulte Tópicos Relacionados.

/m

Copia arquivos de origem que já tenham os atributos de arquivo morto definidos. Ao contrário da opção /a, /m desativa os atributos de arquivo morto nos arquivos especificados na origem. Para obter informações sobre como definir o atributo de arquivo morto usando attrib, consulte Tópicos Relacionados.

/n

Cria cópias utilizando nomes curtos de arquivos ou pastas NTFS. A opção /n é obrigatória quando você copia arquivos ou pastas de um volume NTFS para um volume FAT ou quando a convenção de nomes do sistema de arquivos FAT (isto é, caracteres no formato 8.3) é exigida no sistema de arquivos do destino. O sistema de arquivos do destino pode ser FAT ou NTFS.

/o

Copia informações sobre a propriedade de arquivos e a lista de controle de acessos discricionária (DACL).

/x

Copia configurações de auditoria de arquivos e informações sobre a lista de controle de acessos do sistema (SACL) (/o está implícito).

/exclude:Nome_do_Arquivo1[+[ Nome_do_Arquivo2]][+[Nome_do_Arquivo3]]

Especifica uma lista de arquivos que contêm seqüências.

/y

Elimina o pedido de confirmação de que você deseja substituir um arquivo de destino existente.

/-y

Solicita a confirmação de que você deseja substituir um arquivo de destino existente.

/z

Copia em uma rede no modo reinicializável.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Usando /v
    O Windows XP e a família de produtos Windows Server 2003 não usam esse comando. Ele é incluído apenas para preservar a compatibilidade com arquivos do MS-DOS existentes, mas não tem qualquer efeito na linha de comando, pois a funcionalidade é automática.
  • Usando /exclude
    Liste cada seqüência em uma linha separada em cada arquivo. Se alguma das seqüências listadas corresponder a uma parte do caminho absoluto do arquivo a ser copiado, esse arquivo será excluído do processo de cópia. Por exemplo, se especificar a seqüência “\Obj\”, você excluirá todos os arquivos na pasta Obj. Se especificar a seqüência “.obj”, você excluirá todos os arquivos com a extensão .obj.
  • Usando /z
    Se a conexão for perdida durante a fase de cópia (por exemplo, se o servidor da conexão ficar off-line), ela será reiniciada após a conexão ter sido restabelecida. /z também exibe a porcentagem da operação de cópia concluída de cada arquivo.
  • Usando /y na variável de ambiente COPYCMD
    É possível usar /y na variável de ambiente COPYCMD. Você pode substituir esse comando usando /-y na linha de comando. Por padrão, você é solicitado a efetuar a substituição, a menos que execute copy a partir de um script em lotes.
  • Copiando arquivos criptografados
    A cópia de arquivos criptografados para um volume que não dê suporte a EFS resulta em um erro. Descriptografe os arquivos primeiro ou copie-os para um volume que dê suporte a EFS.
  • Acrescentando arquivos
    Para acrescentar arquivos, especifique um único arquivo para o destino, mas vários arquivos para a origem (isto é, usando curingas ou o formato arquivo1+arquivo2+arquivo3).
  • Valor padrão para Destino
    Se Destino for omitido, o comando xcopy copiará os arquivos para a pasta atual.
  • Especificando se Destino é um arquivo ou uma pasta
    Se Destino não contiver uma pasta e não terminar com uma barra invertida (\), a seguinte mensagem será exibida:

Copiar Código

O destino especifica um nome de arquivo ou pasta no destino  (A = arquivo, P = pasta)?

Pressione A para que o(s) arquivo(s) seja(m) copiado(s) para um arquivo. Pressione P para que o(s) arquivo(s) seja(m) copiado(s) para uma pasta.
É possível eliminar essa mensagem usando a opção de linha de comando /i, o que fará com que xcopy pressuponha que o destino é uma pasta se a origem for mais de um arquivo ou uma pasta.

  • Usando o comando xcopy para definir o atributo de arquivamento para arquivos de Destino
    O comando xcopy cria arquivos com o atributo de arquivamento definido, quer esse atributo tenha sido definido no arquivo de origem ou não. Para obter mais informações sobre atributos de arquivo e attrib, consulte Tópicos Relacionados.
  • Comparando xcopy e diskcopy
    Se você tiver um disco que contenha arquivos em subpastas e desejar copiá-lo para um disco cujo formato seja diferente, utilize o comando xcopy em vez de diskcopy. Como o comando diskcopy copia discos trilha por trilha, é necessário que os discos de origem e de destino tenham o mesmo formato. O comando xcopy não faz essa exigência. Utilize xcopy, a não ser que precise de uma cópia de imagem completa do disco.
  • Códigos de saída de xcopy
    Para processar códigos de saída retornados por xcopy, use o parâmetro ErrorLevel na linha de comando if de um programa em lotes. Para obter um exemplo de um programa em lotes que processe códigos de saída usando if, consulte Tópicos Relacionados. A tabela a seguir lista cada código de saída e uma descrição.

 

Código de saída Descrição
0 Os arquivos foram copiados corretamente.
1 Não foram encontrados arquivos para copiar.
2 O usuário pressionou CTRL+C para finalizar xcopy.
4 Ocorreu um erro de inicialização. Memória ou espaço em disco insuficiente, ou você digitou um nome de unidade inválido ou uma sintaxe inválida na linha de comando.
5 Ocorreu erro de gravação em disco.

Exemplos

Para copiar todos os arquivos e subpastas (inclusive qualquer subpasta vazia) da unidade A para a unidade B, digite:

xcopy a: b: /s /e

Para incluir qualquer arquivo de sistema ou oculto no exemplo anterior, adicione a opção de linha de comando /h da seguinte forma:

xcopy a: b: /s /e /h

Para atualizar arquivos na pasta \Relats utilizando os arquivos da pasta \Dados que foram alterados desde 29 de dezembro de 1993, digite:

xcopy \dados \relats /d:29-12-1993

Para atualizar todos os arquivos que existem em \Relats no exemplo anterior, independentemente da data, digite:

xcopy \dados \relats /u

Para obter uma lista dos arquivos a serem copiados pelo comando anterior (isto é, sem realmente copiar os arquivos), digite:

xcopy \rawdata \reports /d:12-29-1993 /l > xcopy.out

O arquivo Xcopy.out lista cada arquivo que será copiado.

Para copiar a pasta \Cliente e todas as subpastas para a pasta \\Público\Endereço na unidade de rede H:, manter o atributo somente leitura e ser avisado de que um novo arquivo foi criado na unidade H:, digite:

xcopy \cliente h:\público\endereço /s /e /k /p

Para emitir o comando anterior, certifique-se de que xcopy cria a pasta \Endereço se ela não existir, suprima a mensagem que é exibida quando uma nova pasta é criada e adicione a opção de linha de comando /i da seguinte forma:

xcopy \cliente h:\público\endereço /s /e /k /p /i

Você pode criar um programa em lotes para executar as operações de xcopy e utilizar o comando if em lotes para processar o código de saída se houver erros. Por exemplo, o programa em lotes a seguir utiliza parâmetros substituíveis para os parâmetros de origem e destino de xcopy:

Copiar Código

@echo off rem COPIA.BAT transfere todos os arquivos de todas as subpastas da rem unidade ou pasta (%1) de origem para o destino
 
 
 
rem unidade ou pasta (%2)
 
 
 
xcopy %1 %2 /s /e
 
 
 
if errorlevel 4 goto lowmemory if errorlevel 2 goto abort if errorlevel 0 goto exit :lowmemory echo Memória insuficiente para copiar arquivos ou echo unidade ou sintaxe de linha de comando inválida. goto exit
 
 
 
:abort echo Você pressionou CTRL+C para concluir a operação de cópia. goto exit :exit

Para utilizar este programa em lotes a fim de copiar todos os arquivos da pasta C:\Codprgm e subpastas para a unidade B, digite:

copia c:\codprgm b:

O interpretador de comandos substitui C:\Prgmcode por %1 e B: por %2 e usa xcopy com as opções de linha de comando /e e /s. Se xcopy encontrar um erro, o programa em lotes lerá o código de saída, irá para o rótulo indicado na instrução IF ERRORLEVEL correta, exibirá a mensagem apropriada e sairá desse programa.

Pagina 821 – 865

Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte 19

Comentários

  • Os usuários devem receber o direito Desligar para que possam desligar um computador administrado local ou remotamente utilizando o comando shutdown. Para obter mais informações, consulte “Visão geral sobre o controle de acesso” e “Privilégios” em <b>Tópicos relacionados</b>.
  • Os usuários devem fazer parte do grupo Administradores para anotar um desligamento inesperado de um computador administrado local ou remotamente. Se o computador for integrado a um domínio, os membros do grupo Admins. do Domínio deverão ser capazes de realizar esse procedimento. Para obter mais informações, consulte Grupos locais padrão e Grupos padrão.
  • Se você quiser desligar mais de um computador de uma vez, poderá chamar shutdown para cada computador usando um script ou poderá utilizar shutdown /i para exibir a caixa de diálogo de desligamento remoto.
  • Se você indicar um código de razão principal e um secundário, defina-os primeiro em cada computador para o qual pretende usar a razão específica. Se os códigos de razão não forem definidos no computador de destino, o <b>Controlador de eventos de desligamento</b> não poderá registrar o texto de razão correto.
  • Lembre-se de indicar se um desligamento é planejado usando o parâmetro p: . A omissão de p: indica que um desligamento não é planejado. Se você digitar p: seguido do código da razão de um desligamento não planejado, o comando não realizará o desligamento Por outro lado, se você omitir p: e digitar o código de razão de um desligamento planejado, o comando não realizará o desligamento.

Exemplos

Para fazer com que os aplicativos fechem e reiniciem o computador local após um atraso de um minuto com a razão Aplicativo: manutenção (planejada) e o comentário “Reconfigurando myapp.exe” type:

shutdown /r /t 60 /c “Reconfiguring myapp.exe” /f /d p:4:1

Para reiniciar o computador remoto \\ServerName com os mesmos parâmetros, digite:

shutdown /r /m \\servername /t 60 /c “Reconfiguring myapp.exe” /f /d p:4:1

***

Sintaxe

Classificar

Lê os dados de entrada, classifica-os e exibe os resultados na tela ou grava-os em um arquivo ou em outro dispositivo

Sintaxe

sort[/r] [/+N] [/m Kilobytes] [/l Localidade] [/rec Caracteres] [[Unidade_1:][Caminho_1]Nome_do_Arquivo_1] [/t [Unidade_2:][Caminho_2]] [/o [Unidade_3:][Caminho_3]Nome_do_Arquivo_3]

[Comando |] sort [/r] [/+N] [/m Kilobytes] [/l Localidade] [/rec Caracteres] [[Unidade_1:][Caminho_1]Nome_do_Arquivo_1][/t [Unidade_2:][Caminho_2]] [/o [Unidade_3:][Caminho_3]Nome_do_Arquivo_3]

Parâmetros

/r

Inverte a ordem de classificação (isto é, classifica de Z a A e, em seguida, de 9 a 0).

/+N

Especifica o número da posição do caractere, N, no qual sort inicia cada comparação.

/mKilobytes

Especifica a quantidade de memória principal a ser usada na classificação, em quilobytes (KB).

/lLocalidade

Substitui a ordem de classificação de caracteres definida pela localidade padrão do sistema (isto é, o idioma e o país/região selecionados durante a instalação).

/recCaracteres

Especifica o número máximo de caracteres em um registro ou uma linha do arquivo de entrada (o padrão é 4.096 e o máximo é 65.535).

[Unidade_1:][Caminho_1]Nome_do_Arquivo_1

Especifica o arquivo a ser classificado. Se nenhum nome de arquivo for especificado, a entrada padrão será classificada. A especificação do arquivo de entrada é mais rápida do que o redirecionamento do mesmo arquivo como entrada padrão.

/t [Unidade_2:][Caminho_2]

Especifica o caminho da pasta que manterá armazenado o funcionamento do comando sort, caso os dados não caibam na memória principal. O padrão é usar a pasta temporária do sistema.

/o [Unidade_3:][Caminho_3]Nome_do_Arquivo_3

Especifica o arquivo onde a entrada classificada será armazenada. Se ele não for especificado, os dados serão gravados na saída padrão. A especificação do arquivo de saída é mais rápida do que o redirecionamento da saída padrão para o mesmo arquivo.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Usando a opção de linha de comando /+N
    Quando a opção de linha de comando /+N é usada, /+3, por exemplo, indica que cada comparação deverá ser iniciada no terceiro caractere em cada linha. Linhas com menos de N caracteres agrupam-se antes de outras linhas. Por padrão, as comparações são iniciadas no primeiro caractere em cada linha.
  • Usando a opção de linha de comando /m Kilobytes
    A memória usada tem sempre um mínimo de 160 KB. Se o tamanho da memória for especificado, a quantidade exata especificada (no mínimo 160 KB) será usada para a classificação, independentemente da quantidade de memória principal disponível.
    O tamanho máximo da memória padrão quando nenhum tamanho for especificado será 90% da memória principal disponível se as entradas e as saídas forem arquivos; caso contrário, será 45% da memória principal. A configuração padrão oferece normalmente o melhor desempenho.
  • Usando a opção de linha de comando /l Localização
    Atualmente, a única alternativa para a localidade padrão é a localidade “C”, que é mais rápida do que a classificação do idioma nativo e classifica caracteres de acordo com a codificação binária.
  • Especificando uma origem
    A não ser que você especifique o parâmetro Comando ou Nome_do_Arquivo, sort agirá como um filtro e usará os dados provenientes da entrada padrão (isto é, geralmente do teclado, de um pipe ou de um arquivo).
  • Usando símbolos de redirecionamento com o comando sort
    É possível usar o símbolo pipe (|) para direcionar dados de outro comando através do comando sort ou direcionar a saída de classificação para outro comando (por exemplo, para o comando more a fim de exibir informações, uma tela por vez). O uso do símbolo menor que (<) ou maior que (>) para especificar o arquivo de entrada ou de saída pode não ser muito eficiente; em vez disso, especifique o arquivo de entrada diretamente (conforme definido na sintaxe do comando) e especifique o arquivo de saída usando o parâmetro /o. Isso pode ser muito mais rápido, principalmente com arquivos grandes.
  • Letras maiúsculas vs. letras minúsculas
    O comando sort não faz distinção entre letras maiúsculas e minúsculas.
  • Limites ao tamanho de arquivo
    O comando sort não limita o tamanho de arquivo.
  • Seqüência de agrupamento
    O programa de classificação usa a tabela de seqüência de agrupamento que corresponde ao código de país/região e às configurações de página de códigos. Os caracteres maiores do que o código 127 da tabela ASCII são classificados com base nas informações do arquivo Country.sys ou em um outro arquivo especificado pelo comando country em seu arquivo Config.nt.
  • Uso da memória
    Se a classificação couber na memória (isto é, tanto o tamanho máximo da memória padrão como a especificação do parâmetro /m), ela será executada em uma passagem. Caso contrário, será executada em duas passagens, de modo que as quantidades de memória usadas para as passagens de classificação e mesclagem sejam iguais. Quando duas passagens são executadas, os dados parcialmente classificados são armazenados em um arquivo temporário no disco. Se não houver memória suficiente para executar a classificação em duas passagens, um erro de tempo de execução será emitido. Se a opção de linha de comando /m for usada para especificar mais memória do que a realmente disponível, o desempenho poderá ser prejudicado ou um erro de tempo de execução poderá ocorrer.

Exemplos

Classificando um arquivo

O comando a seguir lê o arquivo Despesas.txt, classifica os dados em ordem inversa e exibe-os na tela:

sort /r expenses.txt

Classificando a saída de um comando

Para pesquisar o texto “Jorge” em um arquivo extenso denominado Maladir.txt e classificar os resultados da pesquisa, use o pipe (|) para direcionar a saída de um comando find para o comando sort, da seguinte maneira:

find "Jones" maillist.txt | sort

O comando cria uma lista classificada de linhas que contêm o texto especificado.

Classificando a entrada do teclado

Para classificar a entrada do teclado e exibir os resultados em ordem alfabética na tela, você pode usar primeiro o comando sort sem parâmetros, da seguinte maneira:

sort

Em seguida, digite o texto a ser classificado, pressionando ENTER no final de cada linha. Ao terminar de digitar o texto, pressione CTRL+Z e, em seguida, pressione ENTER. O comando sort exibirá o texto digitado, classificado em ordem alfabética.

Também é possível redirecionar a entrada classificada do teclado para um arquivo. Para obter mais informações, clique em redirect na lista Tópicos Relacionados.

***

Start

Inicia uma janela separada do prompt de comando para executar um programa ou comando especificado. Usado sem parâmetros, start abre uma segunda janela do prompt de comando.

Sintaxe

start [Título] [/dCaminho] [/i] [/min] [/max] [{/separate | /shared}] [{/low | /normal | /high | /realtime | /abovenormal | belownormal}] [/wait] [/b] [Nome_do_Arquivo] [Parâmetros]

Parâmetros

Título

Especifica o título a ser exibido na barra de título da janela do prompt de comando.

/dCaminho

Especifica a pasta de inicialização.

/i

Transfere o ambiente de inicialização do Cmd.exe para a nova janela do prompt de comando.

/min

Inicia uma nova janela minimizada do prompt de comando.

/max

Inicia uma nova janela maximizada do prompt de comando.

/separate

Inicia programas de 16 bits em um espaço separado de memória.

/shared

Inicia programas de 16 bits em um espaço compartilhado de memória.

/low

Inicia um aplicativo com classe de prioridade ociosa.

/normal

Inicia um aplicativo com classe de prioridade normal.

/high

Inicia um aplicativo com classe de prioridade alta.

/realtime

Inicia um aplicativo com classe de prioridade tempo real.

/abovenormal

Inicia um aplicativo com classe de prioridade acima do normal.

/belownormal

Inicia um aplicativo com classe de prioridade abaixo do normal.

/wait

Inicia um aplicativo e aguarda que ele seja finalizado.

/b

Inicia um aplicativo sem abrir uma nova janela do prompt de comando. A manipulação das teclas CTRL+C é ignorada a menos que o aplicativo ative o processamento de CTRL+C. Use CTRL+BREAK para interromper o aplicativo.

nome_de_arquivo

Especifica o comando ou o programa a ser iniciado.

Parâmetros

Especifica os parâmetros a serem passados para o comando ou programa.

Comentários

  • É possível executar arquivos não executáveis através de suas associações de arquivos digitando o nome do arquivo como um comando. Para obter mais informações sobre como criar essas associações em um script de comando usando assoc e ftype, consulte Tópicos Relacionados.
  • Quando você executa um comando cujo primeiro símbolo é a seqüência “CMD” sem uma extensão ou qualificador de caminho, o “CMD” é substituído pelo valor da variável COMSPEC. Isso impede que os usuários obtenham o cmd da pasta atual.
  • Quando você executa um aplicativo de interface gráfica do usuário (GUI) de 32 bits, o cmd não aguarda que ele seja finalizado para retornar para o prompt de comando. Esse novo comportamento não ocorrerá se o aplicativo for executado a partir de um script de comando.
  • Quando você executa um comando cujo primeiro símbolo não contém uma extensão, o Cmd.exe usa o valor da variável de ambiente PATHEXT para determinar quais extensões procurar e em que ordem. O valor padrão da variável PATHEXT é: .COM;.EXE;.BAT;.CMD (isto é, a sintaxe é a mesma da variável PATH, com ponto-e-vírgula separando os diferentes elementos).
  • Quando você pesquisa um executável e não é encontrada uma correspondência em nenhuma extensão, start pesquisa o nome da pasta. Se isso ocorrer, start abrirá o Explorer.exe nesse caminho.

Exemplos

Para iniciar o programa Meu_apl no prompt de comando e continuar a usar a janela do prompt de comando atual, digite:

start meu_apl

***

Subst

Associa um caminho a uma letra de unidade. Usado sem parâmetros, subst exibe os nomes das unidades virtuais válidas.

Sintaxe

subst [Unidade1: [Unidade2:]Caminho]

subst Unidade1:/d

Parâmetros

Unidade1:

Especifica a unidade virtual à qual você deseja atribuir um caminho.

Unidade2:

Especifica a unidade física que contém o caminho especificado (se for diferente da unidade atual).

Caminho

Especifica o caminho que você deseja atribuir a uma unidade virtual.

/d

Exclui uma unidade virtual.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Os comandos a seguir não funcionam, ou não devem ser usados, em unidades utilizadas no comando subst:
  • chkdsk
  • diskcomp
  • diskcopy
  • format
  • label
  • recover
  • O parâmetro Unidade1 deverá estar no intervalo especificado pelo comando lastdrive. Caso contrário, subst exibirá a seguinte mensagem de erro:
    Invalid parameter - drive1:

Exemplos

Para criar uma unidade virtual Z para o caminho B:\Usuário\Bia\Forms, digite:

subst z: b:\usuário\betty\forms

Agora, em vez de digitar o caminho completo, você pode chegar a essa pasta digitando a letra da unidade virtual, seguida por dois-pontos, como no exemplo a seguir:

z:

***

Sysocmgr

Instala um conjunto limitado de componentes opcionais.

Sintaxe

sysocmgr[.exe] /i:InfFile.inf [/u:AnswerFilePathAndName [/q][/w]] [/r] [/z] [/n] [/f] [/c] [/x] [/l]

Parâmetros

/i:InfFile.inf

Obrigatório. Designa InfFile.inf especificado como arquivo .inf principal.

/u:AnswerFilePathAndName

Especifica o caminho e o nome de um arquivo de resposta opcional que contém parâmetros para instalação automática.

/q

Executa a instalação automática sem uma interface de usuário. Você não pode usar /q sem /u.

/w

Avisa ao usuário antes de reinicializar, apenas se a reinicialização for necessária. Você não pode usar /w sem /u.

/r

Elimina a reinicialização. Se a reinicialização não for necessária, esta opção de linha de comando não apresenta nenhum efeito.

/z

Indica que os argumentos seguintes não são argumentos de componentes opcionais e devem ser passados aos componentes.

/n

Faz com que o arquivo .inf principal seja tratado como novo.

/f

Indica que todos os estados de instalação de componentes devem ser inicializados como se os instaladores nunca tivessem sido executados.

/c

Desautoriza o cancelamento durante a fase de instalação final.

/x

Elimina a faixa de inicialização.

/l

Instalações em vários idiomas.

[/?] [/h] [IncorrectSyntax]

Exibe a ajuda em uma janela separada, não no prompt de comando.

Comentários

  • Para obter exemplos de como usar sysocmgr, pesquise na Microsoft Knowledge Base (site em inglês) utilizando a palavra-chave sysocmgr.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como você pode usar sysocmgr:

sysocmgr.exe /i:sysoc.inf /u:unattend.txt

***

Systeminfo – Mostra informações sobre o sistema

***

Verificador de arquivos de sistema (sfc)

Examina e verifica as versões de todos os arquivos protegidos do sistema depois que o computador é reiniciado.

Sintaxe

sfc[/scannow] [/scanonce] [/scanboot] [/revert] [/purgecache] [/cachesize=x]

Parâmetros

/scannow

Verifica todos os arquivos protegidos do sistema imediatamente.

/scanonce

Verifica todos os arquivos protegidos do sistema uma vez.

/scanboot

Verifica todos os arquivos protegidos do sistema sempre que o computador é reiniciado.

/revert

Retorna a verificação para a sua operação padrão.

/purgecache

Limpa o cache de arquivos da Proteção de arquivos do Windows e verifica todos os arquivos protegidos do sistema imediatamente.

/cachesize=x

Define o tamanho, em MB, do cache de arquivos da Proteção de arquivos do Windows.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você deverá fazer logon como um membro do grupo Administradores para executar osfc.
  • Se sfc descobrir que um arquivo protegido foi substituído, ele recuperará a versão correta do arquivo na pasta systemroot\system32\dllcache e substituirá o arquivo incorreto.
  • Se a pasta systemroot\system32\dllcache for corrompida ou tornar-se inútil, use sfc /scannow, sfc /scanonce ou sfc /scanboot para reparar o conteúdo do diretório Dllcache.

 

***********************************************************************************

“T”

Takeown

Permite que um administrador recupere o acesso a um arquivo que foi negado anteriormente fazendo com que o administrador seja o proprietário do arquivo.

Sintaxe

takeown [/sComputer [/u [Domain\User [/p [Password]]]] /fFileName [/a] [/r] [/d {Y | N}]

Parâmetros

/scomputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não utilize barras invertidas). O padrão é o computador local. Este parâmetro se aplica a todos os arquivos e pastas especificados no comando.

/uDomain\User

Executa o script com as permissões da conta de usuário especificada. O padrão é permissões do sistema.

/p [Password]

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/fFileName

Especifica o padrão de nome do arquivo ou de diretório. Você pode usar o caractere curinga “*” ao especificar o padrão. Também é possível usar ShareName\FileName.

/a

Fornece a propriedade para o grupo de administradores, em vez do usuário atual.

/r

Realiza uma operação recursiva em todos os arquivos no diretório e subdiretórios especificados.

/d {Y | N}

Prompt padrão usado quando o usuário atual não tem permissões para exibir pastas em um diretório. Use Y para assumir a propriedade e N para eliminar o prompt de confirmação.

Comentários

  • Para executar este procedimento, você deve ser membro do grupo Administradores no computador local ou deve ter recebido a autoridade adequada. Se o computador fizer parte de um domínio, é possível que os membros do grupo Administradores de domínio possam executar esse procedimento. Como prática recomendada de segurança, considere o uso de Executar como para executar este procedimento.
  • Normalmente, este comando é usado em arquivos em lotes.
  • Usando as opções de linha de comando /s, /u e /p. As opções de linha de comando /u e /p estão disponíveis apenas quando você usa /s. É necessário utilizar /p com /u para fornecer a senha do usuário.
  • Se /a não for especificado, a propriedade do arquivo será atribuída ao usuário atualmente conectado ao computador.
  • Não há suporte para o uso de padrões mistos que utilizam o ponto de interrogação (?) e o caractere curinga (*).
  • Se você instalar um sistema operacional <NOLOC>Windows Server 2003</NOLOC> em um computador com outro sistema operacional <NOLOC>Windows Server 2003</NOLOC> já instalado e tentar excluí-lo, não poderá excluir todo o diretório. Um dos diretórios ocultos, chamado <b>\Installer</b>, contém alguns arquivos .msi e .ico bloqueados, e é necessário formatar a unidade para excluí-los. Isso ocorre porque os sistemas operacionais <NOLOC>Microsoft® Windows® Server 2003</NOLOC> aplicam atributos de segurança ao arquivo de forma que apenas a conta do sistema da instalação anterior possa acessar os arquivos. Nem mesmo um administrador deste computador pode redefinir essas permissões. Você deve executar takeown para excluir esses arquivos.
  • Após excluir o bloqueio com takeown, talvez você precise usar o Windows Explorer ou <b>cacls</b> para obter permissões completas para os arquivos e diretórios antes de excluí-los. Para obter mais informações sobre cacls, consulte Tópicos Relacionados.

Exemplos

Para assumir a propriedade de um arquivo usando o padrão de nome Lostfile, digite:

takeown /f lostfile

***

Tapicfg

Cria, remove ou exibe uma partição de diretório de aplicativos TAPI (aplicativo de telefonia) ou define uma partição de diretório de aplicativos TAPI padrão. Os clientes TAPI 3.1 podem usar as informações nesta partição de diretório de aplicativos com o localizador de serviço de diretório para localizar diretórios TAPI e estabelecer comunicações com eles.

Também é possível usar Tapicfg para criar ou remover pontos de conexão de serviço que permitem aos clientes TAPI localizar, de maneira eficiente, partições de diretório de aplicativos TAPI em um domínio. Para obter mais informações, consulte <b>Comentários</b>.

Para exibir a sintaxe do comando, clique em um comando.

tapicfg install

Cria uma partição de diretório de aplicativos TAPI.

Sintaxe

tapicfg install /directory:Nome_da_Partição[/server:Nome_do_DC] [/forcedefault]

Parâmetros

install /directory:Nome_da_Partição

Obrigatório. Especifica o nome DNS da partição de diretório de aplicativos TAPI a ser criada. Este nome deve ser um nome de domínio totalmente qualificado.

/server:Nome_do_DC

Especifica o nome DNS do controlador de domínio no qual a partição de diretório de aplicativos TAPI é criada. Se o nome do controlador de domínio não for especificado, será usado o nome do computador local.

/forcedefault

Especifica que este diretório é a partição de diretório de aplicativos TAPI padrão do domínio. Pode haver várias partições de diretório de aplicativos TAPI em um domínio. Se este diretório for a primeira partição de diretório de aplicativos TAPI criada no domínio, ela será definida automaticamente como o padrão, independentemente do uso da opção /forcedefault.

tapicfg remove

Remove uma partição de diretório de aplicativos TAPI.

Sintaxe

tapicfg remove /directory:Nome_da_Partição

Parâmetros

remove /directory:Nome_da_Partição

Obrigatório. Especifica o nome DNS da partição de diretório de aplicativos TAPI a ser removida. Observe que esse nome dever ser um nome de domínio totalmente qualificado.

tapicfg publishscp

Cria um ponto de conexão de serviço para publicar uma partição de diretório de aplicativos TAPI.

Sintaxe

tapicfg publishscp /directory:Nome_da_Partição[/domain:Nome_do_Domínio] [/forcedefault]

Parâmetros

publishscp /directory:Nome_da_Partição

Obrigatório. Especifica o nome DNS da partição de diretório de aplicativos TAPI que o ponto de conexão de serviço publicará.

/domain:Nome_do_Domínio

Especifica o nome DNS do domínio no qual o ponto de conexão de serviço é criado. Se o nome de domínio não for especificado, será usado o nome do domínio local.

/forcedefault

Especifica que este diretório é a partição de diretório de aplicativos TAPI padrão do domínio. Pode haver várias partições de diretório de aplicativos TAPI em um domínio.

tapicfg removescp

Remove um ponto de conexão de serviço para uma partição de diretório de aplicativos TAPI.

Sintaxe

tapicfg removescp /directory:Nome_da_Partição[/domain:Nome_do_Domínio]

Parâmetros

removescp /directory:Nome_da_Partição

Obrigatório. Especifica o nome DNS da partição de diretório de aplicativos TAPI da qual o ponto de conexão de serviço é removido.

/domain:Nome_do_Domínio

Especifica o nome DNS do domínio do qual o ponto de conexão de serviço é removido. Se o nome de domínio não for especificado, será usado o nome do domínio local.

tapicfg show

Exibe os nomes e localizações das partições de diretório de aplicativos TAPI no domínio.

Sintaxe

tapicfg show [/defaultonly][/domain:Nome_do_Domínio]

Parâmetros

/defaultonly

Exibe os nomes e localizações apenas da partição de diretório de aplicativos TAPI padrão no domínio.

/domain:Nome_do_Domínio

Especifica o nome DNS do domínio para o qual as partições de diretório de aplicativos TAPI são exibidas. Se o nome de domínio não for especificado, será usado o nome do domínio local.

tapicfg makedefault

Define a partição de diretório de aplicativos TAPI padrão do domínio.

Sintaxe

tapicfg makedefault /directory:Nome_da_Partição[/domain:Nome_do_Domínio]

Parâmetros

makedefault /directory:Nome_da_Partição

Obrigatório. Especifica o nome DNS da partição de diretório de aplicativos TAPI definida como a partição padrão do domínio. Observe que esse nome dever ser um nome de domínio totalmente qualificado. Especifica o nome DNS do domínio para o qual a partição de diretório de aplicativos TAPI está definida como padrão. Se o nome de domínio não for especificado, será usado o nome do domínio local.

tapicfg /?

Exibe a ajuda no prompt de comando.

Comentários

Você deve fazer parte do grupo Administração de Empresa no Active Directory para executar tapicfg install (para criar uma partição de diretório de aplicativos TAPI) ou tapicfg remove (para remover uma partição de diretório de aplicativos TAPI).

Esta ferramenta de linha de comando pode ser executada em qualquer computador que faça parte do domínio.

O texto fornecido pelo usuário (como os nomes de partições de diretórios de aplicativos TAPI, servidores e domínios) com caracteres internacionais ou Unicode só será exibido corretamente se as fontes apropriadas e o suporte ao idioma correto estiverem instalados.

Você ainda pode usar os servidores ILS (serviço de localização na Internet) na sua organização, se o ILS for necessário para oferecer suporte a certos aplicativos, porque os clientes TAPI executando o Windows XP ou um sistema operacional Windows Server 2003 podem consultar os servidores ILS ou as partições de diretório de aplicativos TAPI.

Você pode usar Tapicfg para criar ou remover pontos de conexão de serviço. Se a partição de diretório de aplicativos TAPI for renomeada por qualquer razão (por exemplo, se você renomear o domínio no qual ela reside), será necessário remover o ponto de conexão de serviço existente e criar um novo ponto que contenha o novo nome DNS da partição de diretório de aplicativos TAPI a ser publicada. Caso contrário, os clientes TAPI não conseguirão localizar nem acessar a partição de diretório de aplicativos TAPI. Também é possível remover um ponto de conexão de serviço para fins de manutenção ou segurança (por exemplo, se você não quiser expor os dados TAPI em uma determinada partição de diretório de aplicativos TAPI).

Exemplos

Para criar uma partição de diretório de aplicativos TAPI chamada tapifiction.testdom.microsoft.com em um servidor chamado testdc.testdom.microsoft.com e defini-la como a partição de diretório de aplicativos TAPI padrão do novo domínio, digite:

tapicfg install /directory:tapifiction.testdom.microsoft.com /server:testdc.testdom.microsoft.com /forcedefault

Para exibir o nome da partição de diretório de aplicativos TAPI padrão do novo domínio, digite:

tapicfg show /defaultonly

***

Taskkill

Finaliza uma ou mais tarefas ou processos. Os processos podem ser eliminados pela identificação do processo ou pelo nome da imagem.

Sintaxe

taskkill [/s Computador [/u Domínio\Nome_do_Usuário [/p Senha]]] {[/fi Filtro [/fi Filtro [ … ]]] [{/pid ID_do_Processo | /im Nome_da_Imagem}] | /pid ID_do_Processo | /im Nome_da_Imagem} [/f] [/t]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local.

/uDomínio\Nome_do_Usuário

Executa o comando com as permissões de conta do usuário especificada por Nome_do_Usuário ou Domínio\Nome_do_Usuário. /u pode ser especificado somente quando /s é especificado. O padrão são as permissões do usuário conectado no momento no computador que emite o comando.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/fiFiltro

Especifica os tipos de processo(s) que serão ou não finalizados. É possível especificar mais de um filtro. Use o curinga (*) para especificar todas as tarefas ou nomes de imagem. Os nomes de filtro, operadores e valores válidos são mostrados a seguir.

 

Nome Operadores Valor
Status eq, ne RUNNING | NOT RESPONDING | UNKNOWN
Imagename eq, ne Qualquer seqüência válida.
PID eg, ne, gt, lt, ge, le Qualquer inteiro positivo válido.
Session eg, ne, gt, lt, ge, le Qualquer número de sessão válido.
CPUTime eq, ne, gt, lt, ge, le O horário válido no formato HH:MM:SS. Os parâmetros MM e SS devem estar entre 0 e 59 e HH pode ser qualquer valor numérico válido não assinado.
Memusage eg, ne, gt, lt, ge, le Qualquer número inteiro válido.
Username eq, ne Qualquer nome de usuário válido ([Domínio\]Nome_de_Usuário).
Services eq, ne Qualquer seqüência válida.
Windowtitle eq, ne Qualquer seqüência válida.
Módulos eq, ne Qualquer seqüência válida.

/pidID_do_processo

Especifica a identificação do processo que será finalizado.

/imnome_da_imagem

Especifica o nome da imagem do processo que será finalizado. Use o curinga (*) para especificar todos os nomes de imagem.

/f

Especifica a finalização forçada do(s) processo(s). Este parâmetro é ignorado para processos remotos; a finalização de todos os processos remotos é forçada.

/t

Termina o processo especificado e quaisquer processos filhos iniciados por esse processo.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Não há suporte para os filtros “WindowTitle” e “Status” quando um sistema remoto é especificado.
  • O caractere curinga (*) é aceito somente quando especificado com os filtros.
  • A finalização de processos remotos será sempre forçada, independentemente do parâmetro /f ter sido ou não especificado.
  • Ao fornecer um nome de computador ao filtro HOSTNAME fará com que o computador seja desligado e todos os processos serão interrompidos.
  • Use tasklist para determinar a identificação de processo (PID) do processo que será finalizado.
  • Taskkill substitui a ferramenta kill.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como é possível usar o comando taskkill:

taskkill /pid 1230 /pid 1241 /pid 1253

taskkill /f /fi “USERNAME eq NT AUTHORITY\SYSTEM” /im notepad.exe

taskkill /s srvmain /f /im notepad.exe

taskkill /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /fi “IMAGENAME eq note*” /im *

taskkill /s srvmain /u maindom\hiropln /fi “USERNAME ne NT*” /im *

taskkill /pid 2134 /t /fi “username eq administrator”

taskkill /f /fi “PID ge 1000” /im *

***

Tasklist

Exibe uma lista dos processos em execução no momento em um computador local ou remoto.

Sintaxe

tasklist [/s Computador [/u Domínio\Usuário [/p Senha]]] [{/m Módulo | /svc | /v}] [/fo {TABLE | LIST | CSV}] [/nh] [/fi Filtro [/fi Filtro [ … ]]]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local.

/uDomínio\Usuário

Executa o comando com as permissões de conta do usuário especificado por Usuário ou Domínio\Usuário. O padrão são as permissões do usuário conectado no momento no computador que emite o comando.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário fornecida no parâmetro /u.

/mMódulo

Lista todas as tarefas que possuem módulos DLL carregados correspondentes ao nome padrão determinado. Se o nome do módulo não for especificado, esta opção exibirá todos os módulos carregados por cada tarefa.

/svc

Lista todas as informações de serviço de cada processo sem truncamento. Válido somente quando o parâmetro /fo é definido como TABLE.

/v

Especifica que as informações de tarefa sejam exibidas com detalhes na saída. Para exibir a saída detalhada completa e sem truncamento, utilize-o com o parâmetro /svc.

/fo {TABLE| LIST| CSV}

Especifica o formato de saída a ser utilizado. Os valores válidos são TABLE, LIST e CSV. O formato padrão de saída é TABLE.

/nh

Elimina cabeçalhos de coluna na saída. Válido quando o parâmetro /fo é definido como TABLE ou CSV.

/fiFiltro

Especifica os tipos de processo(s) a serem incluídos ou excluídos da consulta. A tabela a seguir lista nomes de filtro, operadores e valores válidos.

 

Nome Operadores Valor
Status eq, ne RUNNING | NOT RESPONDING | UNKNOWN
Imagename eq, ne Qualquer seqüência válida.
PID eq, ne, gt, lt, ge, le Qualquer inteiro positivo válido.
Session eq, ne, gt, lt, ge, le Qualquer número de sessão válido.
SessionName eq, ne Qualquer seqüência válida.
CPUTime eq, ne, gt, lt, ge, le Hora válida no formato hh:mm:ss. Os parâmetros mm e ss devem ter um valor entre 0 e 59, e hh pode ser qualquer valor numérico válido não assinado.
Memusage eq, ne, gt, lt, ge, le Qualquer número inteiro válido.
Username eq, ne Qualquer nome de usuário válido ([Domínio\]Usuário).
Services eq, ne Qualquer seqüência válida.
Windowtitle eq, ne Qualquer seqüência válida.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Não há suporte para os filtros “WindowTitle” e “Status” durante a consulta a um sistema remoto.
  • Tasklist substitui a ferramenta tlist.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando tasklist:

tasklist /v /fi “PID gt 1000” /fo csv

tasklist /fi “USERNAME ne NT AUTHORITY\SYSTEM” /fi “STATUS eq running”

tasklist /v /fi “STATUS eq running”

tasklist /s srvmain /nh tasklist /s srvmain /svc /fi “Modules eq ntdll*”

tasklist /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /nh

***

Tcmsetup

Configura ou desativa o cliente TAPI.

Sintaxe

tcmsetup [/q] [/x] /cservidor1 [servidor2…]

tcmsetup [/q] /c /d

Parâmetros

/q

Impede a exibição de caixas de mensagem.

/x

Especifica que retornos de chamada orientados por conexão serão usados para redes de tráfego pesado em que a perda de pacotes é alta. Quando este parâmetro é omitido, serão usados retornos de chamada sem conexão.

/c

Obrigatório. Especifica a configuração do cliente.

servidor1

Obrigatório. Especifica o nome do servidor remoto que possui os provedores de serviços TAPI a serem usados pelo cliente. O cliente usará linhas e telefones dos provedores de serviços. Ele precisa estar no mesmo domínio do servidor ou em um domínio que tenha um relacionamento de confiança bidirecional com o domínio que contém o servidor.

servidor2…

Especifica um ou mais servidores adicionais que estarão disponíveis para este cliente. Se você especificar uma lista de servidores, use um espaço para separar os nomes de servidor.

/d

Limpa a lista de servidores remotos. Desativa o cliente TAPI impedindo-o de usar provedores de serviços TAPI nos servidores remotos.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Para executar este procedimento, você deve ser membro do grupo Administradores no computador local ou deve ter recebido a autoridade adequada. Se o computador fizer parte de um domínio, é possível que os membros do grupo Administradores de domínio possam executar esse procedimento. Como prática recomendada de segurança, considere o uso de Executar como para executar este procedimento.
  • Para que a TAPI funcione corretamente, execute tcmsetup para especificar os servidores remotos que serão usados pelos clientes TAPI.
  • Antes que um usuário cliente possa usar um telefone ou uma linha em um servidor TAPI, o administrador do servidor de telefonia deverá atribuir o usuário ao telefone ou à linha.
  • A lista de servidores de telefonia criada por este comando substituirá qualquer lista existente de servidores de telefonia disponível ao cliente. Não é possível usar este comando para adicionar à lista existente.

 

Utilitários e serviços TCP/IP

Os utilitários TCP/IP oferecem conexões de rede para outros computadores, como estações de trabalho UNIX. É necessário que você tenha o protocolo de rede TCP/IP instalado para usar os utilitários TCP/IP. Para obter informações sobre como iniciar os serviços TCP/IP a partir do prompt de comando, consulte Net start. Para obter informações sobre como interromper os serviços TCP/IP a partir do prompt de comando, consulte Net stop.

Para obter mais informações, clique em um utilitário ou serviço:

***

Referência de linha de comando para servidor Telnet

Administra um computador local ou remoto executando o servidor Telnet. Usado sem parâmetros, tlntadmn exibe as configurações do servidor local.

Para administrar um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] [start] [stop] [pause] [continue] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

start

Inicia o servidor Telnet.

stop

Pára o servidor Telnet.

pause

Interrompe o servidor Telnet.

continue

Continua a operação do servidor Telnet.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para administrar sessões Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] [-s] [-k{ID_da_Sessão | all}] [-m {ID_da_Sessão | all} Mensagem]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

-s

Exibe sessões Telnet ativas.

-k{ID_da_sessão | all}

Finaliza sessões. Digite a identificação da sessão para finalizar uma sessão específica ou digite all para finalizar todas as sessões.

-m {ID_da_sessão | all} “mensagem

Envia uma mensagem a uma ou mais sessões. Digite a identificação da sessão para enviar uma mensagem a uma sessão específica ou digite all para enviar uma mensagem para todas as sessões. Digite a mensagem que deseja enviar entre aspas (isto é, mensagem).

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Para usar esses parâmetros durante a administração de um servidor remoto, você deve fazer logon nesse servidor com credenciais administrativas.

Para definir o domínio padrão em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [dom=Nome_do_Domínio] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

dom=Nome_do_Domínio

Especifica o domínio que será o domínio padrão.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Para que Server1 seja o domínio padrão no servidor local, digite:

tlntadmn config dom=Server1

Para mapear a tecla Alt em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [ctrlakeymap={yes | no}] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

ctrlakeymap={yes | no}

Especifica se você deseja que o servidor Telnet interprete CTRL+A como ALT. Digite yes para mapear a tecla de atalho ou no para evitar o mapeamento.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se você não mapear a tecla ALT, o servidor Telnet não a enviará para aplicativos que possam precisar dessa tecla.

Para definir o número máximo de conexões em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [maxconn=Inteiro_Positivo] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

maxconn=Inteiro_Positivo

Define o número máximo de conexões. Você precisa especificar esse número com um inteiro positivo menor do que 10 milhões.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para definir o número máximo de tentativas malsucedidas de logon em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [maxfail=Inteiro_Positivo] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

maxfail=Inteiro_Positivo

Define o número máximo de tentativas malsucedidas de logon permitidas a um usuário. Você precisa especificar esse número com um inteiro positivo menor do que 100.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para definir o modo de operação em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [mode={console | stream}] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

mode={console | stream}

Especifica o modo de operação.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para definir a porta Telnet em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [port=Valor_Inteiro] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

port=Valor_Inteiro

Define a porta Telnet. Especifique a porta com um inteiro menor do que 1.024.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para definir os métodos de autenticação em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [sec=[{+ | }ntlm][{+ | }passwd]] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

sec=[{+ | -}ntlm][{+ | -}passwd]

Especifica se você deseja usar NTLM, uma senha ou ambos para autenticar tentativas de logon. Para usar um determinado tipo de autenticação, digite um sinal de mais (+) antes do tipo desejado. Para impedir a utilização de um determinado tipo de autenticação, digite um sinal de menos (-) antes do tipo desejado.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • NTLM é o protocolo de autenticação para transações entre dois computadores em que um ou ambos os computadores estão executando o Windows NT. Além disso, NTLM é o protocolo de autenticação para os computadores que não estão participando de um domínio, como servidores e grupos de trabalho autônomos.

Para definir o tempo limite de sessões ociosas em um computador que esteja executando o servidor Telnet

Sintaxe

tlntadmn [\\Servidor_Remoto] config [timeout=hh:mm:ss] [-u Nome_do_Usuário-p Senha]

Parâmetros

\\Servidor_Remoto

Especifica o nome de um servidor remoto que você deseja administrar. Se você não especificar um servidor, o servidor local será usado.

timeout=hh:mm:ss

Define o tempo limite em horas, minutos e segundos.

-uNome_do_Usuário-pSenha

Especifica as credenciais administrativas de um servidor remoto que você deseja administrar. Este parâmetro será necessário se você quiser administrar um servidor remoto ao qual esteja conectado com credenciais administrativas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Tanto o computador que você está administrando quanto o computador no qual você usa o comando tlntadmn devem estar executando o Windows NT, Windows 2000, Windows XP ou devem ser membros da família Windows Server 2003. Se um dos computadores estiver executando o Windows NT ou Windows 2000, também deverá estar executando os serviços do Windows para UNIX 2.0.
  • Para usar o comando tlntadmn, faça logon no computador local com credenciais administrativas. Para administrar um computador remoto, também é necessário fornecer credenciais administrativas. Para isso, faça logon no computador local com uma conta que tenha credenciais administrativas para os computadores local e remoto. Se você não conseguir utilizar esse método, use os parâmetros -u e -p para fornecer credenciais administrativas para o computador remoto.

***

Comandos dos serviços de terminal

Para obter mais informações, clique em um comando:

***

Tftp

Transfere arquivos de e para um computador remoto, geralmente um computador em que o UNIX está em execução, no qual está sendo executado o daemon ou o serviço do protocolo de transferência de arquivos simples (TFTP). Usado sem parâmetros, tftp exibe ajuda.

Sintaxe

tftp [-i] [Host] [{get | put}] [Origem] [Destino]

Parâmetros

-i

Especifica o modo de transferência de imagem binária (também chamado modo de octeto). No modo de imagem binária, o arquivo é transferido em unidades de um byte. Utilize esse modo quando transferir arquivos binários. Se -i for omitido, o arquivo será transferido em modo ASCII. Esse é o modo de transferência padrão. Ele converte os caracteres de fim de linha (EOL) em um formato apropriado para o computador especificado. Utilize esse modo quando transferir arquivos de texto. Se uma transferência de arquivos obtiver êxito, a taxa de transferência de dados será exibida.

Host

Especifica o computador local ou remoto.

put

Transfere o Destino do arquivo no computador local para a Origem do arquivo no computador remoto. Como o protocolo TFTP não dá suporte à autenticação do usuário, o usuário deverá ter feito logon no computador remoto e os arquivos precisam permitir a gravação nesse computador.

get

Transfere o Destino do arquivo no computador remoto para a Origem do arquivo no computador local.

Origem

Especifica o arquivo a ser transferido.

Destino

Especifica para onde o arquivo será transferido. Se o Destino é omitido, supõe-se que ele tenha o mesmo nome que a Origem.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Usando o parâmetro get
    Especifique put se estiver transferindo o arquivo Arquivo_Dois no computador local para o arquivo Arquivo_Um no computador remoto. Especifique get se estiver transferindo o arquivo Arquivo_Dois no computador remoto para o arquivo Arquivo_Um no computador remoto.
  • A família de produtos Windows Server 2003 e o Windows 2000 não oferecem um servidor TFTP para fins gerais. O Windows 2000 fornece um serviço de servidor TFTP somente para oferecer recursos de inicialização remota para computadores clientes com o Windows XP e o Windows 2000.
  • Este comando só estará disponível se o Protocolo de Internet (TCP/IP) estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de rede.

Exemplos

Para transferir o arquivo Usuários.txt do computador local para o arquivo Usuários19.txt em um computador remoto chamado vax1, digite:

tftp vax1 put usuários.txt usuários19.txt

***

Time

Exibe ou define a hora do sistema. Usado sem parâmetros, time exibe a hora do sistema e solicita que você digite uma nova hora.

Sintaxe

time [/t] [/time] [Horas:[Minutos[:Segundos[.Centésimos]]][{A | P}]]

Parâmetros

/t

Exibe a hora atual do sistema, sem solicitar que você digite uma nova hora.

/time

O mesmo que /t.

Hours

Especifica a hora. Os valores válidos estão no intervalo de 0 a 23.

Minutes

Especifica minutos. Os valores válidos estão no intervalo de 0 a 59.

Seconds

Especifica segundos. Os valores válidos estão no intervalo de 0 a 59.

Hundredths

Especifica centésimos de um segundo. Os valores válidos estão no intervalo de 0 a 99.

{A|P}

Especifica A.M. ou P.M. para o formato de 12 horas. Se você digitar uma hora válida no formato de 12 horas e não digitar A ou P, time usará A (para A.M.).

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Quando utilizar time sem parâmetros, pressione ENTER para manter a mesma hora.
  • Usando o parâmetro /t
    A opção de linha de comando /t estará disponível somente se as extensões de comando estiverem habilitadas (isto é, o padrão). Para obter mais informações sobre como habilitar e desabilitar extensões de comandos, consulte cmd em Tópicos Relacionados.
  • Especificando um formato de hora inválido
    Se você especificar a hora em um formato inválido, a mensagem a seguir será exibida e o sistema esperará que você especifique a hora no formato correto:
    Invalid time
    Enter new time:_
  • Alterando o formato de hora
    É possível alterar o formato de time alterando a configuração em Data e Hora no Painel de Controle. No subsistema MS-DOS somente, altere a configuração de country no arquivo Config.nt. Dependendo do país/região selecionado, a hora será exibida no formato de 12 ou 24 horas. Se você estiver definindo a hora no formato de 12 horas, especifique P para horários depois do meio-dia.

Exemplos

Para definir o relógio do computador como 13:36, digite um dos seguintes comandos:

time 13:36

time 1:36P

***

Timeout

Pausa o processador do comando durante o número de segundos especificado.

Sintaxe

timeout/tTempo_Limite_em_Segundos [/nobreak]

Parâmetros

/tTempo_Limite_em_Segundos

Especifica o número decimal de segundos (entre -1 e 99999) que o computador deve aguardar até que o processador de comandos continue o processamento. O valor -1 faz com que o computador espere indefinidamente por um pressionamento de tecla.

/nobreak

Especifica que o computador ignore um pressionamento de tecla.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Normalmente, o comando timeout é usado em arquivos em lotes.
  • O pressionamento de uma tecla pelo usuário retoma a execução do processador de comandos imediatamente, mesmo que o período de tempo limite não tenha expirado.
  • Timeout é semelhante ao comando pause do MS-DOS quando você o utiliza em conjunto com sleep.

Exemplos

Para pausar o processador de comandos por dez segundos, digite:

timeout /t 10

Para pausar o processador de comandos por 100 segundos e ignorar qualquer pressionamento de tecla, digite:

timeout /t 100 /nobreak

Para pausar o processador de comandos indefinidamente até que uma tecla seja pressionada, digite:

timeout /t -1

***

Título

Define o título da janela do prompt de comando.

Sintaxe

title [String]

Parâmetros

String

Especifica o título da janela do prompt de comando.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Para usar o título da janela para programas em lotes, inclua o comando title no início de um programa em lotes.
  • Após definido, o título da janela somente pode ser redefinido com o comando title.

Exemplos

Para definir o título da janela para um programa em lotes, digite:

Copiar Código

rem Este programa em lotes atualiza os dados do funcionário: cls @echo off title Updating Files copy \\server\share\*.xls c:\users\common\*.xls echo Files Updated. title Command Prompt

 

****

Tracerpt

Processa logs de rastreamento de eventos ou dados em tempo real de provedores de rastreamento de eventos instrumentados e permite gerar relatórios de análise de rastreamento e arquivos CSV (delimitados por vírgulas) relativos aos eventos gerados.

Sintaxe

tracerpt [Nome_do_Arquivo [Nome_do_Arquivo …]] [-o [Nome_do_Arquivo]][-report [Nome_do_Arquivo]][-rt Nome_da_Sessão [Nome_da_Sessão …]][-summary [Nome_do_Arquivo]] [-config [Nome_do_Arquivo] [-f {XML | TXT | HTML}] [-y]

Parâmetros

Nome_do_Arquivo [Nome_do_Arquivo …]

Especifica o nome do arquivo para a sessão de rastreamento de eventos. Você pode especificar vários arquivos.

-o [Nome_do_Arquivo]

Especifica o nome do arquivo .csv (delimitado por vírgulas). Se nenhum arquivo for especificado, o padrão será Dumpfile.csv e não Summary.txt.

-report [Nome_do_Arquivo]

Especifica o nome do arquivo do relatório de saída. O padrão é workload.txt.

-rtNome_da_Sessão[Nome_da_Sessão …]

Obtém dados da fonte de dados em tempo real. Para usar esta opção, inclua a sessão de rastreamento de eventos.

-summary [Nome_do_Arquivo]

Especifica o nome do arquivo de resumo de saída. O padrão é summary.txt.

-configNome_do_Arquivo

Especifica o nome do caminho do arquivo de configurações que contém parâmetros de linha de comando. Use este parâmetro para inserir opções de linha de comando em um arquivo.

-f {XML | TXT | HTML}

Especifica o formato do relatório. O formato padrão é o TXT.

-y

Use esta opção para responder sim para todas as perguntas sem ser necessário solicitação.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Visualizando arquivos Dumpfile.csv no Microsoft Excel
    Ao ser aberto no Microsoft Excel, o formato Dumpfile.csv permite a visualização de eventos em ordem cronológica. Os arquivos incluem registros de cabeçalho seguidos de texto delimitado por vírgulas. Os campos de cabeçalho são listados abaixo:

 

Campo Descrição
TID Identificador de segmentos
Hora do relógio Carimbo de data/hora do evento
Núcleo (ms) Hora do processador em modo de núcleo
Usuário (ms) Hora do processador em modo de usuário
Dados do usuário Parte variável dos dados de cabeçalho com base na estrutura de formato de objeto gerenciado (MOF).
IID Identificação da instância
PIID Identificação da instância pai
  • Usando a opção -report
    Para usar a opção <b>report</b>, você deve incluir na linha de comando um arquivo de rastreamento de kernel do Windows e qualquer outro arquivo de rastreamento de eventos. Caso isso não seja feito, será emitida uma mensagem de erro.
  • Usando a opção -summary
    Quando você usa a opção -summary, o seguinte arquivo é gerado:

Copiar Código

Files processed  (lista de arquivos) Total buffers processed N Total events processed N Total events lost N Start time DATA_DATALONGA End time DATA_DATALONGA Elapsed time N seg
  • Usando a opção -config
    O conteúdo do arquivo de configuração usado com a opção -config deve ter o seguinte formato:
    [Opção_de_Comando]
    Valor
    onde Opção_de_Comando é uma opção de linha de comando e Valor especifica o valor. Por exemplo:
    [o]
    output.txt
    [report]
    report.txt
    [summary]
    summary.txt
  • Para obter mais informações sobre como incorporar Tracerpt aos scripts de WMI, consulte “Scripting WMI” no site Microsoft Windows Resource Kits (site em inglês).

***

Tracert

Determina o caminho adotado até um destino enviando mensagens de solicitação de eco do protocolo de mensagens de controle da Internet (ICMP) ou ICMPv6 para o destino com valores cada vez maiores do campo <b>Tempo de vida (TTL)</b>. O caminho exibido é a lista de interfaces próximas dos roteadores no caminho entre um host de origem e um destino. A interface próxima é a interface do roteador que está mais perto do host de envio no caminho. Usado sem parâmetros, tracert exibe ajuda.

Sintaxe

tracert [-d] [-hMáximo_de_Saltos] [-jLista_de_Hosts] [-wTempo_Limite] [-R] [-SEndereço_de_Origem] [-4][-6] Nome_do_Destino

Parâmetros

-d

Impede que tracert tente resolver os endereços IP de roteadores intermediários para os respectivos nomes. Isso pode acelerar a exibição dos resultados de tracert.

-hmáximo_de_saltos

Especifica o número máximo de saltos no caminho para pesquisar o destino. O padrão é 30 saltos.

-jlista_de_hosts

Especifica que as mensagens de solicitação de eco utilizem a opção Rota Ampliada de Origens no cabeçalho IP com o conjunto de destinos intermediários especificado em Lista_de_Hosts. Com o roteamento ampliado de origens, é possível separar destinos intermediários sucessivos por um ou vários roteadores. O número máximo de endereços ou nomes na lista de hosts é 9. A Lista_de_Hosts é uma seqüência de endereços IP (em notação decimal pontilhada) separados por espaços. Use este parâmetro somente durante o rastreamento de endereços IPv4.

-w Tempo_Limite

Especifica o tempo, em milissegundos, de espera pela mensagem ICMP do tipo “Time Exceeded” (Término de tempo) ou “Echo Reply” (Resposta ao eco) que corresponde a uma determinada mensagem de solicitação de eco a ser recebida. Se a mensagem não for recebida no tempo limite, será exibido um asterisco (*). O tempo limite padrão é 4000 (4 segundos).

-R

Especifica que o cabeçalho de extensão de roteamento IPv6 será usado para enviar uma mensagem de solicitação de eco ao host local, utilizando o destino como um destino intermediário e testando a rota inversa.

-S

Especifica o endereço de origem a ser usado nas mensagens de solicitação de eco. Use este parâmetro somente durante o rastreamento de endereços IPv6.

-4

Especifica que Tracert.exe só pode usar IPv4 para este rastreamento.

-6

Especifica que Tracert.exe só pode usar IPv6 para este rastreamento.

nome_do_destino

Especifica o destino, identificado pelo endereço IP ou pelo nome do host.

-?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Esta ferramenta de diagnóstico determina o caminho adotado até um destino enviando mensagens de solicitação de eco ICMP com valores Vida útil (TTL) diferentes para o destino. Cada roteador no caminho é solicitado a diminuir o TTL em um pacote IP em pelo menos 1 unidade antes de encaminhá-lo. De fato, o TTL é o contador máximo de links. Quando o TTL em um pacote alcança 0, o roteador deve retornar uma mensagem ICMP do tipo “Time Exceeded” para o computador de origem. O comando <b>tracert </b>determina o caminho enviando a primeira mensagem de solicitação de eco com um TTL de 1 e aumentando o TTL em 1, em cada transmissão subseqüente, até que o destino responda ou o número máximo de saltos seja alcançado. Por padrão, o número máximo de saltos é 30 e é possível especificá-lo com o parâmetro -h. O caminho é determinado através da análise das mensagens ICMP do tipo “Time Exceeded” retornadas por roteadores intermediários e da mensagem do tipo “Echo Reply” retornada pelo destino. No entanto, alguns roteadores não retornam mensagens do tipo “Time Exceeded” para pacotes com valores TTL expirados e são invisíveis ao comando <b>tracert</b>. Nesse caso, uma linha de asteriscos (*) é exibida para esse salto.
  • Para rastrear um caminho e fornecer latência de rede e perda de pacote para cada roteador e link no caminho, utilize o comando pathping.
  • Este comando só estará disponível se o Protocolo de Internet (TCP/IP) estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de rede.

Exemplos

Para rastrear o caminho para o host chamado corp7.microsoft.com, digite:

tracert corp7.microsoft.com

Para rastrear o caminho para o host chamado corp7.microsoft.com e impedir a resolução de cada endereço IP para o respectivo nome, digite:

tracert -d corp7.microsoft.com

Para rastrear o caminho para o host chamado corp7.microsoft.com e utilizar a rota ampliada de origens 10.12.0.1-10.29.3.1-10.1.44.1, digite:

tracert -j 10.12.0.1 10.29.3.1 10.1.44.1 corp7.microsoft.com

***

Tree

Árvore

Exibe graficamente a estrutura de pastas de um caminho ou do disco em uma unidade.

Sintaxe

tree [Unidade:][Caminho] [/f] [/a]

Parâmetros

Unidade:

Especifica a unidade que contém o disco cuja estrutura de pastas você deseja exibir.

caminho

Especifica a pasta cuja estrutura você deseja exibir.

/f

Exibe os nomes dos arquivos de cada pasta.

/a

Especifica que o comando tree deve utilizar caracteres de texto, em vez de caracteres gráficos, para mostrar as linhas que vinculam as subpastas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A estrutura exibida por tree depende dos parâmetros especificados na linha de comando. Se você não especificar uma unidade ou um caminho, o comando tree exibirá a estrutura em árvore, iniciando pela pasta atual da unidade atual.

Exemplos

Para exibir os nomes de todas as subpastas do disco na unidade atual, digite:

tree \

Para exibir, tela a tela, os arquivos de todas as pastas da unidade C, digite:

tree c:\ /f | more

Para imprimir a mesma lista que o exemplo anterior exibiu, digite:

tree c:\ /f prn

***

Tsecimp

Importa as informações de atribuição de um arquivo XML para o arquivo de segurança do servidor TAPI (Tsec.ini). Também é possível usar este comando para exibir a lista de provedores TAPI e os dispositivos de linha associados a cada um deles, validar a estrutura do arquivo XML sem importar o conteúdo e verificar a participação no domínio.

Sintaxe

tsecimp-fNome_do_Arquivo [{-v | -u}]

Parâmetros

-fNome_do_Arquivo

Obrigatório. Especifica o nome do arquivo XML que contém as informações de atribuição que você deseja importar.

-v

Valida a estrutura do arquivo XML sem importar as informações para o arquivo Tsec.ini.

-u

Verifica se os usuários participam do domínio especificado no arquivo XML. O computador no qual você usa esse parâmetro deve estar conectado à rede. Esse parâmetro poderá reduzir o desempenho de forma significativa se você estiver processando uma grande quantidade de informações de atribuição do usuário.

Sintaxe

tsecimp-d

Parâmetros

-d

Exibe uma lista de provedores de telefonia instalados. Para cada provedor de telefonia, são listados os dispositivos de linha associados, assim como es endereços e os usuários associados a cada dispositivo de linha.

Comentários

  • O arquivo XML do qual você deseja importar as informações de atribuição deve estar de acordo com a estrutura descrita a seguir.
  • Elemento UserList
    UserList é o elemento superior do arquivo XML.
  • Elemento User
    Cada elemento User contém informações sobre um usuário que faz parte de um domínio. Cada usuário pode receber um ou mais dispositivos de linha.
    Além disso, cada elemento User pode ter um atributo chamado NoMerge. Quando esse atributo é especificado, todas as atribuições de dispositivos de linha atuais do usuário são removidas antes da definição de novas atribuições. Você pode usar esse atributo para remover atribuições indesejadas de usuário com facilidade. Por padrão, esse atributo não é definido.
    O elemento User deve conter um único elemento DomainUserName, que especifica o domínio e o nome do usuário. O elemento User também pode conter um elemento FriendlyName, que especifica um nome amigável para o usuário.
    O elemento User pode conter um elemento LineList. Se um elemento LineList não estiver presente, todos os dispositivos de linha do usuário serão removidos.
  • Elemento LineList
    O elemento LineList contém informações sobre cada linha ou dispositivo que pode ser atribuído ao usuário. Cada elemento LineList pode conter mais de um elemento Line.
  • Elemento Line
    Cada elemento Line especifica um dispositivo de linha. Você deve identificar cada dispositivo de linha adicionando um elemento Address ou PermanentID ao elemento Line.
    Para cada elemento Line, você pode definir o atributo Remove. Se você definir esse atributo, o dispositivo de linha não será mais atribuído ao usuário. Se esse atributo não for definido, o usuário receberá acesso a esse dispositivo de linha. Nenhum erro será mostrado se o dispositivo de linha não estiver disponível para o usuário.
  • Este código remove todos os dispositivos de linha atribuídos a User1:
  • Os exemplos de segmentos de código XML a seguir demonstram o uso correto dos elementos definidos acima.

Copiar Código

<UserList> <User NoMerge="1"> <DomainUser>domain1\user1</DomainUser> </User> </UserList>
  • O código a seguir remove todos os dispositivos de linha atribuídos a User1 antes da atribuição de uma linha com o endereço 99999. User1 não terá outros dispositivos de linha atribuídos, independentemente de qualquer dispositivo de linha atribuído antes.

Copiar Código

<UserList> <User NoMerge="1"> <DomainUser>domain1\user1</DomainUser> <FriendlyName>User1</FriendlyName> <LineList> <Line> <Address>99999</Address> </Line> </LineList> </User> </UserList>
  • O código a seguir adiciona um dispositivo de linha a User1 sem excluir nenhum dispositivo de linha atribuído anteriormente.

Copiar Código

<UserList> <User> <DomainUser>domain1\user1</DomainUser> <FriendlyName>User1</FriendlyName> <LineList> <Line> <Address>99999</Address> </Line> </LineList> </User> </UserList>
  • O código a seguir adiciona o endereço de linha 99999 e remove o endereço de linha 88888 do acesso de User1.

Copiar Código

<UserList> <User> <DomainUser>domain1\user1</DomainUser> <FriendlyName>User1</FriendlyName> <LineList> <Line> <Address>99999</Address> </Line> <Line Remove="1"> <Address>88888</Address> </Line> </LineList> </User> </UserList>
  • O código a seguir adiciona o dispositivo permanente 1000 e remove a linha 88888 do acesso de User1.

Copiar Código

<UserList> <User> <DomainUser>domain1\user1</DomainUser> <FriendlyName>User1</FriendlyName> <LineList> <Line> <PermanentID>1000</PermanentID> </Line> <Line Remove="1"> <Address>88888</Address> </Line> </LineList> </User> </UserList>
 
 
 
  • O exemplo de saída a seguir aparece depois que a opção de linha de comando -d é especificada para exibir a configuração TAPI atual. Em cada provedor de telefonia, são listados os dispositivos de linha associados, assim como os endereços e os usuários associados a cada dispositivo de linha.

Copiar Código

Linha do Provedor de Serviços da TAPI NDIS Proxy: "WAN Miniport (L2TP)" Permanent ID: 12345678910
 
 
 
Linha do Provedor de Serviços da TAPI NDIS Proxy: "LPT1DOMAIN1\User1" Permanent ID: 12345678910
 
 
 
Linha do Provedor de Serviços de Telefonia Microsoft H.323: "H323 Line" Permanent ID: 123456 Addresses: BLDG1-TAPI32

 

***

Tipo

Exibe o conteúdo de um arquivo de texto. Utilize o comando type para exibir um arquivo de texto sem modificá-lo.

Sintaxe

type [Unidade:][Caminho] Nome_do_Arquivo

Parâmetros

[Unidade:][Caminho] Nome_do_Arquivo

Especifica o local e o nome do arquivo ou arquivos a serem exibidos. Separe vários nomes de arquivos com um espaço.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se você estiver usando uma unidade NTFS e o Nome_do_Arquivo contiver espaços, coloque o texto entre aspas (isto é, Nome_do_Arquivo).
  • Se você exibir um arquivo binário ou um arquivo criado por um programa, poderá notar caracteres estranhos na tela, inclusive caracteres de avanço de linha e símbolos de seqüência de escape. Esses caracteres representam códigos de controle utilizados no arquivo binário. Em geral, evite a utilização do comando type para exibir arquivos binários.

Exemplos

Para exibir o conteúdo de um arquivo denominado Feriado.mar, digite:

type feriado.mar

Para exibir o conteúdo de um arquivo extenso, tela a tela, digite:

type feriado.mar | more

***

Typeperf

Grava dados do contador de desempenho na janela de comando ou em um formato de arquivo de log suportado. Para interromper Typeperf, pressione CTRL+C.

Sintaxe

Typeperf [Caminho [Caminho …]] [-cf Nome_do_Arquivo][-f {csv | tsv | bin}][-si [MM:]SS][-o Nome_do_Arquivo][-q [Objeto]][-qx [Objeto]][-sc Amostras][-config Nome_do_Arquivo][-s Nome_do_Computador] [-y]

Parâmetros

-c {Caminho[ Caminho …] | -cfNome_do_Arquivo}

Especifica o caminho do contador de desempenho a ser registrado. Para listar vários caminhos de contador, separe cada caminho de comando com um espaço.

-cfNome_do_Arquivo

Especifica o nome do arquivo que contém os caminhos de contador que você deseja monitorar, um por linha.

-f {csv | tsv | bin}

Especifica o formato do arquivo de saída. Os formatos de arquivo são os seguintes: csv (delimitado por vírgulas), tsv (delimitado por tabulações) e bin (binário). O formato padrão é csv.

-si [MM:]SS

Especifica o tempo entre amostras no formato [MM:]SS. O padrão é um segundo.

-oNome_do_Arquivo

Especifica o nome do caminho do arquivo de saída. O padrão é Stdout.

-q [Objeto]

Exibe e consulta contadores disponíveis sem instâncias. Para exibir contadores para um objeto, inclua o nome do objeto.

-qx [Objeto]

Exibe e consulta todos os contadores disponíveis com instâncias. Para exibir contadores para um objeto, inclua o nome do objeto.

-scAmostras

Especifica o número de amostras a serem coletadas. O padrão é coletar amostras até que CTRL+C seja pressionado.

-configNome_do_Arquivo

Especifica o nome do caminho do arquivo de configurações que contém parâmetros de linha de comando.

-sNome_do_Computador

Especifica o sistema a ser monitorado caso nenhum servidor seja especificado no caminho atual.

-y

Use esta opção para responder sim para todas as perguntas sem ser necessário solicitação.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Formato do caminho do contador
    O formato geral dos caminhos de contadores é o seguinte: [\\Computador]\Objeto[Pai/Instância#Índice]\Contador] onde os componentes pai, instância, índice e contador do formato podem conter um nome válido ou um caractere curinga. Os componentes computador, pai, instância e índice não são necessários a todos os contadores.
    Você determina os caminhos de contador a serem usados com base no próprio contador. Por exemplo, o objeto LogicalDisk tem um Índice de instância, sendo assim, você deve fornecer #Índice ou um curinga. Portanto, você poderia usar o seguinte formato:
    \disco_lógico(*/*#*)\*
    Por outro lado, o objeto Process não requer um Índice de instância. Portanto, você poderia usar o seguinte formato:
    \processo(*)\identificação processo
    Segue-se uma lista dos possíveis formatos:
  • \\computador\objeto(pai/instância#índice)\contador
  • \\computador\objeto(pai/instância)\contador
  • \\computador\objeto(instância#índice)\contador
  • \\computador\objeto(instância)\contador
  • \\computador\objeto\contador
  • \objeto(pai/instância#índice)\contador
  • \objeto(pai/instância)\contador
  • \objeto(instância#índice)\contador
  • \objeto(instância)\contador
  • \objeto\contador

Se for especificado um caractere curinga no nome do pai, serão apresentadas como resposta todas as instâncias do objeto especificado que correspondam à instância especificada e aos campos do contador.
Se for especificado um caractere curinga no nome da instância, serão apresentadas como resposta todas as instâncias do objeto especificado e do objeto pai se todos os nomes de instância relativos ao índice especificado corresponderem ao caractere curinga.
Se for especificado um caractere curinga no nome do contador, serão apresentados como resposta todos os contadores do objeto especificado.
Não foi previsto suporte para seqüências parciais de caminhos de contadores (por exemplo, pro*).

  • Formatos de consulta
    Para consultas de caminho do contador, digite:
    Typeperf [{-q | -qx [\\Computador\] [Objeto] [-o Arquivo_de_Saída}]
    Use as seguintes linhas de comando para consultas completas:
    Typeperf [\\Computador]\Objeto[Instância]\Contador]
    Typeperf-cfArquivo_de_Entrada
  • Usando a opção -config
    O conteúdo do arquivo de configuração usado com a opção -config deve ter o seguinte formato:
    [Opção_de_Comando]
    Valor
    onde Opção_de_Comando é uma opção de linha de comando e Valor especifica o valor. Por exemplo:
    [c]
    \\Windows\mypath
    [o]
    report.csv
    [s]
    mysystem
  • Para obter mais informações sobre como incorporar Typeperf aos scripts do WMI, consulte “Scripting WMI” no site Microsoft Windows Resource Kits (em inglês).

Exemplos

Para exibir contadores de processador e memória, digite:

typeperf “\Memory\Available bytes” “\processor(_total)\% processor time”

Para exibir contadores de processos do Explorer a cada três segundos em um formato de arquivo de saída CSV, digite:

typeperf “\Process(Explorer)\Thread Count” -si 3 -o typeperf.csv

Para exibir 50 amostras de contadores RAS no computador Nome_do_servidor, digite:

typeperf “\RAS port(LPT1)\Bytes Transmitted” -sc 50 -s Nome_do_servidor

Para exibir valores de contador para 50 amostras de contadores listados no arquivo Input.txt, a intervalos de amostra de 120 segundos, digite:

typeperf -cf input.txt -si 120 -sc 50 -f TSV -o domain2.tsv

Para consultar contadores instalados com instâncias, digite o comando a seguir. Lembre-se de que o parâmetro -qx apresentará como resposta um número muito maior de contadores de desempenho do que o parâmetro -q.

typeperf -qx

Para consultar contadores de discos físicos sem instâncias no computador Server5 e gravá-los em um arquivo denominado Diskctrs.txt, digite:

typeperf -q \\Server5\PhysicalDisk -o ctrsdisc.txt

***********************************************************************************

“U”

Unlodctr

Remove nomes de contadores de desempenho e texto explicativo para um serviço ou driver de dispositivo do Registro do sistema.

Sintaxe

UnlodctrNome_do_Driver

Parâmetros

DriverName

Remove as configurações de nome do contador de desempenho e texto explicativo referentes ao driver ou ao serviço Nome_do_Driver do Registro da família Windows Server 2003.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Cuidado

  • A edição incorreta do Registro pode causar danos graves ao sistema. Antes de alterar o Registro, faça backup de todos os dados importantes do computador.

Comentários

  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Driver).

Exemplos

Para remover as configurações atuais de desempenho do Registro e o texto explicativo do contador para o serviço SMTP, digite:

unlodctr SMTPSVC

***********************************************************************************

“V”

Ver

Exibe o número da versão do sistema operacional.

Sintaxe

ver

Parâmetros

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Para obter o número da versão do sistema operacional, digite:

Ver

***

Verify

Verificar

O Windows XP e a família de produtos Windows Server 2003 não usam esse comando. Ele é incluído apenas para preservar a compatibilidade com arquivos do MS-DOS existentes, mas não tem qualquer efeito na linha de comando, pois a funcionalidade é automática.

***

Vol

Exibe o rótulo de volume e o número de série do disco, se existirem. Um número de série é exibido para discos formatados com a versão 4.0 ou posterior do MS-DOS.

Sintaxe

vol [unidade:]

Parâmetros

unidade:

Especifica a unidade que contém o disco cujo rótulo de volume e número de série você deseja exibir.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

***

Vssadmin

Exibe os backups de cópia de volume atuais e todos os gravadores e provedores de cópia instalados na janela do comando. A versão deste comando na família Windows Server 2003 contém mais parâmetros do que no Windows XP.

Para exibir a sintaxe do comando, clique em um comando:

vssadmin add shadowstorage

Adiciona uma associação de armazenamento de cópia de sombra a ForVolumeSpec no volume de armazenamento de cópia de sombra da OnVolumeSpec.

Sintaxe

vssadmin add shadowstorage/for=ForVolumeSpec/on=OnVolumeSpec [/MaxSize=MaxSizeSpec]

Comentários

  • O espaço máximo que a associação pode ocupar no volume de armazenamento de cópia de sombra é MaxSizeSpec. Se MaxSizeSpec não for especificada, não há limite para a quantidade de espaço que pode ser usada. Se o número máximo de associações de armazenamento de cópia de sombra já tiver sido atingido, um erro será apresentado. MaxSizeSpec deve ter 100 MB ou mais e aceita estes sufixos: KB, MB, GB, TB, PB e EB. Se não for fornecido um sufixo, MaxSizeSpec estará em bytes.

vssadmin create shadow

Cria uma nova cópia de sombra do tipo especificado para &lt;i&gt;ForVolumeSpec&lt;/i&gt;.

Sintaxe

vssadmin create shadow/for=ForVolumeSpec [/AutoRetry=MaxRetryMinutes]

Comentários

  • ForVolumeSpec deve ser uma letra de unidade de volume local volume ou ponto de montagem. Se a opção MaxRetryMinutes for especificada e se houver outro processo criando uma cópia de sombra, vssadmin continuará tentando criar a cópia de sombra durante os minutos especificados em MaxRetryMinutes.

Vssadmin delete shadows

Exclui todas as cópias de sombra existentes de uma determinada ForVolumeSpec.

Sintaxe

vssadmin delete shadows/for=Para_Espec_de_Volume [/oldest | /all | /shadow=Identificação_de_sombra] [/quiet]

Comentários

  • Se você usar /oldest, a cópia de sombra mais antiga será excluída.
  • Se você usar /Shadow=ShadowId, a cópia de sombra que que tiver essa identificação será excluída.
  • Você só poderá excluir cópias de sombra que tiverem o tipo acessível pelo cliente.
  • É possível obter a identificação da cópia de sombra usando o comando list shadows. Para digitar uma identificação de cópia de sombra, use o seguinte formato: {XXXXXXXX-XXXX-XXXX-XXXX-XXXXXXXXXXXX}, onde X representa caracteres hexadecimais.

vssadmin delete shadowstorage

Exclui associações de armazenamento de cópia de sombra de volume.

Sintaxe

vssadmin delete shadowstorage/for=ForVolumeSpec [/on=OnVolumeSpec] [/quiet]

Comentários

  • Exclui uma associação existente de armazenamento de cópia de sombra entre ForVolumeSpec e OnVolumeSpec.
  • Se você não usar /on, todas as associações de armazenamento de cópia de sombra serão excluídas para a ForVolumeSpec determinada.

vssadmin list providers

Lista o nome, o tipo, a identificação do provedor e a versão de todos os provedores de cópia de sombra instalados.

vssadmin list shadows

Lista as cópias de sombra de volume existentes.

Sintaxe

vssadmin list shadows [/for=ForVolumeSpec] [/shadow=ShadowId]

Comentários

  • Sem nenhuma opção, todas as cópias de sombra no sistema são exibidas em ordem de conjunto de cópias de sombra.
  • É possível obter a identificação da cópia de sombra ou do provedor usando o comando list shadows. Para digitar uma identificação de provedor, sombra e de conjunto de sombra, use o seguinte formato: {XXXXXXXX-XXXX-XXXX-XXXX-XXXXXXXXXXXX}, onde X representa caracteres hexadecimais.

vssadmin list shadowstorage

Exibe todas as associações de armazenamento de cópia de sombra no sistema.

Sintaxe

vssadmin list shadowstorage {/for=ForVolumeSpec | /on=OnVolumeSpec}

Comentários

  • Para listar todas as associações de um determinado volume, especifique ForVolumeSpec e não use a opção de linha de comando /on.
  • Para listar todas as associações de um determinado volume, especifique OnVolumeSpec e não use a opção de linha de comando /for.

vssadmin list volumes

Lista os volumes que podem ter cópias de sombra.

vssadmin list writers

Lista os autores de cópias de sombra inscritos.

vssadmin resize shadowstorage

Redimensiona o tamanho máximo de uma associação de armazenamento de cópia de sombra entre ForVolumeSpec e OnVolumeSpec.

Sintaxe

vssadmin resize shadowstorage/for=ForVolumeSpec/on=OnVolumeSpec [/maxsize=MaxSizeSpec]

Comentários

  • O redimensionamento da associação de armazenamento pode fazer com que as cópias de sombra desapareçam.
  • Se você não especificar MaxSizeSpec, não haverá limite para a quantidade de espaço que poderá ser utilizada. À medida que certas cópias de sombra são excluídas, o espaço de armazenamento de cópia diminui.
  • MaxSizeSpec deve ter 1MB ou mais e aceita estes sufixos: KB, MB, GB, TB, PB e EB. Se não for fornecido um sufixo, MaxSizeSpec estará em bytes.

Comentários

  • A entrada que tiver espaços deverá ficar entre aspas (“).

 

***********************************************************************************

“W”

W32tm

Uma ferramenta usada para diagnosticar problemas que ocorrem com o horário do Windows

Sintaxe

{/config [/computer:Nome_do_Computador] [ [/update] [/manualpeerlist:Lista_de_Nomes_de_Computadores] ] [/syncfromflags:Lista_de_Sinalizadores] ] | /monitor | /ntte | /ntpte | /register|/resync [{:Nome_do_Computador] [/nowait] | [/rediscover}] | /tz | /unregister}

Parâmetros

/config [/computer:Nome_do_Computador] [ [/update] [/manualpeerlist:Lista_de_Nomes_de_Computador] ] [/syncfromflags:Lista_de_Sinalizadores]

Ajusta as configurações de hora no computador local ou de destino. É possível definir os outros computadores de sincronização de horário com a opção /manualpeerlist. As alterações na configuração não são usadas pelo serviço de Tempo do Windows a menos que ele seja reiniciado ou a opção /update seja usada. Você pode usar /syncfromflags para definir os tipos de origens utilizadas para sincronização e pode definir essa opção como MANUAL para usar a lista de outros computadores manual ou DOMHIER para sincronizar a partir de um controlador de domínio.

/monitor

Monitora o computador de destino ou a lista de computadores.

/ntte

Converte um horário do sistema NT em um formato legível.

/ntpte

Converte um horário NTP em um formato legível.

/register

Efetua o registro para execução como um serviço e adiciona a configuração padrão ao Registro.

/resync [{:Nome_do_Computador] [/nowait] | [/rediscover}]

Sincroniza o relógio novamente assim que possível, desconsiderando todas as estatísticas de erro acumuladas. Se nenhum computador for especificado, será feita a sincronização do computador local novamente. O comando aguardará a nova sincronização a menos que a opção /nowait seja usada. Os recursos de tempo em uso no momento serão utilizados, a menos que /rediscover seja usado, o que forçará a nova detecção de recursos de rede antes de a sincronização ser realizada novamente.

/ tz

Exibe as configurações de fuso horário atuais.

/ unregister

Cancela o registro do serviço e remove todas as informações de configuração do Registro.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Cuidado

  • A edição incorreta do Registro pode causar danos graves ao sistema. Antes de alterar o Registro, faça backup de todos os dados importantes do computador.

Comentários

  • Esta ferramenta foi desenvolvida para ser usada por administradores de rede a fim de diagnosticar problemas com o serviço de tempo do Windows.
    Para obter mais informações, consulte net time em Tópicos Relacionados.
  • Para que o serviço de tempo do Windows utilize as alterações feitas com W32tm, ele precisa ser notificado das alterações. Para notificar esse serviço, no prompt de comando, digite w32tm /config /update.

Exemplos

Para exibir as configurações de fuso horário atuais, digite:

w32tm /tz

***

Waitfor

Sincroniza vários computadores em uma rede usando sinais.

Sintaxe

waitfor [/sComputador [/u[Domínio\]Usuário[/p [Senha]]]] /siNome_do_Sinal

waitfor [/tTempo_Limite_em_Segundos] Nome_do_Sinal

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não utilize barras invertidas). O padrão é o computador local. Este parâmetro se aplica a todos os arquivos e pastas especificados no comando.

/u [Domínio\]Usuário

Executa o script com as permissões da conta de usuário especificada. O padrão é permissões do sistema.

/p[ Senha]

Especifica a senha da conta de usuário fornecida no parâmetro /u.

/tTempo_Limite_em_Segundos

Especifica por quantos segundos aguardar. O padrão é indefinido.

/si

Envia Nome_do_Sinal em vez de esperar.

SignalName

Especifica o sinal pelo qual waitfor espera ou envia. Nome_do_Sinal não diferencia maiúsculas de minúsculas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Apenas uma instância de waitfor pode esperar um determinado sinal em um dado computador.
  • Os nomes de sinais não diferenciam maiúsculas de minúsculas.
  • Os nomes de sinais não podem ter mais de 225 caracteres e só podem conter a-z, A-Z, 0-9 e caracteres ASCII na faixa de 128-255.
  • Se você não usar /s, o sinal será transmitido para todos os computadores do mesmo domínio que o computador responsável pelo envio. Se você usar /s, o sinal só será enviado ao computador especificado.
  • Você pode executar várias instâncias de waitfor em um único computador, mas cada uma deverá esperar um sinal diferente. É possível disparar um sinal utilizando a opção de linha de comando /si.
  • Waitfor só é executado no Windows XP e em servidores com um sistema operacional Windows Server 2003, mas pode enviar sinais para qualquer computador com o sistema operacional Windows.
  • Os computadores só poderão receber sinais se estiverem no mesmo domínio que o computador enviando o sinal.
  • É possível usar waitfor durante o teste de builds de software. Por exemplo, o computador que está fazendo a compilação pode enviar um sinal para vários computadores executando waitfor após a conclusão bem-sucedida da compilação. Ao receber o sinal, o arquivo em lotes que inclui waitfor pode instruir os computadores a começarem imediatamente a instalar softwares ou executar testes no build compilado.

Exemplos

Para esperar 10 segundos ou até que o sinal “espresso\compile007” seja disparado, digite:

waitfor /t 10 espresso\build007

Para esperar para sempre (o padrão) ou até que o sinal “espresso\build007” seja disparado, digite:

waitfor espresso\build007

Para disparar o sinal “espresso\build007”, digite:

waitfor /si espresso\build007

***

Where

Localiza e exibe todos os arquivos correspondentes ao parâmetro determinado. Por padrão, a pesquisa é feita no diretório atual e na variável de ambiente <b>PATH</b>.

Sintaxe

where [/r Dir] [/q] [/f] [/t] Padrão

Parâmetros

/rDir

Indica uma pesquisa recursiva, iniciando com o diretório Dir especificado.

/q

Retorna um código de saída de 0 para êxito ou 1 para falha, sem exibir os arquivos.

/f

Exibe o nome do arquivo de saída entre aspas.

/t

Exibe o tamanho e o carimbo de data/hora do arquivo.

Pattern

Especifica o nome de um diretório, arquivo ou conjunto de arquivos a ser encontrado. É possível usar caracteres curinga (isto é, ? ou *).

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Pagina 776 – 820

Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte 18

type= {driver | service | all}

Especifica o que deve ser enumerado. O tipo padrão é service.

 

Valor Descrição
driver Especifica que apenas os drivers são enumerados.
service Especifica que apenas os serviços são enumerados.
all Especifica que os drivers e os serviços são enumerados.

type= {own | share | interact | kernel | filesys | rec | adapt}

Especifica os tipos de serviços ou de drivers a serem enumerados.

 

Valor Descrição
own O serviço é executado em seu próprio processo. Ele não compartilha um arquivo executável com outros serviços. Este é o padrão.
share O serviço é executado como um processo compartilhado. Ele compartilha um arquivo executável com outros serviços.
interact O serviço pode interagir com a área de trabalho, recebendo entrada de usuários. Os serviços interativos devem ser executados na conta do sistema local.
kernel Driver.
filesys Driver do sistema de arquivos.

state= {active | inactive | all}

Especifica o estado inicial do serviço a ser enumerado. O estado padrão é active.

 

Valor Descrição
active Especifica todos os serviços ativos.
inactive Especifica todos os serviços em pausa ou parados.
all Especifica todos os serviços.

bufsize=Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer de enumeração. O tamanho padrão é 1024 bytes.

ri=Índice_para_Continuação

Especifica o número de índice no qual a enumeração deve começar ou continuar. O padrão é 0.

group=Nome_do_Grupo

Especifica o grupo de serviços a ser enumerado. O padrão é todos os grupos.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se não houver um espaço entre um parâmetro e seu valor (isto é, type= own, e não type=own), a operação falhará.
  • A operação queryex exibe as seguintes informações sobre um serviço: SERVICE_NAME (nome da subchave do serviço no Registro), TYPE, STATE (bem como estados que não estão disponíveis), WIN32_EXIT_B, SERVICE_EXIT_B, CHECKPOINT, WAIT_HINT, PID e FLAGS.
  • O parâmetro type= pode ser usado duas vezes em alguns casos. A primeira ocorrência do parâmetro type= especifica se devem ser consultados serviços, drivers ou tudo. A segunda ocorrência do parâmetro type= especifica um tipo a partir da operação create para restringir ainda mais o escopo de uma consulta.
  • Quando o resultado de um comando queryex ultrapassa o tamanho do buffer de enumeração, é exibida uma mensagem semelhante a esta:
    Enum: more data, need 2130 bytes start resume at index 75
    Para exibir as informações restantes de queryex, execute queryex novamente, definindo bufsize= como o número de bytes e ri= como o índice especificado. Por exemplo, para que a saída restante seja exibida, digite o seguinte na linha de comando:
    sc queryex bufsize= 2130 ri= 75

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc queryex:

sc queryex messenger

sc queryex group= “”

sc querylock

Consulta e exibe o status de bloqueio do banco de dados do <b>Gerenciador de controle de serviços</b>.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] querylock

Parâmetro

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

sc sdset

Define o descritor de segurança de um serviço usando a linguagem de definição do descritor de serviços (SDDL).

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] sdset Nome_do_Serviço Descritor_de_Segurança_do_Serviço

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

descritor_de_segurança_do_serviço

Especifica o descritor do serviço na linguagem SDDL.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Para obter mais informações sobre SDDL, consulte Security Descriptor Definition Language no site da Microsoft (site em inglês).

sc sdshow

Exibe o descritor de segurança de um serviço usando a linguagem SDDL.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] sdshow Nome_do_Serviço

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Para obter mais informações sobre SDDL, consulte Security Descriptor Definition Language no site da Microsoft (site em inglês).

Exemplos

sc sdshow rpcss

sc start

Inicia a execução de um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] start Nome_do_Serviço [Argumentos_de_Serviço]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

argumentos_de_serviço

Especifica argumentos de serviço que serão transferidos para o serviço a ser iniciado.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc start:

sc start tapisrv

sc stop

Envia uma solicitação de controle STOP para um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] stop Nome_do_Serviço

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Cuidado

  • A edição incorreta do Registro pode causar danos graves ao sistema. Antes de alterar o Registro, faça backup de todos os dados importantes do computador.

Comentários

  • Não é possível parar todos os serviços.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc stop:

sc stop tapisrv

***

SchTasks

Agenda comandos e programas para que sejam executados periodicamente ou em um horário específico. Adiciona e remove tarefas da agenda, inicia e interrompe tarefas sob demanda, bem como exibe e altera tarefas agendadas.

Para exibir a sintaxe do comando, clique neste comando:

schtasks create

Agenda uma tarefa.

Schtasks utiliza combinações de parâmetros diferentes para cada tipo de agendamento. Para visualizar a sintaxe combinada de criação de tarefas ou a sintaxe para a criação de uma tarefa com um determinado tipo de agendamento, clique em uma das opções a seguir.

Descrições da sintaxe combinada e de parâmetros

Sintaxe

Schtasks /create /scTipo_de_agendamento /tn Nome_da_tarefa /tr Tarefa_executada [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]] [/ru {[Domínio\]Usuário | Sistema}] [/rp Senha] [/mo Modificador] [/d Dia[,Dia…] | *] [/m Mês[,Mês…]] [/i Tempo_Ocioso] [/st Hora_De_Início] [/ri Intervalo] [{/et Hora_De_Término | /du Duração} [/k]] [/sd Data_De_Início] [/ed Data_De_Término] [/it] [/Z] [/F]

Parâmetros

/scTipo_de_Agendamento

Especifica o tipo de agendamento. Os valores válidos são MINUTE, HOURLY, DAILY, WEEKLY, MONTHLY, ONCE, ONSTART, ONLOGON, ONIDLE.

 

Tipo de agendamento descrição
MINUTE, HOURLY, DAILY, WEEKLY, MONTHLY Especifica a unidade de tempo do agendamento.
ONCE A tarefa é executada uma vez em uma data e hora especificadas.
ONSTART A tarefa é executada sempre que o sistema é iniciado. É possível especificar uma data de início ou executar a tarefa na próxima vez em que o sistema for iniciado.
ONLOGON A tarefa é executada sempre que um usuário (qualquer usuário) faz logon. É possível especificar uma data ou executar a tarefa na próxima vez em que o usuário fizer logon.
ONIDLE A tarefa é executada sempre que o sistema está ocioso durante um período especificado. É possível especificar uma data ou executar a tarefa na próxima vez em que o sistema estiver ocioso.

/tnNome_da_tarefa

Especifica um nome para a tarefa. Cada tarefa do sistema deve ter um nome exclusivo. O nome deve estar em conformidade com as regras para nomes de arquivos e não deve exceder 238 caracteres. Coloque entre aspas os nomes que incluem espaços.

/trTarefa_executada

Especifica o programa ou o comando executado pela tarefa. Digite o caminho totalmente qualificado e o nome de um arquivo executável, arquivo de script ou arquivo em lotes. O nome do caminho não deve exceder 262 caracteres. Se você omitir o caminho, SchTasks pressupõe que o arquivo está no diretório Raiz_do_Sistema\System32.

/s Computador

Agenda uma tarefa no computador remoto especificado. Digite o nome ou o endereço IP de um computador remoto (com ou sem barras invertidas). O padrão é o computador local. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/u [Domínio\]Usuário

Executa este comando com as permissões da conta de usuário especificada. As permissões do usuário atual do computador local constituem o padrão. Os parâmetros /u e /p são válidos somente para agendar uma tarefa em um computador remoto (/s). As permissões da conta especificada são usadas para agendar e executar a tarefa. Para executar a tarefa com as permissões de outro usuário, utilize o parâmetro /ru. A conta de usuário deve pertencer ao grupo Administradores do computador remoto. Além disso, o computador local deve estar no mesmo domínio que o computador remoto, ou deve estar em um domínio no qual o domínio do computador remoto confie.

/p Senha

fornece a senha para a conta de usuário especificada no parâmetro /u. Se você usar o parâmetro /u, mas omitir o parâmetro /p ou o argumento de senha, Schtasks solicitará uma senha e ocultará o texto digitado. Os parâmetros /u e /p são válidos somente para agendar uma tarefa em um computador remoto (/s).

/ru {[Domínio\]Usuário | Sistema}

Executa a tarefa com as permissões da conta de usuário especificada. Por padrão, a tarefa é executada com as permissões do usuário atual do computador local ou com a permissão do usuário especificado pelo parâmetro /u, caso seja utilizado. O parâmetro /ru é válido durante o agendamento de tarefas em computadores locais e remotos.

 

Valor Descrição
[Domínio\]Usuário Especifica uma conta de usuário alternativa.
Sistema ou “” Especifica a Conta do Sistema Local, uma conta altamente privilegiada, usada pelo sistema operacional e pelos serviços do sistema.

/rpSenha

Fornece a senha para a conta de usuário especificada no parâmetro /ru [Domínio\]Usuário. Se você omite esse parâmetro quando especifica uma conta de usuário, o SchTasks.exe solicita a senha e obscurece o texto digitado. Não use o parâmetro /rp para tarefas executadas com permissões da conta do Sistema (/ru System). A conta do sistema não tem uma senha e SchTasks.exe não solicita uma.

/moModificador

Especifica a freqüência com que a tarefa é executada no seu tipo de agendamento. Este parâmetro é válido, mas opcional, para um agendamento MINUTE, HOURLY, DAILY, WEEKLY e MONTHLY. O valor padrão é 1.

 

Tipo de agendamento Valores de modificadores Descrição
MINUTE 11439 A tarefa é executada a cada N minutos.
HOURLY 123 A tarefa é executada a cada N horas.
DAILY 1365 A tarefa é executada a cada N dias.
WEEKLY 152 A tarefa é executada a cada N semanas.
ONCE Nenhum modificador. A tarefa é executada uma vez.
ONSTART Nenhum modificador. A tarefa é executada durante a inicialização.
ONLOGON Nenhum modificador. A tarefa é executada quando o usuário especificado pelo parâmetro /u faz logon.
ONIDLE Nenhum modificador. A tarefa é executada após o sistema ficar ocioso durante o número de minutos especificado pelo parâmetro /i, necessário para uso com ONIDLE.
MONTHLY 112 A tarefa é executada a cada N meses.
MONTHLY LASTDAY A tarefa é executada no último dia do mês.
MONTHLY FIRST, SECOND, THIRD, FOURTH, LAST Utilize com o parâmetro /dDia para executar uma tarefa em uma semana e dia específicos. Por exemplo, na terceira quarta-feira do mês.

/d Dia[,Dia…] | *

Especifica um dia (ou dias) da semana ou do mês. Válido somente com um agendamento WEEKLY ou MONTHLY.

 

Tipo de agendamento Modificador Valores de dia (/d) Descrição
WEEKLY 1 – 52 MONSUN[,MONSUN…] | * Opcional. MON é o padrão. O valor curinga (*) significa todos os dias.
MONTHLY FIRST, SECOND, THIRD, FOURTH, LAST MONSUN Necessário para o agendamento de uma semana específica.
MONTHLY Nenhum ou {1 – 12} 131 Opcional e válido apenas sem nenhum parâmetro de modificador (/mo) (um agendamento de data específico) ou quando /mo é 1 – 12 (um agendamento “a cada N meses”). O padrão é dia 1 (o primeiro dia do mês).

/m Mês[,Mês…]

Especifica um mês (ou meses) do ano durante o qual a tarefa agendada deverá ser executada.. Valores válidos são JAN – DEC. O parâmetro /m é válido somente com um agendamento MONTHLY. É obrigatório quando o modificador LASTDAY é usado.

/iTempo_Ocioso

Especifica durante quantos minutos o computador está ocioso antes do início da tarefa. Um valor válido é um número inteiro de 1 a 999. Esse parâmetro só é válido com um agendamento ONIDLE e, então é obrigatório.

/stHora_de_Início

Especifica a hora do dia em que a tarefa começa (cada vez que ela é iniciada) no formato de 24 horas HH:MM. O valor padrão é o horário atual do computador local. O parâmetro /st é válido com os agendamentos MINUTE, HOURLY, DAILY, WEEKLY, MONTHLY e ONCE. Obrigatório com um agendamento ONCE.

/riIntervalo

Especifica o intervalo de repetição em minutos. Não é aplicável para os tipos de agendamento: MINUTE, HOURLY, ONSTART, ONLOGON, ONIDLE. O intervalo válido vai de 1 a 599940 minutos (599940 minutos = 9999 horas). Se a opção /ET ou /DU for especificada, o padrão do intervalo de repetição será 10 minutos.

/etHora_de_término

Especifica a hora do dia em que a tarefa por minuto ou hora termina no formato de 24 horas HH:MM. Após a hora de término especificada, Schtasks não inicia a tarefa novamente até que a hora de início ocorra outra vez. Por padrão, os agendamentos de tarefa não possuem hora de término. Este parâmetro é opcional e somente é válido em um agendamento especificado como MINUTE ou HOURLY. Para obter um exemplo, consulte:

  • “Para agendar uma tarefa executada a cada 100 minutos durante o horário não comercial” na seção Para agendar uma tarefa executada a cada N minutos.

/duDuração

Especifica o período máximo de tempo para um agendamento por minuto ou hora no formato de 24 horas HHHH:MM. Com o fim do tempo especificado, Schtasks não inicia a tarefa novamente até que a hora de início ocorra outra vez. Por padrão, os agendamentos de tarefa não possuem duração máxima. Este parâmetro é opcional e somente é válido em um agendamento especificado como MINUTE ou HOURLY. Para obter um exemplo, consulte:

  • “Para agendar uma tarefa executada a cada 3 horas durante 10 horas” na seção Para agendar uma tarefa executada a cada N horas.

/k

Interrompe o programa executado pela tarefa na hora especificada por /et ou /du. Sem /k, Schtasks não inicia o programa novamente quando chega a hora especificada por /et ou /du e não interrompe o programa se ele ainda estiver em execução. Este parâmetro é opcional e somente é válido em um agendamento especificado como MINUTE ou HOURLY. Para obter um exemplo, consulte:

  • “Para agendar uma tarefa executada a cada 100 minutos durante o horário não comercial” na seção Para agendar uma tarefa executada a cada N minutos.

/sdData_de_Início

Especifica a data na qual o agendamento de tarefa inicia. O valor padrão é a data atual do computador local. O parâmetro /sd é válido e opcional para todos os tipos de agendamento. O formato do argumento Data_De_Início varia de acordo com o local selecionado para o computador local nas Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle. Apenas um formato é válido para cada local. Os formatos de data válidos estão listados na tabela a seguir. Use o formato mais semelhante ao formato selecionado para Data abreviada nas Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle do computador local.

 

MM/DD/AAAA Use em formatos em que o mês aparece primeiro, como em inglês (Estados Unidos) e em espanhol (Panamá).
DD/MM/AAAA Use em formatos em que o dia aparece primeiro, como em búlgaro e em holandês (Países Baixos).
AAAA/MM/DD Use em formatos em que o ano aparece primeiro, como em sueco e em francês (Canadá).

/edData_de_término

Especifica a data na qual o agendamento termina. Este parâmetro é opcional. Não é válido em um agendamento ONCE, ONSTART, ONLOGON ou ONIDLE. Por padrão, os agendamentos não possuem data de término. O formato do argumento Data_De_Término varia de acordo com o local selecionado para o computador local nas Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle. Apenas um formato é válido para cada local. Os formatos de data válidos estão listados na tabela a seguir. Use o formato mais semelhante ao formato selecionado para Data abreviada nas Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle do computador local.

 

MM/DD/AAAA Use em formatos em que o mês aparece primeiro, como em inglês (Estados Unidos) e em espanhol (Panamá).
DD/MM/AAAA Use em formatos em que o dia aparece primeiro, como em búlgaro e em holandês (Países Baixos).
AAAA/MM/DD Use em formatos em que o ano aparece primeiro, como em sueco e em francês (Canadá).

/it

Especifica que a tarefa seja executada somente quando o usuário de “executar como” (a conta de usuário na qual a tarefa é executada) estiver conectado ao computador. Este parâmetro não afeta as tarefas executadas com permissões do sistema. Por padrão, o usuário “executar como” é o usuário atual do computador local quando a tarefa é agendada ou a conta é especificada pelo parâmetro /u, caso ele seja usado. No entanto, se o comando incluir o parâmetro /ru, o usuário de “executar como” será a conta especificada pelo parâmetro /ru. Para obter exemplos, consulte:

  • “Para agendar uma tarefa executada a cada 70 dias se eu estiver conectado” na seção Para agendar uma tarefa executada a cada N dias.
  • “Para executar uma tarefa somente quando um determinado usuário estiver conectado” na seção Para agendar uma tarefa a ser executada com permissões diferentes.

/Z

Especifica a exclusão da tarefa quando o agendamento estiver concluído.

/F

Especifica a criação da tarefa e a eliminação de avisos se a tarefa já existir.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Agendar uma tarefa a ser executada a cada N minutos

Sintaxe de agendamento em minutos

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/trTarefa_executada/sc minute [/mo {1 – 1439}] [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [{/et HH:MM | /du HHHH:MM} [/k]] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

Em um agendamento em minutos, o parâmetro /sc minute é necessário. O parâmetro /mo (modificador) é opcional e especifica o número de minutos entre cada execução da tarefa. O valor padrão de /mo é 1 (cada minuto). Os parâmetros /et (hora de término) e /du (duração) são opcionais e podem ser usados com ou sem o parâmetro /k (finalizar tarefa).

Exemplos

Agendar uma tarefa executada a cada 20 minutos

O comando a seguir agenda a execução de um script de segurança, Sec.vbs, a cada 20 minutos. O comando usa o parâmetro /sc para especificar um agendamento em minutos e o parâmetro /mo para especificar um intervalo de 20 minutos.

Como o comando não inclui uma data ou hora de início, a tarefa começa 20 minutos depois que o comando é concluído e, a partir de então, será executada a cada 20 minutos sempre que o computador estiver em execução. Observe que o arquivo de origem do script de segurança está localizado em um computador remoto, mas a tarefa está agendada e é executada no computador local.

schtasks /create /sc minute /mo 20 /tn “Script de segurança” /tr \\central\data\scripts\sec.vbs

Agendar uma tarefa executada a cada 100 minutos durante o horário não comercial

O comando a seguir agenda um script de segurança, Sec.vbs, a ser executado no computador local a cada 100 minutos entre 17:00 e 7:59 a cada dia. O comando usa o parâmetro /sc para especificar um agendamento em minutos e o parâmetro /mo para especificar um intervalo de 100 minutos. Também utiliza os parâmetros /st e /et para especificar a hora de início e término de cada agendamento do dia. Além disso, usa o parâmetro /k para interromper o script se ele ainda estiver sendo executado às 7:59. Sem /k, Schtasks não iniciará o script após 7:59, mas a instância iniciada às 6:20 e que ainda estava em execução, não será interrompida.

schtasks /create /tn “Security Script” /tr sec.vbs /sc minute /mo 100 /st 17:00 /et 08:00 /k

Agendar uma tarefa a ser executada a cada N horas

Sintaxe de agendamento em horas

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/trTarefa_executada/sc hourly [/mo {1 – 23}] [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [{/et HH:MM | /du HHHH:MM} [/k]] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

Em um agendamento por hora, o parâmetro /sc hourly é necessário. O parâmetro /mo (modificador) é opcional e especifica o número de horas entre cada execução da tarefa. O valor padrão de /mo é 1 (cada hora). O parâmetro /k (finalizar tarefa) é opcional e pode ser usado com /et (término no horário especificado) ou /du (término após o intervalo especificado).

Exemplos

Agendar uma tarefa executada a cada cinco horas

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado a cada cinco horas, começando em 1º de março de 2002. Ele utiliza o parâmetro /mo para especificar o intervalo e o parâmetro /sd para especificar a data de início. Como o comando não especifica uma hora de início, a hora atual é usada.

Como o computador local está definido para usar a opção Inglês (Zimbábue) em Opções regionais e de idioma, o formato da data de início é MM/DD/YYYY (03/01/2002).

schtasks /create /sc hourly /mo 5 /sd 03/01/2002 /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe

Agendar uma tarefa executada de hora em hora, cinco minutos depois da hora estabelecida

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado de hora em hora, começando à meia-noite e cinco. Como o parâmetro /mo é omitido, o comando usa o valor padrão do agendamento por hora, que é a cada (1) hora. Se este comando for executado após 00:05, o programa só será executado no dia seguinte.

schtasks /create /sc hourly /st 00:05 /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe

Agendar uma tarefa executada a cada 3 horas por 10 horas

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado a cada 3 horas durante 10 horas.

O comando usa o parâmetro /sc para especificar um agendamento em horas e o parâmetro /mo para especificar o intervalo de 3 horas. Também utiliza o parâmetro /st para iniciar o agendamento à meia-noite e o parâmetro /du para finalizar as recorrências após 10 horas. Como o programa é executado por apenas alguns minutos, o parâmetro /k, que interrompe o programa se ele ainda estiver sendo executado quando acabar a duração, não é necessário.

schtasks /create /tn “My App” /tr myapp.exe /sc hourly /mo 3 /st 00:00 /du 0010:00

Neste exemplo, a tarefa é executada nos seguintes horários: 00:00., 3:00., 6:00 e 9:00. Como a duração é de 10 horas, a tarefa não é executada novamente ao meio-dia. Em vez disso, ela é iniciada novamente à meia-noite do dia seguinte.

Agendar uma tarefa a ser executada a cada N dias

Sintaxe de agendamento em dias

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/tr Tarefa_executada /sc daily [/mo {1 – 365}] [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

Em um agendamento diário, o parâmetro /sc daily é necessário. O parâmetro /mo (modificador) é opcional e especifica o número de dias entre cada execução da tarefa. O valor padrão de /mo é 1 (cada dia).

Exemplos

Para agendar uma tarefa que é executada diariamente

O exemplo a seguir agenda o programa MyApp para ser executado uma vez por dia, diariamente, às 8:00 até 31/12/02. Como ele omite o parâmetro /mo, o intervalo padrão de 1 é usado para executar o comando todos os dias.

Neste exemplo, como o sistema do computador local está definido como Inglês (Reino Unido) nas Opções regionais e de idioma do Painel de controle, o formato da data de término é DD/MM/YYYY (31/12/2002)

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc daily /st 08:00 /ed 31/12/2002

Agendar uma tarefa executada a cada 12 dias

O exemplo a seguir agenda o programa MyApp para ser executado a cada doze dias às 13:00, a partir de 31 de dezembro de 2002. O comando usa o parâmetro /mo para especificar um intervalo de dois (2) dias e os parâmetros /sd e /st para especificar a data e a hora.

Neste exemplo, como o sistema está definido para Inglês (Zimbábue) em Opções regionais e de idioma no Painel de controle, o formato da data de término é MM/DD/YYYY (12/31/2002)

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc daily /mo 12 /sd 12/31/2002 /st 13:00

Agendar uma tarefa executada a cada 70 dias se eu estiver conectado

O comando a seguir agenda a execução de um script de segurança, Sec.vbs, a cada 70 dias. Ele usa o parâmetro /mo para especificar esse intervalo. Também utiliza o parâmetro /it para especificar se a tarefa é executada apenas quando o usuário sob cuja conta a tarefa é executada está conectado ao computador. Como a tarefa será executada com as permissões da minha conta de usuário, isso só ocorrerá quando eu estiver conectado.

schtasks /create /tn “Security Script” /tr sec.vbs /sc daily /mo 70 /it

Observação

  • Para identificar tarefas com a propriedade (/it) interativa apenas, use uma consulta detalhada (/query /v). Em uma exibição de consulta detalhada de uma tarefa com /it, o campo Modo de Logon tem o valor Interativo apenas.

Agendar uma tarefa a ser executada a cada N semanas

Sintaxe de agendamento semanal

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/tr Tarefa_executada /sc weekly [/mo {1 – 52}] [/d {MON – SUN[,MON – SUN…] | *}] [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

Em um agendamento semanal, é necessário o parâmetro /sc weekly. O parâmetro /mo (modificador) é opcional e especifica o número de semanas entre cada execução da tarefa. O valor padrão de /mo é 1 (cada semana).

Os agendamentos semanais também apresentam um parâmetro /d opcional para agendar a execução da tarefa em dias específicos da semana ou em todos os dias (*). O padrão é MON (segunda-feira). A opção de todos os dias (*) equivale ao agendamento de uma tarefa diária.

Exemplos

Para agendar uma tarefa que é executada a cada seis semanas

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado em um computador remoto a cada seis semanas. Ele usa o parâmetro /mo para especificar o intervalo. Como o comando omite o parâmetro /d, a tarefa é executada às segundas-feiras.

Este comando também utiliza o parâmetro /s para especificar o computador remoto e o parâmetro /u para executar o comando com a conta Administrador do usuário. Como o parâmetro /p é omitido, SchTasks.exe solicita a senha da conta de administrador ao usuário.

Além disso, como o comando é executado remotamente, todos os caminhos nele mencionados, incluindo o do Meu_apl.exe, referem-se a caminhos no computador remoto.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc weekly /mo 6 /s Server16 /u Admin01

Para agendar uma tarefa que é executada em semanas intercaladas às sextas-feiras

O comando a seguir agenda uma tarefa para ser executada em sextas-feiras intercaladas. Ele utiliza o parâmetro /mo para especificar o intervalo de duas semanas e o parâmetro /d para especificar o dia da semana. Para agendar a execução de uma tarefa para todas as sextas-feiras, omita o parâmetro /mo ou defina-o como 1.

schtasks /create /tn “Meu apl” /tr c:\apps\meu_apl.exe /sc weekly /mo 2 /d FRI

Agendar uma tarefa a ser executada a cada N meses

Sintaxe

schtasks /create /tn Nome_da_tarefa /tr Tarefa_executada /sc monthly [/mo {1 – 12}] [/d {131}] [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

Neste tipo de agendamento, o parâmetro /sc monthly é necessário. O parâmetro /mo (modificador), que especifica o número de meses entre cada execução da tarefa, é opcional e o padrão é 1 (cada mês). Esse tipo de agendamento também apresenta um parâmetro /d opcional para agendar a execução da tarefa em uma data específica do mês. O padrão é dia 1 (o primeiro dia do mês).

Exemplos

Agendar uma tarefa executada no primeiro dia de cada mês

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no primeiro dia de cada mês. Como o valor de 1 é o padrão para os parâmetros /mo (modificador) e /d (dia), eles são omitidos do comando.

schtasks /create /tn “My App” /tr myapp.exe /sc monthly

Para agendar uma tarefa que é executada trimestralmente

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado trimestralmente. Ele utiliza o parâmetro /mo para especificar o intervalo.

schtasks /create /tn “Meu apl” /tr c:\apps\meu_apl.exe /sc monthly /mo 3

Agendar uma tarefa executada à meia-noite no vigésimo-primeiro dia de cada mês

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado à meia-noite no vigésimo-primeiro dia de cada mês. O comando especifica que essa tarefa deve ser executada por um ano, de 2 de julho de 2002 a 30 de junho de 2003.

O comando usa o parâmetro /mo para especificar o intervalo mensal (a cada dois meses), o parâmetro /d para especificar a data e /st para especificar a hora. Também utiliza os parâmetros /sd e /ed para especificar as datas de início e término, respectivamente. Como o computador local está definido com a opção Inglês (África do Sul) nas Opções Regionais e de Idioma do Painel de Controle, as datas são especificadas no formato local para essa região, AAAA/MM/DD.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /mo 2 /d 21 /st 00:00 /sd 2002/07/01 /ed 2003/06/30

Para agendar uma tarefa executada em um dia específico da semana

Sintaxe de agendamento semanal

schtasks /create /tn Nome_da_tarefa /tr Tarefa_executada /sc weekly [/d {MON – SUN[,MON – SUN…] | *}] [/mo {1 – 52}] [/st HH:MM] [/sd Data_De_Inicio] [/ed Data_De_Término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

O agendamento de “dia da semana” é uma variação do agendamento semanal. Em um agendamento semanal, é necessário o parâmetro /sc weekly. O parâmetro /mo (modificador) é opcional e especifica o número de semanas entre cada execução da tarefa. O valor padrão de /mo é 1 (cada semana). O parâmetro /d, que é opcional, agenda a execução da tarefa em dias específicos da semana ou em todos os dias (*). O padrão é MON (segunda-feira). A opção de todos os dias (/d *) equivale ao agendamento de uma tarefa diária.

Exemplos

Agendar uma tarefa executada às quartas-feiras

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado toda semana, às quartas-feiras. O comando usa o parâmetro /d para especificar o dia da semana. Como o comando omite o parâmetro /mo, a tarefa é executada toda semana.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc weekly /d WED

Agendar uma tarefa executada a cada oito semanas às segundas e sextas-feiras

O comando a seguir agenda a execução de uma tarefa para segunda ou sexta-feira a cada oito semanas. Ele utiliza o parâmetro /d para especificar os dias e o parâmetro /mo para especificar o intervalo de oito semanas.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc weekly /mo 8 /d MON,FRI

Para agendar uma tarefa executada em uma semana específica do mês

Sintaxe de uma semana específica

schtasks /create /tn Nome_da_tarefa /tr Tarefa_executada /sc monthly /mo {FIRST | SECOND | THIRD | FOURTH | LAST} /d MONSUN [/m {JANDEC[,JANDEC…] | *}] [/st HH:MM] [/sd Data_De_Início] [/ed Data_De_Término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | System}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

Neste tipo de agendamento, os parâmetros /sc monthly, /mo (modificador) e /d (dia) são necessários. O parâmetro /mo (modificador) especifica a semana na qual a tarefa é executada. O parâmetro /d especifica o dia da semana. Você pode especificar apenas um dia da semana para esse tipo de agendamento. O agendamento também apresenta um parâmetro /m (mês) opcional que permite agendar a tarefa para determinados meses.

Exemplos

Para agendar uma tarefa para o segundo domingo de cada mês

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado no segundo domingo de cada mês. Ele utiliza o parâmetro /mo para especificar a segunda semana do mês e o parâmetro /d para especificar o dia.

schtasks /create /tn “Meu apl” /tr c:\apps\meu_apl.exe /sc monthly /mo SECOND /d SUN

Agendar uma tarefa para a primeira segunda-feira de março e setembro

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado na primeira segunda-feira de março e setembro. Ele utiliza o parâmetro /mo para especificar a primeira semana do mês e o parâmetro /d para especificar o dia. Também utiliza o parâmetro /m para especificar o mês, separando os argumentos de mês com uma vírgula.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /mo FIRST /d MON /m MAR,SEP

Para agendar uma tarefa executada em uma data específica a cada mês

Sintaxe de uma data específica

schtasks /create /tn Nome_da_tarefa /tr Tarefa_executada /sc monthly /d {131} [/m {JANDEC[,JANDEC…] | *}] [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

No tipo de agendamento de data específica, os parâmetros /sc monthly e /d (dia) são necessários. O parâmetro /d especifica uma data do mês (1 – 31), não um dia da semana. Você pode especificar apenas um dia no agendamento. O parâmetro /mo (modificador) não é válido com esse tipo de agendamento.

O parâmetro /m (mês) é opcional para esse tipo de agendamento e o padrão é a cada mês (*). Schtasks não permite agendar uma tarefa para uma data que não ocorra em um mês especificado pelo parâmetro /m. Entretanto, se você omitir o parâmetro /m e agendar uma tarefa para uma data que não ocorra todos os meses, como o dia 31, a tarefa não será executada nos meses menores. Para agendar uma tarefa para o último dia do mês, use o tipo de agendamento de último dia.

Exemplos

Para agendar uma tarefa para o primeiro dia de cada mês

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado no primeiro dia de cada mês. Como o modificador padrão é nenhum (sem modificador), o dia padrão é 1º e o mês padrão é todo mês, o comando não precisa de parâmetros adicionais.

schtasks /create /tn “Meu apl” /tr c:\apps\meu_apl.exe /sc monthly

Para agendar uma tarefa para os dias 15 de maio e 15 de junho

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado em 15 de maio e 15 de junho às 15:00. Ele utiliza o parâmetro /d para especificar a data e o parâmetro /m para especificar os meses. Também usa o parâmetro /st para especificar a hora de início.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /d 15 /m MAY,JUN /st 15:00

Para agendar uma tarefa executada no último dia de um mês

Sintaxe do último dia

schtasks /create /tn Nome_da_tarefa /tr Tarefa_executada /sc monthly /mo LASTDAY /m {JANDEC[,JANDEC…]} [/st HH:MM] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

No tipo de agendamento de último dia, os parâmetros /sc monthly, /mo LASTDAY (modificador) e /m (month) são necessários O parâmetro /d (dia) não é válido.

Exemplos

Para agendar uma tarefa para o último dia de cada mês

Para executar um programa no último dia de cada mês, crie três tarefas separadas. Cada tarefa deve incluir meses com o mesmo número de dias. Cada tarefa usa o parâmetro /mo para especificar o último dia e o parâmetro /m para especificar os meses.

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no último dia de cada mês que contenha 31 dias.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /mo lastday /m JAN,MAR,MAY,JUL,AUG,OCT,DEC

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no último dia de cada mês que contenha 30 dias.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /mo lastday /m APR,JUN,SEP,NOV

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no último dia de fevereiro.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /mo lastday /m FEB

Para agendar uma tarefa para 18:00 no último dia de fevereiro

Você também pode agendar uma tarefa para ser executada no último dia do mês. O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado às 18:00 do último dia de fevereiro. Ele usa o parâmetro /mo para especificar o último dia, o parâmetro /m para especificar o mês e o parâmetro /st para especificar a hora de início.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /mo lastday /m FEB /st 18:00

Para agendar uma tarefa executada uma vez

Sintaxe

schtasks /create /tnNome_da_tarefa /tr Tarefa_executada /sc once /st HH:MM [/sd Data_de_início] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

No tipo de agendamento de execução única, o parâmetro /sc once é necessário. O parâmetro /st, que especifica o horário de execução da tarefa, é necessário. O parâmetro /sd, que especifica a data de execução da tarefa, é opcional. Os parâmetros /mo (modificador) e /ed (data de término) não são válidos para este tipo de agendamento.

Schtasks não permitirá a você agendar a execução de uma tarefa uma vez, se a data e a hora especificada estiverem no passado, com base no horário do computador local. Para agendar uma tarefa executada uma vez em um computador remoto com um fuso horário diferente, é necessário agendá-la antes da ocorrência da data e da hora no computador local.

Exemplos

Para agendar uma tarefa que é executada uma vez

O comando a seguir agenda a execução do programa MyApp para a meia-noite de 1 de janeiro de 2003. Ele utiliza o parâmetro /sc para especificar o tipo de agendamento, além de /sd e st para especificar a data e a hora.

Como o computador local usa a opção Inglês (Estados Unidos) em Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle, o formato da data de início é MM/DD/AAAA.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc once /sd 01/01/2003 /st 00:00

Para agendar uma tarefa executada sempre que o sistema é iniciado

Sintaxe

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/trTarefa_executada/sc onstart [/sd Data_de_início] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

No tipo de agendamento de inicialização, o parâmetro /sc onstart é necessário. O parâmetro /sd (data de início) é opcional e o padrão é a data atual.

Exemplos

Agendar uma tarefa executada quando o sistema é iniciado

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado sempre que o sistema é iniciado, começando em 15 de março de 2001:

Como o computador local usa a opção Inglês (Estados Unidos) em Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle, o formato da data de início é MM/DD/AAAA.

schtasks /create /tn “Meu apl” /tr c:\apps\meu_apl.exe /sc onstart /sd 15/03/2001

Para agendar uma tarefa executada quando o usuário faz logon

Sintaxe

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/tr Tarefa_executada /sc onlogon [/sd Data_de_início] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

O tipo de agendamento “no logon” agenda a execução de uma tarefa sempre que um usuário faz logon no computador. No tipo de agendamento “no logon”, o parâmetro /sc onlogon é necessário. O parâmetro /sd (data de início) é opcional e o padrão é a data atual.

Exemplos

Para agendar uma tarefa que é executada quando um usuário faz logon em um computador remoto

O comando a seguir agenda um arquivo em lotes para ser executado sempre que um usuário (qualquer usuário) faz logon no computador remoto. Ele utiliza o parâmetro /s para especificar o computador remoto. Como o comando é remoto, todos os caminhos nele mencionados, incluindo o caminho para o arquivo em lotes, referem-se a um caminho no computador remoto.

schtasks /create /tn “Iniciar site da Web” /tr c:\myiis\webstart.bat /sc onlogon /s Servidor23

Para agendar uma tarefa executada quando o sistema está ocioso

Sintaxe

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/tr Tarefa_executada /sc onidle /i {1 – 999} [/sd Data_de_início] [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Comentários

O tipo de agendamento “quando ocioso” agenda a execução de uma tarefa sempre que não há atividade do usuário durante o tempo especificado pelo parâmetro /i. No tipo de agendamento “quando ocioso”, os parâmetros /sc onidle e /i (dia) são necessários. O parâmetro /sd (data de início) é opcional e o padrão é a data atual.

Exemplos

Para agendar uma tarefa que é executada sempre que o computador está ocioso

O comando a seguir agenda o programa Meu_apl para ser executado sempre que o computador está ocioso. Ele utiliza o parâmetro /i obrigatório para especificar que o computador deve permanecer ocioso por dez minutos antes do início da tarefa.

schtasks /create /tn “Meu apl” /tr c:\apps\meu_apl.exe /sc onidle /i 10

Para agendar uma tarefa executada agora

Schtasks não possui uma opção “executar agora”, mas você pode simular essa opção criando uma tarefa a ser executada uma vez e iniciada em alguns minutos.

Sintaxe

schtasks /create /tnNome_da_tarefa/tr Tarefa_executada /sc once [/st HH:MM] /sd MM/DD/AAAA [/it] [/ru {[Domínio\]Usuário [/rp Senha] | Sistema}] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Exemplos

Agendar uma tarefa executada em alguns minutos.

O comando a seguir agenda a execução de uma tarefa uma vez, em 13 de novembro de 2002, às 14:18, horário local.

Como o computador local usa a opção Inglês (Estados Unidos) em Opções Regionais e de Idioma no Painel de Controle, o formato da data de início é MM/DD/AAAA.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc once /st 14:18 /sd 11/13/2002

Para agendar uma tarefa executada com permissões diferentes

Você pode agendar tarefas de todos os tipos para execução com permissões de uma conta alternativa nos computadores local e remoto. Além dos parâmetros necessários para este tipo de agendamento em particular, o parâmetros /ru é obrigatório e /rp é opcional.

Exemplos

Executar uma tarefa ncom permissões de administrador no computador local

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no computador local. Ele utiliza /ru para especificar se a tarefa deverá ser executada com as permissões da conta de administrador do usuário (Admin06). Neste exemplo, a tarefa é agendada para ser executada às terças-feiras, mas é possível usar qualquer tipo de agendamento para uma tarefa executada com permissões alternativas.

schtasks /create /tn “My App” /tr myapp.exe /sc weekly /d TUE /ru Admin06

Em resposta, SchTasks.exe solicita a senha de “executar como” da conta Admin06 e exibe uma mensagem de êxito.

Copiar Código

Please enter the run as password for Admin06: ********
 
SUCCESS: The scheduled task "My App" has successfully been created.

Executar uma tarefa com permissões alternativas em um computador remoto

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no computador Marketing a cada quatro dias.

O comando usa o parâmetro /sc para especificar um agendamento diário e o parâmetro /mo para especificar um intervalo de quatro dias.

O comando usa o parâmetro /s para fornecer o nome do computador remoto e o parâmetro /u para especificar uma conta com permissão para agendar uma tarefa no computador remoto (Admin01 no computador Marketing). Também utiliza /ru para especificar se a tarefa deverá ser executada com as permissões da conta de não-administrador do usuário (User01 no domínio Reskits). Sem o parâmetro /ru, a tarefa seria executada com as permissões da conta especificada por /u.

schtasks /create /tn “My App” /tr myapp.exe /sc daily /mo 4 /s Marketing /u Marketing\Admin01 /ru Reskits\User01

Primeiro, Schtasks solicita a senha do usuário indicado pelo parâmetro /u (para executar o comando) e, em seguida, solicita a senha do usuário indicado pelo parâmetro /ru (para executar a tarefa). Depois de autenticar as senhas, Schtasks exibe uma mensagem indicando que a tarefa foi agendada.

Copiar Código

Type the password for Marketing\Admin01:********
 
Please enter the run as password for Reskits\User01: ********
 
SUCCESS: The scheduled task "My App" has successfully been created.

Executar uma tarefa apenas quando um determinado usuário estiver conectado

O comando a seguir agenda a execução do programa AdminCheck.exe no computador Public às sextas-feiras, às 4:00., mas somente se o administrador do computador estiver conectado.

O comando usa o parâmetro /sc para especificar um agendamento semanal, o parâmetro /d para especificar o dia e /st para especificar a hora de início.

O comando usa o parâmetro /s para fornecer o nome do computador remoto e o parâmetro /u para especificar uma conta com permissão para agendar uma tarefa no computador remoto. Também usa o parâmetro /ru para configurar a execução da tarefa com as permissões do administrador do computador Public (Public\Admin01) e o parâmetro /it para indicar que a tarefa é executada a somente quando a conta Public\Admin01 está conectada.

schtasks /create /tn “Check Admin” /tr AdminCheck.exe /sc weekly /d FRI /st 04:00 /s Public /u Domain3\Admin06 /ru Public\Admin01 /it

Observação

  • Para identificar tarefas com a propriedade (/it) interativa apenas, use uma consulta detalhada (/query /v). Em uma exibição de consulta detalhada de uma tarefa com /it, o campo Modo de Logon tem o valor Interativo apenas.

Para agendar uma tarefa executada com permissões do sistema

É possível executar tarefas de todos os tipos com as permissões da conta System nos computadores local e remoto. Além dos parâmetros necessários para o tipo de agendamento em particular, o parâmetro /ru system (ou /ru “”) é obrigatório e /rp não é válido.

Importante

  • A conta System não tem direitos de logon interativos. Os usuários não podem ver nem interagir com programas ou tarefas executadas com permissões do sistema.
  • O parâmetro /ru determina as permissões sob as quais a tarefa é executada, não as permissões usadas para agendá-la. Somente os Administradores podem agendar tarefas, independentemente do valor do parâmetro /ru.

Observação

  • Para identificar tarefas executadas com permissões do sistema, use uma consulta detalhada (/query /v). Na exibição de uma consulta detalhada de uma tarefa de execução no sistema, o campo Executar Como Usuário possui o valor NT AUTHORITY\SYSTEM e o campo Modo de Logon possui o valor Apenas em segundo plano.

Exemplos

Executar uma tarefa com permissões do sistema

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no computador local com permissões da conta System. Neste exemplo, a tarefa é agendada para ser executada no décimo-quinto dia de cada mês, mas é possível usar qualquer tipo de agendamento para uma tarefa executada com permissões do sistema.

O comando utiliza o parâmetro /ru System para especificar o contexto de segurança do sistema. Como as tarefas do sistema não utilizam senhas, o parâmetro /rp é omitido.

schtasks /create /tn “My App” /tr c:\apps\myapp.exe /sc monthly /d 15 /ru System

Como resposta, o SchTasks.exe exibe uma mensagem informativa e uma mensagem de êxito. Ele não solicita uma senha.

Copiar Código

INFO: The task will be created under user name ("NT AUTHORITY\SYSTEM").
SUCCESS: The Scheduled task "My App" has successfully been created.

Executar uma tarefa com permissões do sistema em um computador remoto

O comando a seguir agenda o programa MyApp para execução no computador Finance01 às 4:00 de cada manhã, com permissões do sistema.

Esse comando usa o parâmetro /tn para identificar a tarefa e o parâmetro /tr para especificar a cópia remota do programa MyApp. Utiliza o parâmetro /sc para especificar um agendamento diário, mas omite /mo porque 1 (cada dia) é o padrão. Além disso, usa o parâmetro /st para especificar a hora de início, que também é a hora em que a tarefa será executada a cada dia.

O comando usa o parâmetro /s para fornecer o nome do computador remoto e o parâmetro /u para especificar uma conta com permissão para agendar uma tarefa no computador remoto. Utiliza o parâmetro /ru para especificar se a tarefa deverá ser executada na conta do Sistema. Sem o parâmetro /ru, a tarefa seria executada com as permissões da conta especificada por /u.

schtasks /create /tn “My App” /tr myapp.exe /sc daily /st 04:00 /s Finance01 /u Admin01 /ru System

Schtasks solicita a senha do usuário indicado pelo parâmetro /u e, depois de autenticá-la, exibe uma mensagem informando que a tarefa foi criada e será executada com as permissões da conta do sistema.

Copiar Código

Type the password for Admin01:**********
 
INFO: The Schedule Task "My App" will be created under user name ("NT AUTHORITY\
SYSTEM").
SUCCESS: The scheduled task "My App" has successfully been created.

Para agendar uma tarefa que executa mais de um programa

Cada tarefa executa somente um programa. No entanto, é possível criar um arquivo em lotes que executa vários programas e agendar uma tarefa para executar esse arquivo. O procedimento a seguir demonstra esse método:

  1. Crie um arquivo em lotes que inicie os programas a serem executados.
    Neste exemplo, você pode criar um arquivo em lotes que inicie Visualizar eventos (Eventvwr.exe) e Monitor do sistema (Perfmon.exe).
  • Abra um editor de texto, como o Bloco de notas.
  • Digite o nome e o caminho totalmente qualificado para o arquivo executável de cada programa. Neste caso, o arquivo inclui as instruções a seguir.
    C:\Windows\System32\Eventvwr.exe C:\Windows\System32\Perfmon.exe
  • Salve o arquivo como Meus_apls.bat.
  1. Use o SchTasks.exe para criar uma tarefa que execute Meus_apls.bat.
    O comando a seguir cria a tarefa Monitoramento, que é executada sempre que um usuário faz logon. Ele utiliza o parâmetro /tn para nomear a tarefa e o parâmetro /tr para executar MyApps.bat. Além disso, usa o parâmetro /sc para indicar o tipo de agendamento OnLogon e o parâmetro /ru para executar a tarefa com permissões da conta Administrador do usuário.
    schtasks /create /tn Monitoramento /tr C:\Meus_apls.bat /sc onlogon /ru Reskit\Administrador
    Em decorrência desse comando, sempre que um usuário faz logon no computador, a tarefa inicia Visualizar eventos e Monitor do sistema.

Para agendar uma tarefa executada em um computador remoto

Para agendar uma tarefa a ser executada em um computador remoto, você deve adicioná-la à agenda desse computador remoto. É possível agendar tarefas de todos os tipos em um computador remoto, mas as condições a seguir devem ser atendidas.

  • Você deve ter permissão para agendar a tarefa. Assim, você deve estar conectado ao computador local com uma conta que faça parte do grupo Administradores no computador remoto ou deve usar o parâmetro /u para fornecer as credenciais de um Administrador desse computador.
  • Use o parâmetro /u somente quando os computadores local e remoto estiverem no mesmo domínio ou o computador local estiver em um domínio no qual o computador remoto confie. Caso contrário, o computador remoto não poderá autenticar a conta de usuário especificada e não poderá verificar se a conta pertence ao grupo Administradores.
  • A tarefa deve ter permissões suficientes para ser executada no computador remoto. As permissões exigidas variam de acordo com a tarefa. Por padrão, a tarefa é executada com a permissão do usuário atual do computador local ou, se o parâmetro /u for usado, ela será executada com a permissão da conta especificada por esse parâmetro /u. Entretanto, você pode usar o parâmetro /ru para executar a tarefa com permissões de uma conta de usuário diferente ou com permissões do sistema.

Exemplos

Um administrador agenda uma tarefa em um computador remoto

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no computador remoto SRV01 a cada dez dias iniciando imediatamente. O comando usa o parâmetro /s para fornecer o nome do computador remoto. Como o usuário local atual é um Administrador do computador remoto, o parâmetro /u, que fornece permissões alternativas para o agendamento da tarefa, não é necessário.

Observe que durante o agendamento de tarefas em um computador remoto, todos os parâmetros se referem ao computador remoto. Portanto, o arquivo executável especificado pelo parâmetro /tr se refere à cópia de MyApp.exe no computador remoto.

schtasks /create /s SRV01 /tn “My App” /tr “c:\program files\corpapps\myapp.exe” /sc daily /mo 10

Em resposta, Schtasks exibirá uma mensagem de êxito indicando que a tarefa foi agendada.

Um usuário agenda um comando em um computador remoto (Caso 1)

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado em um computador remoto SRV06 a cada três horas. Como as permissões de administrador são necessárias para agendar uma tarefa, o comando utiliza os parâmetros /u e /p para fornecer as credenciais da conta do Administrador (Admin01 no domínio Reskits). Por padrão, essas permissões também são utilizadas para a execução da tarefa. Entretanto, como as permissões do Administrador não são necessárias para a execução da tarefa, o comando inclui os parâmetros /ru e /rp para substituir o padrão e executá-la com a permissão da conta de Administrador do usuário no computador remoto.

schtasks /create /s SRV06 /tn “My App” /tr “c:\program files\corpapps\myapp.exe” /sc hourly /mo 3 /u reskits\admin01 /p R43253@4$ /ru SRV06\user03 /rp MyFav!!Pswd

Em resposta, Schtasks exibirá uma mensagem de êxito indicando que a tarefa foi agendada.

Um usuário agenda um comando em um computador remoto (Caso 2)

O comando a seguir agenda o programa MyApp para ser executado no computador remoto SRV02 no último dia de cada mês. Como o usuário local atual (user03) não é um Administrador do computador remoto, o comando usa o parâmetro /u para fornecer as credenciais da conta de Administrador do usuário (Admin01 no domínio Reskits). As permissões da conta de administrador serão usadas para agendar e executar a tarefa.

schtasks /create /s SRV02 /tn “My App” /tr “c:\program files\corpapps\myapp.exe” /sc monthly /mo LASTDAY /m * /u reskits\admin01

Como o comando não incluía o parâmetro /p (senha), Schtasks solicita a senha. Em seguida, ele exibe uma mensagem de êxito e, neste caso, um aviso.

Copiar Código

Type the password for reskits\admin01:********
 
SUCCESS: The scheduled task "My App" has successfully been created.
 
WARNING: The Scheduled task "My App" has been created, but may not run because
the account information could not be set.

Este aviso indica que o domínio remoto não conseguiu autenticar a conta especificada pelo parâmetro /u. Neste caso, o domínio remoto não conseguiu autenticar a conta de usuário porque o computador local não faz parte de um domínio no qual o computador remoto confia. Quando isso ocorre, o trabalho aparece na lista de tarefas agendadas, mas na verdade a tarefa está vazia e não será executada.

A exibição de uma consulta detalhada a seguir expõe o problema com a tarefa. Observe que o valor de Horário da Próxima Execução é Nunca e que o valor de Executar Como Usuário é Não foi possível recuperar do banco de dados do agendador de tarefas.

Se esse computador fizesse parte do mesmo domínio ou de um domínio confiável, a tarefa teria sido agendada com êxito e executada conforme especificado.

Copiar Código

HostName:                             SRV44
TaskName:                             My App
Next Run Time:                        Never
Status:
Logon mode:                           Interactive/Background
Last Run Time:                        Never
Last Result:                          0
Creator:                              user03
Schedule:                             At 3:52 PM on day 31 of every month, start
 starting 12/14/2001
Task To Run:                          c:\program files\corpapps\myapp.exe
Start In:                             myapp.exe
Comment:                              N/A
Scheduled Task State:                 Disabled
Scheduled Type:                       Monthly
Start Time:                           3:52:00 PM
Start Date:                           12/14/2001
End Date:                             N/A
Days:                                 31
Months:                               JAN,FEB,MAR,APR,MAY,JUN,JUL,AUG,SEP,OCT,NO
V,DEC
Run As User:                          Could not be retrieved from the task sched
uler database
Delete Task If Not Rescheduled:       Enabled
Stop Task If Runs X Hours and X Mins: 72:0
Repeat: Every:                        Disabled
Repeat: Until: Time:                  Disabled
Repeat: Until: Duration:              Disabled
Repeat: Stop If Still Running:        Disabled
Idle Time:                            Disabled
Power Management:                     Disabled

Comentários

  • Para executar um comando /create com as permissões de outro usuário, use o parâmetro /u. O parâmetro /u é válido apenas para o agendamento de tarefas em computadores remotos.
  • Para exibir mais exemplos de schtasks /create, digite schtasks /create /? em um prompt de comando.
  • Para agendar uma tarefa executada com as permissões de outro usuário, utilize o parâmetro /ru. O parâmetro /ru é válido para tarefas em computadores locais e remotos.
  • Para usar o parâmetro /u, o computador local deverá estar no mesmo domínio que o computador remoto ou em um domínio no qual o computador remoto confie. Caso contrário, a tarefa não será criada ou o trabalho ficará vazio e a tarefa não será executada.
  • Schtasks sempre solicita uma senha, a menos uma seja fornecida, mesmo quando você agenda uma tarefa no computador local utilizando a conta de usuário atual. Este é o comportamento normal para Schtasks.
  • Schtasks não verifica localizações de arquivos de programas nem senhas de contas de usuário. Se você não inserir a localização de arquivo ou a senha correta da conta de usuário, a tarefa será criada, mas não executada. Além disso, se a senha de uma conta for alterada ou expirar e você não alterar a senha salva na tarefa, ela não será executada.
  • A conta do Sistema não tem direitos de logon interativos. Os usuários não vêem e não podem interagir com programas executados com permissões do sistema.
  • Cada tarefa executa somente um programa. No entanto, é possível criar um arquivo em lotes que inicia diversas tarefas e depois agendar uma tarefa que executa esse arquivo.
  • É possível testar uma tarefa assim que ela é criada. Use a operação run para testar a tarefa e depois verifique se há erros no arquivo SchedLgU.txt (Raiz_do_Sistema\SchedLgU.txt).

schtasks change

Altera uma ou mais destas propriedades de uma tarefa.

  • O programa que a tarefa executa (/tr).
  • A conta de usuário com a qual a tarefa é executada (/ru).
  • A senha da conta de usuário (/rp).
  • Adiciona a propriedade interativa apenas à tarefa (/it).

Sintaxe

schtasks /change /tnNome_da_tarefa [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]] [/ru {[Domínio\]Usuário | Sistema}] [/rp Senha] [/tr Tarefa_executada] [/st Data_de_início] [/ri Intervalo] [{/et Data_de_término | /du Duração} [/k]] [/sd Data_de_início] [/ed Data_de_término] [/{ENABLE | DISABLE}] [/it] [/z]

Parâmetros

/tnNome_da_tarefa

Identifica a tarefa a ser alterada. Digite o nome da tarefa.

/s Computador

Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto (com ou sem barras invertidas). O padrão é o computador local.

/u [Domínio\]Usuário

Executa este comando com as permissões da conta de usuário especificada. As permissões do usuário atual do computador local constituem o padrão. A conta de usuário especificada deve pertencer ao grupo Administradores do computador remoto. Os parâmetros /u e /p são válidos somente para alterar uma tarefa em um computador remoto (/s).

/p Senha

Especifica a senha da conta de usuário especificada no parâmetro /u. Se você usar o parâmetro /u, mas omitir o parâmetro /p ou o argumento de senha, Schtasks solicitará a você uma senha. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/ru {[Domínio\]Usuário | Sistema}

Especifica a alteração da conta de usuário sob a qual a tarefa é executada. Para especificar a conta do Sistema Local, use as entradas válidas “”, “NT AUTHORITY\SYSTEM” ou “SYSTEM”. Quando você alterar a conta de usuário, altere também a respectiva senha. Se um comando possui um parâmetro /ru, mas não um parâmetro /rp, o schtasks solicita uma nova senha. As tarefas executadas com permissões da conta do sistema local não requerem ou solicitam uma senha.

/rpSenha

Especifica uma nova senha para a conta de usuário existente ou a conta de usuário especificada pelo parâmetro /ru. Este parâmetro é ignorado quando usado com a conta do sistema local.

/trTarefa_executada

Altera o programa executado pela tarefa. Digite o caminho totalmente qualificado e o nome de um arquivo executável, arquivo de script ou arquivo em lotes. Se você omitir o caminho, schtasks pressupõe que o arquivo está no diretório systemroot\System32. O programa especificado substitui o programa original executado pela tarefa.

/stHora_de_início

Especifica a hora de término para a tarefa, utilizando o formato de 24 horas, HH:mm. Por exemplo, um valor de 14:30 equivale ao horário de 12 horas 2:30 PM.

/riIntervalo

Especifica o intervalo de repetição da tarefa agendada, em minutos. O intervalo válido vai de 1 a 599940 (599940 minutos = 9999 horas).

/etHora_de_término

Especifica a hora de término para a tarefa, utilizando o formato de 24 horas, HH:mm. Por exemplo, um valor de 14:30 equivale ao horário de 12 horas 2:30 PM.

/duDuração

Especifica o fechamento da tarefa na Hora_de_Término ou Duração, se definido.

/k

Interrompe o programa executado pela tarefa na hora especificada por /et ou /du. Sem /k, Schtasks não inicia o programa novamente quando chega a hora especificada por /et ou /du e não interrompe o programa se ele ainda estiver em execução. Este parâmetro é opcional e somente é válido em um agendamento especificado como MINUTE ou HOURLY.

/sdData_de_início

Especifica a primeira data na qual a tarefa deverá ser executada. O formato de data é dd/mm/aaaa.

/edData_de_término

Especifica a última data na qual a tarefa deverá ser executada. O formato é dd/mm/aaaa.

/ENABLE

Especifica a habilitação da tarefa agendada.

/DISABLE

Especifica a desativação da tarefa agendada.

/it

Especifica que a tarefa agendada seja executada somente quando o usuário de “executar como” (a conta de usuário na qual a tarefa é executada) estiver conectado ao computador. Este parâmetro não afeta as tarefas executadas com permissões do sistema ou as que já têm a propriedade interativa apenas definida. Você não pode usar um comando de alteração para remover essa propriedade de uma tarefa. Por padrão, o usuário “executar como” é o usuário atual do computador local quando a tarefa é agendada ou a conta é especificada pelo parâmetro /u, caso ele seja usado. No entanto, se o comando incluir o parâmetro /ru, o usuário de “executar como” será a conta especificada pelo parâmetro /ru.

/z

Especifica a exclusão da tarefa quando o agendamento estiver concluído.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Os parâmetros /tn e /s identificam a tarefa. Os parâmetros /tr, /ru e /rp especificam propriedades da tarefa que você pode alterar.
  • Os parâmetros /ru e /rp especificam as permissões sob as quais a tarefa é executada. Os parâmetros /u e /p especificam as permissões usadas para alterar a tarefa.
  • Para alterar tarefas em um computador remoto, o usuário deverá estar conectado ao computador local com uma conta que faça parte do grupo Administradores no computador remoto.
  • Para executar um comando /change com as permissões de um usuário diferente (/u, /p), o computador local deverá estar no mesmo domínio que o computador remoto ou em um domínio no qual esse computador remoto confie.
  • A conta System não tem direitos de logon interativos. Os usuários não vêem e não podem interagir com programas executados com permissões do sistema.
  • Para identificar tarefas com a propriedade /it, use uma consulta detalhada (/query /v). Em uma exibição de consulta detalhada de uma tarefa com /it, o campo Modo de Logon tem o valor Interativo apenas.

Exemplos

Para alterar o programa executado por uma tarefa

O comando a seguir altera o programa que a tarefa Verificação de vírus executa, de Verificação_de_vírus.exe para Verificação_de_vírus2.exe. Esse comando usa o parâmetro /tn para identificar a tarefa e o parâmetro /tr para especificar o novo programa da tarefa. (Não é possível alterar o nome da tarefa.)

schtasks /change /tn “Verificação de vírus” /tr C:\Verificação_de_vírus2.exe

Como resposta, o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

SUCCESS: The parameters of the scheduled task "Virus Check" have been changed.

Em decorrência desse comando, a tarefa Verificação de vírus agora executa o Verificação_de_vírus2.exe.

Para alterar a senha de uma tarefa remota

O comando a seguir altera a senha da conta de usuário da tarefa Lembrar_me no computador remoto, Serv01. Ele utiliza o parâmetro /tn para identificar a tarefa e o parâmetro /s para especificar o computador remoto. Além disso, usa o parâmetro /rp para especificar a nova senha, senh@3.

Esse procedimento é necessário sempre que a senha de uma conta de usuário expira ou é alterada. Se a senha salva em uma tarefa não for mais válida, a tarefa não será executada.

schtasks /change /tn Lembrar_me /s Serv01 /rp senh@3

Como resposta, o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

SUCCESS: The parameters of the scheduled task "RemindMe" have been changed.

Em decorrência desse comando, a tarefa Lembrar_me agora é executada com a conta de usuário original, mas com uma nova senha.

Para alterar o programa e a conta de usuário de uma tarefa

O comando a seguir altera o programa executado por uma tarefa e altera a conta de usuário com a qual a tarefa é executada. Essencialmente, ele utiliza um agendamento antigo para uma nova tarefa. Altera a tarefa ChkNews, que inicia o Notepad.exe todas as manhãs às 9:00, para iniciar o Internet Explorer.

O comando usa o parâmetro /tn para identificar a tarefa. Também utiliza o parâmetro /tr para alterar o programa executado pela tarefa e o parâmetro /ru para alterar a conta de usuário com a qual a tarefa é executada.

O parâmetro /rp, que fornece a senha da conta de usuário, é omitido. Você precisa fornecer uma senha para a conta, mas pode usar o parâmetro /rp e digitar a senha em texto não criptografado, ou aguardar que o SchTasks.exe solicite uma senha e, em seguida, digitá-la em texto obscurecido.

schtasks /change /tn ChkNews /tr “c:\program files\Internet Explorer\iexplore.exe” /ru DomainX\Admin01

Como resposta, o SchTasks.exe solicita a senha da conta de usuário. Ele obscurece o texto digitado de modo que a senha não fique visível.

Copiar Código

Please enter the password for DomainX\Admin01:

Observe que o parâmetro /tn identifica a tarefa e os parâmetros /tr e /ru alteram as suas propriedades. Não é possível usar outro parâmetro para identificar a tarefa e não é possível alterar o nome da tarefa.

Como resposta, o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

SUCCESS: The parameters of the scheduled task "ChkNews" have been changed.

Como resultado deste comando, a tarefa ChkNews agora executa o Internet Explorer com as permissões de uma conta de administrador.

Para alterar um programa para a conta do sistema

O comando a seguir altera a tarefa SecurityScript para que seja executada com permissões da conta do sistema. Ele utiliza o parâmetro /ru “” para indicar a conta do Sistema.

schtasks /change /tn Script_de_segurança /ru “”

Como resposta, o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

INFO: The run as user name for the scheduled task "SecurityScript" will be changed to "NT AUTHORITY\SYSTEM".
SUCCESS: The parameters of the scheduled task "SecurityScript" have been changed.

Como as tarefas executadas com permissões da conta do sistema não exigem senha, o SchTasks.exe não a solicita.

Executar um programa apenas quando estou conectado

O comando a seguir adiciona a propriedade interativa apenas a MyApp, uma tarefa existente. Esta propriedade garante que a tarefa seja executada somente quando o usuário de “executar como”, ou seja, a conta de usuário na qual a tarefa é executada, estiver conectado ao computador.

Esse comando usa o parâmetro /tn para identificar a tarefa e o parâmetro /tr para adicionar a propriedade interativa apenas à tarefa. Como a tarefa já é executada com as permissões da minha conta de usuário, não preciso alterar o parâmetro /ru da tarefa.

schtasks /change /tn MyApp /it

Como resposta, SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

SUCCESS: The parameters of the scheduled task "MyApp" have been changed.

schtasks run

Inicia uma tarefa agendada imediatamente. A operação run ignora o agendamento, mas utiliza a localização do arquivo de programa, a conta de usuário e a senha salvas na tarefa para executá-la imediatamente.

Sintaxe

schtasks /run /tnNome_da_tarefa [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Parâmetros

/tnNome_da_tarefa

Obrigatório. Identifica a tarefa.

/s Computador

Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto (com ou sem barras invertidas). O padrão é o computador local.

/u [Domínio\]Usuário

Executa este comando com as permissões da conta de usuário especificada. Por padrão, o comando é executado com as permissões do usuário atual do computador local. A conta de usuário especificada deve pertencer ao grupo Administradores do computador remoto. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/p Senha

Especifica a senha da conta de usuário especificada no parâmetro /u. Se você usar o parâmetro /u, mas omitir o parâmetro /p ou o argumento de senha, Schtasks solicitará a você uma senha. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Use esta operação para testar tarefas. Se uma tarefa não for executada, verifique se há erros no log de transações do Serviço Agendador de Tarefas, Raiz_do_Sistema\SchedLgU.txt.
  • A execução de uma tarefa não afeta o seu agendamento nem altera o horário da próxima execução agendado para a tarefa.
  • Para executar uma tarefa remotamente, ela precisa ser agendada no computador remoto. Quando você a executa, a tarefa é executada somente no computador remoto. Para verificar se uma tarefa está sendo executada em um computador remoto, use o log de transações do Gerenciador de Tarefas ou do Agendador de Tarefas, Raiz_do_sistema\SchedLgU.txt.

Exemplos

Para executar uma tarefa no computador local

O comando a seguir inicia a tarefa “Script de segurança”.

schtasks /run /tn “Script de segurança”

Como resposta, o SchTasks.exe inicia o script associado à tarefa e exibe a seguinte mensagem:

Copiar Código

SUCCESS: Attempted to run the scheduled task "Security Script".

Conforme indica a mensagem, Schtasks tenta iniciar o programa, mas não pode verificar se o programa realmente foi iniciado.

Para executar uma tarefa em um computador remoto

O comando a seguir inicia a tarefa Atualização em um computador remoto, Serv01:

schtasks /run /tn Atualização /s Serv01

Nesse caso, o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de erro:

Copiar Código

ERROR: Unable to run the scheduled task "Update".

Para descobrir a causa do erro, consulte o log de transações de tarefas agendadas, C:\Windows\SchedLgU.txt no Serv01. Nesse caso, a seguinte entrada será exibida no log:

Copiar Código

"Update.job" (update.exe) 3/26/2001 1:15:46 PM ** ERROR **
The attempt to log on to the account associated with the task failed, therefore, the task did not run.
The specific error is:
0x8007052e: Logon failure: unknown user name or bad password.
Verify that the task's Run-as name and password are valid and try again.

Aparentemente, o nome de usuário ou a senha da tarefa não é válido no sistema. O comando a seguir schtasks /change atualiza o nome de usuário e a senha da tarefa Atualização no Serv01:

schtasks /change /tn Atualização /s Serv01 /ru Administrador /rp Senh@3

Depois que o comando change é concluído, o comando run é executado novamente. Dessa vez, o programa Atualização.exe é iniciado e o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem:

Copiar Código

SUCCESS: Attempted to run the scheduled task "Update".

Conforme indica a mensagem, Schtasks tenta iniciar o programa, mas não pode verificar se o programa realmente foi iniciado.

schtasks end

Interrompe um programa iniciado por uma tarefa.

Sintaxe

schtasks /end /tnNome_da_tarefa [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Parâmetros

/tnNome_da_tarefa

Obrigatório. Identifica a tarefa que iniciou o programa.

/s Computador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto. O padrão é o computador local.

/u [Domínio\]Usuário

Executa este comando com as permissões da conta de usuário especificada. Por padrão, o comando é executado com as permissões do usuário atual do computador local. A conta de usuário especificada deve pertencer ao grupo Administradores do computador remoto. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/p Senha

Especifica a senha da conta de usuário definida no parâmetro /u. Se você usar o parâmetro /u, mas omitir o parâmetro /p ou o argumento de senha, Schtasks solicitará a você uma senha. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/?

Exibe ajuda.

Comentários

  • O SchTasks.exe finaliza somente as instâncias de um programa iniciadas por uma tarefa agendada. Para interromper outros processos, utilize o TaskKill, uma ferramenta incluída no Windows XP Professional. Para obter mais informações sobre o TaskKill, consulte Taskkill

Exemplos

Para finalizar uma tarefa em um computador local

O comando a seguir interrompe a instância do Bloco_de_notas.exe iniciada pela tarefa Meu Bloco de notas:

schtasks /end /tn “Meu Bloco de notas”

Como resposta, o SchTasks.exe interrompe a instância do Bloco_de_notas.exe iniciada pela tarefa e exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

SUCCESS: The scheduled task "My Notepad" has been terminated successfully.

Para finalizar uma tarefa em um computador remoto

O comando a seguir interrompe a instância do Internet Explorer iniciada pela tarefa InternetOn no computador remoto Serv01:

schtasks /end /tn InternetOn /s Serv01

Como resposta, o SchTasks.exe interrompe a instância do Internet Explorer iniciada pela tarefa e exibe a seguinte mensagem de êxito:

Copiar Código

SUCCESS: The scheduled task "InternetOn" has been terminated successfully.

schtasks delete

Exclui uma tarefa agendada.

Sintaxe

schtasks /delete /tn {Nome_da_tarefa | *} [/f] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Parâmetros

/tn {Nome_da_Tarefa | *}

Obrigatório. Identifica a tarefa que está sendo excluída.

 

Valor Descrição
nome_da_tarefa Exclui a tarefa nomeada.
* Exclui todas as tarefas agendadas no computador.

/f

Elimina a mensagem de confirmação. A tarefa é excluída sem aviso.

/s Computador

Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto (com ou sem barras invertidas). O padrão é o computador local.

/u[ Domínio\] Usuário

Executa este comando com as permissões da conta de usuário especificada. Por padrão, o comando é executado com as permissões do usuário atual do computador local. A conta de usuário especificada deve pertencer ao grupo Administradores do computador remoto. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/p Senha

Especifica a senha da conta de usuário definida no parâmetro /u. Se você usar o parâmetro /u, mas omitir o parâmetro /p ou o argumento de senha, Schtasks solicitará a você uma senha. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A operação delete exclui a tarefa do agendamento. Não exclui o programa executado pela tarefa nem interrompe um programa em execução.
  • O comando delete * exclui todas as tarefas agendadas no computador, e não somente aquelas agendadas pelo usuário atual.

Exemplos

Para excluir uma tarefa do agendamento de um computador remoto

O comando a seguir exclui a tarefa “Iniciar mensagem” do agendamento de um computador remoto. Ele utiliza o parâmetro /s para identificar o computador remoto.

schtasks /delete /tn “Iniciar mensagem” /s Serv16

Como resposta, o SchTasks.exe exibe a mensagem de confirmação a seguir. Para excluir a tarefa, digite s. Para cancelar o comando, digite n:

Copiar Código

WARNING: Are you sure you want to remove the task "Start Mail" (Y/N )? 
SUCCESS: The scheduled task "Start Mail" was successfully deleted.

Para excluir todas as tarefas agendadas no computador local

O comando a seguir exclui todas as tarefas do agendamento do computador local, incluindo as agendadas por outros usuários. Ele utiliza o parâmetro /tn * para representar todas as tarefas no computador e o parâmetro /f para suprimir a mensagem de confirmação.

schtasks /delete /tn * /f

Como resposta, o SchTasks.exe exibe as mensagens de êxito a seguir, indicando que a única tarefa agendada, Script_de_segurança, foi excluída.

SUCCESS: The scheduled task "SecureScript" was successfully deleted.

schtasks query

Exibe as tarefas agendadas para execução no computador.

Sintaxe

Schtasks [/query] [/fo {TABLE | LIST | CSV}] [/nh] [/v] [/s Computador [/u [Domínio\]Usuário [/p Senha]]]

Parâmetros

[/query]

O nome da operação é opcional. Se você digitar schtasks sem nenhum parâmetro, será realizada uma consulta.

/fo {TABLE| LIST| CSV}

Especifica o formato da saída. TABLE é o padrão.

/nh

Omite cabeçalhos de coluna da exibição da tabela. Este parâmetro é válido com os formatos de saída TABLE e CSV.

/v

Adiciona propriedades avançadas de tarefas à exibição. As consultas que utilizam /v devem ser formatadas como LIST ou CSV.

/s Computador

Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto (com ou sem barras invertidas). O padrão é o computador local.

/u[ Domínio\] Usuário

Executa este comando com as permissões da conta de usuário especificada. Por padrão, o comando é executado com as permissões do usuário atual do computador local. A conta de usuário especificada deve pertencer ao grupo Administradores do computador remoto. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/p Senha

Especifica a senha da conta de usuário especificada no parâmetro /u. Se você usar /u, mas omitir /p ou o argumento de senha, Schtasks solicitará a você uma senha. Os parâmetros /u e /p só são válidos quando você usa /s.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A operação query lista todas as tarefas que o usuário tem permissão para exibir. Os administradores podem exibir todas as tarefas no computador. Os usuários podem exibir apenas as tarefas agendadas por eles.

Exemplos

Para exibir as tarefas agendadas no computador local

Os comandos a seguir exibem todas as tarefas agendadas no computador local. Eles geram o mesmo resultado e podem ser usados de forma intercambiável.

schtasks

schtasks /query

Como resposta, o SchTasks.exe exibe as tarefas no formato de tabela simples padrão, conforme mostrado nesta tabela:

Copiar Código

TaskName                  Next Run Time            Status
========================= ======================== ==============
Microsoft Outlook         At logon time            
SecureScript              14:42:00 PM , 2/4/2001  

Exibir propriedades avançadas de tarefas agendadas

O comando a seguir solicita uma exibição detalhada das tarefas no computador local. Ele utiliza o parâmetro /v para solicitar uma exibição detalhada (modo detalhado) e o parâmetro /fo LIST para formatar a exibição como uma lista de modo a facilitar a leitura. É possível usar esse comando para verificar se uma tarefa criada possui o padrão de recorrência pretendido.

schtasks /query /fo LIST /v

Como resposta, o SchTasks.exe exibe uma lista detalhada de propriedades de todas as tarefas. A exibição a seguir mostra a lista de uma tarefa agendada para ser executada às 4:00 na última sexta-feira de cada mês:

Copiar Código

HostName:                                  RESKIT01
TaskName:                                  SecureScript
Next Run Time:                             4:00:00 AM , 3/30/2001
Status:                                    Not yet run
Logon mode:                                Interactive/Background
Last Run Time:                             Never
Last Result:                               0
Creator:                                   user01
Schedule:                                  At 4:00 AM on the last Fri of every month, starting 3/24/2001
Task To Run:                               C:\WINDOWS\system32\notepad.exe
Start In:                                  notepad.exe
Comment:                                   N/A
Scheduled Task State:                      Enabled
Scheduled Type:                            Monthly
Modifier:                                  Last FRIDAY
Start Time:                                4:00:00 AM
Start Date:                                3/24/2001
End Date:                                  N/A
Days:                                      FRIDAY
Months:                                    JAN,FEB,MAR,APR,MAY,JUN,JUL,AUG,SEP,OCT,NOV,DEC
Run As User:                               RESKIT\user01
Delete Task If Not Rescheduled:            Enabled
Stop Task If Runs X Hours and X Mins:      72:0
Repeat: Until Time:                        Disabled
Repeat: Duration:                          Disabled
Repeat: Stop If Still Running:             Disabled
Idle: Start Time(For IDLE Scheduled Type): Disabled
Idle: Only Start If Idle for X Minutes:    Disabled
Idle: If Not Idle Retry For X Minutes:     Disabled
Idle: Stop Task If Idle State End:         Disabled
Power Mgmt: No Start On Batteries:         Disabled
Power Mgmt: Stop On Battery Mode:          Disabled

Para registrar tarefas agendadas em um computador remoto

O comando a seguir solicita uma lista de tarefas agendadas em um computador remoto e as adiciona a um arquivo de log separado por vírgulas no computador local. É possível usar esse formato de comando para reunir e controlar tarefas que estão agendadas em diversos computadores.

O comando utiliza o parâmetro /s para identificar o computador remoto, Reskit16, o parâmetro /fo para especificar o formato e o parâmetro /nh para eliminar os cabeçalhos de coluna. O símbolo de inclusão >> redireciona a saída para o log de tarefa, p0102.csv, no computador local, Serv01. Como o comando é executado no computador remoto, o caminho do computador local precisa ser totalmente qualificado.

schtasks /query /s Reskit16 /fo csv /nh >> \\svr01\data\tasklogs\p0102.csv

Como resposta, o SchTasks.exe adiciona as tarefas agendadas no computador Reskit16 ao arquivo p0102.csv no computador local, Serv01.

Comentários

  • Este arquivo de ajuda descreve a versão de Schtasks.exe incluída na família de produtos Windows Server™ 2003. Para obter informações sobre a versão de Schtasks.exe no Windows XP Professional, consulte o tópico Schtasks na Ajuda do Windows XP Professional.
  • SchTasks.exe executa as mesmas operações que Tarefas agendadas no Painel de controle. Você pode usar essas ferramentas em conjunto ou de maneira intercambiável.
  • Schtasks.exe substitui At.exe, uma ferramenta incluída nas versões anteriores do Windows. Embora At.exe ainda seja fornecida com a família de produtos Windows Server™ 2003, Schtasks é a ferramenta de agendamento de linha de comando recomendada.
  • Os parâmetros em um comando Schtasks podem aparecer em qualquer ordem. Se você digitar schtasks sem nenhum parâmetro, será realizada uma consulta.
  • Permissões para Schtasks
  • Você deve ter permissão para executar o comando. Qualquer usuário pode agendar uma tarefa no computador local, e ele pode exibir e alterar as tarefas que agendar. Os participantes do grupo Administradores podem agendar, exibir e alterar todas as tarefas no computador local.
  • Para agendar, exibir ou alterar uma tarefa em um computador remoto, você deve fazer parte do grupo Administradores nesse computador ou deve usar o parâmetro /u para fornecer as credenciais de um Administrador do computador remoto.
  • Use o parâmetro /u em uma operação /create ou /change somente quando os computadores local e remoto estiverem no mesmo domínio ou o computador local estiver em um domínio no qual o computador remoto confie. Caso contrário, o computador remoto não poderá autenticar a conta de usuário especificada e não poderá verificar se a conta pertence ao grupo Administradores.
  • A tarefa deverá ter permissão para ser executada. As permissões exigidas variam de acordo com a tarefa. Por padrão, as tarefas são executadas com as permissões do usuário atual do computador local ou com as permissões do usuário especificado pelo parâmetro /u, caso seja utilizado. Para executar a tarefa com as permissões de outra conta de usuário ou do sistema, utilize o parâmetro /ru.
  • Para verificar se uma tarefa agendada foi executada ou para saber a razão pela qual ela não foi executada, consulte o log de transações do Serviço Agendador de Tarefas, Raiz_do_sistema\SchedLgU.txt. Esse log registra as tentativas de execução iniciadas por todas as ferramentas que utilizam o serviço, incluindo Tarefas Agendadas e SchTasks.exe.
  • Em raras ocasiões, os arquivos de tarefa são corrompidos. As tarefas corrompidas não são executadas. Quando você tenta executar uma operação em tarefas corrompidas, o SchTasks.exe exibe a seguinte mensagem de erro:

Copiar Código

ERROR: The data is invalid.

Não é possível recuperar tarefas corrompidas. Para restaurar os recursos de agendamento de tarefas do sistema, use o SchTasks.exe ou Tarefas agendadas para excluir as tarefas do sistema e reagendá-las.

***

secedit

Atualizado: janeiro de 2005

Aplica-se a: Windows Server 2003, Windows Server 2003 R2, Windows Server 2003 with SP1, Windows Server 2003 with SP2

Secedit

Configura e analisa a segurança do sistema comparando a configuração atual com, pelo menos, um modelo.

Para exibir a sintaxe do comando, clique em um comando:

secedit /analyze

Permite analisar as configurações de segurança em um computador comparando-as com as configurações de linha de base em um banco de dados.

Sintaxe

secedit /analyze /db Nome_do_Arquivo .sdb[/cfgNome_do_Arquivo] [/overwrite] [/logNome_do_Arquivo] [/quiet]

Parâmetros

/db Nome_do_Arquivo .sdb

Especifica o banco de dados usado para a realização da análise.

/cfg Nome_do_Arquivo

Especifica um modelo de segurança a ser importado para o banco de dados antes da realização da análise. Os modelos de segurança são criados com o snap-in <b>Modelos de segurança</b>.

/log Nome_do_Arquivo

Especifica um arquivo no qual o status do processo de configuração será registrado. Se não for especificado, os dados de configuração serão registrados no arquivo scesrv.log, localizado na pasta %windir%\security\logs.

/quiet

Especifica que o processo de análise deve ocorrer sem comentários adicionais.

Comentários
Exemplos

Veja a seguir um exemplo de como você pode usar este comando:

secedit /analyze /db hisecws.sdb

secedit /configure

Configura a segurança do computador local aplicando as configurações armazenadas em um banco de dados.

Sintaxe

secedit /configure /db Nome_do_Arquivo[/cfg Nome_do_Arquivo ] [/overwrite][/areasÁrea1 Área2 …] [/logNome_do_Arquivo] [/quiet]

Parâmetros

/db Nome_do_Arquivo

Especifica o banco de dados usado para a realização da configuração de segurança.

/cfg Nome_do_Arquivo

Especifica um modelo de segurança a ser importado para o banco de dados antes da configuração do computador. Os modelos de segurança são criados com o snap-in <b>Modelos de segurança</b>.

/overwrite

Especifica que o banco de dados deve ser esvaziado antes da importação do modelo de segurança. Se o parâmetro não for especificado, as configurações do modelo de segurança serão acumuladas no banco de dados. Se o parâmetro não for especificado e houver configurações conflitantes no banco de dados e no modelo que está sendo importado, as configurações do modelo terão precedência sobre as demais.

/areas Área1 Área2 …

Especifica as áreas de segurança a serem aplicadas ao sistema. Se este parâmetro não for especificado, todas as configurações de segurança definidas no banco de dados serão aplicadas ao sistema. Para configurar várias áreas, separe cada uma delas com um espaço. Há suporte para as seguintes áreas de segurança:

 

Nome da área Descrição
SECURITYPOLICY Inclui diretivas de conta, diretivas de auditoria, configurações de log de eventos e opções de segurança.
GROUP_MGMT Inclui configurações de Grupos Restritos
USER_RIGHTS Inclui a Atribuição de Direitos de Usuário
REGKEYS Inclui as permissões do Registro
FILESTORE Inclui as permissões de Sistema de Arquivos
SERVICES Inclui as configurações do Serviço do Sistema

/log Nome_do_Arquivo

Especifica um arquivo no qual o status do processo de configuração será registrado. Se não for especificado, os dados de configuração serão registrados no arquivo scesrv.log, localizado na pasta %windir%\security\logs.

/quiet

Especifica que o processo de configuração deve ocorrer sem intervenção do usuário.

Exemplos

Veja a seguir exemplos de como você pode usar este comando:

secedit /configure /db hisecws.sdb /cfg

hisecws.inf /overwrite /log hisecws.log

secedit /export

Permite exportar as configurações de segurança armazenadas no banco de dados.

Sintaxe

secedit /export[/DBNome_do_Arquivo] [/mergedpolicy] [/CFG Nome_do_Arquivo] [/areasÁrea1 Área2 …] [/logNome_do_Arquivo] [/quiet]

Parâmetros

/db Nome_do_Arquivo

Especifica o banco de dados usado para configurar a segurança.

/mergedpolicy

Mescla e exporta configurações de segurança de diretiva local e de domínio.

/CFG Nome_do_Arquivo

Especifica o modelo para o qual as configurações serão exportadas.

/areas Área1 Área2 …

Especifica as áreas de segurança a serem exportadas para um modelo. Se uma área não for especificada, todas as áreas serão exportadas. Cada área deve ser separada por um espaço.

 

Nome da área Descrição
SECURITYPOLICY Inclui diretivas de conta, diretivas de auditoria, configurações de log de eventos e opções de segurança.
GROUP_MGMT Inclui configurações de Grupos Restritos
USER_RIGHTS Inclui a Atribuição de Direitos de Usuário
REGKEYS Inclui as permissões do Registro
FILESTORE Inclui as permissões de Sistema de Arquivos
SERVICES Inclui as configurações do Serviço do Sistema

/log Nome_do_Arquivo

Especifica um arquivo no qual deve ser registrado o status do processo de exportação. Se não for especificado, o padrão será %windir%\security\logs\scesrv.log.

/quiet

Especifica que o processo de configuração deve ocorrer sem intervenção do usuário.

Exemplos

Veja a seguir um exemplo de como você pode usar este comando:

secedit /export /db hisecws.inf /log hisecws.log

secedit /import

Permite importar um modelo de segurança para um banco de dados, de modo que as configurações especificadas no modelo possam ser aplicadas a um sistema ou analisadas em relação a ele.

Sintaxe

secedit /import /db Nome_do_Arquivo .sdb /cfg Nome_do_Arquivo.inf [/overwrite] [/areasÁrea1 Área2 …] [/logNome_do_Arquivo] [/quiet]

Parâmetros

/db Nome_do_Arquivo .sdb

Especifica o banco de dados para o qual as configurações do modelo de segurança serão importadas.

/CFG Nome_do_Arquivo

Especifica um modelo de segurança para o qual importar o banco de dados. Os modelos de segurança são criados com o snap-in <b>Modelos de segurança</b>.

/overwrite Nome_do_Arquivo

Especifica que o banco de dados deve ser esvaziado antes da importação do modelo de segurança. Se o parâmetro não for especificado, as configurações do modelo de segurança serão acumuladas no banco de dados. Se o parâmetro não for especificado e houver configurações conflitantes no banco de dados e no modelo que está sendo importado, as configurações do modelo terão precedência sobre as demais.

/areas Área1 Área2 …

Especifica as áreas de segurança a serem exportadas para um modelo. Se uma área não for especificada, todas as áreas serão exportadas. Cada área deve ser separada por um espaço.

 

Nome da área Descrição
SECURITYPOLICY Inclui diretivas de conta, diretivas de auditoria, configurações de log de evento e opções de segurança.
GROUP_MGMT Inclui configurações de Grupos Restritos
USER_RIGHTS Inclui a Atribuição de Direitos de Usuário
REGKEYS Inclui as permissões do Registro
FILESTORE Inclui as permissões de Sistema de Arquivos
SERVICES Inclui as configurações do Serviço do Sistema

/log Nome_do_Arquivo

Especifica um arquivo no qual deve ser registrado o status do processo de exportação. Se não for especificado, o padrão será %windir%\security\logs\scesrv.log.

/quiet

Especifica que o processo de configuração deve ocorrer sem intervenção do usuário.

Exemplos

Veja a seguir um exemplo de como você pode usar este comando:

secedit /import /db hisecws.sdb /cfg hisecws.inf /overwrite

secedit /validate

Valida a sintaxe de um modelo de segurança a ser importado para um banco de dados para análise ou aplicação em um sistema.

Sintaxe

secedit /validate Nome_do_Arquivo

Parâmetros

nome_do_arquivo

Especifica o nome de arquivo do modelo de segurança que você criou com Modelos de segurança.

Exemplos

Veja a seguir um exemplo de como você pode usar este comando:

secedit /validate /cfg filename

secedit /GenerateRollback

Permite gerar um modelo de reversão com relação a um modelo de configuração. Ao aplicar um modelo de configuração a um computador, você tem a opção de criar um modelo de reversão que, quando aplicado, redefine as configurações de segurança com os valores de antes da aplicação do modelo de configuração.

Sintaxe

secedit /GenerateRollback /CFG Nome_do_Arquivo.inf /RBK nome_do_arquivo_do_Modelo_de_Segurança.inf [/logNome_do_Arquivo_de_Reversão.inf] [/quiet]

Parâmetros

/CFG Nome_do_Arquivo

Especifica o nome do arquivo do modelo de segurança para o qual você deseja criar um modelo de reversão.

/RBK Nome_do_Arquivo

Especifica o nome do arquivo do modelo de segurança que será criado como modelo de reversão.

Comentários
  • secedit /refreshpolicy foi substituído por gpupdate. Para obter informações sobre como atualizar as configurações de segurança, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

***

Set

Exibe, define ou remove variáveis de ambiente. Quando utilizado sem parâmetros, set exibe as configurações do ambiente atual.

Sintaxe

set [[/a [Expressão]] [/p [Variável=]] Seqüência]

Parâmetros

/a

Define Seqüência como uma expressão numérica que é avaliada.

/p

Define o valor de Variável como uma linha de entrada.

Variable

Especifica a variável que você deseja definir ou modificar.

String

Especifica a seqüência que você deseja associar à variável especificada.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Usando set no Console de Recuperação
    O comando set está disponível no Console de Recuperação com parâmetros diferentes.
  • Usando caracteres especiais
    Os caracteres <, >, |, &, ^ são caracteres especiais de shell de comando e precisam ser antecedidos pelo caractere de escape (^) ou colocados entre aspas quando utilizados em Seqüência, isto é, Seqüência_Contendo&Símbolo. Se você colocar uma seqüência que contém um dos caracteres especiais entre aspas, elas serão definidas como parte do valor da variável de ambiente.
  • Usando variáveis de ambiente
    Use variáveis de ambiente para controlar o comportamento de alguns arquivos e programas em lotes, bem como controlar o modo como o Windows XP e o subsistema MS-DOS são exibidos e funcionam. O comando set é freqüentemente usado no arquivo Autoexec.nt para definir variáveis de ambiente.
  • Exibindo as configurações do ambiente atual
    Quando você digita somente o comando set, as configurações do ambiente atual são exibidas. Em geral, essas configurações incluem as variáveis de ambiente COMSPEC e PATH, que são usadas para ajudar a localizar programas no disco. Duas outras variáveis de ambiente usadas pelo Windows XP são PROMPT e DIRCMD.
  • Usando parâmetros
    Quando você especifica valores para uma variável e uma seqüência, o valor especificado da variável é adicionado ao ambiente e a seqüência é associada a essa variável. Se a variável já existir no ambiente, o novo valor da seqüência substituirá o valor antigo.
    Se você especificar somente uma variável e um sinal de igual (sem uma seqüência) para o comando set, o valor da seqüência associado à variável será limpo (como se não houvesse variável).
  • Usando /a
    A tabela a seguir lista os operadores para os quais há suporte em /a, em ordem decrescente de prioridade.

 

Operador Operação realizada
< > Agrupamento
* / % + – Aritmética
<< >> Alternância lógica
& Bit a bit E
^ Bit a bit exclusivo OU
| Bit a bit OU
= *= /= %= += -= &= ^= |= <<= >>= Atribuição
, Separador de expressões

Se você usar operadores lógicos (&& ||) ou de módulo (%), coloque a seqüência da expressão entre aspas. Todas as seqüências não numéricas na expressão são consideradas nomes de variável de ambiente cujos valores são convertidos em números antes de serem processados. Se você especificar um nome de variável de ambiente que não está definido no ambiente atual, será alocado um valor de zero, que permite fazer aritmética com valores de variável de ambiente sem usar o sinal de % para recuperar um valor.
Se você executar set /a desde a linha de comando fora de um script de comando, será exibido o valor final da expressão.
Os valores numéricos são números decimais, a menos que sejam antecedidos de 0× para números hexadecimais ou 0 para números octais. Portanto, 0×12 é o mesmo que 18 e o mesmo que 022. A notação octal pode ser confusa. Por exemplo, 08 e 09 não são números válidos porque 8 e 9 não são dígitos octais válidos.

  • Usando /p
    Você não precisa incluir uma seqüência de prompt.
  • Oferecendo suporte à expansão de variáveis de ambiente atrasada
    O suporte à expansão de variáveis de ambiente atrasada foi adicionado. Por padrão, esse suporte está desabilitado, mas é possível habilitá-lo ou desabilitá-lo usando cmd /v.
  • Trabalhando com extensões de comando
    Quando as extensões de comando estão habilitadas (isto é, o padrão) e você executa set sozinho, o comando exibe todas as variáveis do ambiente atual. Se você executar set com um valor, o comando exibirá as variáveis que correspondem ao valor.
  • Usando set em arquivos em lotes
    Ao criar arquivos em lotes, você poderá usar set para criar variáveis e usá-las da mesma forma que usaria as variáveis numeradas de %0 a %9. Também é possível usar as variáveis de %0 a %9 como entrada para set.
  • Chamando uma variável do comando set a partir de um arquivo em lotes
    Quando você chamar um valor da variável a partir de um arquivo em lotes, coloque o valor entre sinais de porcentagem (%). Por exemplo, se o programa em lotes criar uma variável de ambiente denominada BAUD, você poderá usar a seqüência associada a BAUD como um parâmetro de substituição digitando %baud% na linha de comando.

Exemplos

Para definir uma variável de ambiente chamada TEST^1, digite:

set testVar=test^^1

Para definir uma variável de ambiente chamada TEST&1, digite:

set testVar=test^&1

Set define o valor da variável como tudo após o sinal de igual (=). Se você digitar:

set testVar=”test^1″

O resultado obtido será:

testVar="test^1"

Para definir uma variável de ambiente denominada INCLUDE de modo que a seqüência C:\Inc (a pasta \Inc na unidade C) esteja associada a ela, digite:

set include=c:\inc

É possível utilizar depois a seqüência C:\Inc em arquivos em lotes colocando o nome INCLUDE entre sinais de porcentagem (%). Por exemplo, você pode incluir o comando a seguir em um arquivo em lotes para exibir o conteúdo da pasta associado à variável de ambiente INCLUDE:

dir %include%

Quando esse comando for processado, a seqüência C:\Inc substituirá %include%.

Também é possível utilizar o comando set em um programa em lotes que adiciona uma nova pasta à variável de ambiente PATH. Por exemplo:

@echo off

rem ADDPATH.BAT adds a new directory

rem to the path environment variable.

set path=%1;%path%

set

Quando as extensões de comando estão habilitadas (isto é, o padrão) e você executa set com um valor, esse comando exibe variáveis que correspondem ao valor. Por exemplo, se digitar setp no prompt de comando, você obterá estes resultados:

Path=C:\WINNT\system32;C:\WINNT;C:\WINNT\System32\Wbem

PATHEXT=.COM;.EXE;.BAT;.CMD;.VBS;.VBE;.JS;.JSE;.WSF;.WSH

PROCESSOR_ARCHITECTURE=x86PROCESSOR_IDENTIFIER=x86

Family 6 Model 8 Stepping 1, GenuineIntel

PROCESSOR_LEVEL=6PROCESSOR_REVISION=0801

ProgramFiles=C:\Program Files

PROMPT=$P$G

***

Setlocal – Não encontrado

***

SetX – Não encontrado

***

Shift

Altera a posição de parâmetros em lotes de um arquivo em lotes.

Sintaxe

shift

Parâmetros

nenhum

Comentários

  • Usando a opção de linha de comando shift com extensões de comando. Quando as extensões de comando estão habilitadas (isto é, o padrão), o comando shift dá suporte à opção de linha de comando /n, que instrui o comando a iniciar a alternância no argumento Nth, onde N pode ser um valor de zero a oito. Por exemplo, SHIFT /2 alternaria %3 para %2, %4 para %3 e assim por diante e deixaria %0 e %1 inalterados.
  • Como funciona o comando shift. O comando shift altera os valores dos parâmetros em lotes de %0 a %9 copiando cada parâmetro para o anterior. Em outras palavras, o valor de %1 é copiado para %0, o valor de %2 é copiado para %1, e assim por diante. Isso é útil para gravar um arquivo em lotes que executa a mesma operação em qualquer número de parâmetros.
  • Trabalhando com mais de dez parâmetros em lotes. Também é possível usar o comando shift para criar um arquivo em lotes que aceite mais de dez parâmetros em lotes. Se você especificar mais de dez parâmetros na linha de comando, aqueles que forem exibidos depois do décimo (%9) serão alternados, um por vez, para %9.
  • Usando %* com shift. Shift não afeta o parâmetro em lotes %*.
  • Desfazendo a alternância de parâmetros. Não existe um comando shift regressivo. Após executar o comando shift, você não poderá recuperar o primeiro parâmetro em lotes (%0) que existia antes da alternância.

Exemplos

O arquivo em lotes Mycopy.bat mostrado a seguir ensina a usar o comando shift com qualquer número de parâmetros em lotes. Ele copia uma lista de arquivos para uma pasta específica. Os parâmetros em lotes estão representados pelos argumentos de nome de arquivo e pasta.

Copiar Código

@echo off rem MYCOPY.BAT copies any number of files rem to a directory. rem O comando usa a seguinte sintaxe: rem mycopy dir file1 file2 ... set todir=%1 :getfile shift if "%1"=="" goto end copy %1 %todir% goto getfile :end set todir= echo All done

 

***

Shutdown

Permite desligar ou reiniciar computadores locais ou remotos um de cada vez.

Sintaxe

shutdown [/i | /l | /s | /r | /a | /p | /h | /e] [/f] [/m \\Nome_do_Computador] [/t XXX] [/d [p:] XX:YY/c“Comentário”]

Parâmetros

/i

Exibe a caixa de diálogo Desligamento Remoto. A opção /i deve ser o primeiro parâmetro digitado e todos os outros itens depois dela serão ignorados.

/l

Efetua logoff do usuário atual imediatamente, sem nenhum período de tempo limite. Você não pode usar /l com /m \\Nome_do_Computador ou /t.

/s

Desliga o computador.

/r

Reinicia o computador após o desligamento.

/a

Cancela um desligamento, efetivo apenas durante o período de tempo limite. Você só pode usar a com /m \\Nome_do_Computador.

/p

Desliga o computador local somente (não um computador remoto) sem período de espera nem aviso. Só é possível usar /p com /d. Se o seu computador não oferecer suporte à funcionalidade de desligar, ele será encerrado quando você usar /p, mas não será desligado.

/h

Coloca o computador local em hibernação, supondo que essa opção esteja habilitada. Só é possível usar h com /f.

/e

Permite documentar o motivo para o desligamento inesperado no computador de destino.

/f

Obriga os aplicativos em execução a fecharem, sem avisar os usuários com antecedência.Cuidado

  • O uso da opção /f pode resultar na perda de dados não salvos.
  •  

/m \\Nome_do_Computador

Especifica o computador de destino. Não pode ser usado com a opção /l.

/tXXX

Define o período limite antes de uma reinicialização ou um desligamento como XXX segundos, ocasionando a exibição de um aviso no console local. É possível especificar de 0 a 600 segundos. Se você omitir /t, o período limite será definido, por padrão, como 30 segundos.

/d [p:]XX:YY

Lista a razão para a reinicialização, o desligamento ou a interrupção de alimentação do sistema. A tabela a seguir descreve os valores de parâmetro.

 

Valor Descrição
p: Indica que a reinicialização ou o desligamento é planejado. Se você não usar a opção p:, o Controlador de Eventos de Desligamento presumirá que a reinicialização ou desligamento não é planejado.
XX Especifica o número da razão principal (0 a 255).
YY Especifica o número da razão secundária (0 a 65535).

/c“Comentário”

Permite que você explique detalhadamente a razão do desligamento. Primeiro é necessário fornecer uma razão utilizando a opção /d. Coloque os comentários entre aspas. É possível usar até 511 caracteres.

/?

Exibe a ajuda, incluindo uma lista de todos os motivos principais e secundários definidos em um computador local, no prompt de comando. Se você digitar shutdown sem nenhum parâmetro, a ajuda também será exibida.

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Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte 17

Exemplos

Para reautorizar um servidor RIS no Active Directory, digite:

RISETUP -Check

***

Rmdir – Não encontrado

***

Rota

Exibe e modifica as entradas na tabela de roteamento IP local. Usado sem parâmetros, route exibe ajuda.

Sintaxe

route [-f] [-p] [Comando [Destino] [mask Máscara_de_Rede] [Gateway] [metric Métrica]] [if Interface]]

Parâmetros

-f

Limpa a tabela de roteamento de todas as entradas que não são rotas de host (rotas com uma máscara de rede de 255.255.255.255), a rota de rede de auto-retorno (rotas com um destino de 127.0.0.0 e uma máscara de rede de 255.0.0.0) ou uma rota de difusão seletiva (rotas com um destino de 224.0.0.0 e uma máscara de rede de 240.0.0.0). Se este parâmetro for utilizado em conjunto com um dos comandos (como add, change ou delete), a tabela será limpa antes da execução do comando.

-p

Quando este parâmetro é usado com o comando add, a rota especificada é adicionada ao registro e é utilizada para inicializar a tabela de roteamento IP sempre que o protocolo TCP/IP é iniciado. Por padrão, as rotas adicionadas não são preservadas quando o protocolo TCP/IP é iniciado. Quando é usado com o comando print, a lista de rotas persistentes é exibida. Este parâmetro é ignorado em todos os outros comandos. As rotas persistentes são armazenadas no local do registro HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\PersistentRoutes.

Comando

Especifica o comando que você deseja executar. A tabela a seguir lista comandos válidos.

 

Comando Finalidade
add Adiciona uma rota.
change Modifica uma rota existente.
delete Exclui uma ou mais rotas.
print Imprime uma ou mais rotas.

destino

Especifica o destino de rede da rota. Pode ser um endereço de rede IP (onde os bits de host do endereço de rede são definidos como 0), um endereço IP de uma rota de host ou 0.0.0.0 para a rota padrão.

maskMáscara_de_Rede

Especifica a máscara de rede (também conhecida como máscara de sub-rede) associada ao destino de rede. A máscara de sub-rede pode ser aquela apropriada para um endereço de rede IP, 255.255.255.255 para uma rota de host ou 0.0.0.0 para a rota padrão. Se for omitida, a máscara de sub-rede 255.255.255.255 será usada. Devido à relação entre o destino e a máscara de sub-rede na definição de rotas, o destino não pode ser mais específico do que a máscara de sub-rede correspondente. Ou seja, um bit definido como 1 não poderá existir no destino se o bit correspondente na máscara de sub-rede for 0.

gateway

Especifica o endereço IP do próximo salto ou o encaminhamento através do qual é possível chegar ao conjunto de endereços definido pelo destino de rede e pela máscara de sub-rede. Para rotas de sub-redes conectadas localmente, o endereço de gateway é o endereço IP atribuído à interface que está conectada à sub-rede. Para rotas remotas, disponíveis entre um ou mais roteadores, o endereço de gateway é um endereço IP acessado diretamente que é atribuído a um roteador vizinho.

metricMétrica

Especifica um valor métrico de custo inteiro (de 1 a 9999) para a rota, usado durante a seleção entre várias rotas na tabela de roteamento que mais se aproximam do endereço de destino de um pacote que está sendo encaminhado. É escolhida a rota com a menor métrica. A métrica pode indicar o número de saltos, a velocidade, a confiabilidade ou a taxa de transferência do caminho, ou propriedades administrativas.

ifInterface

Especifica o índice da interface através da qual se chega ao destino. Para obter uma lista de interfaces e os índices correspondentes, use o comando route print. É possível usar valores decimais ou hexadecimais para o índice de interface. Para valores hexadecimais, coloque 0x antes do número hexadecimal. Quando o parâmetro if é omitido, a interface é determinada do endereço do gateway.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Valores altos na coluna metric da tabela de roteamento resultam do fato de se permitir que TCP/IP calcule automaticamente a métrica de rotas na tabela de roteamento com base na configuração do endereço IP, da máscara de sub-rede e do gateway padrão para cada interface LAN. O cálculo automático da métrica de interface, ativado por padrão, determina a velocidade de cada interface e ajusta as métricas de rotas das interfaces, de modo que a interface mais rápida crie as rotas com a menor métrica. Para remover as métricas altas, desative o cálculo automático da métrica de interface nas propriedades avançadas do protocolo TCP/IP para cada conexão de rede local.
  • Você poderá usar nomes para o Destino se houver uma entrada apropriada no arquivo Redes local, armazenado na pasta raiz_do_sistema\System32\Drivers\Etc. Você poderá usar nomes para o gateway desde que possam ser resolvidos para um endereço IP por meio de técnicas de resolução de nomes de host padrão, como consultas no sistema de nomes de domínios (DNS), do uso do arquivo Hosts local armazenado na pasta raiz_do_sistema\system32\drivers\etc e da resolução de nomes NetBIOS.
  • Se o comando for print ou delete, o parâmetro Gateway poderá ser omitido e curingas poderão ser usados para o destino e o gateway. O valor Destino poderá ser um valor curinga especificado por um asterisco (*). Se o destino especificado contiver um asterisco (*) ou ponto de interrogação (?), ele será considerado um curinga e somente rotas de destino coincidentes serão impressas ou excluídas. O asterisco corresponde a qualquer seqüência de caracteres e o ponto de interrogação corresponde a qualquer caractere único. Por exemplo, 10.*.1, 192.168.*, 127.* e *224* são usos válidos do curinga asterisco.
  • O uso de uma combinação inválida de um valor de destino e máscara de sub-rede (rede) exibe uma mensagem de erro “Route: máscara de rede de endereço de gateway incorreta”. Essa mensagem de erro é exibida quando o destino contém um ou mais bits definidos como 1 em locais de bit onde o bit da máscara de sub-rede correspondente está definido como 0. Para testar essa condição, especifique o destino e a máscara de sub-rede usando a notação binária. A máscara de sub-rede na notação binária consiste em uma série de bits 1, que representa a parte do endereço de rede do destino, e uma série de bits 0, que representa a parte do endereço de host do destino. Verifique se há bits no destino definidos como 1 para a parte do destino que representa o endereço de host (conforme definido pela máscara de sub-rede).
  • Há suporte para o parâmetro -p no comando route somente no Windows NT 4.0, Windows 2000, Windows Millennium Edition, Windows XP e na família Windows Server 2003. O comando route não dá suporte a esse parâmetro no Windows 95 ou no Windows 98.
  • Este comando estará disponível somente se o Protocolo Internet (TCP/IP) estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de Rede.

Exemplos

Para exibir todo o conteúdo da tabela de roteamento IP, digite:

route print

Para exibir as rotas na tabela de roteamento IP que começam com 10., digite:

route print 10.*

Para adicionar uma rota padrão com o endereço de gateway padrão de 192.168.12.1, digite:

route add 0.0.0.0 mask 0.0.0.0 192.168.12.1

Para adicionar uma rota ao destino 10.41.0.0 com a máscara de sub-rede de 255.255.0.0 e o endereço do próximo salto de 10.27.0.1, digite:

route add 10.41.0.0 mask 255.255.0.0 10.27.0.1

Para adicionar uma rota persistente ao destino 10.41.0.0 com a máscara de sub-rede de 255.255.0.0 e o endereço do próximo salto de 10.27.0.1, digite:

route -p add 10.41.0.0 mask 255.255.0.0 10.27.0.1

Para adicionar uma rota ao destino 10.41.0.0 com a máscara de sub-rede de 255.255.0.0, o endereço do próximo salto de 10.27.0.1 e a métrica de custo de 7, digite:

route add 10.41.0.0 mask 255.255.0.0 10.27.0.1 metric 7

Para adicionar uma rota ao destino 10.41.0.0 com a máscara de sub-rede de 255.255.0.0, o endereço do próximo salto de 10.27.0.1 e o índice de interface 0x3, digite:

route add 10.41.0.0 mask 255.255.0.0 10.27.0.1 if 0x3

Para excluir a rota para o destino 10.41.0.0 com a máscara de sub-rede de 255.255.0.0, digite:

route delete 10.41.0.0 mask 255.255.0.0

Para excluir todas as rotas na tabela de roteamento IP que começam com 10., digite:

route delete 10.*

Para alterar de 10.27.0.1 para 10.27.0.25 o endereço do próximo salto da rota com o destino de 10.41.0.0 e a máscara de sub-rede de 255.255.0.0, digite:

route change 10.41.0.0 mask 255.255.0.0 10.27.0.25

***

Rsh

Executa comandos em computadores remotos que estejam executando o serviço ou daemon RSH. A família Windows Server 2003, o Windows XP e o Windows 2000 não fornecem um serviço RSH. Um serviço RSH chamado Rshsvc.exe é fornecido com o Windows 2000 Server Resource Kit. Usado sem parâmetros, rsh exibe ajuda.

Sintaxe

rsh [Host] [-lNome_do_Usuário] [-n] [Comando]

Parâmetros

Host

Especifica o host (computador) remoto em que o Comando deve ser executado.

-lNome_do_Usuário

Especifica o nome do usuário a ser utilizado no computador remoto. Se for omitido, será usado o nome do usuário conectado no momento.

-n

Redireciona a entrada de rsh para o dispositivo NUL. Isso evita a exibição dos resultados do comando no computador local.

Comando

Especifica o comando que será executado.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Operação padrão
    O comando rsh copia a entrada padrão para o Comando remoto, a saída padrão do Comando remoto para sua saída padrão e o erro padrão do Comando remoto para seu erro padrão. Em geral, Rsh termina ao mesmo tempo que o comando remoto.
  • Utilizando símbolos de redirecionamento
    Coloque os símbolos de redirecionamento entre aspas para que o redirecionamento ocorra no computador remoto (por exemplo, “>>”). Se você não usar aspas, o redirecionamento ocorrerá no computador local. Por exemplo, o seguinte comando acrescenta o arquivo remoto Arquivo_Remoto ao arquivo local Arquivo_Local:
    rsh othercomputer cat remotefile >> localfile
    O seguinte comando acrescenta o arquivo remoto Arquivo_Remoto ao arquivo remoto Outro_Arquivo_Remoto:
    rsh othercomputer cat remotefile ">>" otherremotefile
  • Utilizando o comando rsh
    Ao usar um computador que está executando a família Windows Server 2003 ou o Windows XP Professional conectado a um domínio, o controlador de domínio primário do domínio deve estar disponível para verificar o nome do usuário; caso contrário, o comando rsh falhará.
  • O arquivo .rhosts
    Em geral, o arquivo .rhosts permite o acesso à rede em sistemas UNIX. Esse arquivo lista nomes de computador e nomes de logon associados que têm acesso a computadores remotos. Ao executar os comandos rcp, rexec ou rsh remotamente com um arquivo .rhosts configurado de forma correta, você não precisa fornecer informações de logon e senha para o computador remoto.
    O arquivo .rhosts é um arquivo de texto no qual cada linha é uma entrada. Uma entrada consiste no nome do computador local, no nome do usuário local e em qualquer comentário sobre a entrada. Cada entrada é separada por uma tabulação ou espaço e os comentários começam com um sinal de sustenido (#). Por exemplo:
    host7 #This computer is in room 31A
    O arquivo .rhosts precisa estar na pasta base do usuário no computador remoto. Para obter mais informações sobre a implementação específica do arquivo .rhosts em um computador remoto, consulte a documentação do sistema remoto.
  • Este comando só estará disponível se o Protocolo TCP/IP estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de Rede.

Exemplos

Para executar o comando telcon no computador remoto vax1 usando o nome admin1, digite:

rsh vax1 -l admin1 telcon

***

Rsm

Gerencia recursos de mídia usando o Armazenamento removível. Com o comando rsm, é possível executar scripts em lotes para aplicativos que não dão suporte no momento à API do Armazenamento Removível.

Para alocar mídias a partir de um pool de mídia

Sintaxe

rsm allocate /mNome_do_Pool_deMídia/o{errunavail | new | next} [/l{g | f} ID_da_Mídia_Lógica | /p{g | f}ID_da_Partição] [/lnNome_da_Mídia_Lógica] [/ldDescrição_da_Mídia_Lógica] [/pnNome_da_Partição] [/pdDescrição_da_Partição] [/tTempo_Limite] [/b]

Parâmetros

/mNome_do_Pool_de_Mídia

As mídias são alocadas do pool de mídia especificado. Isso significa que você terá alocado mídias nesse pool.

/o

Permite o uso de um dos parâmetros listados na tabela a seguir.

 

Valor Descrição
errunavail Impede a submissão de uma solicitação do operador para novas mídias se nenhuma puder ser alocada com as restrições especificadas.
novo Aloca uma partição que não pode ser compartilhada com outro aplicativo. Pode ser usado para reservar o segundo lado da mídia de dois lados.
next Aloca o próximo lado da mídia que foi alocado anteriormente com o parâmetro new.

/l{g | f} ID_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia a ser alocada usando a identificação da mídia lógica. É possível usar a GUID (com a opção de linha de comando lg) ou o nome amigável (com a opção de linha de comando lf). ID_da_Mídia_Lógica especifica o próximo lado da mídia de vários lados a ser alocado. Este parâmetro é opcional e precisa ser usado com a opção de linha de comando /o e o parâmetro next. Depois que essa mídia é desalocada, a identificação da mídia lógica se torna inválida.

/p{g | f} ID_da_Partição

Especifica a partição a ser alocada com a identificação da partição. É possível usar a GUID (com a opção de linha de comando pg) ou o nome amigável (com a opção de linha de comando pf). Este parâmetro é opcional e continua persistente até depois que a mídia é desalocada.

/lnNome_da_Mídia_Lógica

Especifica o nome amigável a ser atribuído ao objeto da mídia lógica da mídia alocada.

/ldDescrição_da_Mídia_Lógica

Especifica a descrição a ser atribuída ao objeto da mídia lógica da mídia alocada.

/pnNome_da_Partição

Especifica o nome amigável a ser atribuído ao objeto da partição da mídia alocada.

/pdDescrição_da_Partição

Especifica a descrição a ser atribuída ao objeto da partição da mídia alocada.

/tTempo_Limite

Especifica o tempo limite do comando em milissegundos. O valor padrão do tempo limite é infinito.

/b

Somente a GUID da operação de alocação é exibida. Isso ajuda no script em que você deseja transferir a saída de um comando para o próximo com o mínimo de análise.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Nomes de mídia lógica e nomes de lado podem ser usados em outros comandos para especificar as mídias como o parâmetro para a opção /lf ou /pf, respectivamente. Se não forem usados nomes de mídia lógica (que são nomes amigáveis) com o comando allocate, será possível usar somente GUIDs em comandos subseqüentes para especificar mídias lógicas.

Para criar um pool de mídia

Sintaxe

rsm createpool /mNome_do_Pool_de_Mídia /a{existing | always | new}[/t{g | f}ID_do_Tipo_de_Pool_de_Mídia][/d][/r]

Parâmetros

/mNome_do_Pool_de_Mídia

Especifica o nome do pool de mídia a ser criado.

/a

Permite o uso de um dos parâmetros listados na tabela a seguir.

 

Valor Descrição
existing Abre o pool de mídia existente ou retorna um erro se o pool de mídia especificado não existir.
always Abre o pool de mídia existente ou cria um novo se o existente não for encontrado.
novo Cria um novo pool de mídia ou retorna um erro se o pool de mídia especificado já existir.

/tgID_do_Tipo_de_Pool_de_Mídia

Especifica o tipo de mídia que o pool de mídia conterá usando a GUID. O tipo padrão é um pool de mídia que contém outros pools.

/tfID_do_Tipo_de_Pool_de_Mídia

Especifica o tipo de mídia que o pool de mídia conterá usando o nome amigável. O tipo padrão é um pool de mídia que contém outros pools.

/d

Permite que o pool de mídia extraia mídias automaticamente do pool de mídia livre. Se a opção /d não for incluída, o pool de mídia não terá permissão para extrair mídias do pool de mídia livre.

/r

Permite que o pool de mídia retorne mídias automaticamente para o pool de mídia livre. Se a opção /r não for incluída, o pool de mídia não terá permissão para retornar mídias para o pool de mídia livre.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para desalocar mídias

Sintaxe

rsm deallocate /l{g | f}Id_da_Mídia_Local| /p{g | f}Id_da_Partição

Parâmetros

/lgId_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia lógica a ser desalocada usando a GUID.

/lfId_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia lógica a ser desalocada usando o nome amigável.

/pgId_da_Partição

Especifica o lado da mídia a ser desalocado usando a GUID.

/pfId_da_Partição

Especifica o lado da mídia a ser desalocado usando o nome amigável.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você poderá usar o nome da mídia lógica ou o nome da partição para especificar a mídia lógica a ser desalocada somente se um desses nomes tiver sido especificado com o comando allocate com a opção /ln ou /pn, respectivamente. Caso contrário, você precisará especificar a identificação da mídia lógica (LMID) ou a identificação da partição (PARTID).

Para excluir um pool de mídia

Sintaxe

rsm deletepool /mNome_do_Pool_de_Mídia

Parâmetros

/mNome_do_Pool_de_Mídia

Especifica o nome do pool de mídia a ser excluído.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para desmontar mídias de uma unidade

Sintaxe

rsm dismount {/l{g | f}ID_de_Mídia_Lógica| /p{g | f}ID_da_Partição}[/o[deferred]]

Parâmetros

/lgID_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia lógica a ser desmontada usando a GUID.

/lfID_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia lógica a ser desmontada usando o nome amigável.

/pgID_da_Partição

Especifica o lado da mídia a ser desmontado usando a GUID.

/pfID_da_Partição

Especifica o lado da mídia a ser desmontado usando o nome amigável.

/o

Quando usada com o parâmetro opcional deferred, esta opção marcará a mídia como desmontável, mas ela será mantida na unidade. Os comandos mount subseqüentes poderão ser concluídos normalmente. Se esta opção não for utilizada, a mídia será desmontada de imediato da unidade.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você poderá usar o nome da mídia lógica ou o nome da partição para especificar a mídia lógica a ser desmontada somente se um desses nomes tiver sido especificado com o comando allocate usando a opção /ln ou /pn, respectivamente. Caso contrário, você precisará especificar a identificação da mídia lógica (LMID) ou a identificação da partição (PARTID).

Para ejetar mídias de uma biblioteca

A mídia a ser ejetada pode ser especificada em uma destas quatro maneiras:

  • Você pode especificar a mídia física a ser ejetada usando a identificação da mídia física (PMID) ou o nome da mídia física.
  • Você pode ejetar a mídia em um slot especificado dentro de uma biblioteca especificada.
  • Você pode ejetar a mídia em uma unidade especificada dentro de uma biblioteca especificada.
  • Você pode ejetar a mídia em uma unidade autônoma especificando o GUID ou nome amigável.

Sintaxe

rsm eject {/p{g | f}ID_da_Mídia_Física| /s{g | f}ID_do_Slot/l{g | f}ID_do_Alterador/ID_da_Biblioteca| /d{g | f}

ID_da_Unidade/l{g | f}ID_da_Biblioteca| /l{g | f}ID_da_Biblioteca_Autônoma}

[/oID_da_Operação_de_Ejeção]

[/a{start | stop | queue}]

[/b]

Parâmetros

Para ejetar mídias de um alterador ATAPI

Sintaxe

rsm ejectatapi /nNúmero_do_Alterador_Atapi

Parâmetros

/nNúmero_do_Alterador_Atapi

Especifica o número do alterador. Número_do_Alterador_Atapi é o número encontrado no final da seqüência correspondente ao nome de dispositivo do alterador. Por exemplo, o número do alterador ATAPI de \\.\CdChanger0 é 0.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Antes de executar este comando, interrompa manualmente o serviço ntmssvc.

Para apagar o conteúdo de uma fita

Sintaxe

rsm erase /p{g | f}ID_da_Mídia_Física[/tTimeout]

[/r{normal | high | low | highest | lowest}][/b]

Parâmetros

/pgID_da_Mídia_Física

Especifica a fita a ser apagada, usando o GUID.

/pfID_da_Mídia_Física

Especifica a fita a ser apagada, usando o nome amigável.

/tTempo_Limite

Especifica o tempo limite do comando em milissegundos. O valor padrão do tempo limite é infinito.

/r{normal | high | low | highest | lowest}

Especifica, de forma opcional, a prioridade na qual o RSM deve executar a operação de montangem para apagar a filta; o padrão é normal.

/b

Oculta o texto após ser concluído, para fins de criação de scripts.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para gravar um rótulo de mídia livre em uma mídia e retorná-la ao pool de mídia livre

Sintaxe

rsm freemedia {/p{g | f}ID_da_Mídia_Física| /s{g | f}ID_do_Slot/l{g | f}ID_do_Alterador/Id_da_Biblioteca| /d{g | f}Id_da_Unidade/l{g | f}ID_do_Alterador/Id_da_Biblioteca| /l{g | f}ID_da_Biblioteca_Autônoma[/b]

Parâmetros

/pgID_da_Mídia_Física

Especifica a mídia física a ser liberada, usando o GUID.

/pfID_da_Mídia_Física

Especifica a mídia física a ser liberada, usando o nome amigável.

/sgID_do_Slot

Especifica o slot que contém a mídia a ser liberada, usando o GUID.

/sfID_do_Slot

Especifica o slot que contém a mídia a ser liberada, usando o nome amigável.

/lgID_da_Biblioteca

Especifica a biblioteca que contém a mídia a ser liberada (em uma unidade autônoma) ou a biblioteca que contém o slot ou a unidade da qual ejetar a mídia (em uma biblioteca automatizada), usando o GUID. Se estiver especificando uma biblioteca automatizada, esta opção deverá ser usada com a opção /s ou /d.

/lfID_da_Biblioteca

Especifica a biblioteca que contém a mídia a ser liberada (em uma unidade autônoma) ou a biblioteca que contém o slot ou a unidade da qual ejetar a mídia (em uma biblioteca automatizada), usando o nome amigável. Se estiver especificando uma biblioteca automatizada, esta opção deverá ser usada com a opção /s ou /d.

/dgID_da_Unidade

Especifica a unidade que contém a mídia a ser liberada, usando o GUID.

/dfID_da_Unidade

Especifica a unidade que contém a mídia a ser liberada, usando o nome amigável.

/b

Exibe somente o GUID da operação de ejeção para fins de script.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

Você pode especificar a mídia a ser ejetada em uma destas quatro maneiras:

  • É possível especificar a mídia física a ser ejetada usando a identificação da mídia física (PMID) ou o seu nome.
  • É possível gravar um rótulo de mídia livre na mídia em um slot especificado dentro de uma biblioteca especificada.
  • É possível gravar um rótulo de mídia livre na mídia em uma unidade especificada dentro de uma biblioteca especificada.
  • É possível liberar a mídia em uma unidade autônoma especificando o GUID da biblioteca ou o nome amigável.

Para inventariar a mídia em uma biblioteca automatizada especificada

Sintaxe

rsm inventory /l{g | f}ID_da_Biblioteca/a{full | fast | default | none | stop}

Parâmetros

/lfID_da_Biblioteca

Especifica a biblioteca a ser inventariada usando o nome amigável.

/lgID_da_Biblioteca

Especifica a biblioteca a ser inventariada usando a GUID.

/a{full | fast | default | none | stop}

Obrigatório. Especifica o tipo de operação de inventário que será realizado. A tabela a seguir lista operações de inventário válidas.

 

Valor Descrição
full Realiza um inventário em mídia completo da biblioteca. O Armazenamento removível monta cada fita ou disco na biblioteca e lê o identificador na mídia.
fast Realiza um inventário de código de barras se a biblioteca especificada possui uma leitora de código de barras instalada. Se a biblioteca não tiver uma leitora de código de barras, o Armazenamento removível verificará os slots de armazenamento e lerá o identificador em mídia, em slots que estavam vazios anteriormente.
default Realiza um inventário usando o método padrão especificado na caixa de diálogo Propriedades da biblioteca.
none Não realiza nenhum inventário.
stop Interromperá o inventário atual da biblioteca especificada se um inventário estiver sendo realizado.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para montar mídias na biblioteca designada

É possível especificar a mídia lógica a ser montada usando a identificação de mídia lógica (LMID) ou o nome de mídia lógica.

Sintaxe

rsm mount {/l{g | f}ID_da_Mídia_Lógica| /p{g | f}ID_da_Partição|[/s{g | f}ID_do_Slot/c{g | f}ID_do_Alterador}

[/d{g | f}ID_da_Unidade]/o{errunavail | drive | read | write | offline}

[/r{normal | high | low | highest | lowest}][/tTempo_Limite]

Parâmetros

/pfID_da_Partição

Especifica o lado da mídia a ser montado usando o nome amigável.

/lfID_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia lógica a ser montada usando o nome amigável.

/pgID_da_Partição

Especifica o lado da mídia a ser montado usando a GUID.

/lgID_da_Mídia_Lógica

Especifica a mídia lógica a ser montada usando a GUID.

/cgID_do_Alterador

Usando a GUID, especifica o alterador que contém a mídia a ser montada. Só pode ser usado em conjunto com a opção /sg e o slot GUID ou com a opção /sf e o nome amigável do slot.

/cfID_do_Alteador

Usando o nome amigável, especifica o alterador que contém a mídia a ser montada. Só pode ser usado em conjunto com a opção /sg e o slot GUID ou com a opção /sf e o nome amigável do slot.

/sgID_do_Slot

Usando a GUID, especifica o slot de mídia que contém a mídia a ser montada. Só pode ser usado com a opção /cg e o alterador GUID, ou com a opção /cf e o nome amigável do alterador.

/sfID_do_Slot

Usando o nome amigável, especifica o slot de mídia que contém a mídia a ser montada. Só pode ser usado com a opção /cg e o alterador GUID, ou com a opção /cf e o nome amigável do alterador.

/dgID_da_Unidade

Usando a GUID, especifica a unidade determinada em que a mídia em questão será montada. Este parâmetro é opcional e precisa ser usado em conjunto com a opção /o e o parâmetro drive.

/dfID_da_Unidade

Usando o nome amigável, especifica a unidade determinada em que a mídia em questão será montada. Este parâmetro é opcional e precisa ser usado em conjunto com a opção /o e o parâmetro drive.

/o{ errunavail | drive| read | write| offline}

Permite o uso de um dos parâmetros listados na tabela a seguir.

 

Valor Descrição
errunavail Gera um erro caso a mídia ou a unidade não esteja disponível.
drive Especifica que uma unidade em particular deve ser montada. Este parâmetro é usado em conjunto com a opção /d.
read Monta a mídia para acesso de leitura.
write Monta a mídia para acesso de gravação. Se este parâmetro for utilizado, a mídia concluída não será montada.
offline Gera um erro caso a mídia esteja off-line.

/r{ normal | high | low | highest | lowest}

Como opção, especifica a ordem de montagem ou a prioridade. Também é possível especificar a prioridade de montagem usando um dos parâmetros listados, normal (o padrão), high, low, highest ou lowest.

/tTempo_Limite

Especifica, de forma opcional, o tempo limite do comando em milissegundos. O tempo limite padrão é infinito.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Ao utilizar o comando de montagem, você pode especificar a mídia a ser montada usando a opção /l, a opção /p ou uma combinação das opções /s e /c.

Para atualizar uma biblioteca, mídia física ou todos os dispositivos de um determinado tipo de mídia.

Este comando causa uma única chamada seletiva dos dispositivos de destino, de forma que o banco de dados do Armazenamento removível contenha o estado atual do dispositivo. Pode ser útil após as operações de inserção ou ejeção de mídia.

Sintaxe

rsm refresh {/l{g | f}ID_da_Biblioteca| /p{g | f}ID_da_Mídia_Física| /tg_ID_de_Tipo_de_Mídia}

Parâmetros

/lgID_da_Biblioteca

Especifica a biblioteca a ser atualizada usando a GUID.

/lfID_da_Biblioteca

Especifica a biblioteca a ser atualizada usando o nome amigável.

/pgID_da_Mídia_Física

Especifica a mídia física a ser atualizada usando a GUID.

/pfID_da_Mídia_Física

Especifica a mídia física a ser atualizada usando o nome amigável.

/tgID_do_Tipo_de_Mídia

Especifica o tipo de mídia a ser atualizado. Somente a GUID pode ser especificada. É possível usar este parâmetro para atualizar todos os dispositivos de mídia removível especificando a GUID da mídia removível. Para determinar essa GUID, use o comando view da seguinte maneira: rsm view /tmedia_type /guiddisplay.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para alterar o nome amigável ou a descrição de um objeto RSM

Sintaxe

rsm rename /t{drive | library | changer | storageslot | iedoor | ieport | physical_media | media_pool | partition | logical_media | media_type | drive_type | librequest | oprequest | computer} {/f | /g}ID_do_Objeto /nNovo_Nome

[/dNova_Descrição][/b]

Parâmetros

/t{drive | library | changer | storageslot | iedoor | ieport | physical_media | media_pool | partition | logical_media | media_type | drive_type | librequest | oprequest | computer}

Indica o tipo de objeto RSM que você está especificando com o nome amigável ou GUID.

/f:ID_do_Objeto

Especificao objeto a ser renomeado, usando seu nome amigável.

/gID_do_Objeto

Especificao objeto a ser renomeado, usando seu GUID.

/nNovo_Nome

Especifica o novo nome do objeto RSM.

/dNova_Descrição

Especifica a nova descrição do objeto RSM.

/b

Oculta o texto após ser concluído, para fins de criação de scripts.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Para exibir uma lista de objetos de mídia ou de destinos de UI

Sintaxe

rsm view /t{drive | library | changer | storageslot | iedoor | ieport | physical_media | media_pool | partition | logical_media | media_type | drive_type | librequest | oprequest | computer | ui_destination}

[/cgID_do_Recipiente][/uTipo_de_UI][/guiddisplay][/desc][/b]

Parâmetros

/t {drive | library | changer | storageslot | iedoor | ieport | physical_media | media_pool | partition | logical_media | media_type | drive_type | librequest | oprequest | computer | ui_destination}

Exibe uma lista de objetos de mídia do tipo especificado.

/cgID_do_Recipiente

Especifica a GUID do recipiente de objeto. O tipo do recipiente depende do tipo de objeto (parâmetro) especificado com a opção /t. Se a identificação do recipiente não for especificada, todas as ocorrências do tipo de objeto em questão serão exibidas.

/uTipo_de_UI

Quando usado com as opções /tui_destination e /cg, exibe os destinos para os quais as mensagens de UI do tipo especificado são direcionadas. O tipo pode ser um dos três parâmetros:

 

Valor Descrição
info Mensagens informativas
req Mensagens cuja natureza é a de “solicitar” dados
err Mensagens de erro

/guiddisplay

Exibe a GUID e o nome amigável dos objetos.

/desc

Exibe a descrição do objeto.

/b

Exibe somente a GUID do objeto para fins de script.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se as opções /guiddisplay e /b não forem usadas, somente os nomes amigáveis dos objetos serão exibidos.
  • Você deve usar as opções /cg e /u quando especificar ui_destination como o tipo de objeto para a opção /t. Além disso, o ID_do_Recipiente especificado com a opção /cg deve ser uma biblioteca ou um GUID de computador válido. Se /guiddisplay ou /desc for especificado, elas são ignoradas.

Para definir o destino das mensagens de UI

Sintaxe

rsm ui /oOperação /tTipo_de_UI /{l | c}{f | g}ID_do_Recipiente

[/dDestino][/b]

Parâmetros

/oOperação

Especifica se deseja adicionar ou remover itens da lista de destinos, usando um dos parâmetros na tabela a seguir.

 

Valor Descrição
add Adiciona um novo destino (nome de computador) à lista.
delete Remove um destino existente da lista.
deleteall Limpa toda a lista de destino. Quando a lista de destino estiver vazia, as mensagens de UI do tipo especificado pela opção /t não serão exibidas em nenhum computador.

/tTipo_de_UI

Especifica o tipo de mensagem para o qual está configurando o destino, usando um dos parâmetros na tabela a seguir.

 

Valor Descrição
INFO Mensagens informativas
REQ Mensagens cuja natureza é a de “solicitar” dados
ERR Mensagens de erro

/cgID_do_Recipiente

Especifica o objeto computador para o qual você está redirecionando as mensagens do tipo especificado por /t, usando o GUID do objeto.

/cfID_do_Recipiente

Especifica o objeto computador para o qual você está redirecionando as mensagens do tipo especificado por /t, usando o nome amigável do objeto.

/lgID_do_Recipiente

Especifica o objeto biblioteca para o qual você está redirecionando as mensagens do tipo especificado por /t, usando o GUID do objeto.

/lfID_do_Recipiente

Especifica o objeto biblioteca para o qual você está redirecionando as mensagens do tipo especificado por /t, usando o nome amigável do objeto.

/dDestino

Especifica o computador para o qual está redirecionando as mensagens. Se omitido, o computador local é usado.

/b

Oculta o texto após ser concluído, para fins de criação de scripts.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se um comando for executado com êxito, será retornado o código ERROR_SUCCESS. Todos os comandos que não obtêm êxito retornam um código de erro, o qual pode ser usado para fins de script. O código de erro pode ser definido pelo sistema ou ser um dos listados na tabela a seguir.

 

Código de erro Descrição
536870913 Argumentos inválidos foram especificados. Geralmente, isso é causado por um espaço após uma opção de argumento, por exemplo, /t 50 em vez de /t50.
536870914 Opções de argumento duplicadas foram especificadas. Por exemplo, o comando allocate usado com duas opções /m.
536870915 Nenhuma GUID corresponde ao nome amigável que foi especificado. Verifique o uso de letras maiúsculas e minúsculas, pois os nomes amigáveis fazem distinção entre elas.
536870916 Um número insuficiente de opções de argumento foi especificado. Verifique se alguma opção necessária está faltando.
536870917 Uma GUID inválida foi especificada. Use o comando view para determinar a GUID correta de um objeto.
536870918 É retornado somente pelo comando ejectatapi. Verifique se o alterador ATAPI está funcionando corretamente.
536870919 Nenhuma correspondência foi encontrada para o objeto da unidade especificada. Use o comando view para determinar o nome amigável ou o GUID correto da unidade.
536870920 Nenhuma correspondência foi encontrada para o objeto do slot especificado. Use o comando view para determinar o nome amigável ou o GUID correto do slot.

***

Rss

Gerencia o Armazenamento remoto da linha de comando. Usando o comando rss, você pode executar scripts em lotes para aplicativos de modo que eles possam acessar o Armazenamento Remoto diretamente.

Para exibir os parâmetros do Armazenamento Remoto

Sintaxe

rss admin show [/recalllimit] [/mediacopies] [/schedule] [/general] [/manageables] [/managed] [/media] [/concurrency] [/adminexempt]

Parâmetros

/recalllimit

Exibe o limite de recuperação de fuga.

/mediacopies

Exibe o número configurado de cópias de mídia.

/schedule

Exibe a agenda.

/general

Exibe informações gerais sobre o Armazenamento remoto: versão, status, número de volumes gerenciados, número de cartuchos de fita usados, dados no armazenamento remoto.

/manageables

Exibe os volumes disponíveis para o gerenciamento pelo Armazenamento remoto.

/managed

Exibe os volumes que estão sendo gerenciados no momento pelo Armazenamento remoto.

/media

Exibe o conjunto de mídias alocadas no momento para Armazenamento remoto.

/concurrency

Exibe o número de trabalhos/recuperações de migração que podem ser executados ao mesmo tempo.

/adminexempt

Indica se os administradores estão isentos do limite de recuperação de fuga.

Comentários

  • Quando rss admin show é chamado sem parâmetros adicionais, o sistema exibe todos os parâmetros do Armazenamento Remoto.

Exemplos

rss admin show /manageables /general

Para modificar os parâmetros do Armazenamento Remoto

Sintaxe

rss admin set [/recalllimit:Limite] [/mediacopies:Número] [/schedule:Nova_Agenda] [/concurrency:Simultaneidade] [/adminexempt:{0 | 1}]

Parâmetros

/recalllimitLimite

Define o limite de recuperação de fuga como o número especificado.

/schedule:Nova_Agenda

Agenda os trabalhos de migração conforme especificado, usando o seguinte formato:at {startup | idle | login | Hora}everyOcorrência {day | week | month} Hora do Especificador, onde:

  • Ocorrência especifica quantos dias, semanas ou meses transcorrem entre os trabalhos. Por exemplo, rss admin set /schedule every 10 day agenda um trabalho a cada 10 dias.
  • Especificador é válido somente quando week ou month é especificado e indica o dia da semana (0 = domingo, 1 = segunda e assim por diante) se week for especificado ou o dia do mês (1..31) se month for especificado.
  • Hora é especificado usando o formato de 24 horas, HH:MM:SS.

/concurrency:Simultaneidade

Especifica quantos trabalhos/recuperações de migração podem ser executados ao mesmo tempo.

/adminexempt:{0 | 1}

Especifica se os administradores estão isentos do limite de recuperação de fuga. 0 indica que não estão; 1 indica que estão.

Exemplos

rss admin set /recalllimit:64 /mediacopies:2

Para mostrar parâmetros de um volume especificado

Sintaxe

rss volume show {Nome_do_Volume1 [Nome_do_Volume2 …] | *} [/dfs] [/size] [/access] [/rule] [/statistics]

Parâmetros

/dfs

Exibe a configuração de espaço livre desejado para o volume.

/size

Exibe o tamanho mínimo dos arquivos a serem gerenciados.

/access

Exibe os critérios de migração da data do último acesso para os arquivos gerenciados.

/rule

Exibe todas as regras de inclusão/exclusão do volume no formato adequado, indicando quais regras do sistema não podem ser excluídas.

Comentários

  • Se você chamar rss volume show com um nome de volume ou com nomes e nenhum outro parâmetro, o Armazenamento Remoto exibirá todos os parâmetros dos volumes especificados.
  • Se você usar um asterisco (*) no lugar de um nome de volume, o Armazenamento Remoto exibirá os parâmetros de todos os volumes.

Exemplos

rss volume show d:

Para modificar as configurações de um volume especificado

Sintaxe

rss volume set {Nome_do_Volume1 [Nome_do_Volume2 …] | *} [/dfs:Espaço_Livre_Desejado] [/size:Limite_Inferior] [/access:Dias_Não_Acessados] [/include:Caminho_da_Regra] [exclude:Caminho_da_Regra] [/recursive]

Parâmetros

/dfs:espaço_livre_desejado

Define as configurações de espaço livre do volume conforme a porcentagem especificada (por exemplo, 20 = 20%).

/size:Limite_Inferior

Define o tamanho mínimo em kilobytes (KB) dos arquivos a serem gerenciados. Somente serão gerenciados os arquivos com tamanho maior do que o especificado.

/access:Dias_Não_Acessados

Serão gerenciados apenas os arquivos que não foram acessados durante um período igual ou superior ao número de dias especificado. O padrão é 180 dias.

/include:Caminho_da_Regra

Especifica uma regra de inclusão a ser adicionada ao volume usando o formato Caminho[:Extensão_de_Arquivo]. Por exemplo, rss volume set c: /include:\windows:*.dll incluirá no gerenciamento todos os arquivos .dll contidos na pasta do Windows.

/exclude:Caminho_da_Regra

Especifica uma regra de exclusão a ser adicionada ao volume usando o formato Caminho[:Extensão_de_Arquivo].

/recursive

Esta opção só deve ser usada com /include ou /exclude e especifica que a regra deve ser aplicada a todas as pastas contidas no caminho especificado.

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar de um nome de volume, o Armazenamento Remoto modificará as configurações de todos os volumes.

Exemplos

rss volume set * /access:90 /size:6

Para gerenciar um volume

Sintaxe

rss volume manage {Nome_do_Volume1 [Nome_do_Volume2 …] | *} [/dfs:Espaço_Livre_Desejado] [/size:Limite_Inferior] [/access:Dias_Não_Acessados] [/include:Caminho_da_Regra] [exclude:Caminho_da_Regra] [/recursive]

Parâmetros

/dfs:Espaço_Livre_Desejado

Define as configurações de espaço livre do volume conforme a porcentagem especificada (por exemplo, 20 = 20%). O padrão é 5.

/size:Limite_Inferior

Define o tamanho mínimo em kilobytes (KB) dos arquivos a serem gerenciados. Somente serão gerenciados os arquivos com tamanho maior do que o especificado. O padrão é 12.

/access:Dias_Não_Acessados

Serão gerenciados apenas os arquivos que não foram acessados durante um período igual ou superior ao número de dias especificado. O padrão é 180 dias.

/include:Caminho_da_Regra

Especifica uma regra de inclusão a ser adicionada ao volume para critérios de migração, usando o formato Caminho[:Extensão_de_Arquivo]. Por exemplo, rss volume manage c: /include:\windows:*.dll incluirá no gerenciamento todos os arquivos .dll contidos na pasta do Windows.

/exclude:Caminho_da_Regra

Especifica uma regra de exclusão a ser adicionada ao volume para critérios de migração, usando o formato Caminho[:Extensão_de_Arquivo].

/recursive

Esta opção só deve ser usada com /include ou /exclude e especifica que a regra deve ser aplicada a todas as pastas contidas no caminho especificado.

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar de um nome de volume, o Armazenamento Remoto modificará as configurações de todos os volumes.

Exemplos

rss volume manage * /dfs:80 /size:4 /access:60 /include:\Program Files:*

Para parar de gerenciar um volume

Sintaxe

rss volume unmanage {Nome_do_Volume1 [Nome_do_Volume2 …] | *} [/quick] [/full]

Parâmetros

/quick

Remove os volumes do gerenciamento sem recuperar todos os arquivos do armazenamento remoto. /quick é a configuração padrão.

/full

Remove os volumes do gerenciamento e recupera todos os arquivos do armazenamento remoto.

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar de um nome de volume, o Armazenamento Remoto interromperá o gerenciamento em todos os volumes.
  • /quick e /full não podem ser usados no mesmo comando.

Exemplos

rss volume unmanage *

Para executar ou cancelar um único trabalho de Armazenamento Remoto

Sintaxe

rss volume job {Nome_do_Volume1 [Nome_do_Volume2 …] | *} [/type:{createfreespace | copyfiles | validate}] [/run] [/cancel] [/wait]

Parâmetros

/type:{createfreespace | copyfiles | validate} /type:{f | c | v}

Especifica o tipo de trabalho a ser executado. createfreespace executa um trabalho Criar Espaço Livre para os volumes gerenciados truncando todos os arquivos pré-migrados de cada volume especificado. copyfiles copia imediatamente os arquivos dos volumes especificados para o armazenamento remoto. validate verifica se os arquivos existentes nos volumes especificados ainda apontam para dados válidos no armazenamento remoto e atualiza as estatísticas do volume. Você também pode usar as versões abreviadas desses comandos (ou seja, /type:{f | c | v}).

/run

Executa o trabalho especificado. /run é o padrão quando /run ou /cancel não é especificado.

/cancel

Cancela o trabalho especificado, se estiver sendo executado. Cancelar um trabalho que não está sendo executado não acarretará em nada.

/wait

Indica que os trabalhos devem ser executados de forma síncrona em cada volume e que o Armazenamento remoto aguardará até que todos os trabalhos estejam concluídos ou até encontrar um erro antes de retornar ao prompt de comando. Se /wait não for especificado, todos os trabalhos serão executados de forma assíncrona em cada volume e o Armazenamento Remoto retornará ao prompt de comando sem esperar que os trabalhos sejam finalizados.

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar de um nome de volume, o Armazenamento Remoto interromperá o gerenciamento em todos os volumes.
  • Quando especificar o tipo de trabalho, você deve usar o nome completo ou o atalho de um único caractere. Por exemplo, para executar um trabalho Criar Espaço Livre você pode especificar /type:createfreespace ou /type:f.
  • /run e /cancel não podem ser usados no mesmo comando.

Exemplos

rss volume job * /type:createfreespace

Para remover uma regra de inclusão ou exclusão

Sintaxe

rss volume delete {Nome_do_Volume1 [Nome_do_Volume2 …] | *} /rule:Caminho_da_Regra

Parâmetros

/rule:Caminho_da_Regra

Especifica uma regra de inclusão ou de exclusão a ser excluída do volume, usando o formato Caminho[:Extensão_de_Arquivo].

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar de um nome de volume, o Armazenamento Remoto interromperá o gerenciamento em todos os volumes.

Exemplos

rss volume delete c: \windows:*.dll

Para exibir informações sobre a mídia especificada

Sintaxe

rss media show [Nome_da_Mídia1 [Nome_da_Mídia2 …] | *] [/name] [/status] [/capacity] [/freespace] [/version] [/copies]

Parâmetros

/name

Exibe o nome do Armazenamento removível da mídia.

/status

Exibe o status da mídia (por exemplo, íntegra, somente para leitura e assim por diante)

/capacity

Exibe a capacidade da mídia em gigabytes (GB).

/freespace

Exibe a quantidade de espaço livre na mídia em gigabytes.

version

Exibe a data de atualização mais recente da mídia.

/copies

Exibe o número de cópias existentes da mídia e o status de cada uma delas.

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar do nome da mídia, o Armazenamento Remoto mostrará as informações de todas as mídias.

Exemplos

rss media show rs_tape2 rs_tape3 /capacity /freespace

Para excluir os dados de armazenamento remoto da mídia especificada

Sintaxe

rss media delete [Nome_da_Mídia1 [Nome_da_Mídia2 …] | *] /copyset:[Número_do_Conjunto]

Parâmetros

/copyset:[Número_do_Conjunto]

Especifica o conjunto de cópias a ser excluído na mídia especificada.

Comentários

  • Se você usar um asterisco (*) no lugar do nome da mídia, o Armazenamento Remoto excluirá o conjunto de cópias especificado de todas as mídias.

Exemplos

rss media delete rs_tape2 rs_tape3 /copyset:2

Para sincronizar um conjunto de cópias

Sintaxe

rss media synchronize /copyset:Número_do_Conjunto [/wait]

Parâmetros

/copyset:[Número_do_Conjunto]

Especifica o número do conjunto de cópias a ser sincronizado, de 1 a 3.

/wait

Executa o comando em modo síncrono e retorna ao prompt de comando depois que o trabalho é concluído. Se a opção /wait não for especificada, o comando será executado de forma assíncrona e retornará ao prompt de comando sem aguardar a conclusão do trabalho.

Exemplos

rss media synchronize /copyset:1

Para recriar um mestre de uma cópia especificada

Sintaxe

rss media recreatemaster [Nome_da_Mídia1 [Nome_da_Mídia2 …]] /copyset:Número_do_Conjunto [/wait]

Parâmetros

/copyset:[Número_do_Conjunto]

Especifica o número do conjunto de cópias a ser usado para recriar os mestres.

/wait

Executa o comando em modo síncrono e retorna ao prompt de comando depois que o trabalho é concluído. Se a opção /wait não for especificada, o comando será executado de forma assíncrona e retornará ao prompt de comando sem aguardar a conclusão do trabalho.

Exemplos

rss media recreatemaster rs_tape3 /copyset:2

Para recuperar arquivos do armazenamento remoto

Sintaxe

rss file recall [Espec_Arquivo1 [Espec_Arquivo2 …]]

Parâmetros

EspecArquivo1

Especifica os arquivos a serem recuperados. É possível usar o asterisco (*) e o ponto de interrogação (?) como caracteres curinga.

Comentários

  • Este comando é síncrono, o que significa que ele não retornará ao prompt de comando até que o Armazenamento remoto recupere todos os arquivos.

Exemplos

rss file recall scratch.tmp tmp* file?

***

Runas

Permite que um usuário execute ferramentas e programas específicos com permissões diferentes das fornecidas pelo logon atual do usuário.

Sintaxe

runas [{/profile | /noprofile}] [/env] [/netonly] [/savedcreds] [/smartcard] [/showtrustlevels] [/trustlevel] /user:Nome_da_Conta_do_Usuário Nome_do_Programa Caminho_para_Arquivo_do_Programa

Parâmetros

/profile

Carrega o perfil do usuário. /profile é o padrão.

/no profile

Especifica que o perfil do usuário não será carregado. Isso permite que o aplicativo seja carregado com mais rapidez, mas também pode causar problemas no funcionamento de alguns aplicativos.

/env

Especifica que o ambiente de rede atual seja usado em vez do ambiente local do usuário.

/netonly

Indica que as informações de usuário especificadas são apenas para acesso remoto.

/savedcreds

Indica se as credenciais foram salvas anteriormente por este usuário.

/smartcard

Indica se as credenciais serão fornecidas por um cartão inteligente.

/showtrustlevels

Lista as opções de /trustlevel.

/trustlevel

Especifica o nível de autorização no qual o aplicativo será executado. Use /showtrustlevels para ver os níveis de confiança disponíveis.

/user:Nome_da_Conta_do_UsuárioNome_do_Programa Caminho_para_Arquivo_do_Programa

Especifica o nome da conta do usuário na qual o programa, o nome do programa e o caminho para o arquivo do programa são executados. O formato da conta do usuário deve ser Usuário@Domínio ou Domínio\Nome_do_Usuário.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Recomenda-se que os administradores usem uma conta com permissões restritas para executar tarefas de rotina e não administrativas, e utilizem uma conta com permissões mais amplas somente para realizar tarefas administrativas específicas. Para fazer isso sem precisar fazer logoff e logon novamente, faça logon com uma conta de usuário regular e use o comando runas para executar as ferramentas que exijam as permissões mais abrangentes.
  • Para obter exemplos do uso do comando runas, consulte Tópicos Relacionados.
  • O uso de runas não está restrito a contas de administrador, embora este seja o uso mais comum. Qualquer usuário que tenha várias contas pode utilizar runas para executar um programa, um console do MMC ou um item do Painel de Controle usando credenciais alternativas.
  • Se você deseja usar a conta Administrador no computador, para o parâmetro /user:, digite uma das seguintes opções:
    /user:Nome_da_Conta_de_Administrador@Nome_do_Computador
    /user:Nome_do_Computador\Nome_da_Conta_de_Administrador
  • Se deseja usar este comando como um administrador de domínio, digite uma destas opções:
    /user:Nome_da_Conta_de_Administrador@Nome_do_Domínio
    /user:Nome_do_Domínio\Nome_da_Conta_de_Administrador
  • Com o comando runas, é possível executar programas (*.exe), consoles do MMC (*.msc) salvos, atalhos para programas e consoles do MMC salvos, bem como itens do Painel de Controle. Você pode executá-los como um administrador enquanto estiver conectado a seu computador como um membro de um outro grupo, como <b>Usuários</b> ou <b>Usuários avançados</b>.
  • É possível usar o comando runas para iniciar qualquer programa, console do MMC ou item do Painel de Controle. Contanto que você forneça as informações de conta de usuário e senha apropriadas, a conta de usuário poderá fazer logon no computador, e o programa, console do MMC ou item do <b>Painel de controle</b> estarão disponíveis no sistema e para a conta de usuário.
  • Com o comando runas, é possível administrar um servidor em outra floresta (o computador a partir do qual você executa uma ferramenta e o servidor administrado por você estão em domínios diferentes).
  • Se você tentar iniciar um programa, um console do MMC ou um item Painel de Controle em um local da rede por meio do comando runas, poderá ocorrer uma falha porque as credenciais utilizadas para a conexão com o recurso de rede compartilhado são diferentes daquelas usadas para iniciar o programa. É possível que as últimas credenciais possam não dar acesso ao mesmo recurso de rede compartilhado.
  • Alguns itens, como a pasta Impressoras e itens da área de trabalho, são abertos indiretamente e não podem ser iniciados com o comando runas.
  • Se o comando runas falhar, o serviço Logon Secundário pode não estar em execução ou a conta de usuário que você está usando pode não ser válida. Para verificar o status do Logon Secundário, em Gerenciamento do Computador, clique em Serviços e Aplicativos e, em seguida, clique em Serviços. Para testar a conta de usuário, tente fazer logon no domínio apropriado usando a conta.

Exemplos

Para iniciar uma ocorrência do prompt de comando como um administrador no computador local, digite:

runas /user:nome_do_computador_local\administrator cmd

Quando solicitado, digite a senha do administrador.

Para iniciar uma ocorrência do snap-in <b>Gerenciamento do computador</b> usando uma conta de administrador de domínio denominada companydomain\domainadmin, digite:

runas /user:companydomain\domainadmin “mmc %windir%\system32\compmgmt.msc”

Quando solicitado, digite a senha da conta.

Para iniciar uma ocorrência do Bloco de notas usando uma conta de administrador de domínio denominada user em um domínio denominado domain.microsoft.com, digite:

runas /user:user@domain.microsoft.com “notepad meu_arquivo.txt”

Quando solicitado, digite a senha da conta.

Para iniciar uma ocorrência de uma janela do prompt de comando, console de MMC salvo, item do <b>Painel de controle</b> ou programa que administrará um servidor em outra floresta, digite:

runas /netonly /user:Domínio\Nome_do_Usuário Comando

Domínio\Nome_do_Usuário deve ser um usuário com permissões suficientes para administrar o servidor. Quando solicitado, digite a senha da conta.

***********************************************************************************

“S”

SC

Comunica-se com o <b>Controlador de serviço</b> e os serviços instalados. O SC.exe recupera e define informações de controle sobre serviços. É possível usá-lo para testar e depurar programas de serviço. As propriedades de serviço armazenadas no Registro podem ser definidas para controlar como os aplicativos de serviço são inicializados e executados como processos em segundo plano. Os parâmetros do SC.exe podem configurar um serviço específico, recuperar o status atual de um serviço, bem como parar e iniciar um serviço. Você pode criar arquivos em lotes que chamam vários comandos do SC.exe para automatizar a seqüência de inicialização ou desligamento de serviços. O SC.exe fornece recursos semelhantes a <b>Serviços</b> no item <b>Ferramentas administrativas</b> do <b>Painel de controle</b>.

Para obter a sintaxe do comando, clique em qualquer um dos seguintes comandos sc:

sc boot

Indica se a última inicialização deve ser salva como a última configuração válida.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] boot [{bad | OK}]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato da convenção universal de nomenclatura (UNC) (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

[{bad | OK}]

Especifica se a última inicialização foi inválida ou se deve ser salva como a última configuração de inicialização válida.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc boot:

sc boot ok

sc boot bad

sc config

Modifica o valor das entradas de um serviço no Registro e no banco de dados do <b>Gerenciador de controle de serviços</b>.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] config [Nome_do_Serviço] [type= {own | share | kernel | filesys | rec | adapt | interacttype= {own | share}}] [start= {boot | system | auto | demand | disabled}] [error= {normal | severe | critical | ignore}] [binpath= Nome_do_Caminho_Binário] [group= Grupo_de_Classificação_para_Carregamento] [tag= {yes | no}] [depend= dependências] [obj= {Nome_da_Conta | Nome_do_Objeto}] [displayname= Nome_de_Exibição] [password= Senha]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato da convenção universal de nomenclatura (UNC) (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

type= {own | share | kernel | filesys | rec | adapt | interacttype= {own | share}}

Especifica o tipo de serviço.

 

Valor Descrição
own O serviço é executado em seu próprio processo. Ele não compartilha um arquivo executável com outros serviços. Este é o padrão.
share O serviço é executado como um processo compartilhado. Ele compartilha um arquivo executável com outros serviços.
kernel Driver.
filesys Driver do sistema de arquivos.
rec Driver reconhecido pelo sistema de arquivos (identifica os sistemas de arquivos no computador).
adapt Driver de adaptador (identifica itens de hardware, como teclado, mouse e unidade de disco).
interact O serviço pode interagir com a área de trabalho, recebendo entrada de usuários. Os serviços interativos devem ser executados na conta do sistema local. Esse tipo deve ser usado junto com type= own ou type= shared (por exemplo, type= interact type= own). O uso de type= interact sozinho gera um erro de parâmetro inválido.

start= {boot | system | auto | demand | disabled}

Especifica o tipo de início do serviço.

 

Valor Descrição
boot Um driver de dispositivo que é carregado pelo carregador de inicialização.
system Um driver de dispositivo que é iniciado durante a inicialização do núcleo.
auto Um serviço iniciado automaticamente sempre que o computador é reiniciado, sendo executado mesmo que ninguém faça logon no computador.
demand Um serviço que deve ser iniciado manualmente. Este será o valor padrão se start= não for especificado.
disabled Um serviço que não pode ser iniciado. Para iniciar um serviço desativado, altere o valor do tipo de início.

error= {normal | severe | critical | ignore}

Especifica a gravidade do erro se o serviço não é iniciado durante a inicialização.

 

Valor Descrição
normal O erro é registrado e uma caixa de mensagem é exibida, informando ao usuário que houve falha na inicialização de um serviço. A inicialização continuará. Esta é a configuração padrão.
severe O erro é registrado (se possível). O computador tenta reiniciar com a última configuração válida. Isso pode resultar na reinicialização do computador, mas talvez o serviço ainda não possa ser executado.
critical O erro é registrado (se possível). O computador tenta reiniciar com a última configuração válida. Se ela falhar, também haverá falha na inicialização e o processo será suspenso com um erro de interrupção.
ignore O erro é registrado e a inicialização continua. Nenhuma notificação, além do registro do erro no log de eventos, é fornecida ao usuário.

binpath=Nome_do_Caminho_Binário

Especifica um caminho para o arquivo binário de serviços.

group=Grupo_de_Classificação_para_Carregamento

Especifica o nome do grupo do qual este serviço faz parte. A lista de grupos é armazenada no Registro, na subchave HKLM\System\CurrentControlSet\Control\ServiceGroupOrder. O padrão é nulo.

tag= {yes | no}

Especifica se uma TagID deve ou não ser obtida a partir da chamada CreateService. As marcas são usadas somente para drivers de inicialização ou de início do sistema.

depend= dependências

Especifica os nomes de serviços ou grupos que precisam ser iniciados antes deste serviço. Os nomes são separados por barras (/).

obj= {Nome_da_Conta | Nome_do_Objeto}

Especifica o nome de uma conta na qual será executado um serviço ou especifica o nome de um objeto de driver do Windows no qual o driver será executado. O padrão é LocalSystem.

displayname=Nome_de_Exibição

Especifica um nome significativo e amigável que pode ser usado em programas da interface do usuário para identificar o serviço aos usuários. Por exemplo, o nome da subchave de um serviço é wuauserv, que não é útil ao usuário, e o nome para exibição é Atualizações automáticas.

password=Senha

Especifica uma senha. Este parâmetro é obrigatório se é usada uma conta que não seja a do sistema local.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se não houver um espaço entre um parâmetro e seu valor (por exemplo, type= own, e não type=own), a operação falhará.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc config:

sc config NewService binpath= “ntsd -d c:\windows\system32\NewServ.exe”

sc continue

Envia uma solicitação de controle CONTINUE a um serviço para continuar um serviço interrompido.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] continue [Nome_do_Serviço]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Use a operação continue para continuar um serviço em pausa.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc continue:

sc continue tapisrv

sc control

Envia um CONTROL B para um serviço.

Sintaxe

sc [Nome_do_Servidor] control [Nome_do_Serviço] [{paramchange | netbindadd | netbindremove | netbindenable | netbinddisable | UserDefinedControlB}]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

{paramchange | netbindadd | netbindremove | netbindenable | netbinddisable | UserDefinedControlB}

Especifica um controle a ser enviado para um serviço.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

sc create

Cria uma subchave e entradas para o serviço no Registro e no banco de dados do <b>Gerenciador de controle de serviços</b>.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] create [Nome_do_Serviço] [type= {own | share | kernel | filesys | rec | adapt | interacttype= {own | share}}] [start= {boot | system | auto | demand | disabled}] [error= {normal | severe | critical | ignore}] [binpath= Nome_do_Caminho_Binário] [group= Grupo_de_Classificação_para_Carregamento] [tag= {yes | no}] [depend= dependências] [obj= {Nome_da_Conta | Nome_do_Objeto}] [displayname= Nome_de_Exibição] [password= Senha]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

type= {own | share | kernel | filesys | rec | adapt | interacttype= {own | share}}

Especifica o tipo de serviço. O padrão é type= own.

 

Valor Descrição
own O serviço é executado em seu próprio processo. Ele não compartilha um arquivo executável com outros serviços. Este é o padrão.
share O serviço é executado como um processo compartilhado. Ele compartilha um arquivo executável com outros serviços.
kernel Driver.
filesys Driver do sistema de arquivos.
rec Driver reconhecido pelo sistema de arquivos (identifica os sistemas de arquivos usados no computador).
interact O serviço pode interagir com a área de trabalho, recebendo entrada de usuários. Os serviços interativos devem ser executados na conta do sistema local. Esse tipo deve ser usado junto com type= own ou type= shared (isto é, type= interact type= own). O uso de type= interact sozinho gera um erro de parâmetro inválido.

start= {boot | system | auto | demand | disabled}

Especifica o tipo de início do serviço. O início padrão é start= demand.

 

boot Um driver de dispositivo que é carregado pelo carregador de inicialização.
system Um driver de dispositivo que é iniciado durante a inicialização do núcleo.
auto Um serviço iniciado automaticamente sempre que o computador é reiniciado, sendo executado mesmo que ninguém faça logon no computador.
demand Um serviço que deve ser iniciado manualmente. Este será o valor padrão se start= não for especificado.
disabled Um serviço que não pode ser iniciado. Para iniciar um serviço desabilitado, altere o valor do tipo de início.

error= {normal | severe | critical | ignore}

Especifica a gravidade do erro se o serviço não é iniciado durante a inicialização. O padrão é error= normal.

 

normal O erro é registrado e uma caixa de mensagem é exibida, informando ao usuário que houve falha na inicialização de um serviço. A inicialização continuará. Esta é a configuração padrão.
severe O erro é registrado (se possível). O computador tenta reiniciar com a última configuração válida. Isso pode resultar na reinicialização do computador, mas talvez o serviço ainda não possa ser executado.
critical O erro é registrado (se possível). O computador tenta reiniciar com a última configuração válida. Se ela falhar, também haverá falha na inicialização e o processo será suspenso com um erro de interrupção.
ignore O erro é registrado e a inicialização continua. Nenhuma notificação, além do registro do erro no log de eventos, é fornecida ao usuário.

binpath=Nome_do_Caminho_Binário

Especifica um caminho para o arquivo binário de serviços. Não existe um padrão para binpath= e é necessário fornecer essa seqüência de caracteres.

group=Grupo_de_Classificação_para_Carregamento

Especifica o nome do grupo do qual este serviço faz parte. A lista de grupos é armazenada no Registro, na subchave HKLM\System\CurrentControlSet\Control\ServiceGroupOrder. O padrão é nulo.

tag= {yes | no}

Especifica se uma TagID deve ou não ser obtida a partir da chamada CreateService. As marcas são usadas somente para drivers de inicialização ou de início do sistema.

depend=dependências

Especifica os nomes de serviços ou grupos que precisam ser iniciados antes deste serviço. Os nomes são separados por barras (/).

obj= {Nome_da_Conta | Nome_do_Objeto}

Especifica o nome de uma conta na qual será executado um serviço ou especifica o nome de um objeto de driver do Windows no qual o driver será executado.

displayname=Nome_de_Exibição

Especifica um nome amigável que pode ser usado em programas da interface do usuário para identificar o serviço.

password=Senha

Especifica uma senha. É obrigatório se é usada uma conta que não seja a do sistema local.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se não houver um espaço entre um parâmetro e seu valor (isto é, type= own, e não type=own), a operação falhará.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc create:

sc \\myserver create NewService binpath= c:\windows\system32\NewServ.exe

sc create NewService binpath= c:\windows\system32\NewServ.exe type= share start= auto depend= “+TDI Netbios”

sc delete

Exclui uma subchave de serviço do Registro. Se o serviço estiver sendo executado ou se outro processo tiver um identificador aberto para o serviço, ele será marcado para exclusão.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] delete [Nome_do_Serviço]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Use <b>Adicionar ou remover programas</b> para excluir DHCP, DNS ou qualquer outro serviço interno do sistema operacional. Essa opção não só removerá a subchave do serviço no Registro, mas também desinstalará o serviço e excluirá quaisquer atalhos para ele.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc delete:

sc delete newserv

sc description

Define a seqüência de descrição de um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] description [Nome_do_Serviço] [Descrição]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

Descrição

Fornece uma descrição para o serviço especificado. Se nenhuma seqüência for especificada, a descrição do serviço não será modificada. Não há limite para o número de caracteres que pode estar contido na descrição do serviço.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc description:

sc description newserv “Executa o controle de qualidade do serviço.”

sc enumdepend

Lista os serviços que não podem ser executados a menos que o serviço especificado esteja em execução.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] enumdepend [Nome_do_Serviço] [Tamanho_do_Buffer]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer de enumeração. O padrão é 1024 bytes.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se o tamanho do buffer não for suficiente, a operação de enumdepend gerará dependências apenas parcialmente e especificará o tamanho adicional do buffer necessário para gerar todas as dependências. Se a saída estiver truncada, execute a operação novamente e especifique o tamanho maior do buffer.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc enumdepend:

sc enumdepend rpcss 5690

sc enumdepend tapisrv

sc failure

Especifica a ação a ser executada em caso de falha do serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] failure [Nome_do_Serviço] [reset= Período_sem_Erros] [reboot= Mensagem_de_Difusão] [command= Linha_de_Comando] [actions= Ações_de_Falhas_e_Tempo_de_Espera]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

reset=Período_sem_Erros

Especifica a duração do período (em segundos) sem falhas após o qual a contagem de falhas deve ser redefinida como 0. Este parâmetro deve ser usado junto com o parâmetro actions=.

reboot=Mensagem_de_Difusão

Especifica a mensagem a ser difundida em caso de falha do serviço.

command=Linha_de_Comando

Especifica a linha de comando a ser executada em caso de falha do serviço. Para obter mais informações sobre como executar um arquivo VBS ou em lotes em caso de falha, consulte Comentários.

actions=Ações_de_Falhas_e_Tempo_de_Espera

Especifica as ações de falhas e os respectivos tempos de espera (em milissegundos), separados por barras (/). As seguintes ações são válidas: run, restart e reboot. Este parâmetro deve ser usado junto com o parâmetro reset=. Use actions= “” para não executar nenhuma ação em caso de falha.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Nem todos os serviços permitem alterações nas opções de falha. Alguns são executados como parte de um conjunto de serviços.
  • Para executar um arquivo em lotes caso ocorra falha, especifique cmd.exeUnidade:\Nome_do_Arquivo.bat para o parâmetro command=, onde Unidade:\Nome_do_Arquivo.bat é o nome totalmente qualificado do arquivo em lotes.
  • Para executar um arquivo VBS em caso de falha, especifique cscript drive:\myscript.vbs para o parâmetro command=, onde Drive:\myscript.vbs é o nome totalmente qualificado do arquivo de script.
  • É possível especificar três ações diferentes para o parâmetro actions=, que serão usadas na primeira, segunda e terceira vez em que um serviço falhar.
  • Se não houver um espaço entre um parâmetro e seu valor (isto é, type= own, e não type=own), a operação falhará.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc failure:

sc failure msftpsvc reset= 30 actions= restart/5000

sc failure dfs reset= 60 command= c:\windows\services\restart_dfs.exe actions= run/5000

sc failure dfs reset= 60 actions= reboot/30000

sc failure dfs reset= 60 reboot= “Falha no serviço do Sistema de Arquivos Distribuídos. Por isso, o computador será reinicializado em 30 segundos.” actions= reboot/30000

sc failure myservice reset= 3600 reboot= “MeuServiço foi paralisado — reinicializando o computador” command= “%windir%\MyServiceRecovery.exe” actions= restart/5000/run/10000/reboot/60000

sc getdisplayname

Obtém o nome para exibição associado a um serviço específico.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] getdisplayname [Nome_do_Serviço] [Tamanho_do_Buffer]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer. O padrão é 1024 bytes.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc getdisplayname:

sc getdisplayname clipsrv

sc getdisplayname tapisrv

sc getdisplayname sharedaccess

sc getkeyname

Obtém o nome da chave associado a um serviço específico usando o nome para exibição como entrada.

Sintaxe

sc [Nome_do_Servidor] getkeyname [Nome_de_Exibição_do_Serviço] [Tamanho_do_Buffer]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

nome_para_exibição_do_serviço

Especifica o nome para exibição do serviço.

Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer. O padrão é 1024 bytes.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se Nome_de_Exibição_do_Serviço contiver espaços, coloque o texto entre aspas (ou seja, Nome de Exibição do Serviço).

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc getkeyname:

sc getkeyname “chamada de procedimento remoto (rpc)”

sc getkeyname “compartilhamento de conexão com a Internet”

sc getkeyname clipbook

sc interrogate

Envia uma solicitação de controle INTERROGATE para um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] interrogate [Nome_do_Serviço]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • O envio de INTERROGATE para um serviço faz com que o serviço atualize o seu status com o <b>Gerenciador de controle de serviços</b>.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc interrogate:

sc interrogate sharedaccess

sc interrogate rpcss

sc lock

Bloqueia o banco de dados do <b>Gerenciador de controle de serviços</b>.

Sintaxe

sc [Nome_do_Servidor] lock

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • O bloqueio do banco de dados do <b>Gerenciador de controle de serviços</b> impede que qualquer serviço seja iniciado. Use esse bloqueio se deseja certificar-se de que um serviço não será iniciado depois que tiver sido interrompido. Isso permitirá executar alguma ação (por exemplo, excluir o serviço) sem interferência.
  • O uso da operação lock bloqueia o banco de dados do Gerenciador de Controle de Serviços e permite que o banco de dados seja desbloqueado digitando-se u. Também é possível interromper o processo através do qual você bloqueou o banco de dados.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc lock:

sc lock

sc pause

Envia uma solicitação de controle PAUSE para um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] pause [Nome_do_Serviço]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Use a operação pause para pausar um serviço antes de desativá-lo.
  • Não é possível pausar todos os serviços.
  • Nem todos os serviços reagem da mesma forma quando são interrompidos. Alguns continuam a atender os clientes existentes, mas se recusam a aceitar novos clientes. Outros deixam de atender os clientes existentes e também se recusam a aceitar os novos.

Exemplos

O seguinte exemplo mostra como é possível usar o comando sc pause:

sc pause tapisrv

sc qc

Consulta as informações de configuração de um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] qc [Nome_do_Serviço] [Tamanho_do_Buffer]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer. O padrão é 1024 bytes.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A operação qc exibe as seguintes informações sobre um serviço: SERVICE_NAME (nome da subchave do serviço no Registro), TYPE, ERROR_CONTROL, BINARY_PATH_NAME, LOAD_ORDER_GROUP, TAG, DISPLAY_NAME, DEPENDENCIES e SERVICE_START_NAME.
  • Os administradores podem usar o comando SC para determinar o nome binário de qualquer serviço e descobrir se ele compartilha um processo com outros serviços digitando o seguinte na linha de comando:
    sc qcNome_do_Serviço
    O SC pode ajudar na correspondência de serviços no nó de serviços do Console de gerenciamento Microsoft (MMC) com processos no Monitor do sistema. Se o nome binário for Services.exe, o serviço compartilhará o processo do Controlador de Serviço.
    O Services.exe inicia todos os serviços. Para preservar os recursos do sistema, vários serviços Win32 desenvolvidos para Windows são gravados para compartilhar o processo do Services.exe. Esses serviços não são listados como processos separados no Monitor do sistema ou no <b>Gerenciador de tarefas</b>. O mesmo se aplica ao Svchost.exe que é um processo de host de serviço compartilhado por muitos serviços operacionais.
    Talvez não exista um processo para cada serviço Win32 porque os serviços Win32 de terceiros também podem ser configurados para compartilhar processos. É possível usar o SC para obter informações de configuração sobre esses serviços. No entanto, se um serviço não compartilhar o seu processo com outros serviços, haverá um processo para ele no Monitor do sistema quando estiver em execução.
  • O SC pode ser útil aos desenvolvedores de serviços porque fornece mais informações detalhadas e precisas sobre serviços do que o Services.exe, que está incluído no Windows. O Services.exe pode determinar se um serviço está em execução, parado ou interrompido. Embora essas ferramentas sejam adequadas para um aplicativo depurado que esteja sendo executado sem problemas, as informações por elas fornecidas sobre um serviço em desenvolvimento podem ser enganosas. Por exemplo, um serviço que está iniciando é mostrado como iniciado, independentemente de estar ou não de fato em execução.
    O SC implementa chamadas para todas as funções da interface de programação de aplicativo (API) do controle de serviços do Windows. Para definir os parâmetros para essas funções, especifique-os na linha de comando.
    Com o SC, é possível consultar o status de serviços e recuperar os valores armazenados nos campos de estrutura de status. Services.exe não pode fornecer o status completo de um serviço, mas o SC mostra o estado exato do serviço, bem como o número do último ponto de verificação e a dica de espera. Você pode usar o ponto de verificação como uma ferramenta de depuração, pois ele indica até onde a inicialização progrediu antes do programa parar de responder. O SC também permite especificar o nome de um computador remoto, de modo que você possa chamar as funções de API do serviço ou exibir as estruturas de status do serviço em um computador remoto.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc qc:

sc qc \\myserver newsrvice

sc qc rpcss 248

sc qdescription

Exibe a seqüência de descrição de um serviço.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] qdescription [Nome_do_Serviço] [Tamanho_do_Buffer]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer. O padrão é 1024 bytes.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc qdescription:

sc qdescription rpcss

sc qdescription rpcss 138

sc qfailure

Exibe as ações a serem executadas se houver falha no serviço especificado.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] qfailure [Nome_do_Serviço] [Tamanho_do_Buffer]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname.

Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer. O padrão é 1024 bytes.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A operação qfailure exibe as seguintes informações sobre um serviço: SERVICE_NAME (nome da subchave do serviço no Registro), RESET_PERIOD, REBOOT_MESSAGE, COMMAND_LINE e FAILURE_ACTIONS.

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc qfailure:

sc qfailure rpcss

sc qfailure rpcss 20

sc query

Obtém e exibe informações sobre o serviço, driver, tipo de serviço ou tipo de driver especificado.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] query [Nome_do_Serviço] [type= {driver | service | all}] [type= {own | share | interact | kernel | filesys | rec | adapt}] [state= {active | inactive | all}] [bufsize= Tamanho_do_Buffer] [ri= Índice_para_Continuação] [group= Nome_do_Grupo]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname. Este parâmetro query não é usado junto com outros parâmetros query (exceto Nome_do_Servidor).

type= {driver | service | all}

Especifica o que deve ser enumerado. O tipo padrão é service.

 

Valor Descrição
driver Especifica que apenas os drivers são enumerados.
service Especifica que apenas os serviços são enumerados.
all Especifica que os drivers e os serviços são enumerados.

type= {own | share | interact | kernel | filesys | rec | adapt}

Especifica os tipos de serviços ou de drivers a serem enumerados.

 

Valor Descrição
own O serviço é executado em seu próprio processo. Ele não compartilha um arquivo executável com outros serviços. Este é o padrão.
share O serviço é executado como um processo compartilhado. Ele compartilha um arquivo executável com outros serviços.
interact O serviço pode interagir com a área de trabalho, recebendo entrada de usuários. Os serviços interativos devem ser executados na conta do sistema local.
kernel Driver.
filesys Driver do sistema de arquivos.

state= {active | inactive | all}

Especifica o estado inicial do serviço a ser enumerado. O estado padrão é active.

 

Valor Descrição
active Especifica todos os serviços ativos.
inactive Especifica todos os serviços em pausa ou parados.
all Especifica todos os serviços.

bufsize=Tamanho_do_Buffer

Especifica o tamanho (em bytes) do buffer de enumeração. O tamanho padrão é 1024 bytes. Aumente o tamanho do buffer de enumeração quando o resultado de uma consulta ultrapassar 1024 bytes.

ri=Índice_para_Continuação

Especifica o número de índice no qual a enumeração deve começar ou continuar. O padrão é 0. Use este parâmetro junto com o parâmetro bufsize= quando uma consulta retornar mais informações do que as que podem ser exibidas pelo buffer padrão.

group=Nome_do_Grupo

Especifica o grupo de serviços a ser enumerado. O padrão é todos os grupos.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Se não houver um espaço entre um parâmetro e seu valor (isto é, type= own, e não type=own), a operação falhará.
  • A operação query exibe as seguintes informações sobre um serviço: SERVICE_NAME (nome da subchave do serviço no Registro), TYPE, STATE (bem como os estados que não estão disponíveis), WIN32_EXIT_B, SERVICE_EXIT_B, CHECKPOINT e WAIT_HINT.
  • O parâmetro type= pode ser usado duas vezes em alguns casos. A primeira ocorrência do parâmetro type= especifica se devem ser consultados serviços, drivers ou tudo. A segunda ocorrência do parâmetro type= especifica um tipo a partir da operação create para restringir ainda mais o escopo de uma consulta.
  • Quando o resultado de um comando query ultrapassa o tamanho do buffer de enumeração, é exibida uma mensagem semelhante a esta:
    Enum: more data, need 1822 bytes start resume at index 79
    Para exibir as informações restantes de query, execute query novamente, definindo bufsize= como o número de bytes e ri= como o índice especificado. Por exemplo, para que a saída restante seja exibida, digite o seguinte na linha de comando:
    sc query bufsize= 1822 ri= 79

Exemplos

Os seguintes exemplos mostram como é possível usar o comando sc query:

sc query

sc query messenger

sc query type= driver

sc query type= service

sc query state= all

sc query bufsize= 50

sc query ri= 14

sc query type= service type= interact

sc query type= driver group= ndis

sc queryex

Obtém e exibe informações estendidas sobre o serviço, driver, tipo de serviço ou tipo de driver especificado.

Sintaxe

Sc [Nome_do_Servidor] queryex [type= {driver | service | all}] [type= {own | share | interact | kernel | filesys | rec | adapt}] [state= {active | inactive | all}] [bufsize= Tamanho_do_Buffer] [ri= Índice_para_Continuação][group= Nome_do_Grupo]

Parâmetros

Nome_do_Servidor

Especifica o nome do servidor remoto no qual o serviço está localizado. O nome deve seguir o formato UNC (“\\meuservidor”). Para executar SC.exe localmente, ignore este parâmetro.

Nome_do_Serviço

Especifica o nome do serviço retornado pela operação getkeyname. Este parâmetro queryex não é usado junto com nenhum outro parâmetro queryex, exceto Nome_do_Servidor.

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Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte 16

Para cancelar um trabalho de impressão

Sintaxe

cscript prnjobs-x [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora-jNúmero_do_Trabalho [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-x

Obrigatório. Especifica que você deseja cancelar um trabalho de impressão.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto para o qual foi enviado o trabalho que deseja cancelar. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora que imprimiria o trabalho a ser cancelado.

-jNúmero_do_Trabalho

Obrigatório. Especifica, por número de identificação, o trabalho de impressão a ser cancelado.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador para o qual foi enviado o trabalho de impressão que deseja cancelar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Para exibir uma lista de trabalhos de impressão e os respectivos números de identificação, use este comando com o parâmetro -l.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Para listar os trabalhos de impressão em uma fila de impressão

Sintaxe

cscript prnjobs-l [-sComputador_Remoto] [-pNome_da_Impressora] [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-l

Obrigatório. Especifica que você deseja listar todos os trabalhos de impressão em uma fila de impressão.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto que hospeda a fila de impressão cujos trabalhos você deseja listar. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Especifica o nome da impressora cuja fila de impressão contém os trabalhos a serem listados. Se você não especificar uma impressora, todos os trabalhos em todas as filas de impressão serão listados.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador que hospeda a fila de impressão cujos trabalhos serão listados. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Para exibir uma lista de trabalhos de impressão e os respectivos números de identificação, use este comando com o parâmetro -l.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Exemplos

Para listar todos os trabalhos de impressão atuais na fila da impressora local chamada Impressora_colorida_2, digite:

cscript prnjobs.vbs -l -p Impressora_colorida_2

Legenda da formatação

 

Formato Significado
Itálico Informações que o usuário deve fornecer
Negrito Elementos que o usuário deve digitar exatamente conforme mostrado
Reticências (…) Parâmetro que pode ser repetido várias vezes em uma linha de comando
Entre colchetes ([]) Itens opcionais
Entre chaves ({}); opções separadas por barra vertical (|). Exemplo: {even|odd} Conjunto de opções entre as quais o usuário deve escolher apenas uma
Courier font Saída de código ou de programa

 

***

Prnmngr.vbs

Adiciona, exclui e lista impressoras ou conexões de impressora, além de definir e exibir a impressora padrão. Usado sem parâmetros, prnmngr.vbs exibe a ajuda de linha de comando para o comando prnmngr.vbs.

Para adicionar uma impressora local

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-a-pNome_da_Impressora [-sComputador_Remoto] -mNome_do_Driver-rNome_da_Porta [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-a

Obrigatório. Especifica que você deseja adicionar uma impressora local.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual você deseja adicionar uma impressora local. Se você não especificar um computador, a impressora será adicionada ao computador local.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora local a ser adicionada.

-mNome_do_Driver

Obrigatório. Especifica o nome do driver da impressora local a ser adicionada. Em geral, os drivers são nomeados de acordo com o modelo de impressora ao qual dão suporte. Consulte a documentação da impressora para obter mais informações.

-rNome_da_Porta

Obrigatório. Especifica a porta à qual a impressora está conectada. Se ela for paralela ou serial, use a identificação da porta (por exemplo, LPT1 ou COM1). Se ela for TCP/IP, use o nome da porta especificado quando foi adicionada. Para obter mais informações, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador ao qual deseja adicionar uma impressora local. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Exemplos

Para adicionar uma impressora chamada Impressora_colorida_2 que está conectada a LPT1 no computador local e exige um driver de impressora denominado Driver de impressora colorida1, digite:

cscript prnmngr.vbs -a -p Impressora_colorida_2 -m “Driver de impressora colorida1” -r lpt1:

Para adicionar uma conexão de impressora

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-ac-pNome_da_Impressora

Parâmetros

-ac

Obrigatório. Especifica que você deseja adicionar uma conexão de impressora.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora à qual você deseja adicionar uma conexão.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Para excluir uma impressora

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-d-pNome_da_Impressora [-uNome_do_Usuário-wSenha] [-sComputador_Remoto]

Parâmetros

-d

Obrigatório. Especifica que você deseja excluir uma impressora.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora que deseja excluir.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador do qual deseja excluir uma impressora. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual você deseja adicionar uma impressora local. Se você não especificar um computador, a impressora será adicionada ao computador local.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Exemplos

Para excluir a impressora chamada Impressora_colorida_2 do computador remoto Servidor_HR, digite:

cscript prnmngr.vbs -d -s Servidor_HR -p Impressora_colorida_2

Para excluir todas as impressoras de um computador

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-x [-sComputador_Remoto] [-uNome_do_Usuário] [-wSenha]

Parâmetros

-x

Obrigatório. Especifica que você deseja excluir todas as impressoras de um computador.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto do qual deseja excluir todas as impressoras. Se você não especificar um computador, todas as impressoras serão excluídas do computador local.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador do qual deseja excluir todas as impressoras. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Para exibir a impressora padrão

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-g

Parâmetros

-g

Obrigatório. Especifica que você deseja exibir a impressora padrão.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Para definir a impressora padrão

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-t-pNome_da_Impressora

Parâmetros

-t

Obrigatório. Especifica que você deseja definir a impressora padrão.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora que você deseja definir como padrão.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Para listar todas as impressoras de um computador

Sintaxe

cscript prnmngr.vbs-l [-sComputador_Remoto] [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-l

Obrigatório. Especifica que você deseja listar todas as impressoras de um computador.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto cujas impressoras deseja listar. Se você não especificar um computador, as impressoras adicionadas ao computador local serão listadas.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador cujas impressoras deseja listar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

***

Prnport.vbs

Cria, exclui e lista portas de impressora TCP/IP padrão, além de exibir e alterar a configuração das portas. Usado sem parâmetros, prnport.vbs exibe ajuda para o comando prnport.vbs.

Para criar uma porta de impressora TCP/IP padrão

Sintaxe

cscript prnport.vbs -a -r Nome_da_Porta[-s Computador_Remoto] -h Endereço_IP[-u Nome_do_Usuário -w Senha] [-o {raw -n Número_da_porta| lpr}] [-q Nome_da_Fila] [-m{e | d}] [-I Nome_do_Índice] [-y Nome_da_Comunidade] [-2{e | d}]

Parâmetros

-a

Obrigatório. Especifica que você deseja criar uma porta de impressora TCP/IP padrão.

-r Nome_da_Porta

Necessário. Especifica a porta à qual a impressora está conectada.

-s Computador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual você deseja adicionar a porta. Se você não especificar um computador, a porta será adicionada ao computador local.

-h Endereço_IP

Obrigatório. Especifica o endereço IP que deseja atribuir à porta.

-u Nome_do_Usuário -w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador no qual deseja criar uma porta de impressora TCP/IP padrão. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

-o{raw -n Número_da_Porta| lpr}

Especifica o protocolo utilizado pela porta: TCP não processado ou TCP LPR. Se você usar TCP não processado, será especificado o número de uma porta de impressora TCP não processado. Por padrão, esse número de porta é 9100. Para obter mais informações, consulte <b>Tópicos relacionados</b>. A maioria das impressoras utiliza TCP não processado. Em redes UNIX, as impressoras normalmente utilizam TCP LPR. Para obter mais informações sobre TCP não processado, consulte <b>Tópicos relacionados</b>. Para obter mais informações sobre TCP LPR, consulte a RFC 1179 no site do RFC Editor.

-q Nome_da_Fila

Especifica o nome da fila de uma porta TCP não processado.

-m{ e | d}

Especifica se SNMP está habilitado. O parâmetro e habilita SNMP. O parâmetro d desabilita esse protocolo.

-i Nome_do_Índice

Especificará o índice SNMP se esse protocolo estiver habilitado. Para obter mais informações, consulte a RFC 1759 no site do RFC Editor.

-y Nome_da_Comunidade

Especificará o nome da comunidade SNMP se esse protocolo estiver habilitado. Para obter mais informações, consulte Tópicos Relacionados.

-2{ e| d}

Especifica se spools duplos (também conhecidos como respool) estão habilitados para portas TCP LPR. Os spools duplos são necessários porque TCP LPR precisa incluir uma contagem de bytes exata no arquivo de controle que é enviado para a impressora, mas o protocolo não pode obter a contagem do provedor de impressão local. Então, quando é feito spool de um arquivo para uma fila de impressão TCP LPR, também é feito spool desse arquivo como um arquivo temporário na pasta system32. TCP LPR determina o tamanho do arquivo temporário e envia o tamanho para o servidor que executa LPD. O parâmetro e habilita spools duplos. O parâmetro d os desabilita.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

Para excluir uma porta de impressora TCP/IP padrão

Sintaxe

cscript prnport.vbs -d -r Nome_da_Porta [-s Computador_Remoto] [-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-d

Obrigatório. Especifica que você deseja excluir uma porta de impressora TCP/IP padrão.

-r Nome_da_Porta

Obrigatório. Especifica a porta de impressora TCP/IP padrão que deseja excluir.

-s Computador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto do qual a porta será excluída. Se você não especificar um computador, a porta será excluída do computador local.

-u Nome_do_Usuário -w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador do qual deseja excluir uma porta de impressora TCP/IP padrão. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Exemplos

Para excluir a porta de impressora TCP/IP padrão chamada IP_192.168.12.128 do computador remoto Servidor_HR, digite:

cscript prnport.vbs -d -r IP_192.168.12.128 -s Servidor_HR

Para listar todas as portas de impressora TCP/IP padrão em um computador

Sintaxe

cscript prnport.vbs -l [-s Computador_Remoto][-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-l

Obrigatório. Especifica que você deseja listar todas as portas de impressora TCP/IP padrão em um computador.

-s Computador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto cujas portas você deseja listar. Se você não especificar um computador, as portas do computador local serão listadas.

-u Nome_do_Usuário -w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador cujas portas de impressora TCP/IP padrão deseja listar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Exemplos

Para listar todas as portas de impressora TCP/IP padrão no computador remoto chamado Servidor_HR, digite:

cscript prnport.vbs -l -s Servidor_HR

Para exibir a configuração de uma porta de impressora TCP/IP padrão

Sintaxe

cscript prnport.vbs -g -r Nome_da_Porta [-s Computador_Remoto] [-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-g

Obrigatório. Especifica que você deseja exibir a configuração de uma porta de impressora TCP/IP padrão.

-r Nome_da_Porta

Obrigatório. Especifica a porta cuja configuração você deseja exibir.

-s Computador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto que hospeda a porta cuja configuração deseja exibir. Se você não especificar um computador, serão exibidas informações da porta de acordo com a forma como está configurada no computador local.

-u Nome_do_Usuário -w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador que hospeda a porta cuja configuração você deseja exibir. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Para configurar uma porta de impressora TCP/IP padrão

Sintaxe

cscript prnport.vbs -t -r Nome_da_Porta[-s Computador_Remoto] [-o {raw -n Número_da_Porta| lpr}] [-h Endereço_IP] [-q Nome_da_Fila] [-m{e | d}] [-I Nome_do_Índice] [-y Nome_da_Comunidade] [-2{e | d}] [-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-t

Obrigatório. Especifica que você deseja configurar uma porta de impressora TCP/IP padrão.

-r Nome_da_Porta

Necessário. Especifica a porta à qual a impressora está conectada.

-s Computador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto no qual você deseja configurar a porta. Se você não especificar um computador, a porta será configurada no computador local.

-o{raw -n Número_da_Porta| lpr}

Especifica o protocolo utilizado pela porta: TCP não processado ou TCP LPR. Se você usar TCP não processado, será especificado o número de uma porta de impressora TCP não processado. Por padrão, esse número de porta é 9100. Para obter mais informações, consulte <b>Tópicos relacionados</b>. A maioria das impressoras utiliza TCP não processado. Em redes UNIX, as portas de impressora normalmente utilizam TCP LPR. Para obter mais informações sobre TCP não processado, consulte <b>Tópicos relacionados</b>. Para obter mais informações sobre TCP LPR, consulte a RFC 1179 no site do RFC Editor.

-h Endereço_IP

Especifica, por endereço IP, a impressora cuja porta você deseja configurar.

-q Nome_da_Fila

Especifica o nome da fila de uma porta TCP não processado.

-m{ e| d}

Especifica se SNMP está habilitado. O parâmetro e habilita o SNMP. O parâmetro d desabilita esse protocolo.

-i Nome_do_Índice

Especificará o índice SNMP se esse protocolo estiver habilitado. Para obter mais informações, consulte a RFC 1759 no site do RFC Editor.

-y Nome_da_Comunidade

Especificará o nome da comunidade SNMP se esse protocolo estiver habilitado. Para obter mais informações, consulte Tópicos Relacionados.

-2{ e| d}

Especifica se spools duplos (também conhecidos como respool) estão habilitados para portas TCP LPR. Os spools duplos são necessários porque TCP LPR precisa incluir uma contagem de bytes exata no arquivo de controle que é enviado para a impressora, mas o protocolo não pode obter a contagem do provedor de impressão local. Então, quando é feito spool de um arquivo para uma fila de impressão TCP LPR, também é feito spool desse arquivo como um arquivo temporário na pasta system32. TCP LPR determina o tamanho do arquivo temporário e envia o tamanho para o servidor que executa LPD. O parâmetro e habilita spools duplos. O parâmetro d os desabilita.

-u Nome_do_Usuário -w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador no qual você deseja configurar uma porta. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

***

Prnqctl.vbs

Imprime uma página de teste, pausa ou continua uma impressora e limpa uma fila de impressora. Quando utilizado sem parâmetros, prnqctl.vbs exibe ajuda de linha de comando relativa ao comando prnqctl.vbs.

Para pausar a impressão

Sintaxe

cscript prnqctl.vbs-z [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-z

Obrigatório. Especifica que você deseja pausar a impressão.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual está conectada a impressora que deseja pausar. Se você não especificar um computador, a impressora conectada ao computador local será pausada.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora que deseja pausar.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador que hospeda a impressora que deseja pausar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo da pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Exemplos

Para pausar todas as impressões da impressora chamada Impressora_colorida_2 hospedada no computador remoto Servidor_HR, digite:

cscript prnqctl.vbs -z -s Servidor_HR -p Impressora_colorida_2

Para continuar a impressão

Sintaxe

cscript prnqctl.vbs-m [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-m

Obrigatório. Especifica que você deseja continuar a impressão.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual está conectada a impressora que deseja continuar. Se você não especificar um computador, será dada continuidade à impressora conectada ao computador local.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora na qual deseja continuar a impressão.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador que gerencia a impressora na qual deseja continuar a impressão. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo da pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Exemplos

Para continuar todas as impressões da impressora chamada Impressora_colorida_2 hospedada no computador remoto Servidor_HR, digite:

cscript prnqctl.vbs -m -s Servidor_HR -p Impressora_colorida_2

Para imprimir uma página de teste

Sintaxe

cscript prnqctl.vbs-e [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-e

Obrigatório. Especifica que você deseja imprimir uma página de teste.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual está conectada a impressora em que deseja imprimir uma página de teste. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora na qual deseja imprimir uma página de teste.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador que gerencia a impressora na qual deseja imprimir uma página de teste. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo da pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Para cancelar todos os trabalhos no spool de uma impressora

Sintaxe

cscript prnqctl.vbs-x [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-x

Obrigatório. Especifica que você deseja cancelar todos os trabalhos no spool de uma impressora.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto ao qual está conectada a impressora cujos trabalhos você deseja cancelar. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora cujos trabalhos de impressão deseja cancelar.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do Windows Management Instrumentation (WMI) ao computador cujos trabalhos de impressão deseja cancelar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo da pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

***

Prompt

Altera o prompt do Cmd.exe. Usado sem parâmetros, o comando prompt redefine o prompt de comando para a configuração padrão, a letra da unidade atual seguida da pasta atual e um símbolo de maior que (>).

Sintaxe

prompt [Texto]

Parâmetros

Texto

Especifica qualquer texto e informação a serem incluídos no prompt do sistema.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você pode personalizar o prompt de comando para exibir qualquer texto desejado, incluindo informações como o nome do diretório atual, a hora e a data, bem como a versão do Windows XP.
  • A tabela a seguir lista as combinações de caracteres que podem ser incluídas no lugar de uma ou mais seqüências de caracteres, ou adicionadas a essas seqüências, na opção de linha de comando Texto. A lista inclui uma descrição resumida do texto ou da informação que cada combinação de caracteres adiciona ao prompt de comando.

 

Caractere Descrição
$q = (sinal de igual)
$$ $ (cifrão)
$t Hora atual
$d Data atual
$p Unidade e caminho atuais
$v Número da versão do Windows XP
$n Unidade atual
$g > (sinal maior que)
$l < (sinal menor que)
$b | (pipe)
$_ ENTER-AVANÇO DE LINHA
$e Código ANSI de escape (código 27)
$h Backspace (para excluir um caractere escrito na linha do prompt de comando)
$a & (E comercial)
$c ( (parêntese esquerdo)
$f ) (parêntese direito)
$s espaço em branco
  • Quando as extensões de comando estão ativadas (isto é, o padrão), o comando prompt dá suporte aos caracteres de formatação listados na tabela a seguir.

 

Caractere Descrição
$+ Zero ou mais caracteres de sinal de mais (+) dependendo da profundidade da pilha de diretórios de pushd, um caractere para cada nível adicionado.
$m O nome remoto associado à letra de unidade atual ou à seqüência vazia se a unidade atual não for uma unidade de rede.
  • Se você incluir o caractere $p no parâmetro texto, o disco será lido depois que digitar cada comando para determinar a unidade e o caminho atuais. Isso pode levar mais tempo, principalmente no caso de unidades de disquete.

Exemplos

O exemplo a seguir define o prompt de comando para exibir a unidade e o caminho atuais seguidos do sinal maior que (>):

prompt $p$g

O comando a seguir exibe um prompt com duas linhas em que a hora atual é exibida na primeira linha e a data atual é exibida na segunda:

prompt time is: $t$_date is: $d

***

Pushd – Não encontrado

***********************************************************************************

“Q”

Comandos de consulta de serviços de terminal

Comandos de consulta de serviços de terminal

Para obter mais informações sobre os comandos query de serviços de terminal, consulte os seguintes tópicos:

 

***********************************************************************************

“R”

Rasdial

Automatiza o processo de conexão para qualquer cliente Microsoft. Utilizado sem opções, rasdial exibe o status das conexões atuais.

Sintaxe

rasdialConnectionName [UserName [(Senha | *)]] [/ domain:Domínio] [/ telefone:PhoneNumber] [/ callback:Retorno_De_Chamada] [/ agenda:PhonebookPath] [/ prefixsuffix]

rasdial [ConnectionName] / disconnect

Parâmetros

ConnectionName

Exigido ao se conectar a uma lista telefónica (pbk.) Entrada. Especifica uma entrada no arquivo. Pbk atual, localizado no systemroot\ System32 \ Ras. Se o ConnectionName contém espaços ou caracteres especiais, use aspas em torno do texto (isto é, Nome da conexão). O arquivo Rasphone.pbk é usado a menos que o Agenda Pessoal opção é selecionada. Se o Agenda Pessoal opção for selecionada, o arquivo UserName. pbk é usado. O nome é exibido na barra de título quando Rasphone Agenda Pessoal / p é selecionado. Os números são acrescentados, se ocorrer conflitos de nome.

UserName[( Senha| *)]

Especifica um nome de usuário e senha com a qual se conectar. Se um asterisco é usado, o usuário é solicitado para a senha, mas os caracteres digitados não são exibidos.

/ domain: Domínio

Especifica o domínio no qual a conta de usuário está localizado. Se não for especificado, o valor do último Domínio no campo Conectar-se ao caixa de diálogo é usada.

/ telefone: PhoneNumber

Substitui o número de telefone especificado pelo número de telefone da entrada em Rasphone.pbk.

/ callback: Retorno_De_Chamada

Substitui o número de chamada para o número especificado retorno da entrada em Rasphone.pbk.

/ agenda: PhonebookPath

Especifica o caminho para o ficheiro de agenda. O padrão é systemroot\ System32 \ Ras \UserName. pbk. Você pode especificar um caminho completo para o arquivo.

/ prefixsuffix

Aplica-se a localização actual TAPI discagem definições para o número de telefone. Estas definições são configuradas em telefonia, que está localizado no Painel de controle. Esta opção está desativada por padrão.

/ disconnect

Necessário quando desconectar. Desconecta a entrada especificada. Você também pode desconectar digitando / d.

Observações

  • As características Rasphone.exe a seguir não são suportados com rasdial:
  • As entradas que necessitam de terminais de entrada do usuário de modo durante a seqüência de discagem
  • Operador assistido ou discagem manual

Exemplos

No exemplo seguinte, este comando se conecta à entrada do Office em Rasphone.pbk:

escritório rasdial

No exemplo seguinte, este comando conecta-se ao Serviço de 2 a entrada em Rasphone.pbk e especificar um número para retorno:

“escritório rasdial 2” / callback :555-0100

No exemplo seguinte, este comando desliga a partir da entrada EAST OFFICE:

rasdial “East Office” / d

***

Rcp

Copia arquivos entre um computador que executa o Windows XP ou um sistema operacional Windows Server 2003 e um sistema que executa o rshd, o serviço de shell remoto (daemon). A família Windows Server 2003, Windows XP e o Windows 2000 não fornecem um serviço rshd. Usado sem parâmetros, rcp exibe ajuda.

Sintaxe

rcp[{-a | -b}] [-h] [-r] [Host][.Usuário:] [Origem] [Host][.Usuário:] [Caminho\Destino]

Parâmetros

-a

Especifica o modo de transferência ASCII. Esse modo converte os caracteres de fim de linha em um retorno de carro para UNIX e um retorno de carro/avanço de linha para computadores. Esse é o modo de transferência padrão.

-b

Especifica o modo de transferência de imagem binária. Nenhuma conversão de retorno de carro/avanço de linha é executada.

-h

Transfere arquivos de origem marcados com o atributo oculto para o computador que executa o Windows XP ou um sistema operacional Windows Server 2003. Caso contrário, os arquivos ocultos não serão copiados.

-r

Copia recursivamente o conteúdo de todas as subpastas da origem para o destino.

host

Especifica o host local ou remoto. Se o host for especificado como um endereço IP ou se o nome do host contiver pontos (.), especifique o usuário.

usuário

Especifica o nome do usuário. Se esse nome for omitido, será usado o nome do usuário conectado no momento.

origem

Especifica os arquivos a serem copiados.

caminho\destino

Especifica o caminho referente à pasta de logon no host remoto. Utilize os caracteres de escape barra invertida (\), aspas (“) ou apóstrofo (‘) em caminhos remotos para usar caracteres curinga no host remoto. Se diversos arquivos de origem forem especificados, o destino será uma pasta.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Transferências de terceiros
    Também é possível usar o comando rcp, que é um comando de conectividade, para transferências de terceiros. Você pode executar o comando rcp para copiar arquivos entre dois outros computadores que estejam executando o rshd. O daemon rshd está disponível em computadores UNIX; dessa forma, em uma transferência de terceiros, o computador que executa o Windows XP ou sistemas operacionais Windows Server 2003 podem participar apenas como o sistema a partir do qual os comandos são executados.
  • Usando o parâmetro -r
    É necessário que Origem e Caminho\Destino sejam pastas. No entanto, você poderá usar -r sem recursão se a origem não for uma pasta.
  • Usando os parâmetros Origem e Caminho\Destino
    Se o nome de arquivo não começa com uma barra diagonal (/) para UNIX ou uma barra invertida (\) para o Windows XP e a família Windows Server 2003, pressupõe-se que seja relativo à pasta de trabalho atual. Em computadores que executam o Windows XP ou sistemas operacionais Windows Server 2003, este é o diretório a partir do qual o comando é executado. No sistema remoto, é a pasta de logon para o usuário remoto. Um ponto (.) indica a pasta atual. É possível usar os caracteres de escape barra invertida (\), aspas (“) ou apóstrofo (‘) em caminhos remotos como caracteres curinga no computador remoto.
  • Permissões de acesso remoto
    O comando rcp não solicita senhas. É necessário que o nome de usuário atual ou especificado exista no computador remoto e permita a execução remota de comando com rcp.
  • O arquivo .rhosts
    O arquivo .rhosts especifica quais usuários ou sistemas remotos podem acessar uma conta local utilizando rsh ou rcp. Esse arquivo (ou um equivalente Hosts) é necessário para obter acesso a um sistema remoto utilizando esses comandos. Os comandos rsh e rcp transmitem o nome do usuário local para o sistema remoto. Esse sistema utiliza esse nome e o endereço IP (normalmente resolvido para um nome de computador) do sistema que o solicitou para determinar se o acesso é concedido. Não existe uma regra para especificar uma senha com o objetivo de acessar uma conta utilizando esses comandos.
    Se o usuário estiver conectado a um domínio, o controlador de domínio primário precisará estar disponível para resolver o nome de logon porque não está armazenado em cache no computador local. Como o nome do usuário é obrigatório como parte do protocolo rsh, haverá falha no comando se não for possível obter esse nome.
    O arquivo .rhosts é um arquivo de texto no qual cada linha é uma entrada. Uma entrada consiste no nome do computador local, no nome do usuário local e em qualquer comentário sobre a entrada. Cada entrada é separada por uma tabulação ou espaço e os comentários começam com um sinal de sustenido (#), por exemplo:
    computer5marie #This computer is in room 31A
    O arquivo .rhosts precisa estar na pasta base do usuário no computador remoto. Para obter mais informações sobre a implementação específica do arquivo .rhosts em um computador remoto, consulte a documentação do sistema remoto.
    Além disso, é possível adicionar o nome do seu computador ao arquivo /Etc/Hosts no computador remoto. Isso permitirá que o sistema remoto autentique solicitações remotas para o seu computador quando você usar os utilitários TCP/IP da família Windows Server 2003.
  • Especificando computadores (hosts)
    Use os parâmetros Computador.Usuário para utilizar um nome de usuário diferente do atual. Se os parâmetros Computador.Usuário forem especificados com Origem, o arquivo .rhosts no computador remoto precisará conter uma entrada para Usuário, da seguinte maneira:
    rcp host99.user7:file1 corp7.admin:file2
    O arquivo .rhosts em corp7 deve ter uma entrada para o usuário7 no host99.
    Se um nome de computador for fornecido como um nome de domínio completo que contém pontos, será necessário acrescentar um nome de usuário ao nome do computador, conforme descrito anteriormente. Isso impedirá que o último elemento do nome do domínio seja interpretado como um nome de usuário, da seguinte maneira:
    rcp domain-name1.user:user92 domain-name2.user:user7
  • Processamento remoto
    O processamento remoto é realizado por um comando que é executado do shell de logon do usuário na maioria dos sistemas UNIX. O .perfil ou .cshrc do usuário é executado antes da análise de nomes de arquivos e as variáveis de shell exportadas podem ser usadas (utilizando-se o caractere de escape ou aspas) em nomes de arquivos remotos.
  • Copiando arquivos
    Se você tentar copiar vários arquivos para um arquivo em vez de para uma pasta, apenas o último arquivo será copiado. O comando rcp não pode copiar um arquivo para si mesmo (os parâmetros Origem e Caminho/Destino não podem ser os mesmos.)
    Se você tiver feito logon no computador que executa o Windows XP ou um sistema operacional Windows Server 2003 usando um domínio diferente do local e o controlador de domínio primário não estiver disponível, haverá falha no comando porque rcp não poderá determinar o nome do usuário local. A mesma restrição se aplica a rsh.
  • Este comando só estará disponível se Protocolo TCP/IP estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de Rede.

Exemplos

Para copiar um arquivo local para a pasta de logon de um computador remoto, digite:

rcp nome_do_arquivo computador_remoto:

Para copiar um arquivo local para uma pasta existente com um novo nome de arquivo em um computador remoto, digite:

rcp nome_do_arquivo computador_remoto:/pasta/novo_nome_do_arquivo

Para copiar diversos arquivos locais para a subpasta de uma pasta de logon remota, digite:

rcp arquivo1 arquivo2 arquivo3 computador_remoto:subpasta/pasta_de_arquivos

Para copiar de uma origem remota para a pasta atual do computador local, digite:

rcp computador_remoto:nome_do_arquivo

Para copiar diversos arquivos de várias origens remotas para um destino remoto com nomes de usuários diferentes, digite:

rcp remoto1.usuário1:arquivo1 remoto2.usuário2:arquivo2 destremoto.destusuário:pasta

***

Rd  –  não encontrado

***

Recover – Não encontrado

***

Usando operadores de redirecionamento de comandos

É possível usar operadores de redirecionamento para redirecionar fluxos de entrada e saída de comandos dos locais padrão para locais diferentes. O local do fluxo de entrada ou saída é conhecido como manipulador.

A tabela a seguir lista os identificadores disponíveis.

 

Identificador Equivalente numérico do identificador Descrição
STDIN 0 Entrada do teclado
STDOUT 1 Saída para a janela do prompt de comando
STDERR 2 Saída de erro para a janela do prompt de comando
UNDEFINED 3-9 Identificadores são definidos individualmente pelo aplicativo e são específicos de cada ferramenta

Os números de zero a nove (ou seja, 0-9) representam os primeiros dez identificadores. Você pode usar o Cmd.exe para executar um programa e redirecionar qualquer um dos primeiros dez identificadores para o programa. Para especificar o identificador a ser usado, digite o respectivo número antes do operador de redirecionamento. Se você não definir um manipulador, o operador de redirecionamento de entrada < padrão será zero (0) e o operador de redirecionamento de saída > padrão será um (1). Depois de digitar o operador < ou >, especifique o local em que deseja ler ou gravar os dados. É possível especificar um nome de arquivo ou outro identificador existente.

Para especificar o redirecionamento para manipuladores existentes, use o caractere E comercial (&) seguido do número do manipulador a ser redirecionado (ou seja, &manipulador#). Por exemplo, o comando a seguir redireciona o identificador 2 (ou seja, STDERR) para o identificador 1 (ou seja, STDOUT):

2>&1

A tabela a seguir lista operadores que você pode usar para redirecionar fluxos de entrada e saída.

 

Operador de redirecionamento Descrição
>  Grava a saída do comando em um arquivo ou dispositivo, como uma impressora, em vez de gravar na janela do prompt de comando ou uma identificação.
<  Lê a entrada do comando a partir de um arquivo, em vez de ler a partir do teclado ou de uma identificação.
>>  Acrescenta a saída do comando ao final de um arquivo sem excluir as informações já existentes no arquivo.
>& Grava a saída de um identificador na entrada de outro identificador.
<& Lê a entrada de um identificador e grava essa entrada na saída de outro identificador.
| Lê a saída de um comando e grava essa saída na entrada de outro comando. Também conhecido como pipe.

Por padrão, a entrada do comando (isto é, o identificador STDIN) é enviada do teclado para o Cmd.exe; em seguida, esse arquivo envia a saída do comando (isto é, o identificador STDOUT) para a janela do prompt de comando.

Redirecionando a entrada (<)

Para redirecionar a entrada do teclado para um arquivo ou dispositivo, use o operador <. Por exemplo, para obter a entrada de sort a partir de Arquivo.txt:

sort<arquivo.txt

O conteúdo de Arquivo.txt é exibido na janela do prompt de comando como uma lista em ordem alfabética.

O operador < abre o nome de arquivo especificado com acesso somente leitura. Dessa forma, não é possível gravar no arquivo quando esse operador é utilizado. Por exemplo, se você iniciar um programa com <&2, haverá falha em todas as tentativas de leitura do manipulador 0 porque o manipulador 2 foi aberto inicialmente com acesso somente para gravação.

Observação

  • Zero é o manipulador padrão do operador de redirecionamento de entrada < .

Redirecionando a saída (>)

Quase todos os comandos enviam a saída para a janela do prompt de comando. Até aqueles que enviam a saída para uma unidade ou impressora exibem mensagens e prompts nessa janela.

Para redirecionar a saída da janela do prompt de comando para um arquivo ou dispositivo, use o operador >. É possível usar esse operador com a maioria dos comandos. Por exemplo, para redirecionar a saída do comando dir para Lista_pastas.txt:

dir>lista_pastas.txt

Se Lista_pastas.txt não existir, o Cmd.exe o criará. Se Lista_pastas.txt existir, o Cmd.exe substituirá as informações do arquivo pela saída do comando dir.

Para executar o comando netsh routing dump e enviar a saída para Rota.cfg, digite:

netsh routing dump>c:\rota.cfg

O operador > abre o arquivo especificado com acesso somente para gravação. Dessa forma, não é possível ler o arquivo quando esse operador é utilizado. Por exemplo, se você iniciar um programa com o redirecionamento >&0, haverá falha em todas as tentativas de gravação do manipulador 1 porque o manipulador 0 foi aberto inicialmente com acesso somente leitura.

Observação

  • Um é o manipulador padrão do operador de redirecionamento de saída >.

Duplicando identificadores

O operador de redirecionamento & duplica a saída ou a entrada de um manipulador especificado para outro. Por exemplo, para enviar a saída do comando dir para Arquivo.txt e enviar a saída de erro para esse mesmo arquivo, digite:

dir>c:\arquivo.txt 2>&1

Ao duplicar um identificador, você duplica todas as características da ocorrência original do identificador. Por exemplo, se um manipulador tem acesso somente para gravação, todas as duplicações desse manipulador possuem acesso somente para gravação. Não é possível duplicar um manipulador com acesso somente leitura para um manipulador somente para gravação.

Usando o operador & para redirecionar a entrada e duplicar

Para usar o operador de redirecionamento de entrada (<) com o operador de duplicação (&), é necessário que o arquivo especificado já exista. Se o arquivo de entrada existir, o Cmd.exe o abrirá como somente leitura e enviará os caracteres contidos no arquivo como entrada para o comando, como se fossem entrada do teclado. Se você especificar um identificador, o Cmd.exe o duplicará para o identificador existente no sistema.

Por exemplo, para abrir Arquivo.txt como entrada lida para o identificador 0 (ou seja, STDIN), digite:

<arquivo.txt

Para abrir Arquivo.txt, classificar o conteúdo e enviar a saída para a janela do prompt de comando (ou seja, STDOUT), digite:

sort<arquivo.txt

Para localizar Arquivo.txt e redirecionar o identificador 1 (ou seja, STDOUT) e o identificador 2 (ou seja, STDERR) para Pesquisa.txt, digite:

findfile arquivo.txt>pesquisa.txt 2<&1

Para duplicar um identificador 3 definido pelo usuário como entrada lida para o identificador 0 (ou seja, STDIN), digite:

<&3

Usando o operador & para redirecionar a saída e duplicar

Se você redirecionar a saída para um arquivo e especificar um nome de arquivo existente, o Cmd.exe abrirá o arquivo como somente para gravação e substituirá o seu conteúdo. Se você especificar um identificador, o Cmd.exe duplicará o arquivo para o identificador existente.

Para duplicar um identificador 3 definido pelo usuário para o identificador 1, digite:

>&3

Para redirecionar toda a saída, incluindo o manipulador 2 (ou seja, STDERR), do comando ipconfig para o manipulador 1 (ou seja, STDOUT) e, em seguida, redirecioná-la para Saída.log, digite:

ipconfig.exe>>saída.log 2>&1

Usando o operador de redirecionamento >> para acrescentar a saída

Para adicionar a saída de um comando ao final de um arquivo sem perder qualquer informação ali existente, utilize o sinal maior que duas vezes seguidas (ou seja, >>). Por exemplo, o comando a seguir acrescenta a lista de pastas criada pelo comando dir ao arquivo Lista_pastas.txt:

dir>>lista_pastas.txt

Para acrescentar a saída do comando netstat ao final de Info_tcp.txt, digite:

netstat>>info_tcp.txt

Usando o operador pipe (|)

O operador pipe (|) obtém a saída (por padrão, STDOUT) de um comando e a direciona para a entrada (por padrão, STDIN) de outro comando. Por exemplo, o comando a seguir classifica uma pasta:

dir | sort

Nesse exemplo, ambos os comandos começam a ser executados ao mesmo tempo, mas depois o comando sort pausa até receber a saída do comando dir. O comando sort utiliza a saída do comando dir como entrada e envia a saída para o manipulador 1 (ou seja, STDOUT).

Combinando comandos com operadores de redirecionamento

É possível criar comandos personalizados combinando comandos de filtro com outros comandos e nomes de arquivo. Por exemplo, você pode utilizar o comando a seguir para armazenar os nomes dos arquivos que contêm a seqüência de caracteres “LOG”:

dir /b | find “log” lista_log.txt

A saída do comando dir é enviada através do comando de filtro find. Os nomes de arquivo que contêm a seqüência de caracteres “LOG” são armazenados como uma lista (por exemplo, NetshConfig.log, Logdat.svd e Meulog.bat) no arquivo Lista_logs.txt.

Para usar mais de um filtro no mesmo comando, separe os filtros com um pipe (|). Por exemplo, o comando a seguir pesquisa todas as pastas na unidade C:, localiza os nomes de arquivo que incluem a seqüência de caracteres “Log” e os exibe um de cada vez em uma janela do prompt de comando:

dir c:\ /s /b | find “log” | more

Com o uso de uma barra vertical (|), você direciona o Cmd.exe para enviar a saída do comando dir através do comando de filtro find. O comando find seleciona somente os nomes de arquivo que contêm a seqüência de caracteres “LOG”. O comando more exibe os nomes de arquivo que são selecionados pelo comando find, uma janela do prompt de comando por vez. Para obter mais informações sobre comandos de filtro, consulte Usando filtros.

***

Reg

Executa operações de adição, alteração, importação exportação e outras operações nas informações de subchave do Registro e dos valores nas entradas do Registro.

Os comandos reg incluem:

reg add

reg compare

reg copy

reg delete

reg export

reg import

reg load

reg query

reg restore

reg save

reg unload

reg add

Adiciona ao Registro uma nova subchave ou entrada.

Sintaxe

reg add NomeDaChave [{/v NomeDoValor | /ve}] [/t TipoDeDados] [/s Separador] [/d Dados] [/f]

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave ou entrada a ser adicionada. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

/vNomeDoValor

Especifica o nome da entrada do Registro a ser adicionada à subchave especificada.

/ve

Especifica que a entrada do Registro adicionada ao Registro possui um valor nulo.

/tTipo

Especifica o tipo da entrada do Registro. Tipo deve ser um dos seguintes:REG_SZREG_MULTI_SZREG_DWORD_BIG_ENDIANREG_DWORDREG_BINARYREG_DWORD_LITTLE_ENDIANREG_LINKREG_FULL_RESOURCE_DESCRIPTORREG_EXPAND_SZ

/sSeparador

Especifica o caractere a ser usado para separar várias instâncias de dados quando o tipo de dados REG_MULTI_SZ for especificado e mais de uma entrada precisar ser listada. Se não for especificado, o separador padrão será “”.

/dDados

Especifica os dados da nova entrada do Registro.

/f

Adiciona a entrada do Registro sem pedir confirmação.

/?

Exibe ajuda para reg add no prompt de comando.

Comentários

  • Subárvores não podem ser adicionadas com esta operação. Esta versão do Reg não pede confirmação durante a adição de uma subchave.
  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg add.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha
  • Para tipos de chave REG_EXPAND_SZ, use o símbolo de interpolação ( ^ ) com “%” dentro do parâmetro /d.

Exemplos

Para adicionar a chave HKLM\Software\MyCo no computador remoto ABC, digite:

REG ADD \\ABC\HKLM\Software\MyCo

Para adicionar uma entrada de Registro ao HKLM\Software\MyCo com as opções de NomeDoValor: Data, Type: REG_BINARY e ValueData: fe340ead, digite:

REG ADD HKLM\Software\MyCo /v Data /t REG_BINARY /d fe340ead

Para adicionar uma entrada de Registro com vários valores ao HKLM\Software\MyCo com as opções de NomeDoValor: MRU, DataType: REG_MULTI_SZ e ValueData: faxmail, digite:

REG ADD HKLM\Software\MyCo /v MRU /t REG_MULTI_SZ /d faxmail

Para adicionar uma entrada de Registro expandida ao HKLM\Software\MyCo com as opções de NomeDoValor: Path, DataType: REG_EXPAND_SZ e ValueData: %systemroot%, digite:

REG ADD HKLM\Software\MyCo /v Path /t REG_EXPAND_SZ /d ^%systemroot^%

reg compare

Compara entradas ou subchaves especificadas do Registro.

Sintaxe

reg compare NomeDaChave1 NomeDaChave2 [{/v NomeDoValor | /ve}] [{/oa | /od | /os | on}] [/s]

Parâmetros

NomeDaChave1

Especifica o caminho completo da primeira subchave a ser comparada. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

NomeDaChave2

Especifica o caminho completo da segunda subchave a ser comparada. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. Especificar somente o nome do computador em NomeDaChave2 faz com que a operação use o caminho para a subchave especificada em NomeDaChave1. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

/vNomeDoValor

Especifica o nome do valor na subchave a ser comparada.

/ve

Especifica que serão comparadas somente entradas que têm um nome de valor nulo.

[{/oa | /od | /os | on}]

Especifica como exibir os resultados da operação de comparação. O padrão é /od. A tabela a seguir lista as todas as opções.

 

Valor Descrição
/oa Especifica que todas as diferenças e correspondências são exibidas. Por padrão, apenas as diferenças são listadas.
/od Especifica que apenas as diferenças são exibidas. Esse é o comportamento padrão.
/os Especifica que apenas as correspondências são exibidas. Por padrão, apenas as diferenças são listadas.
/on Especifica que nada é exibido. Por padrão, apenas as diferenças são listadas.

/s

Compara todas as subchaves e entradas recursivamente.

/?

Exibe ajuda para reg compare no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados por reg compare.

 

Valor Descrição
0 A comparação foi realizada com êxito e o resultado é idêntico.
1 Houve falha na comparação.
2 A comparação foi realizada com êxito e foram encontradas diferenças.
  • A seguinte tabela lista os símbolos exibidos nos resultados.

 

Símbolo Descrição
= Os dados de NomeDaChave1 são iguais aos dados de NomeDaChave2
Os dados de NomeDaChave1 são menores do que os dados de NomeDaChave2
Os dados de NomeDaChave1 são maiores do que os dados de NomeDaChave2

Exemplos

Para comparar todos os valores na chave MyApp com todos os valores na chave SaveMyApp, digite:

REG COMPARE HKLM\Software\MyCo\MyApp HKLM\Software\MyCo\SaveMyApp

Para comparar o valor de Version na chave MyCo e o valor de Version na chave MyCo1, digite:

REG COMPARE HKLM\Software\MyCo HKLM\Software\MyCo1 /v Version

Para comparar todas as subchaves e valores em HKLM\Software\MyCo no computador ZODIAC com todas as subchaves e valores em HKLM\Software\MyCo no computador atual, digite:

REG COMPARE \\ZODIAC\HKLM\Software\MyCo \\. /s

reg copy

Copia uma entrada do Registro em um local especificado no computador local ou remoto.

Sintaxe

reg copy NomeDaChave1 NomeDaChave2 [/s] [/f]

Parâmetros

NomeDaChave1

Especifica o caminho completo da subchave a ser copiada. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

NomeDaChave2

Especifica o caminho completo do destino da subchave. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

/s

Copia todas as subchaves e entradas na subchave especificada.

/f

Copia a subchave sem pedir confirmação.

/?

Exibe ajuda para reg copy no prompt de comando.

Comentários

  • O Reg não pede confirmação ao copiar uma subchave.
  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg copy.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para copiar todas as subchaves e valores na chave MyApp para a chave SaveMyApp, digite:

REG COPY HKLM\Software\MyCo\MyApp HKLM\Software\MyCo\SaveMyApp /s

Para copiar todos os valores na chave MyCo no computador ZODIAC para a chave MyCo1 no computador atual, digite:

REG COPY \\ZODIAC\HKLM\Software\MyCo HKLM\Software\MyCo1

reg delete

Exclui uma subchave ou entradas do Registro.

Sintaxe

Reg delete NomeDaChave [{/v NomeDoValor | /ve | /va}] [/f]

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave ou entrada a ser excluída. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

/vNomeDoValor

Exclui uma entrada específica na subchave. Se nenhuma entrada for especificada, todas as entradas e subchaves na subchave serão excluídas.

/ve

Especifica que serão excluídas somente entradas que não possuem um valor.

/va

Exclui todas as entradas na subchave especificada. As subchaves na subchave especificada não são excluídas com este parâmetro.

/f

Exclui a entrada ou a subchave existente do Registro sem pedir confirmação.

/?

Exibe ajuda para reg delete no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg delete.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para excluir a chave de Registro Timeout e todas as suas subchaves e valores, digite:

REG DELETE HKLM\Software\MyCo\MyApp\Timeout

Para excluir o valor do Registro MTU em HKLM\Software\MyCo no computador ZODIAC, digite:

REG DELETE \\ZODIAC\HKLM\Software\MyCo /v MTU

reg export

Copia as subchaves especificadas, as entradas e os valores do computador local em um arquivo para transferência para outros serviços.

Sintaxe

Reg export NomeDaChave NomeDoArquivo [/y]

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave. A operação do comando export funciona somente no computador local. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC.

NomeDoArquivo

Especifica o nome e o caminho do arquivo a ser criado durante a operação. É necessário que o arquivo tenha uma extensão .reg.

/y

Substitui qualquer arquivo existente com o nome NomeDoArquivo sem solicitar confirmação.

/?

Exibe ajuda para reg export no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg export.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para exportar o conteúdo de todas as subchaves e valores da chave MyApp para o arquivo AppBkUp.reg, digite:

reg export HKLM\Software\MyCo\MyApp AppBkUp.reg

reg import

Copia o conteúdo de um arquivo que contém subchaves, entradas e valores exportados no Registro do computador local.

Sintaxe

Reg import NomeDoArquivo

Parâmetros

NomeDoArquivo

Especifica o nome e o caminho do arquivo cujo conteúdo que será copiado no Registro do computador local. Esse arquivo precisa ser criado antes de usar reg export.

/?

Exibe ajuda para reg import no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg import.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para importar entradas do Registro do arquivo chamado AppBkUp.reg, digite:

reg import AppBkUp.reg

reg load

Grava subchaves e entradas salvas em uma subchave diferente no Registro. Deve ser usado com arquivos temporários usados para solução de problemas ou para editar entradas do Registro.

Sintaxe

reg load NomeDaChave NomeDoArquivo

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave a ser carregada. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

NomeDoArquivo

Especifica o nome e o caminho do arquivo a ser carregado. Esse arquivo precisa ser criado antes com a operação reg save usando uma extensão .hiv.

/?

Exibe ajuda para reg load no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg load.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para carregar o arquivo chamado TempHive.hiv à chave HKLM\TempHive, digite:

REG LOAD HKLM\TempHive TempHive.hiv

reg quer#

Retorna uma lista da próxima camada de subchaves e entradas localizadas em uma subchave especificada no Registro.

Sintaxe

reg query NomeDaChave [{/v NomeDoValor | /ve}] [/s] [/se Separador] [/f Dados] [{/k | /d}] [/c] [/e] [/t Tipo] [/z]

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

/vNomeDoValor

Especifica o nome do valor do Registro a ser consultado. Se omitido, todos os nomes de valores para NomeDaChave são retornados. NomeDoValor para esse parâmetro é opcional se a opção /f também for usada.

/ve

Consulta os nomes dos valores vazios.

/s

Especifica para consultar todas as subchaves e nomes de valores recursivamente.

/seSeparador

Especifica o separador de valor único a ser pesquisado nos nomes de valores do tipo REG_MULTI_SZ. Se Separador não for especificado, “” será usado.

/fDados

Especifica os dados ou padrão a ser pesquisado Use aspas duplas se a seqüência contiver espaços. Se não for especificado, um curinga (“*”) é usado como padrão de busca.

/k

Especifica a pesquisa em nomes de chave somente.

/d

Especifica a pesquisa em dados somente.

/c

Especifica que a pesquisa deverá fazer distinção entre letras maiúsculas e minúsculas. Por padrão, as pesquisas não fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas.

/e

Especifica que devem ser retornadas somente as correspondências exatas. Por padrão, todas as correspondências são retornadas.

/tTipo

Especifica os tipos de Registro a serem pesquisados. Os tipos válidos são: REG_SZ, REG_MULTI_SZ, REG_EXPAND_SZ, REG_DWORD, REG_BINARY, REG_NONE. Se não for especificado, todos os tipos são pesquisados.

/z

Especifica a inclusão do equivalente numérico do tipo de Registro nos resultados da pesquisa.

/?

Exibe ajuda para reg query no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg query.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para exibir o valor e o valor de nome Versão na chave HKLM\Software\Microsoft\ResKit, digite:

REG QUERY HKLM\Software\Microsoft\ResKit /v Version

Para exibir todas as subchaves e valores na chave HKLM\Software\Microsoft\ResKit\Nt\Setup no computador remoto ABC, digite:

REG QUERY \\ABC\HKLM\Software\Microsoft\ResKit\Nt\Setup /s

Para exibir todas as subchaves e valores do tipo REG_MULTI_SZ usando “#” como separador, digite:

REG QUERY HKLM\Software\Microsoft\ResKit\Nt\Setup /se #

Para exibir a chave, o valor e os dados das correspondências exatas de “SYSTEM” na raiz HKLM de tipos de dados REG_SZ, digite:

REG QUERY HKLM /f SYSTEM /t REG_SZ /c /e

Para exibir a chave, o valor e os dados para as correspondências de “0F” em dados na chave raiz HKCU dos dados REG_BINARY.

REG QUERY HKCU /f 0F /d /t REG_BINARY

Para exibir o valor e os dados para nomes de valores nulos (padrão) em HKLM\SOFTWARE, digite:

REG QUERY HKLM\SOFTWARE /ve

reg restore

Grava subchaves e entradas salvas no Registro.

Sintaxe

Reg restore NomeDaChave NomeDoArquivo

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave a ser restaurada. A operação do comando restore funciona somente no computador local. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC.

NomeDoArquivo

Especifica o nome e o caminho do arquivo cujo conteúdo será gravado no Registro. Esse arquivo precisa ser criado antes com a operação reg save usando uma extensão .hiv.

/?

Exibe ajuda para reg restore no prompt de comando.

Comentários

  • Antes de editar entradas do Registro, salve a subchave pai com a operação do comando reg save. Se houver falha na edição, restaure a subchave com a operação reg restore.
  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg restore.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para restaurar o arquivo chamado NTRKBkUp.hiv na chave HKLM\Software\Microsoft\ResKit, substituindo o conteúdo existente da chave, digite:

REG RESTORE HKLM\Software\Microsoft\ResKit NTRKBkUp.hiv

reg save

Salva uma cópia de subchaves, entradas e valores especificados do Registro em um arquivo determinado.

Sintaxe

reg save NomeDaChave NomeDoArquivo [/y]

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

NomeDoArquivo

Especifica o nome e o caminho do arquivo que é criado. Se nenhum caminho for especificado, o caminho atual será usado.

/y

Substitui qualquer arquivo existente com o nome NomeDoArquivo sem solicitar confirmação.

/?

Exibe ajuda para reg save no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg save.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha
  • Antes de editar entradas do Registro, salve a subchave pai com a operação do comando reg save. Se houver falha na edição, restaure a subchave com a operação reg restore.

Exemplos

Para salvar a sessão MyApp na pasta atual como um arquivo chamado AppBkUp.hiv, digite:

REG SAVE HKLM\Software\MyCo\MyApp AppBkUp.hiv

reg unload

Remove uma seção do Registro que foi carregada usando a operação do comando reg load.

Sintaxe

reg unload NomeDaChave

Parâmetros

NomeDaChave

Especifica o caminho completo da subchave a ser descarregada. Para especificar computadores remotos, inclua o nome do computador (no formato \\NomeDoComputador\) como parte do NomeDaChave. A omissão de \\NomeDoComputador faz com que o computador local seja usado por padrão. NomeDaChave deve incluir uma chave de raiz válida. As chaves de raiz válidas são HKLM, HKCU, HKCR, HKU e HKCC. Se um computador remoto for especificado, as chaves válidas são HKLM e HKU.

/?

Exibe ajuda para reg unload no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista os valores retornados pela operação do comando reg unload.

 

Valor Descrição
0 Êxito
1 Falha

Exemplos

Para descarregar a sessão TempHive no HKLM, digite:

REG UNLOAD HKLM\TempHive

Cuidado

  • Não edite o Registro diretamente, a menos que não tenha outra alternativa. O editor do Registro ignora proteções padrão, permitindo configurações que podem prejudicar o desempenho, danificar o sistema ou até mesmo exigir a reinstalação do Windows. É possível alterar com segurança a maioria das configurações do Registro usando os programas do Painel de Controle ou do MMC (console de gerenciamento Microsoft). Se você precisar editar o Registro diretamente, faça backup primeiro. Para obter mais informações, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

Comentários

  • Algumas operações permitem a exibição ou a configuração de entradas do Registro em computadores locais ou remotos, enquanto outras permitem somente a configuração de computadores locais. Além disso, usar reg para configurar o Registro do computador remoto limita os parâmetros que podem ser usados em algumas operações operação. Examine a sintaxe e os parâmetros de cada operação para verificar se eles podem ser usados em computadores remotos.

***

Regsvr32

Registra arquivos .dll como componentes de comando no Registro.

Sintaxe

regsvr32 [/u] [/s] [/n] [/i[:cmdline]] Nome_da_Dll

Parâmetros

/u

Desfaz o registro do servidor.

/s

Especifica que o comando regsvr32 seja executado silenciosamente e não exiba caixas de mensagem.

/n

Especifica que DllRegisterServer não seja chamado. Use esta opção com /i.

/i:cmdline

Chama DllInstall e transfere para ele uma [cmdline] opcional. Quando usado com /u, chama .dll uninstall.

NomeDaDll

Especifica o nome do arquivo .dll que será registrado.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Para registrar o arquivo .dll do esquema do Active Directory, digite:

regsvr32 schmmgmt.dll

***

Relog

Extrai contadores de desempenho dos arquivos de log e gera outros formatos como, por exemplo, texto-TSV (texto delimitado por tabulações), texto-CSV (texto delimitado por vírgulas), binário-BIN ou SQL.

Sintaxe

relog [Nome_do_Arquivo [Nome_do_Arquivo …]] [-a] [-c Caminho [Caminho …]] [-cf Nome_do_Arquivo] [-f {bin | csv | tsv | SQL}] [-t Valor] [-o {Arquivo_de_Saída | DSN!Log_do_Contador}] [-b M/D/AAAA [[HH:]MM:]SS] [-e M/D/AAAA [[HH:]MM:]SS] [-config {Nome_do_Arquivo | i}] [-q]

Parâmetros

Nome_do_Arquivo [Nome_do_Arquivo …]

Especifica o nome do caminho de um log de contador de desempenho existente. É possível especificar vários arquivos de entrada.

-a

Anexa o arquivo de saída em vez de substitui-lo. Esta opção não se aplica ao formato SQL, que tem como padrão anexar sempre.

-cCaminho [Caminho …]

Especifica o caminho do contador de desempenho a ser registrado. Para especificar vários caminhos de contador, separe-os com um espaço e delimite os caminhos de contador com aspas (por exemplo, Caminho_do_Contador_1 Caminho_do_Contador_2).

-cfNome_do_Arquivo

Especifica o nome do caminho do arquivo de texto que lista os contadores de desempenho a serem incluídos em um arquivo relog. Use esta opção para listar caminhos de contador em um arquivo de entrada, um por linha. A configuração padrão especifica que todos os contadores no arquivo de log original sejam novamente registrados.

-f {bin | csv | tsv | SQL}

Especifica o nome do caminho do formato do arquivo de saída. O formato padrão é bin. No caso de um banco de dados SQL, o arquivo de saída especifica o DSN!Log_do_Contador. Você pode especificar a localização do banco de dados usando o gerenciador ODBC para configurar o DSN (nome da fonte de dados).

-tValor

Especifica intervalos de amostra em “N” registros. Inclui todo ‘enésimo’ ponto de dados no arquivo relog. O padrão é todo ponto de dados.

-o {Arquivo_de_Saída | DSN!Log_do_Contador}

Especifica o nome do caminho do arquivo de saída ou do banco de dados SQL em que os contadores serão gravados.

-bM/D/AAAA [[HH:]MM:]SS

Especifica a hora de início para cópia do primeiro registro do arquivo de entrada. A data e a hora devem estar exatamente no formato M/D/AAAAHH:MM:SS.

-eM/D/AAAA [[HH:]MM:]SS

Especifica a hora de término para cópia do último registro do arquivo de entrada. A data e a hora devem estar exatamente no formato M/D/AAAAHH:MM:SS.

-config {Nome_do_Arquivo | i}

Especifica o nome do caminho do arquivo de configurações que contém parâmetros de linha de comando. Use -i no arquivo de configuração como espaço reservado para uma lista de arquivos de entrada que podem ser colocados na linha de comando. No entanto, na linha de comando, você não precisa usar i. Você pode usar curingas como *.blg para especificar vários nomes de arquivo de entrada.

-q

Exibe os contadores de desempenho e as faixas de horários dos arquivos de log especificados no arquivo de entrada.

-y

Ignora o prompt respondendo “sim” para todas as perguntas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Formato do caminho do contador
    O formato geral dos caminhos de contadores é o seguinte: [\\Computador]\Objeto[Pai/Núm_Índice_Instância]\Contador] onde os componentes pai, instância, índice e contador do formato podem conter um nome válido ou um caractere curinga. Os componentes computador, pai, instância e índice não são necessários a todos os contadores.
    Você determina os caminhos de contador a serem usados com base no próprio contador. Por exemplo, o objeto LogicalDisk tem um Índice de instância; dessa forma, você deve fornecer o Núm_Índice ou um curinga. Portanto, você poderia usar o seguinte formato:
    \disco_lógico(*/*#*)\*
    Por outro lado, o objeto Process não requer um Índice de instância. Portanto, você poderia usar o seguinte formato:
    \processo(*)\identificação processo
    Segue-se uma lista dos possíveis formatos:
  • \\computador\objeto(pai/instância#índice)\contador
  • \\computador\objeto(pai/instância)\contador
  • \\computador\objeto(instância#índice)\contador
  • \\computador\objeto(instância)\contador
  • \\computador\objeto\contador
  • \objeto(pai/instância#índice)\contador
  • \objeto(pai/instância)\contador
  • \objeto(instância#índice)\contador
  • \objeto(instância)\contador
  • \objeto\contador

Se for especificado um caractere curinga no nome do pai, serão apresentadas como resposta todas as instâncias do objeto especificado que correspondam à instância especificada e aos campos do contador.
Se for especificado um caractere curinga no nome da instância, serão apresentadas como resposta todas as instâncias do objeto especificado e do objeto pai se todos os nomes de instância relativos ao índice especificado corresponderem ao caractere curinga.
Se for especificado um caractere curinga no nome do contador, serão apresentados como resposta todos os contadores do objeto especificado.
Não foi previsto suporte para seqüências parciais de caminhos de contadores (por exemplo, pro*).

  • Arquivos do contador
    Os arquivos do contador são arquivos de texto que listam um ou mais contadores de desempenho no log existente. Copie o nome completo do contador a partir do log ou a saída de -q no formato [\\Computador\Objeto [Instância]\Contador]. Liste um caminho de contador em cada linha.
  • Copiando contadores
    Ao ser executado, <b>Relog</b> copia contadores especificados de cada registro no arquivo de entrada e, se for necessário, converte o formato. São permitidos caminhos curinga no arquivo do contador.
  • Salvando subconjuntos do arquivo de entrada
    Use o parâmetro -t para especificar que arquivos de entrada sejam inseridos em arquivos de saída a intervalos de cada ‘enésimo’ registro. Por padrão, os dados são novamente registrados a partir de cada registro.
  • Usando parâmetros -b e -e com arquivos de log
    Você pode especificar que os logs de saída incluam registros anteriores à hora de início (ou seja, -b) para fornecer dados para contadores que exijam valores de computação do valor formatado. O arquivo de saída terá os últimos registros dos arquivos de entrada com carimbos de data/hora inferiores ao parâmetro de hora de término -e (ou seja, hora de término).
  • Usando a opção -config
    O conteúdo do arquivo de configurações usado com a opção -config deverá ter o seguinte formato:
    [Opção_de_Comando]
    Valor
    onde Opção_de_Comando é uma opção de linha de comando e Valor especifica o valor. Por exemplo:
    [o]
    output.txt
    [f]
    csv
    [t]
    5
  • Para obter mais informações sobre como incorporar Relog aos scripts do WMI, consulte “Scripting WMI” (em inglês) no site Microsoft Resource Kits (site em inglês).

Exemplos

Para obter novas amostras de logs de rastreamento existentes a intervalos fixos de 30, listar caminhos de contador, arquivos e formatos de saída, digite:

Relog c:\perflogs\daily_trace_log.blg -cf counter_file.txt -o c:\perflogs\reduced_log.csv -t 30 -f csv

Para obter novas amostras de logs de rastreamento existentes a intervalos fixos de 30, listar caminhos de contador e arquivos de saída, digite:

Relog c:\perflogs\daily_trace_log.blg -cf counter_file.txt -o c:\perflogs\reduced_log.blg -t 30

***

Rem – Não informado

***

Rename (ren)

Muda o nome de um arquivo ou um conjunto de arquivos.

Sintaxe

renomear [Dirigir:] [Caminho] FileName1 FileName2

REN [Dirigir:] [Caminho] FileName1 FileName2

Parâmetros

[ Dirigir:] [ Caminho] FileName1

Especifica a localização eo nome do arquivo ou conjunto de arquivos que deseja renomear.

FileName2

Especifica o novo nome para o arquivo. Se você usar curingas (* e?) FileName2 especifica os novos nomes para os arquivos. Você não pode especificar uma nova unidade ou caminho ao renomear arquivos.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Observações
  • Renomear arquivos

    Você pode renomear todos os arquivos correspondentes ao nome de arquivo especificado. Você não pode usar o renomear comando para renomear arquivos em drives ou mover arquivos para um local diferente do diretório.

  • Usando curingas com renomear

    Você pode usar curingas (* e?) Em qualquer parâmetro nome do arquivo. Se você usar curingas em FileName2, Os personagens representados pelo wildcards serão idênticos aos caracteres correspondentes FileName1.

  • Mudar o nome não vai funcionar se FileName2 já existe

    Se, por FileName2, Você especificar um nome de arquivo que já existe, renomear apresenta a seguinte mensagem:

    Duplicar nome de ficheiro ou arquivo não encontrado

Exemplos

Suponha que você queira alterar as extensões de todos os nomes de arquivos no diretório atual que têm a extensão. Txt, por exemplo, que pretende alterar as extensões. Txt para. Extensões doc. Para fazer essa alteração, digite:

ren *. txt *. doc

Para renomear um arquivo ou diretório chamado chap10 para Part10, digite:

ren chap10 part10

***

Replace – Não encontrado

***

Redefinir sessão

Permite redefinir (excluir) uma sessão do Terminal Server.

Sintaxe

reset session {Nome_da_Sessão | ID_da_Sessão} [/server:Nome_do_Servidor] [/v]

Parâmetros

nome_da_sessão

O nome da sessão que você deseja redefinir. Para determinar o nome da sessão, use o comando query session.

ID_da_sessão

A identificação da sessão a ser redefinida.

/server:Nome_do_Servidor

Especifica o Terminal Server que contém a sessão a ser redefinida. Caso contrário, o Terminal Server atual será usado.

/v

Exibe informações sobre as ações executadas.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você pode sempre redefinir suas próprias sessões, mas deve ter permissão de acesso do tipo Controle total para redefinir uma sessão pertencente a outro usuário.
  • Saiba que a redefinição de uma sessão de usuário sem avisá-lo pode resultar na perda de dados dessa sessão.
  • Você deve redefinir uma sessão apenas quando ela apresenta falhas ou aparentemente não está mais respondendo.
  • O parâmetro /server será necessário apenas se você usar reset session a partir de um servidor remoto.

Exemplos

Para redefinir a sessão designada como rdp-tcp#6, digite:

reset session rdp-tcp#6

Para redefinir a sessão com a identificação 3, digite:

reset session 3

***

Rexec

Para executar comandos em um computador remoto, não Windows, os computadores que executam a família Windows Server 2003, Windows XP e os sistemas operacionais Windows 2000 podem usar a ferramenta Rexec para se conectarem com computadores não Windows que fornecem o serviço Rexec (daemon) e que têm o serviço em execução. O comando rexec autentica o nome de usuário no computador remoto antes de executar o comando especificado. Usado sem parâmetros, rexec exibe ajuda.

Observação

  • Você não pode conectar-se a computadores que executam a família Windows Server 2003, o Windows XP e sistemas operacionais Windows 2000 usando o comando rexec pois os sistemas operacionais Windows não fornecem o serviço Rexec.

Sintaxe

rexec [Host] [-lNome_Do_Usuário] [-n] [Comando]

Parâmetros

host

Especifica o host (computador) remoto em que comando será executado por endereço IP ou nome.

-lNome_do_Usuário

Especifica o nome do usuário no computador remoto. Se for omitido, será usado o nome do usuário conectado no momento.

-n

Redireciona a entrada de rexec para o dispositivo NUL. Isso evita a exibição dos resultados do comando no computador local.

comando

Especifica o comando a ser executado no computador remoto.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Operação padrão
    O comando Rexec solicita ao usuário uma senha e autentica a senha fornecida no computador remoto. Se a autenticação obtiver êxito, o comando será executado.
    O comando rexec copia a entrada padrão para o comando remoto, a saída padrão do comando remoto para sua saída padrão e o erro padrão do comando remoto para seu erro padrão. Em geral, o rexec termina ao mesmo tempo que o comando remoto.
  • Utilizando símbolos de redirecionamento
    Para que o redirecionamento ocorra no computador remoto, coloque os símbolos de redirecionamento entre aspas (por exemplo, “>>”). Se você não utilizar aspas, o redirecionamento ocorrerá no computador local. Por exemplo: o comando a seguir acrescenta o arquivo remoto Arquivo_Remoto ao arquivo local Arquivo_Local:
    rexec othercomputer cat remotefile >> localfile
    O comando a seguir acrescenta o arquivo remoto Arquivo_Remoto ao arquivo remoto Outro_Arquivo_Remoto:
    rexec othercomputer cat remotefile “>>” otherremotefile
  • Utilizando comandos interativos
    Não é possível executar a maior parte dos comandos interativos. Por exemplo, vi ou emacs não podem ser executados usando rexec. No entanto, em vez de usar esse comando, você poderá usar telnet.
  • Este comando só estará disponível se o Protocolo de Internet (TCP/IP) estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de rede.

Exemplos

Para executar o comando telcon no computador remoto vax1 usando o nome admin1, digite:

rexec vax1 -l admin1 telcon

***

Risetup

Gerencia um servidor que está executando os Serviços de instalação remota (RIS). Adiciona novas imagens de instalação ou verifica um servidor para garantir que ele seja executado de forma adequada.

Sintaxe

risetup [-add] [-check] [/auto Nome_do_arquivo.inf]

Parâmetros

 

Parâmetro Explicação
-add Adiciona uma nova imagem de instalação ao servidor RIS.
-check Verifica se o servidor está funcionando corretamente. Além disso, executa somente a parte do servidor de Risetup, que resolve a maioria dos problemas relacionados a um servidor RIS que não está funcionando corretamente.
/auto Nome_do_arquivo.inf Configura o servidor de forma não autônoma conforme definido por Nome_do_arquivo.inf. O caminho para o local da pasta do arquivo .inf deve ter menos que 255 caracteres.

A tabela a seguir lista as linhas de um arquivo .inf de exemplo e explica cada linha:

 

Linhas no arquivo .inf de exemplo Requisito e explicação
[Version]Signature = "$Windows NT$"
Necessária. Linha de título e de versão.
[Risetup]
Necessário. Título.
RootDir = "f:\RemoteInstall"
Necessário. Unidade e pasta que contêm os arquivos e as pastas de instalação remota. Você deve incluir esta linha toda vez que RISetup for executado. Se o RIS já estiver instalado, o caminho deve permanecer inalterado do caminho atual para a instalação do RIS. O número máximo de bytes é 127.
Source ="e:\"
Necessário. Caminho para o CD de origem ou pasta compartilhada da qual criar uma imagem de instalação. O número máximo de bytes permitidos para esta linha é 260. Para obter informações sobre os sistemas operacionais para os quais há suporte para este tipo de imagem (uma imagem plana), consulte Tópicos relacionados.
Directory = "Windows_XP_Pro"
Necessário. Diretório no qual colocar a nova imagem de instalação. O número máximo de bytes é 39.
Description = "Windows XP"
Necessário. Descrição resumida da imagem de instalação. O número máximo de bytes é 65.
HelpText = "For English-speaking users."
Necessário. Descrição longa da imagem de instalação. O número máximo de bytes é 260.
Screens = "overwrite"
Necessário. Ação a ser executada em arquivos .osc existentes, que contém o texto que é exibido nas telas vistas pelos usuários do Assistente para instalação de cliente. Especifica somente uma das opções a seguir:

“overwrite”

“backup”

“leavealone”

Architecture = "x86"
Necessário. Pode ser um dos:

  • x86 para uma imagem que será instalada em computadores x86
  • ia64 para uma imagem que será instalada em computadores baseados em Itanium.
  • amd64 para uma imagem que será instalada em computadores baseados em x64.
Language = "English"
Necessário. Idioma da imagem.

 

/? Exibe ajuda no prompt de comando.

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Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte 15

Parâmetros

compact to%s (em que %s identifica um diretório de destino vazio)

Chama Esentutl.exe para compactar o arquivo de dados existente e gravar o arquivo compactado em um diretório especificado. O diretório pode ser remoto, ou seja, mapeado por meio do comando net use ou de outra forma similar. Depois que a compactação terminar, arquive o arquivo de dados antigo e mova o arquivo recém-compactado para o local original do arquivo de dados. O ESENT oferece suporte à compactação online, mas essa compactação apenas reorganiza páginas no arquivo de dados e não libera um espaço de volta ao sistema de arquivos. (O serviço de diretório chama a compactação online regularmente.)

header

Grava o cabeçalho do arquivo de dados Ntds.dit na tela. Este comando pode ajudar a equipe a oferecer suporte à análise de problemas do banco de dados.

info

Analisa e relata o espaço livre para os discos instalados no sistema, lê o Registro e reporta os tamanhos dos dados e dos arquivos de log. (O serviço de diretório mantém o Registro, que identifica o local dos arquivos de dados, de log e do diretório de trabalho do serviço de diretório.)

integrity

Chama Esentutl.exe para executar uma verificação de integridade nos arquivos de dados, que podem detectar qualquer tipo de dano ao banco de dados de nível inferior. Ele lê cada byte do arquivo de dados; por isso, pode levar bastante tempo para processar bancos de dados maiores. Observe que você deve sempre executar a recuperação antes de executar uma verificação de integridade.

move DB to %s (em que %s identifica um diretório de destino)

Move o arquivo de dados Ntds.dit para um novo diretório especificado por %s e atualiza o registro de forma que, durante a reinicialização do sistema, o serviço de diretório use o novo local.

move logs to %s (em que %s identifica um diretório de destino)

Move os arquivos de log do serviço de diretório para um novo diretório especificado por %s e atualiza o Registro de forma que, durante a reinicialização do sistema, o serviço de diretório use o novo local.

recover

Chama Esentutl.exe para executar uma recuperação de software do banco de dados. A recuperação de software examina os arquivos de log e garante que todas as transações confirmadas também sejam refletidas no arquivo de dados. O programa de backup do Windows 2000 trunca os arquivos de log apropriadamente. Os logs são usados para garantir que as transações registradas não sejam perdidas se o sistema falhar ou se ocorrer perda inesperada de energia. Na essência, os dados da transação são gravados primeiro em um arquivo de log e, depois, no arquivo de dados. Quando reiniciar depois de uma falha, você pode executar novamente o log para reproduzir as transações que foram confirmadas mas não foram feitas no arquivo de dados.

set path backup %s (em que %s identifica um diretório de destino)

Define o destino do backup disco a disco como o diretório especificado por %s. O serviço de diretório pode ser configurado para executar um backup disco a disco online em intervalos programados.

set path db %s (em que %s identifica um diretório de destino)

Atualiza a parte do Registro que identifica o local e o nome de arquivo do arquivo de dados. Use este comando somente para recriar um controlador de domínio que perdeu seu arquivo de dados e que não está sendo restaurado através os procedimentos normais de restauração.

set path logs %s (em que %s identifica um diretório de destino)

Atualiza a parte do Registro que identifica o local dos arquivos de log. Use este comando somente se estiver recriando um controlador de domínio que perdeu seus arquivos de log e que não está sendo restaurado através os procedimentos normais de restauração.

set path working dir %s (em que %s identifica um diretório de destino)

Define a parte do registro que identifica o diretório de trabalho do serviço de diretório como o diretório especificado por %s.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

quit (encerrar)

Leva você de volta ao menu anterior ou sai do utilitário.

? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Cuidado

  • A edição incorreta do Registro pode causar danos graves ao sistema. Antes de alterar o Registro, faça backup de todos os dados importantes do computador.

Comentários

  • O Active Directory é implementado sobre um gerenciador de tabelas de método de acesso seqüencial indexado (ISAM). Esse é o mesmo gerenciador de tabelas usado pelo Microsoft Exchange Server, pelo serviço de replicação de arquivos, pelo editor de configuração de segurança, pelo WINS e por outros componentes do Windows. A versão do banco de dados que o Windows 2000 e o Windows Server 2003, Standard Edition usam é chamada de mecanismo de armazenamento extensível (ESENT).
    ESENT é um sistema de banco de dados transacionado que usa arquivos de log para oferecer suporte à semântica de reversão para garantir que as transações sejam confirmadas no banco de dados. Idealmente, os dados e os arquivos de log devem estar localizados em unidades separadas para aprimorar o desempenho e oferecer suporte a recuperação de dados se um disco falhar.
  • O ESENT fornece sua própria ferramenta para determinadas funções de gerenciamento de arquivos de bancos de dados chamada Esentutl.exe, que também está instalada na pasta systemroot\System32. Vários comandos de gerenciamento do arquivo Ntdsutil chamam o Esentutl, reduzindo a necessidade de aprender os argumentos de linha de comando da ferramenta. Quando o Ntdsutil chama o Esentutl, ele exibe uma janela separada configurada com um grande histórico de forma que você possa rolar para baixo para ver todos os indicadores de progresso do Esentutl.
    O Active Directory abre seus arquivos em modo exclusivo. Isso significa que os arquivos não podem ser gerenciados enquanto o sistema estiver funcionando como um controlador de domínio.
    Para gerenciar arquivos do serviço de diretório
  1. Inicie o computador.
  2. Quando a barra de andamento Iniciando o Windows for exibida, pressione F8.
  3. No Menu Opções Avançadas do Windows 2000, selecione Modo de Restauração de Serviços de Diretório.

Observação

  • Iniciar o computador no Modo de restauração de serviços de diretório faz com que o controlador de domínio funcione temporariamente como um servidor autônomo. Isso faz com que alguns serviços falhem, especialmente os que são integrados ao serviço de diretório. Quando estiver funcionando nesse modo, o gerenciador de contas de segurança (SAM) usa um conjunto mínimo de definições de usuário e de grupo armazenados no Registro. Se o controlador de domínio não for protegido fisicamente, você deve definir a senha administrativa do Modo de restauração de serviços de diretório.

LDAP policies

Define os limites de administração de LDAP para o objeto de diretiva de consulta padrão. No prompt LDAP policies:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{cancel changes|commit changes|connections|list|set %s to %s|show values}

Parâmetros

cancel changes (cancelar alterações)

Cancela todas as modificações não registradas dos limites de administração de LDAP para a diretiva de consulta padrão.

commit changes

Registra todas as modificações dos limites de administração de LDAP para a diretiva de consulta padrão.

connections (conexões)

Chama o submenu Conexões do servidor.

list (listar)

Lista todos os limites de administração de LDAP para os quais há suporte para o controlador de domínio.

set %s1 to %s2

Define o valor do limite de administração de LDAP %s1 como o valor %s2.

show values (exibir valores)

Mostra os valores atuais e propostos dos limites de administração de LDAP.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

quit (encerrar)

Leva você de volta ao menu anterior ou sai do utilitário.

? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A tabela a seguir lista e descreve os limites de administração do LDAP, com os valores padrão colocados entre parênteses.

 

Valor Descrição
InitRecvTimeout Tempo limite de recepção inicial (120 segundos)
MaxConnections Número máximo de conexões abertas (5000)
MaxConnIdleTime Quantidade máxima de tempo que uma conexão pode ficar ociosa (900 segundos)
MaxActiveQueries Número máximo de consultas que podem ficar ativas de uma só vez (20)
MaxNotificationPerConnection Número máximo de notificações que um cliente pode solicitar para determinada conexão (5)
MaxPageSize Tamanho máximo da página para o qual as respostas LDAP oferecem suporte (1000 registros)
MaxQueryDuration Duração máxima na qual o controlador de domínio pode executar uma consulta (120 segundos)
MaxTempTableSize Tamanho máximo do armazenamento temporário alocado para executar consultas (10000 registros)
MaxResultSetSize Tamanho máximo do conjunto de resultados de LDAP (262144 bytes)
MaxPoolThreads Número máximo de segmentos criados pelo controlador de domínio para execução da consulta (4 por processador)
MaxDatagramRecv Número máximo de datagramas que podem ser processados pelo controlador de domínio simultaneamente (1024)
  • Para garantir que os controladores de domínio ofereçam suporte a garantias de nível de serviço, você precisa especificar limites operacionais para um determinado número de operações do LDAP. Esses limites impedem que operações específicas impactem, de forma adversa, o desempenho do servidor e também façam o servidor resistente a ataques de negação de serviço.
    As diretivas LDAP são implementadas usando-se objetos da classe queryPolicy. Os objetos da diretiva da consulta podem ser criados no recipiente Diretivas da consulta, que é filho do recipiente Serviço de diretório no contexto de nomeação da configuração. Por exemplo: CN=Query-Policies, CN=Directory Service, CN=Windows NT, CN=Services (partição do diretório de configuração).
    Um controlador de domínio usa os três mecanismos a seguir para aplicar diretivas LDAP:
  • Um controlador de domínio pode fazer referência a uma diretiva LDAP específica. O objeto nTDSASettings inclui um atributo opcional queryPolicyObject, que contém o nome distinto de uma diretiva de consulta.
  • Na falta de uma diretiva de consulta específica sendo aplicada a um controlador de domínio, o controlador de domínio aplica a diretiva de consulta que foi atribuída ao site do controlador de domínio. O objeto ntDSSiteSettings inclui um atributo opcional queryPolicyObject, que contém o nome distinto de uma diretiva de consulta.
  • Na falta de um controlador de domínio específico ou de uma diretiva de consulta de site, o controlador de domínio usa a diretiva de consulta padrão chamada diretiva Default-Query.

Um objeto de diretiva de consulta inclui os atributos com vários valores LDAPIPDenyList e LDAPAdminLimits. O Ntdsutil permite que o administrador defina os limites de administração do LDAP e a lista de negação de IP do objeto de diretiva Default-Query.

Metadata cleanup

Limpa os metadados dos controladores de domínio que falharam. Quando um controlador de domínio que falhou armazena a única cópia de um ou mais domínios ou partições do diretório de aplicativos (também chamadas “contextos de nomeação”), a limpeza dos metadados também os remove das partições de diretório de aplicativos ou domínios selecionados. Quando você usa a versão de Ntdsutil.exe fornecida com o Windows Server 2003 SP1 (Service Pack 1), a limpeza dos metadados também remove as conexões do FRS (Serviço de duplicação de aplicativos) e tenta transferir ou aproveitar as funções mestras de operações mantidas pelo controlador de domínio que não será mais usado.

No prompt metadata cleanup:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{connections|remove selected domain|remove selected naming context|remove selected server|remove selected server %s|remove selected server %s1 on %s2|select operation target}

Parâmetros

Observação

  • Quando usa a versão de Ntdsutil.exe fornecida com o Windows Server 2003 SP1, você pode remover metadados do servidor com os comandos remove selected server %s ou remove selected server %s em %2 sem primeiro empregar os submenus Server connections e Select operation target.

connections (conexões)

Chama o submenu Conexões do servidor.

remove selected domain

Remove os metadados associados ao domínio selecionado no submenu Selecionar destino da operação.

remove selected naming context

Remove os metadados associados ao Contexto de Nomeação selecionado no submenu Select operation target.

remove selected server

Remove os metadados associados ao controlador de domínio selecionado no submenu Selecionar destino da operação.

remove selected server %s

Na versão de Ntdsutil.exe fornecida com o Windows Server 2003 SP1, remove do diretório ou host local os metadados de diretório e de FRS do servidor desabilitado %s, bem como tenta transferir ou aproveitar as funções mestras das operações mantidas pelo servidor %s para o host local.

remove selected server %s1 on %s2

Na versão de Ntdsutil.exe fornecida com o Windows Server 2003 SP1, conecta-se a um servidor %s2, remove os metadados de diretório e de FRS do servidor %s1 do diretório no servidor %s2 e tenta transferir ou aproveitar as funções mestras de operações mantidas pelo servidor %s1 par ao servidor %s2.

select operation target (selecionar destino da operação)

Chama o submenu Selecionar destino da operação.

quit (encerrar)

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? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • O serviço de diretório mantém vários metadados para cada domínio e servidor conhecidos na floresta. Normalmente, domínios e controladores de domínio são criados através da promoção usando o Assistente para instalação do Active Directory e são removidos através do rebaixamento com a mesma ferramenta. Você pode chamar o Assistente para Instalação do Active Directory digitando dcpromo no prompt de comando.
    A promoção e o rebaixamento são criados para limpar de forma correta os metadados apropriados. No entanto, no diretório, você deve ter controladores de domínio que foram encerrados incorretamente. Nesse caso, seus metadados não são limpos. Por exemplo, um controlador de domínio falhou e, em vez de tentar restaurá-lo, você decide não usar mais o servidor. Isso deixa algumas informações sobre o controlador de domínio que não está mais sendo usado no diretório. O modelo geral da operação é conectar-se a um servidor conhecido para ter uma cópia dos metadados prejudicados, selecionar um destino para a operação e excluir os metadados do mesmo. A versão de Ntdsutil.exe fornecida com o Windows Server 2003 SP1 pode conectar-se automaticamente a um servidor especificado e remover os metadados de um determinado destino na mesma etapa.
    Cuidado
  • Não exclua os metadados de domínios e controladores de domínio existentes.

Roles (Funções)

Transfere e ajusta funções do mestre de operações. No prompt roles:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{connections|seize domain naming master|seize infrastructure master|seize PDC|seize RID master|seize schema master|select operation target|transfer domain naming master|transfer infrastructure master|transfer PDC|transfer RID master|transfer schema master}

Parâmetros

connections (conexões)

Chama o submenu Conexões do servidor.

seize domain naming master

Força o controlador de domínio ao qual você está conectado a reclamar a propriedade da função do mestre de operações de nomeação de domínio sem considerar os dados associados à função. Use somente para fins de recuperação.

seize infrastructure master

Força o controlador de domínio ao qual você está conectado a reclamar a propriedade da função do mestre de operações de infra-estrutura sem considerar os dados associados à função. Use somente para fins de recuperação.

seize PDC

Força o controlador de domínio ao qual você está conectado a reclamar a propriedade da função do mestre de operações de PDC sem considerar os dados associados à função. Use somente para fins de recuperação.

seize RID master

Força o controlador de domínio ao qual você está conectado a reclamar a propriedade da função do mestre de identificação relativa sem considerar os dados associados à função. Use somente para fins de recuperação.

seize schema master

Força o controlador de domínio ao qual você está conectado a reclamar a propriedade da função do mestre de operações do esquema sem considerar os dados associados à função. Use somente para fins de recuperação.

select operation target (selecionar destino da operação)

Chama o submenu Selecionar destino da operação.

transfer domain naming master

Instrui o controlador de domínio ao qual você está conectado a obter a função de nomeação de domínio através da transferência controlada.

transfer infrastructure master

Instrui o controlador de domínio ao qual você está conectado a obter a função de mestre de operações de infra-estrutura através da transferência controlada.

transfer PDC

Instrui o controlador de domínio ao qual você está conectado a obter a função de mestre de operações de PDC através da transferência controlada.

transfer RID master

Instrui o controlador de domínio ao qual você está conectado a obter a função de mestre de operações de identificação relativa através da transferência controlada.

transfer schema master

Instrui o controlador de domínio ao qual você está conectado a obter a função de mestre de operações do esquema através da transferência controlada.

quit (encerrar)

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Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Apesar de o Active Directory ser baseado em um modelo de administração de vários mestres, algumas operações oferecem suporte a um único mestre somente. Em operações de vários mestres, a resolução de conflitos garante que depois que o sistema terminar a replicação, todas as réplicas concordam com o valor de uma determinada propriedade em um determinado objeto. No entanto, alguns dados, para os quais uma resolução de conflitos não é possível, são importantíssimos para a operação do sistema como um todo. Esses dados são controlados por controladores de domínio individuais chamados de mestres de operação. Esses controladores de domínio são conhecidos por manterem uma função de mestre de operações determinada.
    Veja a seguir as cinco funções de mestre de operações; algumas delas abrangem toda a empresa e algumas são por domínio:
  • Mestre de operações do esquema. Há uma única função de mestre de operações do esquema para toda a empresa. Esta função permite que o servidor mestre de operações aceite atualizações no esquema. Há outras restrições nas atualizações do esquema.
  • Mestre de identificação relativa. Há apenas um mestre de identificação relativa por domínio. Cada controlador de domínio em um domínio tem a capacidade de criar fundamentos de segurança. Cada fundamento é atribuído a uma identificação relativa. Cada controlador de domínio é alocado a um pequeno conjunto de identificações relativas fora de um pool de identificações relativas em todo o domínio. A função de mestre de identificação relativa permite que o controlador de domínio aloque novos subconjuntos fora do pool de identificações relativas em todo o domínio.
  • Mestre de nomeação de domínio. Há uma única função de mestre de nomeação de domínio para toda a empresa. A função de mestre de nomeação de domínio permite que o proprietário defina novos objetos de referência cruzada que representam domínios no recipiente de partições.
  • Mestre de operações do PDC. Há uma função de mestre de operações do controlador de domínio primário (PDC) por domínio. O proprietário da função de mestre de operações de PDC identifica qual controlador de domínio em um domínio executa atividades de PDC no Windows NT 4.0 para oferecer suporte a controladores de domínio de backup do Windows NT 4.0 e a clientes que usam versões anteriores do Windows.
  • Mestre de infra-estrutura. Há apenas uma função de mestre de identificação por domínio. O proprietário dessa função garante a integridade referencial de objetos com atributos que contêm nomes distintos de outros objetos que podem existir em outros domínios. Como o Active Directory permite que objetos sejam movidos ou renomeados, o mestre de infra-estrutura periodicamente verifica as modificações no objeto e mantém a integridade referencial desses objetos.
  • Não torne um servidor um proprietário da função através de comandos de tomada de controle se existir um guardador real de funções na rede. Dessa forma, você poderia criar conflitos irreconciliáveis para os dados do sistema chave. Se o proprietário de uma função de mestre de operações estiver indisponível no momento, não torne outro controlador de domínio o proprietário da função. Isso poderia resultar em uma situação na qual dois computadores funcionariam como o proprietário da função, o que poderia causar conflitos irreconciliáveis para os dados do sistema chave.
  • Uma função de mestres de operações podem ser movida somente por um envolvimento administrativo; ela não é movida automaticamente. Além disso, a movimentação de uma função é controlada por controles de acesso padrão. Dessa forma, uma corporação deve controlar de perto a localização e a movimentação de funções de mestre de operações. Por exemplo, uma organização com uma presença de informática forte pode colocar a função do esquema em um servidor no grupo de informática e configurar sua lista de controle de acesso (ACL) para que não seja movida.
    As funções do mestre de operações requerem duas formas de gerenciamento: transferência controlada e tomada de controle.
    Use a transferência controlada quando desejar mover uma função de um servidor para outro, talvez para controlar uma alteração de diretiva em relação à localização da função ou à antecipação de um desligamento, movimentação ou rebaixamento de um servidor.
    A tomada de controle é necessária quando um servidor que está mantendo uma função falha e você não tem intenção de restaurá-lo. Mesmo quando um servidor é recuperado de um backup, ele não assume que tem uma função (mesmo se a fita de backup confirmar), pois ele não pode determinar se a função foi transferida de forma legítima para outro servidor no período de tempo transcorrido desde o momento em que o backup foi feito e a falha e recuperação do servidor. O servidor restaurado assume a propriedade da função somente se um quórum de servidores existentes estiver disponível durante a recuperação e todos eles concordarem que o servidor restaurado ainda é o proprietário.
    O submenu Funções no Ntdsutil é usado para executar a transferência e a recuperação controlada de funções de mestre de operações. A transferência controlada é simples e segura. Como os servidores de origem e de destino estão sendo executados, o software do sistema garante que o símbolo da função do mestre de operações e seus dados associados são transferidos atomicamente. A tomada de controle da função do mestre de operações é igualmente simples, mas não é tão segura. Você simplesmente informa a um determinado controlador de domínio que ele é o proprietário de uma determinada função.
    Cuidado

Gerenciamento de contas de segurança

Gerencia identificadores de segurança (SIDs). No prompt security account management:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{check duplicate SID|cleanup duplicate SID|connect to server %s|log file %s}

Parâmetros

check duplicate SID

Verifica se há objetos com identificadores de segurança duplicados no domínio.

cleanup duplicate SID

Exclui todos os objetos que têm identificadores de segurança duplicados e registra essas entradas no arquivo de log.

connect to server %s

Conecta-se ao servidor, ao nome NetBIOS ou ao nome de host DNS.

log file %s

Define o arquivo de log como %s. Se um arquivo de log não foi explicitamente definido, o padrão do arquivo de log será Dupsid.log.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

quit (encerrar)

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Comentários

  • Cada conta de segurança (usuários, grupos e computadores) é identificada por um identificador de segurança exclusivo (SID). Use um SID para identificar de forma exclusiva a conta de segurança e para executar verificações de acesso de recursos, como arquivos, diretórios de arquivos, impressoras, caixas de correio do Exchange, bancos de dados do Microsoft SQL Server, objetos armazenados no Active Directory ou dados protegidos pelo modelo de segurança do Windows Server 2003, Standard Edition.
    Um SID é formado por informações de cabeçalho e um conjunto de identificadores exclusivos que identificam o domínio e a conta de segurança. Em um domínio, cada controlador de domínio é capaz de criar contas e emitir para cada conta um identificador de segurança exclusivo. Cada controlador de domínio mantém um pool de identificações relativas que são usadas na criação de identificadores de segurança. Quando 80% do pool de identificações relativas forem consumidos, o controlador de domínio solicita um novo pool de identificadores relativos de um mestre de operações de identificações relativas. Isso garante que o mesmo pool de identificações relativas nunca seja alocado para controladores de domínio diferentes e impede que a alocação de identificadores de segurança duplicados. No entanto, como é possível (mas raro) que um pool de identificações relativas seja alocado, você precisa identificar essas contas que emitiram identificadores de segurança duplicados de forma que possa impedir aplicação não desejada da segurança.
    Uma causa dos pools de identificações relativas duplicados ocorre quando o administrador toma o controle da função de mestre de identificação relativa enquanto o mestre de identificação relativa original está operacional, mas temporariamente desconectado da rede. Normalmente, depois de um ciclo de replicação, a função mestre de identificação relativa é assumida por apenas um controlador de domínio, mas é possível que antes que a propriedade seja resolvida, dois controladores de domínio diferentes solicitem um novo pool de identificações relativas e sejam alocados ao mesmo pool de identificações relativas.

Análise do banco de dados de semântica

Analisa os dados em relação à semântica do Active Directory. No prompt semantic database analysis:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{get %d|go|verbose %s}

Parâmetros

get %d

Recupera um número de registro %d de Ntds.dit.

go

Inicia a análise da semântica de Ntds.dit. Um relatório é gerado e gravado em um arquivo chamado Dsdit.dmp.n, no diretório atual, onde n é um inteiro incrementado toda vez que você executar o comando.

verbose %s

Desativa ou ativa o modo detalhado.

%d

Uma variável numérica, como períodos de atraso na replicação.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

quit (encerrar)

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Comentários

  • Ao contrário dos comandos de gerenciamento de arquivos descritos anteriormente, que testam a integridade do banco de dados em relação à semântica do banco de dados ESENT, a análise da semântica analisa os dados em relação à semântica do Active Directory. Ele gera relatórios no número de registros presente, inclusive os registros excluídos e os fantasmas.
    Observação
  • Os usuários finais não devem usar esse comando exceto quando a Microsoft solicitar que eles o usem como uma ajuda para diagnósticos de falhas.

Definir a senha de DSRM

Redefine a senha do modo de restauração dos serviços de diretório (DSRM) em um controlador de domínio. No prompt Reset DSRM Administrator Password:, digite qualquer um dos parâmetros a seguir listados em Sintaxe.

Sintaxe

Reset Password on server %s

Parâmetros

Reset Password on server %s

Solicita uma nova senha DSRM para um controlador de domínio. Use NULL como nome do controlador de domínio para redefinir a senha DSRM no servidor atual. Depois de inserir esse parâmetro, o prompt Please type password for DS Restore Mode Administrator Account: é exibido. Nesse prompt, digite a nova senha DSRM desejada.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

quit (encerrar)

Leva você de volta ao menu anterior ou sai do utilitário.

? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • A senha DSRM em um controlador de domínio é inicialmente definida quando o Assistente para instalação do Active Directory (Dcpromo) é executado em um servidor para promovê-lo para um controlador de domínio.
  • Se o controlador de domínio está no modo de restauração de serviços de diretório, você não pode redefinir a senha DSRM em um controlador de domínio usando ntdsutil.

Avaliação de associação de grupo

Os ambientes Windows Server 2003 e Windows 2000 Server que contêm estruturas de grupo complexas podem encontrar dificuldades se houver uma limitação de token de acesso durante a autenticação. Esse problema pode fazer com que o usuário não consiga fazer logon ou acessar recursos.

Está disponível uma versão do Ntdsutil que contém a opção group membership evaluation, que pode ser usada para gerar um relatório. Ao analisar os resultados do relatório, é possível identificar a origem do problema.

A versão do Ntdsutil que inclui a opção group membership evaluation está disponível para download no site da Microsoft. Para baixar a ferramenta e obter informações detalhadas sobre o problema de limitação de token de acesso e como usar a avaliação de associação do grupo no Ntdsutil, consulte o documento sobre problemas gerados pela limitação do token de acesso no site da Microsoft (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=62237).

Comentários

  • Por padrão, Ntdsutil.exe é instalado na pasta systemroot\System32. Para obter mais informações sobre o Ntdsutil.exe, consulte Usando o Ntdsutil.
  • Se a variável tiver espaços, coloque-a entre parênteses, em vez de entre aspas, como a seguir:
    connect to server (xxx yyy)

***

Ntsd

O Ntsd é incluído como cortesia aos profissionais de desenvolvimento de software. Somente os desenvolvedores de sistemas devem usar este comando. Para obter mais informações, consulte a ajuda incluída com o NTSD.

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 “O”

Openfiles

Consulta, exibe ou desconecta arquivos abertos ou arquivos abertos por usuários de rede. Além disso, habilita ou desabilita o sinalizador global Lista de manutenção de objetos.

Para exibir a sintaxe do comando, clique no comando:

openfiles disconnect

Desconecta um ou mais arquivos abertos.

Sintaxe

openfiles /disconnect [/sComputador [/uDomínio\Usuário [/pSenha]]] {[/idIdentificação_do_Arquivo_Aberto] | [/aNome_do_Usuário] | [/oModo_Aberto]} [/opNome_do_Arquivo_Aberto]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local. Este parâmetro se aplica a todos os arquivos e pastas especificados no comando.

/uDomínio\Usuário

Executa o script com as permissões da conta de usuário especificada. O padrão é permissões do sistema.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário fornecida no parâmetro /u.

/idIdentificação_do_Arquivo_Aberto

Desconecta o arquivo aberto com a Identificação_do_Arquivo_Aberto numérica especificada no computador definido pelo parâmetro /s. Use openfiles /query para saber qual a identificação do arquivo. O curinga (*) pode ser usado para desconectar todos os arquivos abertos no computador especificado.

/aNome_do_Usuário

Desconecta todos os arquivos abertos pelo valor Nome_do_Usuário. O curinga (*) pode ser usado para desconectar todos os arquivos abertos no computador especificado.

/oModo_Aberto

Desconecta todos os arquivos abertos pelo valor Modo_Aberto. Os valores de Modo_Aberto são Ler, Gravar ou Ler/Gravar. O curinga (*) pode ser usado para desconectar todos os arquivos abertos no computador especificado.

/opNome_do_Arquivo_Aberto

Desconecta todas as conexões de arquivo abertos criados por um nome de Arquivo_Aberto específico. O curinga (*) pode ser usado para desconectar todos os arquivos abertos no computador especificado.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Usando as opções de linha de comando /s, /u e /p. As opções de linha de comando /u e /p estão disponíveis apenas quando você usa /s. É necessário utilizar /p com /u para fornecer a senha do usuário.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando openfiles /disconnect:

Copiar Código

openfiles /disconnect /id 1 openfiles /disconnect /a hiropln openfiles /disconnect /o read/write openfiles /disconnect /op "c:\my documents\somedoc.doc" openfiles /disconnect /session machine /id 5 openfiles /disconnect /s srvmain /u maindom\hiropln /id 5 openfiles /disconnect /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /id *

openfiles query

Consulta e exibe todos os arquivos abertos.

Sintaxe

openfiles /query [/sComputador [/uDomínio\Usuário [/pSenha]]] [/fo {TABLE | LIST | CSV}] [/nh] [/v]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local. Este parâmetro se aplica a todos os arquivos e pastas especificados no comando.

/uDomínio\Usuário

Executa o script com as permissões da conta de usuário especificada. O padrão é permissões do sistema.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/fo formato

Especifica o formato de saída com um dos seguintes valores:

 

Valor  Descrição 
TABLE Exibe a saída em uma tabela.
LIST Exibe a saída em uma lista.
CSV Exibe a saída no formato CSV.

/nh

Suprime o cabeçalho de coluna nos dados de saída. Válido somente quando o parâmetro /fo é definido como TABLE ou CSV.

/v

Especifica que as informações detalhadas sejam exibidas na saída.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Usando as opções de linha de comando /s, /u e /p. As opções de linha de comando /u e /p estão disponíveis apenas quando você usa /s. É necessário utilizar /p com /u para fornecer a senha do usuário.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando openfiles /query:

Copiar Código

openfiles /query openfiles /query /fo table /nh openfiles /query /fo list /v openfiles /query /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23

openfiles local

Habilita ou desabilita o sinalizador global Lista de manutenção de objetos do sistema.

Sintaxe

openfiles /local [{on | off}]

Parâmetros

{on | off}

Habilita ou desabilita o sinalizador global Lista de Manutenção de Objetos do sistema, que controla as manipulações do arquivo local. As alterações feitas por esta opção serão aplicadas somente depois da reinicialização do sistema.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Habilitar o sinalizador global Lista de manutenção de objetos pode prejudicar o desempenho do sistema.

Exemplos

Para verificar o status atual do sinalizador global Lista de manutenção de objetos, digite:

openfiles /local

Para habilitar o sinalizador global Lista de manutenção de objetos, digite:

openfiles /local on

Para desabilitar o sinalizador global Lista de manutenção de objetos, digite:

openfiles /local off

***********************************************************************************

 “P”

Pagefileconfig.vbs

Permite que um administrador exiba e configure as definições da memória virtual de um arquivo de paginação do sistema.

Para exibir a sintaxe do comando, clique no comando:

pagefileconfig change

Altera as definições da memória virtual de um arquivo de paginação existente.

Sintaxe

pagefileconfig[.vbs] /change [/s Computador [/u Domínio\Usuário [/p Senha]]] {[/I Tamanho_Inicial_do_Arquivo_de_Paginação] | [/m Tamanho_Máximo_do_Arquivo_de_Paginação]} /vo {Letra_do_Volume | *}[/vo {Letra_do_Volume_2 | *} […]]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local.

/uDomínio\Usuário

Executa o script com as permissões de conta do usuário especificado por Usuário ou Domínio\Usuário. O padrão são as permissões do usuário conectado no momento no computador que emite o comando.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/iTamanho_Inicial_do_Arquivo_de_Paginação

Especifica o novo tamanho inicial (em MB) a ser usado no arquivo de paginação especificado.

/mTamanho_Máximo_do_Arquivo_de_Paginação

Especifica o novo tamanho máximo (em MB) a ser usado no arquivo de paginação especificado.

/vo {Letra_do_Volume|*}

Especifica o volume ou volumes com as configurações de arquivo de paginação a serem alteradas. O volume é especificado por uma letra seguida de dois-pontos (por exemplo, “C:”).

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando pagefileconfig /change:

pagefileconfig.vbs /change /m 400 /vo c:

pagefileconfig.vbs /change /s srvmain /u maindom\hiropln /m 400 /vo c:

pagefileconfig.vbs /change /s srvmain /u maindom\hiropln /i 20 /vo *

pagefileconfig.vbs /change /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /i 200 /m 500 /vo c: /vo d: 

pagefileconfig create

Cria ou adiciona um arquivo de paginação ao sistema.

Sintaxe

pagefileconfig.vbs/create [/s Computador [/u Domínio\Usuário [/p Senha]]] /I Tamanho_Inicial_do_Arquivo_de_Paginação/m Tamanho_Máximo_do_Arquivo_de_Paginação/vo {Letra_do_Volume | *}[/vo {Letra_do_Volume2 | *} […]]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local.

/uDomínio\Usuário

Executa o script com as permissões de conta do usuário especificado por Usuário ou Domínio\Usuário. O padrão são as permissões do usuário conectado no momento no computador que emite o comando.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/iTamanho_Inicial_do_Arquivo_de_Paginação

Especifica o novo tamanho inicial (em MB) a ser usado no arquivo de paginação especificado.

/mTamanho_Máximo_do_Arquivo_de_Paginação

Especifica o novo tamanho máximo (em MB) a ser usado no arquivo de paginação especificado.

/vo {Letra_do_Volume|*}

Especifica o volume ou volumes com as configurações de arquivo de paginação a serem criadas. O volume é especificado por uma letra seguida de dois-pontos (por exemplo, “C:”).

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando pagefileconfig /create:

pagefileconfig.vbs /create /i 140 /m 300 /vo d:

pagefileconfig.vbs /create /s srvmain /u maindom\hiropln /i 150 /m 300 /vo d:

pagefileconfig.vbs /create /s srvmain /u maindom\hiropln /i 50 /m 200 /vo *

pagefileconfig.vbs /create /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /i 100 /m 600 /vo d: /vo e: /vo f: 

pagefileconfig delete

Exclui um arquivo de paginação do sistema.

Sintaxe

pagefileconfig.vbs/delete [/s Computador [/u Domínio\Usuário [/p Senha]]] /vo {Letra_do_Volume | *} [/vo {Letra_do_Volume2 | *} […]]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local.

/uDomínio\Usuário

Executa o script com as permissões de conta do usuário especificado por Usuário ou Domínio\Usuário. O padrão são as permissões do usuário conectado no momento no computador que emite o comando.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/vo {Letra_do_Volume|*}

Especifica o volume ou volumes com as configurações de arquivo de paginação a serem excluídas. O volume é especificado por uma letra seguida de dois-pontos (por exemplo, “C:”).

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando pagefileconfig /delete:

pagefileconfig.vbs /delete /vo d:

pagefileconfig.vbs /delete /s srvmain /u maindom\hiropln /vo d:

pagefileconfig.vbs /delete /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /vo d: /vo e: /vo f: 

pagefileconfig query

Consulta e exibe as definições da memória virtual de um arquivo de paginação do sistema.

pagefileconfig.vbs/query [/s Computador [/u Domínio\Usuário [/p Senha]]] [/fo {TABLE | LIST | CSV}]

Parâmetros

/sComputador

Especifica o nome ou endereço IP de um computador remoto (não use barras invertidas). O padrão é o computador local.

/uDomínio\Usuário

Executa o script com as permissões de conta do usuário especificado por Usuário ou Domínio\Usuário. O padrão são as permissões do usuário conectado no momento no computador que emite o comando.

/pSenha

Especifica a senha da conta de usuário que é fornecida no parâmetro /u.

/fo {TABLE| LIST| CSV}

Especifica o formato a ser utilizado no resultado da consulta.. Os valores válidos são TABLE, LIST e CSV. O valor padrão é LIST.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando pagefileconfig /query:

pagefileconfig.vbs /query

pagefileconfig.vbs /query /fo table

pagefileconfig.vbs /query /s srvmain /u maindom\hiropln

pagefileconfig.vbs /query /s srvmain /u maindom\hiropln /p p@ssW23 /fo list 

Comentários

  • O tamanho máximo do arquivo de paginação limita-se ao espaço livre existente no disco menos a configuração de recuperação do despejo de memória relativa à unidade de inicialização.

***

Patch

Caminho

Define o caminho de comando, na variável de ambiente PATH, que reúne o conjunto de pastas usadas para localizar os arquivos executáveis. Utilizado sem parâmetros, path exibe o caminho de comando atual.

Sintaxe

Path [[%path%] [Unidade:]Caminho [;…]]

Parâmetros

[Unidade:]Caminho

Especifica a unidade e a pasta a serem definidas no caminho de comando.

;

Separa as pastas no caminho de comando.

%path%

Anexa o caminho de comando ao conjunto de diretórios existentes listados na variável de ambiente PATH.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Quando usado como parâmetro único, o ; exclui o valor do caminho de comando existente encontrado na variável PATH.
  • Quando você inclui %path% na sintaxe, o Cmd.exe o substitui pelo caminho de comando encontrado na variável PATH, eliminando a necessidade de inserir manualmente esses valores na linha de comando. Para obter mais informações sobre a substituição dos valores das variáveis de ambiente, consulte a visão geral sobre o shell de comandos em <b>Tópicos Relacionados</b>.
  • O diretório atual é sempre o primeiro a ser pesquisado, antes dos diretórios no caminho do comando.
  • É possível que haja, na mesma pasta, arquivos com o mesmo nome, mas extensões diferentes. Por exemplo, você pode ter o arquivo Conta.com que inicia um programa de contabilidade e outro arquivo Conta.bat que faz a conexão do servidor com a rede do sistema de contas.
    A família Windows Server 2003 tenta localizar um arquivo usando as extensões de nome de arquivo padrão na seguinte ordem de precedência: .exe, .com, .bat e .cmd. Para executar Conta.bat, caso exista Conta.com na mesma pasta, inclua a extensão .bat na linha de comando.
  • Se houver dois ou mais arquivos no caminho de comando com o mesmo nome de arquivo e extensão, a família Windows Server 2003 tenta localizar o nome do arquivo especificado primeiro no diretório atual e, em seguida, nos diretórios do caminho de comando na ordem em que estiverem listados em PATH.
  • Se você incluir o comando path no arquivo Autoexec.nt, a família Windows Server 2003 acrescentará automaticamente o caminho de pesquisa do subsistema MS-DOS especificado toda vez que você fizer logon em seu computador. O Cmd.exe não utiliza o arquivo Autoexec.nt. Quando iniciado a partir de um atalho, Cmd.exe herda as variáveis de ambiente definidas em Meu computador/Propriedades/Avançadas/Ambiente.

Exemplos

Os comandos a seguir pesquisam três diretórios para localizar comandos externos. Os três caminhos para essas pastas são C:\Usuario\Impostos, B:\Usuario\Invest e B:\Bin:

path c:\user\taxes;b:\user\invest;b:\bin

***

Pathping

Fornece informações sobre latência de rede e perda de rede em saltos intermediários entre a origem e o destino. O comando Pathping envia várias mensagens de Solicitação de Eco a cada roteador entre a origem e o destino por um período de tempo e, em seguida, calcula os resultados com base nos pacotes retornados de cada roteador. Como pathping exibe o grau de perda de pacotes de cada roteador ou vínculo fornecido, é possível determinar quais roteadores ou sub-redes podem estar enfrentando problemas na rede. O comando pathping executa um trabalho equivalente ao do comando tracert, identificando os roteadores que estão no caminho. Ele envia pings periodicamente a todos os roteadores durante determinado intervalo de tempo e calcula as estatísticas com base no número respondido por cada um. Quando usado sem parâmetros, pathping exibe a ajuda.

Sintaxe

pathping [-n] [-h Máximo_de_Saltos] [-g Lista_de_Hosts] [-p Período] [-q Número_de_Consultas[-w Tempo_Limite] [-i Endereço_IP] [-4 IPv4] [-6 IPv6][Nome_de_Destino]

Parâmetros

-n

Impede que pathping tente resolver os endereços IP de rotas intermediárias até seus nomes. Isso pode agilizar a exibição dos resultados de pathping.

-hMáximo_de_Saltos

Especifica o número máximo de saltos no caminho de pesquisa até o destino. O padrão é de 30 saltos.

-gLista_de_Hosts

Especifica que as mensagens de solicitação de eco usem a opção Roteamento de Origem Flexível no cabeçalho IP com o conjunto de destinos intermediários especificado em Lista_de_Hosts. Com o roteamento ampliado de origens, os destinos intermediários sucessivos podem ser separados por um ou vários roteadores. O número máximo de endereços ou nomes na lista de hosts é 9. A Lista_de_Hosts é uma seqüência de endereços IP (em notação decimal pontilhada) separados por espaços.

-pPeríodo

Especifica o número de milissegundos de espera entre pings consecutivos. O padrão é de 250 milissegundos (1/4 segundo).

-qNúmero_de_Consultas

Especifica o número de mensagens de solicitação de eco enviadas a cada roteador no caminho. O valor padrão é 100 consultas.

-w Tempo_Limite

Especifica o número de milissegundos de espera de cada resposta. O padrão é de 3.000 milissegundos (3 segundos).

-i Endereço_IP

Especifica o endereço de origem.

-4 IPv4

Especifica que pathping use IPv4 somente.

-6 IPv6

Especifica que pathping use IPv6 somente.

nome_do_destino

Especifica o destino, que é identificado tanto pelo endereço IP como pelo nome do host.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Os parâmetros do pathping diferenciam maiúsculas de minúsculas.
  • Para evitar congestionamento na rede, os pings devem ser enviados a uma freqüência suficientemente lenta.
  • Para minimizar os efeitos de perdas intermitentes, não envie pings com muita freqüência.
  • Quando o parâmetro -p é utilizado, os pings são enviados individualmente para cada salto intermediário. Em conseqüência disso, o intervalo entre dois pings enviados para o mesmo salto corresponde ao período multiplicado pelo número de saltos.
  • Quando o parâmetro -w é utilizado, vários pings podem ser enviados simultaneamente. Em conseqüência disso, o tempo especificado no parâmetro Tempo_Limite não é limitado pelo tempo especificado no parâmetro Período de espera entre pings.
  • Este comando só estará disponível se o Protocolo TCP/IP estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de Rede.

Exemplos

O exemplo a seguir mostra os dados de saída do comando pathping:

Copiar Código

D:\>pathping -n corp1
 
 
 
Rota de rastreamento para corp1 [10.54.1.196] acima do máximo de 30 saltos: 0  172.16.87.35 1  172.16.87.218 2  192.168.52.1 3  192.168.80.1 4  10.54.247.14 5  10.54.1.196
 
 
 
Computando estatísticas por 125 segundos... Origem até aqui   Este nó/Link Salto  RTT    Perd./Env.= Pct  Perd./Env. = Pct  Endereço 0                                           172.16.87.35 0/ 100 =  0%   | 1   41ms     0/ 100 =  0%     0/ 100 =  0%  172.16.87.218 13/ 100 = 13%   | 2   22ms    16/ 100 = 16%     3/ 100 =  3%  192.168.52.1 0/ 100 =  0%   | 3   24ms    13/ 100 = 13%     0/ 100 =  0%  192.168.80.1 0/ 100 =  0%   | 4   21ms    14/ 100 = 14%     1/ 100 =  1%  10.54.247.14 0/ 100 =  0%   | 5   24ms    13/ 100 = 13%     0/ 100 =  0%  10.54.1.196
 
 
 
Rastreamento concluído.

Quando o comando pathping é executado, os primeiros resultados listam o caminho. Esse é o mesmo caminho mostrado pelo comando tracert. Em seguida, é exibida uma mensagem de ocupado por aproximadamente 90 segundos (o tempo varia por contagem de salto). Durante esse tempo, são reunidas informações de todos os roteadores anteriormente listados e dos vínculos entre eles. Ao final do período, são exibidos os resultados do teste.

No exemplo de relatório acima, as colunas Este Nó/Link, Perd./Env. = Pct e Endereço mostram que o vínculo entre 172.16.87.218 e 192.168.52.1 está perdendo 13% dos pacotes. Os roteadores nos saltos 2 e 4 também estão perdendo pacotes endereçados a eles, mas essa perda não afeta sua capacidade de encaminhar o tráfego não endereçado a eles.

As taxas de perda exibidas para os links, identificadas como uma barra vertical ( | ) na coluna Endereço, indicam congestionamento de links, causando a perda dos pacotes que estão sendo encaminhados ao longo do caminho. As taxas de perda exibidas para os roteadores (indicados pelos endereços IP) indicam que esses roteadores podem estar sobrecarregados.

***

Pause

Suspende o processamento de um arquivo em lotes e exibe uma mensagem solicitando ao usuário para pressionar qualquer tecla para continuar.

Sintaxe

pause

Parâmetros

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Quando você executa o comando prompt, é exibida a seguinte mensagem:

Copiar Código

Pressione qualquer tecla para continuar. . .           
  • Se você pressionar CTRL+C para interromper um programa em lotes, é exibida a seguinte mensagem:

Copiar Código

Finalizar o trabalho em lotes (S/N)?           

Se você pressionar S (para sim) em resposta a essa mensagem, o programa em lotes será finalizado e o controle retornará ao sistema operacional. Portanto, é possível inserir o comando pause antes de uma seção do arquivo em lotes que você não deseja processar. Enquanto pause suspende o processamento do programa em lotes, você pode pressionar CTRL+C e, em seguida, Y para interromper o programa.

Exemplos

Para criar um programa em lotes que emita uma mensagem solicitando ao usuário para trocar o disco em uma das unidades, digite:

Copiar Código

@echo off :begin copy a:*.* echo Coloque um novo disco na unidade A pause goto begin       

Nesse exemplo, todos os arquivos do disco na unidade A são copiados para a pasta atual. Depois que a mensagem solicita a inserção de outro disco na unidade A, o comando pause suspende o processamento para que você troque os discos e, em seguida, pressione qualquer tecla para dar continuidade ao processamento. Este programa em lotes, especificamente, executa um loop sem fim. O comando goto BEGIN envia o interpretador de comandos para o início do arquivo em lotes. Para finalizar este programa em lotes, pressione CTRL+C e, em seguida, Y.

***

Pbadmin

Administra catálogos telefônicos. Quando usado sem parâmetros, pbadmin inicia o Administrador de Catálogo Telefônico. Este conteúdo não está disponível neste lançamento preliminar. Este conteúdo não está disponível neste lançamento preliminar.

Sintaxe

pbadmin.exe /NNome_do_Catálogo_Telefônico [/RCaminho_do_Arquivo_de_Região\Nome_do_Caminho_de_Região] [/PCaminho_do_Arquivo_de_Dados\Nome_do_Arquivo_de_Dados]

pbadmin.exe /INome_do_Catálogo_Telefônico/RCaminho_do_Arquivo_de_Região\Nome_do_Caminho_de_Região

pbadmin.exe /INome_do_Catálogo_Telefônico/PCaminho_do_Arquivo_de_Dados\Nome_do_Arquivo_de_Dados

pbadmin.exe /ONome_do_Catálogo_Telefônico Nome_do_Servidor Nome_do_Usuário Senha

pbadmin.exe /BNome_do_Catálogo_Telefônico

Parâmetros

/NNome_do_Catálogo_Telefônico

Cria um catálogo telefônico (.mdb). O parâmetro Nome_do_Catálogo_Telefônico especifica o nome do arquivo a ser criado.

/I Nome_do_Catálogo_Telefônico

Importa dados para um catálogo telefônico (.mdb) de um arquivo (.txt) de região ou de um arquivo (.pbk ou .txt) de catálogo telefônico. O parâmetro Nome_do_Catálogo_Telefônico especifica o catálogo telefônico para o qual você deseja importar dados. Você deve utilizar o parâmetro /R ou /P em conjunto com o parâmetro /I.

/RCaminho_do_Arquivo_de_Região\Nome_do_Arquivo_de_Região

Especifica a localização e o nome do arquivo de região que você deseja importar para um catálogo telefônico.

/PCaminho_do_Arquivo_de_Dados\Nome_do_Arquivo_de_Dados

Especifica a localização e o nome do arquivo (.pbk ou .txt) de catálogo telefônico que você deseja importar para um catálogo telefônico.

/ONome_do_Catálogo_Telefônico Nome_do_Servidor Nome_do_Usuário Senha

Configura opções para um catálogo telefônico. O parâmetro Nome_do_Catálogo_Telefônico especifica o nome do catálogo telefônico cujas opções você deseja definir. O parâmetro Nome_do_Servidor especifica o nome do servidor no qual o catálogo telefônico será publicado. O parâmetro Nome_do_Usuário especifica uma conta de usuário com permissões de FTP no servidor Serviço de Catálogo Telefônico (PBS). O parâmetro senha especifica a senha da conta de usuário no servidor PBS.

/BNome_do_Catálogo_Telefônico

Publica um catálogo telefônico. O parâmetro Nome_do_Catálogo_Telefônico especifica o nome do catálogo telefônico a ser publicado. Antes de usar o parâmetro /B, você deve configurar o catálogo telefônico com o parâmetro /O.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Para criar um catálogo telefônico (.mdb), use a seguinte sintaxe:
    pbadmin.exe /NNome_do_Catálogo_Telefônico [/RCaminho_do_Arquivo_de_Região\Nome_do_Caminho_de_Região] [/PCaminho_do_Arquivo_de_Dados\Nome_do_Arquivo_de_Dados]
  • Para importar dados para um catálogo telefônico a partir de um arquivo de região, use a seguinte sintaxe:
    pbadmin.exe /INome_do_Catálogo_Telefônico/RCaminho_do_Arquivo_de_Região\Nome_do_Caminho_de_Região
  • Para importar dados para um catálogo telefônico a partir de um arquivo (.pbk) de catálogo telefônico ou de um arquivo texto (.txt) corretamente formatado, use a seguinte sintaxe:
    pbadmin.exe /INome_do_Catálogo_Telefônico/PCaminho_do_Arquivo_de_Dados\Nome_do_Arquivo_de_Dados
  • Para configurar as opções de publicação de um catálogo telefônico, use a seguinte sintaxe:
    pbadmin.exe /ONome_do_Catálogo_Telefônico Nome_do_Servidor Nome_do_Usuário Senha
  • Para publicar um catálogo telefônico, use a seguinte sintaxe:
    pbadmin.exe /BNome_do_Catálogo_Telefônico
  • No pbadmin, o termo “catálogo telefônico” refere-se a um catálogo telefônico (.mdb) e o termo “arquivo de catálogo telefônico” refere-se a um arquivo de catálogo telefônico (.pbk).
  • Os parâmetros de linha de comando diferenciam maiúsculas de minúsculas.
  • Um nome de catálogo telefônico não pode ter mais de oito caracteres, não pode ter somente dígitos e não deve conter espaços nem os seguintes símbolos: ! , ; * = / \ : ? ‘ ” < > | . & % {} [] @ ( ) ´ ` ~
  • Se você especificar um caminho, este deve ser completo. Você não pode usar espaços no caminho do catálogo telefônico, do arquivo de catálogo telefônico nem do arquivo de região.
  • Para usar o comando pbadmin, você deve instalar o Administrador de Catálogo Telefônico e, em seguida, digitar o comando a partir da pasta do Administrador. Para instalar o Administrador de Catálogo Telefônico, insira o CD de instalação do Windows XP Professional ou da família Windows Server 2003 na unidade de CD-ROM e clique em Examinar este CD. Abra a pasta VALUEADD, a pasta MSFT, a pasta MGMT e a pasta PBA. Clique duas vezes em PBAINST e siga as instruções na tela.

Observação

  • No CD do Windows Server 2003 SP1, o Administrador de Catálogo Telefônico está localizado na pasta SUPPORT. Abra a pasta SUPPORT no CD, abra a pasta MSFT, abra a pasta MGMT e também a pasta PBA. Clique duas vezes em PBAINST e siga as instruções na tela.

Exemplos

Nos exemplos abaixo, são usados dados fictícios.

Para criar um catálogo telefônico denominado Lista, digite:

Pbadmin.exe /N Lista

Para importar dados para um catálogo telefônico denominado Lista de um arquivo de região denominado Zona1.txt localizado na pasta C:\Temp, digite:

pbadmin.exe /I Lista /R C:\Temp\Zona1.txt

Para configurar um arquivo de catálogo telefônico com o nome: Lista; nome de servidor: Castro; nome de usuário: asoares; e senha: minhasenha; digite:

pbadmin.exe /O Lista Castro asoares minhasenha

Para publicar um catálogo telefônico denominado Lista, digite:

pbadmin.exe /B Lista

***

Pentnt

Detecta erro de divisão com ponto flutuante (se presente) em chip Pentium, desativa o hardware de ponto flutuante e ativa a emulação de ponto flutuante.

Sintaxe

pentnt [-c] [-f] [-o]

Parâmetros

-c

Ativa a emulação condicional.

-f

Ativa a emulação forçada.

-o

Desativa a emulação forçada e reativa o hardware de ponto flutuante, se presente.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Os parâmetros usados com este comando devem ser antecedidos de (hífen) e não de / (barra).
  • Usando a opção de linha de comando -c
    A emulação de ponto flutuante será forçada somente se o sistema detectar erro de divisão com ponto flutuante no processador Pentium durante a inicialização. Se você selecionar este parâmetro, deverá reinicializar o computador para que as alterações sejam efetuadas.
  • Usando a opção de linha de comando -f. O hardware de ponto flutuante será desabilitado e a emulação de ponto flutuante será sempre forçada, independentemente do sistema apresentar erro de divisão com ponto flutuante no processador Pentium. Este parâmetro é útil para testar emuladores de software e para evitar problemas de hardware do modo ponto flutuante conhecidos pelo sistema operacional. Se você selecionar este parâmetro, deverá reinicializar o computador para que as alterações sejam efetuadas.
  • Usando a opção de linha de comando -o. Se você selecionar este parâmetro, deverá reinicializar o computador para que as alterações sejam efetuadas.

 

***

Perfmon

Permite que você abra o console <b>Desempenho</b> configurado com o controle ActiveX do <b>Monitor do sistema</b> e o snap-in <b>Serviço de logs e alertas de desempenho</b>.

Sintaxe

perfmon.exe [Nome_do_Arquivo] [/HTMLFILE:Arquivo_Convertido Arquivo_de_Configurações]

Parâmetros

.exe

Especifica o nome da extensão do arquivo.

NomeDoArquivo

Especifica o nome do arquivo de configurações.

/HTMLFILE:Arquivo_Convertido Arquivo_de_Configurações

Especifica o nome dos arquivos convertidos e o nome do arquivo de configurações original do Windows NT 4.0.

Comentários

  • Este procedimento funciona para os seguintes tipos de arquivos de configurações do <b>Monitor de desempenho</b> do Windows NT 4.0: gráfico (.pmc), relatório (.pmr), alerta (.pma) e log (.pml).
  • Para exibir o arquivo de configurações do Windows NT 4.0 no Monitor do Sistema, o sistema converte o arquivo temporariamente para usá-lo com o Monitor do Sistema do Windows XP e da família Windows Server 2003 e, em seguida, descarta a versão convertida quando o console é iniciado. Se você desejar salvar o arquivo de configurações para uso permanente com o <b>Monitor do sistema</b>, digite:
    Perfmon [Nome_do_Arquivo] [/HTMLFILE:Arquivo_Convertido Arquivo_de_Configurações]
    onde /HTMLFILE:Arquivo_Convertido é o nome dado ao arquivo convertido e Arquivo_de_Configurações é o nome do arquivo de configurações original do Windows NT 4.0.
  • Para obter mais informações sobre como incorporar Perfmon aos scripts do WMI, consulte “Scripting WMI” no site Microsoft Windows Resource Kits.

Exemplos

Para listar seu arquivo de configurações, digite:

Perfmon myfile_overview

Para listar os nomes do arquivo convertido e original, digite:

Perfmon myfile_overview /Commands:newfile_review oldfile_sample.pml

***

Ping

Verifica a conectividade de nível IP com outro computador TCP/IP através do envio de mensagens de solicitação de eco de protocolo ICMP. A confirmação das mensagens de resposta é exibida juntamente com o tempo de ida e volta. <b>Ping</b> é o principal comando TCP/IP usado para resolver problemas de conectividade, acesso e resolução de nomes. Usado sem parâmetros, ping exibe a ajuda.

Sintaxe

ping[-t] [-a] [-nContagem] [-l Tamanho] [-f] [-iTTL] [-vTOS] [-rContagem] [-sQuantidade] [{-jListaDeHosts | -k ListaDeHosts}] [-wTempoLimite] [-R] [-SEndOrig] [-4] [-6] NomeDoDestino

Parâmetros

-t

Especifica que o <b>ping</b> continue enviando mensagens de solicitação de eco ao destino até que seja interrompido. Para interromper e exibir estatísticas, pressione CTRL+BREAK. Para interromper e sair do ping, pressione CTRL+C.

-a

Especifica que a resolução inversa de nome seja realizada no endereço IP de destino. Se for bem-sucedida, o <b>ping</b> exibirá o nome do host correspondente.

-nquantidade

Determina o número de solicitações de eco enviadas. O padrão é 4.

-lTamanho

Especifica o comprimento, em bytes, do campo de dados nas solicitações de eco enviadas. O padrão é 32. O Tamanho máximo é 65.527.

-f

Especifica que as mensagens de solicitação de eco são enviadas com o sinalizador Não fragmentar no cabeçalho IP definido como 1 (disponível somente no IPv4). A mensagem de solicitação de eco não pode ser fragmentada por roteadores no caminho para o destino. Este parâmetro é útil para resolver problemas relacionados à unidade máxima de transmissão do caminho (PMTU).

-i TTL

Especifica o valor do campo TTL no cabeçalho IP das solicitações de eco enviadas. O padrão é o valor padrão do TTL do host. O TTL máximo é 255.

-vTOS

Especifica o valor do campo Tipo de serviço (TOS) no cabeçalho IP das mensagens de solicitações de eco enviadas (disponíveis somente no IPv4). O padrão é 0. TOS é especificado como um valor decimal de 0 a 255.

-rcontagem

Especifica que a opção Rota de registro no cabeçalho IP seja usada para gravar o caminho usado pela solicitação de eco e pela resposta de eco correspondente (disponível somente em IPv4). Cada salto no caminho utiliza uma entrada na opção Rota de registro. Se possível, especifique uma contagem que seja igual ou superior ao número de saltos entre a origem e o destino. A contagem deve ser no mínimo 1 e no máximo 9.

-scontagem

Especifica que a opção <b>Carimbo de data/hora</b> da Internet no cabeçalho IP seja utilizada para gravar a hora de chegada da solicitação de eco e da resposta de eco correspondente para cada salto. A Contagem deve ser de no mínimo 1 e no máximo 4. Isso é necessário para endereços de destino de links locais.

-jlista_de_hosts

Especifica que as solicitações de eco utilizem a opção Rota ampliada de origens no cabeçalho IP com o conjunto de destinos intermediários especificado em lista_de_hosts (disponível em IPv4 somente). Como o roteamento ampliado de origens, os destinos intermediários sucessivos podem ser separados por um ou vários roteadores. O número máximo de endereços ou nomes na lista de hosts é 9. A lista de hosts é uma seqüência de endereços IP (em notação decimal com ponto) separados por espaços.

-klista_de_hosts

Especifica que as solicitações de eco utilizem a opção Rota restrita de origens no cabeçalho IP com o conjunto de destinos intermediários especificado em lista_de_hosts (disponível em IPv4 somente). Com o roteamento restrito de origens, o destino intermediário seguinte deve ser diretamente acessível (é preciso ser um vizinho em uma interface do roteador). O número máximo de endereços ou nomes na lista de hosts é 9. A lista de hosts é uma seqüência de endereços IP (em notação decimal com ponto) separados por espaços.

-wTempoLimite

Especifica o intervalo de tempo, em milissegundos, para aguardar a resposta de eco correspondente a determinada solicitação de eco a ser recebida. Se a resposta de eco não for recebida dentro do tempo limite, será exibida a mensagem de erro “Esgotado o tempo limite da solicitação”. O tempo limite padrão é 4000 (4 segundos).

-R

Especifica que o caminho completo é rastreado (disponível somente em IPv6).

-SEndOrig

Especifica o endereço de origem a ser usado (disponível somente em IPv6).

-4

Especifica que IPv4 é usado para efetuar ping. Este parâmetro não é necessário para identificar o host de destino com um endereço IPv4. Ele só é necessário para identificar o host de destino pelo nome.

-6

Especifica que IPv6 é usado para efetuar ping. Este parâmetro não é necessário para identificar o host de destino com um endereço IPv6. Ele só é necessário para identificar o host de destino pelo nome.

nome_do_destino

Especifica o nome ou o endereço IP do host de destino.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você pode utilizar ping para testar tanto o nome do computador quanto seu endereço IP. Se o teste do endereço IP for bem-sucedido, mas o teste do nome do computador, não, pode haver um problema de resolução de nome. Nesse caso, certifique-se de que o nome do computador que está sendo especificado possa ser resolvido através do arquivo de hosts locais usando consultas DNS ou através de técnicas de resolução de nomes NetBIOS.
  • Este comando só estará disponível se o protocolo Internet (TCP/IP) estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de rede.

Exemplos

O exemplo a seguir mostra os dados de saída do comando ping:

C:\>ping example.microsoft.com

Pinging example.microsoft.com [192.168.239.132] with 32 bytes of data:

Reply from 192.168.239.132: bytes=32 time=101ms TTL=124

Reply from 192.168.239.132: bytes=32 time=100ms TTL=124

Reply from 192.168.239.132: bytes=32 time=120ms TTL=124

Reply from 192.168.239.132: bytes=32 time=120ms TTL=124

Para executar o <b>ping</b> no destino 10.0.99.221 e resolver 10.0.99.221 para seu nome de host, digite:

ping -a 10.0.99.221

Para executar o <b>ping</b> no destino 10.0.99.221 com 10 solicitações de eco, cada uma com um campo de dados de 1000 bytes, digite:

ping -n 10 -l 1000 10.0.99.221

Para executar o <b>ping</b> no destino 10.0.99.221 e gravar a rota com 4 saltos, digite:

ping -r 4 10.0.99.221

Para executar o <b>ping</b> no destino 10.0.99.221 e especificar a rota ampliada de origens 10.12.0.1-10.29.3.1-10.1.44.1, digite:

ping -j 10.12.0.1 10.29.3.1 10.1.44.1 10.0.99.221

***

Popd – Não encontrado

***

Powercfg

Permite que um administrador controle as configurações de alimentação em um sistema.

Sintaxe

powercfg [/list] [/query [Nome]] [/createName] [/deleteName] [/setactiveName] [/changeSettings] [/hibernate [{on | off}]] [/exportName [/file Nome_do_Arquivo]] [/import Nome [/file Nome_do_Arquivo]] [/numerical] [/globalpowerflag {on | off} /option:{batteryicon | multibattery | resumepassword | wakeonring | videodim}] [/availablesleepstates] [/batteryalarm {low | critical}]

Parâmetros

/list

Lista os nomes dos esquemas de alimentação existentes. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /l. Use esses parâmetros para exibir uma lista de todos os esquemas de energia existentes disponíveis no computador. A mesma lista está disponível na guia Esquemas de Energia da ferramenta Opções de Energia no Painel de Controle. Por exemplo, se você usar o parâmetro /list, o esquema padrão a seguir é exibido:

  • Doméstico/Empresarial
  • Portátil/Laptop
  • Apresentação
  • Sempre ligado
  • Desempenho e energia do processador de balanceamento de servidor
  • Máx. de bateria

Se outros esquemas foram adicionados ao computador, eles serão exibidos na lista.

/query [Nome]

Exibe a configuração do esquema de alimentação especificado. Se nenhum nome for especificado, a configuração do esquema de alimentação ativo no momento é exibida. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /q. As configurações sempre são exibidas em minutos. Se desejar configurar a configuração para duas horas, insira 120 minutos. Você pode usar o comando powercfg /query número/numerical para consultar os esquemas pelo número em vez do nome. Os resultados serão os mesmos. A lista a seguir contém os números de cada esquema:

  • 5: Máx. de bateria
  • 4: Desempenho e processador de balanceamento de servidor
  • 3: Sempre ligado
  • 2: Apresentação
  • 1: Portátil/Laptop
  • 0: Doméstico/Empresarial

Se adicionar ou remover esquemas, a numeração pode ser alterada.

/create Nome

Cria o esquema de alimentação especificado. O novo esquema é criado com as propriedades do esquema ativo no momento. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /c.

/delete Nome

Exclui o esquema de alimentação especificado. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /d.

/setactive Nome

Ativa o esquema de alimentação especificado. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /s.

/change Configurações

Altera as configurações do esquema de alimentação especificado. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /x. Para Configurações, use o seguinte para especificar as alterações:

 

Valor 

Descrição 

/monitor-timeout-ac Minutos Desativa o monitor depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente alternada. Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/monitor-timeout-dc Minutos Desativa o monitor depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente contínua (bateria). Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/disk-timeout-ac Minutos Desativa os discos rígidos depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente alternada. Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/disk-timeout-dc Minutos Desativa os discos rígidos depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente contínua (bateria). Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/standby-timeout-ac Minutos Coloca o computador em modo de espera depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente alternada. Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/standby-timeout-dc Minutos Coloca o computador em modo de espera depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente contínua (bateria). Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/hibernate-timeout-ac Minutos Salva o conteúdo da memória do computador no disco e desliga o computador depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente alternada. Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/hibernate-timeout-dc Minutos Salva o conteúdo da memória do computador no disco e desliga o computador depois de um número especificado de minutos quando o sistema estiver funcionando com corrente contínua (bateria). Um valor 0 desabilitará o tempo limite.
/processor-throttle-ac {none | constant | degrade | adaptive} Selecione a diretiva de regulagem dinâmica a ser usada se o microprocessador oferecer suporte aos controles de estado de desempenho quando o sistema estiver funcionando com corrente alternada. A tabela a seguir lista e descreve todas as opções da diretiva de regulagem dinâmica.

 

Valor 

Descrição 

None Faz com que o microprocessador funcione com o desempenho máximo o tempo todo
constant Faz com que o microprocessador funcione com o desempenho mínimo o tempo todo
degrade Faz com que o microprocessador funcione com o desempenho mínimo e ainda reduza o desempenho aplicando regulagem para parar o relógio à medida que a bateria do sistema descarrega

Observação

  • Normalmente, esta opção é usada quando o computador está funcionando com bateria e é, portanto, raramente usado com /processor-throttle-ac.
adaptive Modifica o estado do desempenho dinamicamente com base na demanda que o sistema coloca no microprocessador

 

/processor-throttle-dc {none | constant | degrade | adaptive} Selecione a diretiva de regulagem dinâmica a ser usada se o microprocessador oferecer suporte aos controles de estado de desempenho e quando o sistema estiver funcionando com corrente contínua (bateria). A diretiva de regulagem dinâmica desejada é selecionada com uma das quatro opções adicionais listadas em /processor-throttle-ac.

/hibernate [{on | off}]

Ativando ou desativando o recurso de hibernação. Não há suporte para o tempo limite da hibernação em todos os sistemas que oferecem suporte à hibernação. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /h.

/exportNome [/file Nome_do_Arquivo]

Exporta o esquema de alimentação especificado para um arquivo. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /e. Se nenhum nome de arquivo for especificado, o padrão é scheme.pow. Este parâmetro oferece suporte ao parâmetro /fileNome_do_Arquivo.

/importNome [/file Nome_do_Arquivo]

Importa o esquema de alimentação do arquivo especificado. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /i. Se nenhum nome de arquivo for especificado, o padrão será scheme.pow. Se um esquema com esse nome já existir, ele será substituído pelo novo. Este parâmetro oferece suporte ao parâmetro /fileNome_do_Arquivo.

/numerical

Requer que você especifique o esquema de alimentação usando seu identificador numérico, em vez de seu nome. Use esta opção junto com os comandos /query, /delete, /setactive, /change, /export e /import. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /n.

/globalpowerflag {on | off} /option:{batteryicon | multibattery | resumepassword | wakeonring | videodim}

Habilita ou desabilita os recursos de sinalização global de alimentação. Use a primeira opção para indicar se o recurso será habilitado ou desabilitado. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /g. /option: é obrigatório e é seguido pelo nome do recurso que está sendo habilitado ou desabilitado. A tabela a seguir lista e descreve cada opção.

 

Valor 

Descrição 

Batteryicon Habilita ou desabilita o ícone de medidor de bateria na área de notificação. Quando este sinalizador está desmarcado, o ícone de medidor de bateria não é exibido
Multibattery Habilita ou desabilita várias exibições da bateria no medidor de energia do sistema
Resumepassword Habilita ou desabilita a obrigatoriedade do usuário fornecer uma senha quando o sistema for iniciado do modo em espera ou da hibernação
Wakeonring Habilita ou desabilita o suporte ao recurso Wake on Ring
Videodim Habilita ou desabilita o suporte para diminuir a exibição do vídeo quando o sistema é alterado da energia AC para a energia DC (bateria)

/availablesleepstates

Reporta os estados de dormir disponíveis no sistema e tenta reportar porque os estados de dormir estão indisponíveis. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /a.

/batteryalarm [low | critical]

Exibe ou configura o alarme de bateria especificado. Usando essa opção sem nenhum parâmetro exibirá as seguintes configurações. Você pode usar a versão abreviada deste comando, /b. As seguintes opções podem ser especificadas:

  • /activate {on|off} Habilita ou desabilita o alarme.
  • /level (0-100) O alarme será ativado quando o nível de energia atingir essa porcentagem.
  • /text {on|off} Ativa ou desativa a notificação de texto.
  • /sound {on|off} Ativa ou desativa a notificação audível da notificação.
  • /action {none|shutdown|hibernate|standby} Especifica a ação a ser tomada quando esse alarme soar. Nem todas as ações estão sempre disponíveis.
  • /forceaction {on|off} Força o modo em espera ou de desligamento mesmo se um programa parar de responder.
  • /program {on|off} Especifica se o sistema executará um programa quando o alarme soar. Quando essa opção é usada, a saída será o nome da tarefa que pode ser usado com o Schtasks.exe /change para configurar o programa.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Exemplos

Os exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando powercfg:

powercfg /list

powercfg /query scheme

powercfg /change scheme /monitor-timeout-dc 15

powercfg /change scheme /monitor-timeout-dc 0

powercfg /hibernate on

powercfg /globalpowerflag on /option: batteryicon 

***

Print

Imprimir

Envia um arquivo de texto para uma impressora.

Sintaxe

print [/d:Impressora] [Unidade:][Caminho] Nome_do_Arquivo […]

Parâmetros

/d:Impressora

Especifica a impressora na qual você deseja imprimir o trabalho. Você pode especificar uma impressora local definindo a porta no computador ao qual a impressora está conectada. Os valores válidos para portas paralelas são LPT1, LPT2 e LPT3. Os valores válidos para portas seriais são COM1, COM2, COM3 e COM4. Você também pode especificar uma impressora de rede pelo respectivo nome de fila (\\Nome_do_Servidor\Nome_do_Compartilhamento). Se não for especificada uma impressora, o trabalho de impressão é enviado para LPT1.

Unidade:

Especifica a unidade lógica ou física onde está localizado o arquivo a ser impresso. Este parâmetro não será necessário se o arquivo a ser impresso estiver localizado na unidade atual.

Caminho

Especifica o local, na unidade, onde se encontra o arquivo a ser impresso. Este parâmetro não será necessário se o arquivo a ser impresso estiver localizado na pasta atual.

Nome_do_Arquivo[…]

Obrigatório. Especifica o nome do arquivo a ser impresso. Você pode incluir vários arquivos em um comando.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Um arquivo pode ser impresso em segundo plano se você enviá-lo para uma impressora conectada a uma porta serial ou paralela no computador local.
  • Muitos programas possuem seus próprios comandos de impressão. Use o comando print de um programa para imprimir arquivos criados com o programa.
  • Você pode executar várias tarefas de configuração por meio da linha de comando usando o comando mode. Para obter mais informações sobre como configurar uma impressora conectada a uma porta paralela, como configurar uma impressora conectada a uma porta serial, como exibir o status de uma impressora ou como preparar uma impressora para alteração de página de código, consulte mode em Tópicos Relacionados.

Exemplos

Para enviar o arquivo Relat.txt localizado na pasta atual para uma impressora conectada a LPT2 no computador local, digite:

print /d:LPT2 relat.txt

Para enviar o arquivo Relat.txt localizado na pasta c:\Contabilidade para a fila de impressão Impres1 no servidor \\SalaDeRep, digite:

print /d:\\saladerep\impres1 c:\contabilidade\relat.txt

***

Prncnfg.vbs

Configura ou exibe informações de configuração sobre uma impressora. Usado sem parâmetros, prncnfg.vbs exibe a ajuda do comando prncnfg.vbs.

Para exibir informações de configuração sobre uma impressora

Sintaxe

cscript prncnfg.vbs-g [-s Computador_Remoto] -p Nome_Da_Impressora [-u Nome_Do_Usuário-w Senha]

Parâmetros

-g

Obrigatório. Especifica que você deseja exibir informações de configuração sobre uma impressora.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto que gerencia a impressora sobre a qual você deseja exibir informações. Se não for especificado um computador, será utilizado o computador local.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora sobre a qual você deseja exibir informações.

-uNome_Do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para conexão usando serviços do WMI com o computador da impressora sobre a qual você deseja exibir informações. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Exemplos

Para exibir informações de configuração para a impressora denominada ImpCor_2 cuja fila de impressão está hospedada no computador remoto denominado ServRH, digite:

cscript prncnfg.vbs -g -s ServRH -p ImpCor_2

Para configurar uma impressora

Sintaxe

cscript prncnfg.vbs-t [-sComputador_Remoto] -pNome_Da_Impressora [-uNome_Do_Usuário-wSenha] [-rNome_Da_Porta] [-lLocal] [-mComentário] [-hNome_Do_Compartilhamento] [-fTexto_Separador] [-yTipo_De_Dados] [-stHora_De_Início] [-utHora_De_Término] [-oPrioridade] [-iPrioridade_Padrão] [{+ | }shared] [{+ | }direct] [{+ | }published] [{+ | }hidden] [{+ | }rawonly] [{+ | }queued] [{+ | }keepprintedjobs] [{+ | }workoffline] [{+ | }enabledevq] [{+ | }docompletefirst][{+ | }enablebidi]

Parâmetros

-t

Obrigatório. Especifica que você deseja configurar uma impressora.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto que gerencia a impressora a ser configurada. Se você não especificar um computador, a impressora será configurada no computador local.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora a ser configurada.

-uNome_Do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador no qual você deseja configurar uma impressora. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

-rnome_da_porta

Especifica a porta à qual a impressora está conectada. Se for uma porta paralela ou serial, use a identificação da porta (por exemplo, LPT1 ou COM1). Se for uma porta TCP/IP, use o nome de porta definido quando a porta foi adicionada. Para obter mais informações, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

-lLocalização

Especifica a localização da impressora como, por exemplo, “Sala de Reprodução”.

-mComentário

Especifica a seqüência de comentários.

-hNome_do_Compartilhamento

Especifica o nome do compartilhamento.

-fTexto_do_Separador

Especifica um arquivo que contém o texto exibido na página do separador.

-yTipo_de_Dados

Especifica os tipos de dados que a impressora pode aceitar. Para obter mais informações sobre tipos de dados, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

-stHora_de_Início

Configura a impressora para disponibilidade limitada. Especifica a hora do dia após a qual a impressora estará disponível. Se você enviar um documento a uma impressora quando ela não estiver disponível, o documento será retido (colocado no spool) até que a impressora fique disponível. A hora deve ser especificada no formato de 24 horas. Por exemplo, para especificar 11:00 da noite, digite 2300.

-utHora_de_Término

Configura a impressora para disponibilidade limitada. Especifica a hora do dia após a qual a impressora não estará mais disponível. Se você enviar um documento a uma impressora quando ela não estiver disponível, o documento será retido (colocado no spool) até que a impressora fique disponível. A hora deve ser especificada no formato de 24 horas. Por exemplo, para especificar 11:00 da noite, digite 2300.

-oPrioridade

Especifica a prioridade que o spooler utiliza para rotear trabalhos de impressão. Uma fila de impressão com maior prioridade receberá todos os trabalhos relativos a ela antes de qualquer outra fila com prioridade inferior.

-iPrioridade_Padrão

Especifica a prioridade padrão atribuída a cada trabalho de impressão.

{+ | -}shared

Especifica se a impressora é compartilhada na rede.

{+ | -}direct

Especifica se o documento deve ser enviado diretamente à impressora sem passar pelo spool.

{+ | -}published

Especifica se a impressora deve ser publicada no <b>Active Directory</b>. Se for publicada, outros usuários poderão encontrá-la com base em sua localização e recursos como, por exemplo, impressão em cores e grampeamento.

{+ | -}hidden

Função reservada.

{+ | -}rawonly

Especifica se somente trabalhos de impressão com dados não formatados serão aceitos para spool na fila.

{+ | -}queued

Especifica que a impressora só deve começar a imprimir depois que a última página do documento for colocada no spool. O programa de impressão fica indisponível até o fim da impressão do documento. No entanto, o uso desta opção garante que todo o documento fique disponível para a impressora.

{+ | -}keepprintedjobs

Especifica que o spooler deve reter os documentos após a impressão. A ativação dessa opção permite que o usuário reapresente um documento à impressora a partir da fila de impressão e não do programa de impressão.

{+ | -}workoffline

Especifica se você pode enviar trabalhos de impressão para a fila de impressão mesmo que o seu computador não esteja conectado à rede.

{+ | -}enabledevq

Especifica se os trabalhos de impressão que não corresponderem à configuração da impressora (por exemplo, arquivos PostScript no spool de impressoras não-PostScript) devem ser mantidos na fila em vez de serem impressos.

{+ | -}docompletefirst

Especifica se o spooler deve enviar para a fila apropriada os trabalhos de impressão com prioridade inferior que tiverem completado o spool antes de enviar para a mesma fila os trabalhos de impressão com prioridade superior que não tiverem completado o spool. Se esta opção for ativada e nenhum documento tiver completado o spool, o spooler enviará os documentos maiores antes dos menores. Ative esta opção se desejar maximizar a eficiência da impressora em detrimento da prioridade do trabalho. Se esta opção for desativada, o spooler sempre enviará primeiro os trabalhos de prioridade superior para suas respectivas filas.

{+ | -}enablebidi

Especifica se a impressora envia informações de status ao spooler.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Exemplos

Para configurar uma impressora denominada ImpCor_2 de forma que o spooler no computador remoto denominado ServRH retenha os trabalhos de impressão depois que tiverem sido impressos, digite:

cscript prncnfg.vbs -t -s ServRH -p ImpCor_2 +keepprintedjobs

Para alterar o nome de uma impressora

Sintaxe

cscript prncnfg.vbs-x [-sComputador_Remoto] -pNome_Da_Impressora-zNovo_Nome_Da_Impressora [-uNome_Do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-x

Obrigatório. Especifica que você deseja alterar o nome de uma impressora.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto que gerencia a impressora cujo nome você deseja alterar. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome atual da impressora.

-zNovo_Nome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o novo nome da impressora.

-uNome_Do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador da impressora cujo nome você deseja alterar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre WMI, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do computador).

Exemplos

Para fazer com que o nome de uma impressora em um computador remoto denominado ServRH seja alterado de ImpCor_2 para ImpCor_3, digite:

cscript prncnfg.vbs -x -s ServRH -p ImpCor_2 -z ImpCor_3

***

Prndrvr.vbs

Adiciona, exclui e lista drivers de impressora. Usado sem parâmetros, prndrvr.vbs exibe ajuda de linha de comando para o comando prndrvr.vbs.

Para instalar um driver de impressora

Sintaxe

cscript prndrvr.vbs-a [-m Nome_do_Driver] [-v {0 | 1 | 2 | 3}] [-e Ambiente] [-s Computador_Remoto] [-h Caminho] [-i Nome_do_Arquivo.inf] [-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-a

Obrigatório. Especifica que você deseja instalar um driver.

-mNome_do_Driver

Especifica o nome do driver a ser instalado. Em geral, os drivers são nomeados de acordo com o modelo de impressora ao qual dão suporte. Consulte a documentação da impressora para obter mais informações.

-v {0 | 1 | 2 | 3}

Especifica a versão do driver a ser instalado. Consulte a descrição do parâmetro -e Ambiente para obter informações sobre quais versões estão disponíveis para cada ambiente. Se você não especificar uma versão, será instalada a versão do driver apropriada para a versão do Windows em execução no computador onde o driver está sendo instalado.

  • A versão 0 oferece suporte ao Windows 95, Windows 98 e Windows Millennium Edition.
  • A versão 1 oferece suporte ao Windows NT 3.51.
  • A versão 2 oferece suporte ao Windows NT 4.0.
  • A versão 3 oferece suporte ao Windows XP, Windows 2000 e à família Windows Server 2003.

-eAmbiente

Especifica o ambiente do driver a ser instalado. Se você não especificá-lo, será usado o ambiente do computador no qual o driver está sendo instalado. A tabela a seguir lista os ambientes de driver e as versões disponíveis para cada um deles.

 

Ambiente Versões disponíveis
“Windows NT x86” 1, 2 e 3
“Windows NT Alpha_AXP” 1 e 2
“Windows IA64” 3
“Windows NT R4000” 1
“Windows NT PowerPC” 1
“Windows 4.0” 0

-sComputador_Remoto

Especifica o computador remoto no qual o driver será instalado. Se você não especificá-lo, o driver será instalado no computador local.

-hCaminho

Especifica o caminho para o arquivo de driver. Se você não especificá-lo, será usado o caminho para o local de onde o Windows foi instalado.

-iNome_do_Arquivo.inf

Especifica o nome do arquivo do driver a ser instalado. Se você não especificar um nome de arquivo, ntprint.inf será usado.

-uNome_do_Usuário-wSenha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador no qual o driver será instalado. Todos os membros do grupo Administradores desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre WMI, consulte Tópicos Relacionados.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome_do_Computador).

Exemplos

Para adicionar a versão 3 do driver de impressora chamado “Driver de impressora colorida 1” ao computador local, que oferece um ambiente baseado no Windows NT x86, digite:

cscript prndrvr.vbs -a -m “Driver de Impressora Colorida 1” -v 3 -e “Windows NT x86”

Para excluir um driver de impressora

Sintaxe

cscript prndrvr.vbs-d [-s Computador_Remoto] -m Nome_do_Driver -v {0 | 1 | 2 | 3} -e Ambiente [-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-d

Obrigatório. Especifica que você deseja excluir um driver.

-sComputador_Remoto

Especifica o computador remoto do qual você deseja excluir o driver. Se você não especificar um computador, o driver será excluído do computador local.

-mNome_do_Driver

Obrigatório. Especifica o nome do driver a ser excluído. Em geral, os drivers são nomeados de acordo com o modelo de impressora ao qual dão suporte. Consulte a documentação da impressora para obter mais informações.

-v {0 | 1 | 2 | 3}

Obrigatório. Indica a versão do driver a ser excluída. Consulte a descrição do parâmetro -e Ambiente para obter informações sobre quais versões estão disponíveis em cada ambiente.

  • A versão 0 oferece suporte ao Windows 95, Windows 98 e Windows Millennium Edition.
  • A versão 1 oferece suporte ao Windows NT 3.51.
  • A versão 2 oferece suporte ao Windows NT 4.0.
  • A versão 3 oferece suporte ao Windows XP e Windows 2000.

-eAmbiente

Obrigatório. Especifica o ambiente do driver a ser excluído. A tabela a seguir lista os ambientes de driver e as versões disponíveis para cada um deles.

 

Ambiente Versões disponíveis
“Windows NT x86” 1, 2 e 3
“Windows NT Alpha_AXP” 1 e 2
“Windows IA64” 3
“Windows NT R4000” 1
“Windows NT PowerPC” 1
“Windows 4.0” 0

-uNome_do_Usuário-wSenha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador do qual o driver será excluído. Todos os membros do grupo Administradores desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre WMI, consulte Tópicos Relacionados.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Ao excluir um driver de impressora, inclua os parâmetros de ambiente e de versão.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome_do_Computador).

Para listar os drivers de impressora em um computador

Sintaxe

cscript prndrvr.vbs-l [-sComputador_Remoto] [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-l

Obrigatório. Especifica que você deseja listar todos os drivers em um computador.

-sComputador_Remoto

Indica o computador remoto cujos drivers serão listados. Se você não especificar um computador, os drivers no computador local serão listados.

-uNome_do_Usuário-wSenha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador cujos drivers serão listados. Todos os membros do grupo Administradores desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre WMI, consulte Tópicos Relacionados.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome_do_Computador).

Para excluir todos os drivers de impressora não usados de um computador

Sintaxe

cscript prndrvr.vbs-x [-s Computador_Remoto] [-u Nome_do_Usuário -w Senha]

Parâmetros

-x

Obrigatório. Especifica que você deseja excluir todos os drivers de impressora não usados de um computador. Este parâmetro exclui drivers de impressora que são instalados em clientes que executam outras versões do Windows. O componente <b>Fax</b> pode requerer esses drivers quando ele é usado como um servidor de fax em computadores que executam o Windows 95, o Windows 98, o Windows Millennium Edition e computadores cliente Windows NT 4.0. Este parâmetro também exclui o driver de fax principal se ele não estiver em uso. Se excluir um driver que está sendo usado pelo componente <b>Fax</b>, você deve reinstalar o componente fax ou ele não funcionará corretamente.

-sComputador_Remoto

Especifica o computador remoto do qual os drivers serão excluídos. Se você não especificar um computador, os drivers serão excluídos do computador local.

-uNome_do_Usuário-wSenha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador do qual os drivers serão excluídos. Todos os membros do grupo Administradores desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre WMI, consulte Tópicos Relacionados.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta raiz_do_sistema\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome_do_Computador).

***

Prnjobs.vbs

Pausa, continua, cancela e lista trabalhos de impressão. Quando utilizado sem parâmetros, prnjobs.vbs exibe a ajuda de linha de comando relacionada ao comando prnjobs.vbs.

Para pausar um trabalho de impressão

Sintaxe

cscript prnjobs-z [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora-jNúmero_do_Trabalho [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-z

Obrigatório. Especifica que você deseja pausar um trabalho de impressão.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto para o qual foi enviado o trabalho de impressão que você deseja pausar. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora que imprimiria o trabalho que deseja pausar.

-jNúmero_do_Trabalho

Obrigatório. Especifica, por número de identificação, o trabalho de impressão que deseja pausar.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador para o qual foi enviado o trabalho de impressão que deseja pausar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Para exibir uma lista de trabalhos de impressão e os respectivos números de identificação, use este comando com o parâmetro -l.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Exemplos

Para pausar um trabalho de impressão cuja identificação é 27 e que foi enviado para o computador remoto chamado Servidor_HR para ser impresso em Impressora_colorida, digite:

cscript prnjobs.vbs -z -s Servidor_HR -p Impressora_colorida -j 27

Para continuar um trabalho de impressão

Sintaxe

cscript prnjobs-m [-sComputador_Remoto]-pNome_da_Impressora-jNúmero_do_Trabalho [-uNome_do_Usuário-wSenha]

Parâmetros

-m

Obrigatório. Especifica que você deseja continuar um trabalho de impressão.

-sComputador_Remoto

Especifica o nome do computador remoto para o qual foi enviado o trabalho de impressão que você deseja continuar. Se você não especificar um computador, o computador local será usado.

-pNome_da_Impressora

Obrigatório. Especifica o nome da impressora que imprimirá o trabalho que deseja continuar.

-jNúmero_do_Trabalho

Obrigatório. Especifica, por número de identificação, o trabalho de impressão que deseja continuar.

-uNome_do_Usuário-w Senha

Especifica uma conta com permissões para se conectar através dos serviços do WMI ao computador para o qual foi enviado o trabalho de impressão que deseja continuar. Todos os membros do grupo <b>Administradores</b> desse computador têm essas permissões, mas é possível concedê-las também a outros usuários. Se não especificar uma conta, você precisará fazer logon com uma conta que tenha essas permissões para que o comando funcione. Para obter mais informações sobre o WMI, consulte <b>Tópicos relacionados</b>.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Este comando inicia um script localizado na pasta systemroot\system32. Digite-o em um prompt de comando com essa pasta como a atual ou digite o caminho completo para a pasta no início do comando cscript.
  • Para exibir uma lista de trabalhos de impressão e os respectivos números de identificação, use este comando com o parâmetro -l.
  • Se as informações que você fornecer contiverem espaços, use aspas para delimitar o texto (por exemplo, Nome do Computador).

Pagina 596 – 640

Publicado: 14 de outubro de 2009 por tshingo em Parte 14

Para exibir a sintaxe do comando, clique em um comando:

add

add name

Adiciona um registro de nome ao banco de dados no servidor WINS especificado.

Sintaxe

add name [Name=]Nome_do_Computador [[EndChar=]16º_Carac_in_Hex] [[Scope=]Nome_do_Escopo] [[RecType=]{0 | 1}] [[Group=]{0 | 1 | 2 | 3 | 4}] [[Node=]{0 | 1 | 3}] [IP=]{Endereço_IP1[,Endereço_IP2,Endereço_IP3… ]}

Parâmetros

[ Name=]Nome_do_Computador

Obrigatório. Especifica o nome a ser adicionado e registrado no banco de dados do servidor WINS.

[ EndChar=]16º_Carac_in_Hex

Indica o 16º caractere do nome em hexadecimal. Se não for especificado, os tipos de registro são adicionados com base no valor de Group=. Para obter mais informações, consulte Comentários.

[ Scope=]Nome_do_Escopo

Especifica o nome do escopo NetBIOS.

[ RecType=]{0 | 1}

Indica o tipo de registro: 0-Estático (padrão), 1-Dinâmico.

[ Group=]{0 | 1 | 2 | 3 | 4}

Indica o tipo de grupo: 0-Único (padrão), 1-Grupo, 2-Internet 3-Hospedagem Múltipla, 4-Nome de Domínio.

[ Node=]{0 | 1 | 3}

Indica o tipo de nó NetBIOS: 0-Nó B, 1-Nó P (padrão), 3-Nó H.

[ IP=] {Endereço_IP1[ ,Endereço_IP2,Endereço_IP3…] }

Obrigatório. Especifica o endereço IP do registro de nome a ser adicionado. Se o computador tiver diversas bases, pode ser especificado mais de um endereço IP. Use chaves ({}) para delimitar um ou mais endereços IP e separe os diversos endereços IP por vírgulas.

Comentários

  • Se EndChar= e Group= forem usados em conjunto, EndChar= cancela Group=.
  • Quando EndChar= não for especificado, os tipos de registro a seguir são adicionados ao banco de dados WINS com base no valor de Group=:

 

Valor do parâmetro de grupo Tipo de registro adicionado
Grupo único (0) 03h, 20h, 00h
Grupo normal (1) 1eh
Grupo especial/Internet (2) 20h
Grupo com hospedagem múltipla (3) 03h, 20h, 00h
Grupo especial/domínio (4) 1ch

Exemplos

No primeiro exemplo, este comando adiciona um conjunto de registros NetBIOS padrão 00h, 03h e 20h de um computador denominado HOSTA com um endereço IP mapeado igual a10.0.0.1.

No segundo exemplo, este comando adiciona um registro 20h de HOSTB, um computador com hospedagem múltipla e endereços IP 10.0.0.2 e 10.0.0.3, na SUB-REDEA, com um tipo de registro estático e configuração de nó P.

add name IP={10.0.0.1}

add name HOSTB 20 SUB-REDEA 0 3 1{10.0.0.2,10.0.0.3}

add partner

Adiciona um parceiro de replicação à lista de parceiros de replicação no servidor WINS especificado.

Sintaxe

add partner [Server=]endereço_IP [[NetBIOS=]Nome_do_Servidor_NetBIOS] [[Type=]{0 | 1 | 2}]

Parâmetros

[ Server=]Endereço_IP

Obrigatório. Especifica o parceiro de replicação a ser adicionado ao servidor WINS. Identifica o servidor do parceiro por endereço IP.

[ NetBIOS=]Nome_do_Servidor_NetBIOS

Especifica o parceiro de replicação a ser adicionado ao servidor WINS. Identifica o servidor do parceiro pelo nome NetBIOS.

[ Type=]{0 | 1 | 2}

Indica o tipo de parceiro a ser adicionado: 0-Pull, 1-Push, 2-Both (padrão).

Comentários

  • Se o endereço IP não for resolvido, o parâmetro do nome NetBIOS será usado para criar o registro do parceiro. Caso contrário, o parâmetro NetBIOS não é usado.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando adiciona um parceiro de replicação para envio/recepção com um endereço IP 10.2.2.2 ao servidor WINS atual.

add partner 10.2.2.2

add pgserver

Adiciona uma lista de servidores Persona Grata ao servidor WINS especificado.

Sintaxe

add pgserver [Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Parâmetros

[ Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Necessário. Especifica os servidores Persona Grata ou os servidores a serem adicionados. Identifica cada servidor por seu endereço IP, delimitado por chaves ({}). Se você fornecer uma lista, os endereços IP devem ser separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

Comentários

  • Este comando adiciona os novos servidores após verificar as repetições. A lista Persona Grata (PG) é usada para especificar proprietários (outros servidores WINS) cujos registros serão aceitos durante a replicação.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando adiciona os servidores WINS 10.2.2.2 e 10.2.2.3 à lista Persona Grata do servidor WINS atual.

add pgserver {10.2.2.2,10.2.2.3}

add pngserver

Adiciona uma lista de servidores <b>Persona non grata</b> ao servidor WINS especificado.

Sintaxe

add pngserver [Servers=]{Lista_dos_Endereços_IP_dos_Servidores}

Parâmetros

[ Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Obrigatório. Especifica os servidores <b>Persona non grata</b> a serem adicionados. Identifica cada servidor por seu endereço IP, delimitado por chaves ({}). Se você fornecer uma lista, os endereços IP devem ser separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

Comentários

  • Este comando adiciona o(s) novo(s) servidor(es) após verificar as repetições. A lista <b>Persona non grata (PNG)</b> é usada para especificar proprietários (outros servidores WINS) cujos registros serão bloqueados durante a replicação.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando adiciona os servidores WINS 10.2.2.2 e 10.2.2.3 à lista <b>Persona non grata</b> do servidor WINS atual.

add pngserver {10.2.2.2,10.2.2.3}

check

check database

Verifica a consistência do banco de dados WINS. Quando usado sem parâmetros, é realizada uma verificação de consistência em todas as réplicas cujo intervalo de verificação se esgotou. A verificação de consistência não será executada imediatamente caso haja situação de sobrecarga, porém, ocorrerá após o intervalo de verificação configurado.

Sintaxe

check database [[All=]{1 | 0}] [[Force=]{1 | 0}]

Parâmetros

[ All=]{1 | 0}

Indica se a verificação de consistência deve ser executada em todas as réplicas ou nas réplicas cujo intervalo de verificação se esgotou: 1-Todas, 0-Caso contrário (padrão).

[ Force=]{1 | 0}

Indica se a verificação de consistência WINS deve ser cancelada em situações de sobrecarga: 1-Cancelar, 0-Caso contrário (padrão).

Comentários

  • A verificação da consistência de todas as réplicas é uma operação que exige muito da rede e dos recursos.
  • A situação de sobrecarga ocorre quando o comando de verificação de consistência é repetido dentro do período de uma hora.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando realiza uma verificação de consistência em todas as réplicas. Se houver uma situação de sobrecarga, a verificação de consistência é realizada após o término do intervalo de verificação configurado.

check database 1

check name

Verifica uma lista de registros de nome em relação a um conjunto de servidores WINS especificado.

Sintaxe

check name {NameFile=Nome_do_Arquivo | NameList={Lista_de_Nomes}} {ServerFile=FileName | ServerList={Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}}[InclPartner={Y | y}]

Parâmetros

{ NameFile=Nome_do_Arquivo | NameList={Lista_de_Nomes}}

Obrigatório. Especifica o arquivo que contém a lista de nomes a ser verificada ou especifica uma lista de nomes a ser verificada. Se você fornecer uma lista, os nomes deverão estar separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

{ ServerFile=Nome_do_Arquivo | ServerList={Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}}

Obrigatório. Especifica o arquivo com a lista de endereços IP do servidor ou especifica uma lista com os endereços IP do servidor a serem verificados. Se você fornecer uma lista, os endereços IP devem ser separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

InclPartner={Y | y}

Especifica se todos os parceiros serão incluídos na lista de servidores. Os parceiros não são incluídos por padrão.

Comentários

  • Este comando exige o uso de marcas. Sempre que forem encontradas inconsistências, haverá uma tentativa de reparo.
  • O formato de Nome tanto em Nome_do_Arquivo quanto em Lista_de_Nomes será nome*16º_carac, onde Nome é o nome do registro e 16º_carac é o 16º caractere do registro.
  • No arquivo, as entradas de nome são separadas por vírgulas ou retornos de carro/avanços de linha.

Exemplos

No primeiro exemplo, este comando verifica dados WINS em relação aos arquivos Nomes.txt e Servidores.txt, subentendendo-se que esses arquivos estão localizados no caminho especificado (a raiz da unidade D).

No segundo exemplo, este comando verifica os nomes Nome1 com 16º caractere 03, 00 e 20h, respectivamente, em relação aos servidores com endereços IP 10.2.2.2 e 10.2.2.3.

check name NameFile=D:\Nomes.txt ServerFile=D:\Servidores.txt

check name NameList={Nome1*03,Nome1*00,Nome1*20}ServerList={10.2.2.2,10.2.2.3}

check version

Verifica a consistência dos números de identificação de versão dos proprietários de registros WINS no banco de dados WINS.

Sintaxe

check version [Server=]Endereço_IP [[File=]Nome_do_Arquivo]

Parâmetros

[ Server=]Endereço_IP

Obrigatório. Especifica o endereço IP do servidor WINS inicial.

[ File=]Nome_do_Arquivo

Especifica o arquivo onde armazenar o índice para a tabela de endereços IP. Se omitido, check version cria o arquivo Wins.rec no diretório atual e armazena nele o índice para a tabela de endereços IP.

Comentários

  • Se for fornecido um nome de arquivo inválido, o Nome_do_Arquivo é definido como Wins.rec no diretório atual.
  • Convém aumentar a largura da janela de comando para permitir uma exibição correta da tabela.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando verifica a consistência do número de versão dos registros de um servidor WINS com o endereço IP 10.2.2.2 nos seus parceiros de replicação.

check version 10.2.2.2

delete

delete name

Exclui um nome registrado do banco de dados do servidor WINS.

Sintaxe

delete name [Name=]Nome_Registrado [EndChar=]16º_carac_in_hex [[Scope=]Nome_do_Escopo]

Parâmetros

[ Name=]Nome_Registrado

Obrigatório. Especifica o nome registrado a ser excluído.

[ EndChar=]16º_Carac_in_Hex

Obrigatório. Indica o 16º caractere do nome do registro a ser excluído em hexadecimal.

[ Scope=]Nome_do_Escopo

Especifica o identificador do escopo NetBIOS do registro a ser excluído.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exclui os registros (03h) de mensageiro com o nome de registro HOSTA do banco de dados WINS.

delete name EndChar=03

delete owners

Exclui ou marca para exclusão uma lista de proprietários e seus registros do banco de dados no servidor WINS especificado.

Sintaxe

delete owners [Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}[[Op=]{0 | 1}]

Parâmetros

[ Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Obrigatório. Especifica uma lista de servidores proprietários com registros a serem excluídos. Identifica os servidores pelos endereços IP que devem ser separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

[ Op=]{0 | 1}

Indica sua opção: 0-Marcar para exclusão (padrão), 1-Excluir.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exclui todos os registros pertencentes ao servidor WINS com o endereço IP 10.0.0.1.

delete owners Servers={10.0.0.1} Op=1

delete partner

Exclui todos os parceiros de replicação ou um parceiro de replicação especificado da lista de parceiros de replicação no servidor WINS especificado. Quando usado sem parâmetros, todos os parceiros de replicação são excluídos tanto da lista de parceiros de recepção quanto da lista de parceiros de envio sem um prompt de confirmação.

Sintaxe

delete partner [[Server=]Endereço_IP] [[Type=]{0 | 1 | 2}] [[Confirm=]{Y|y}]

Parâmetros

[ Server=]Endereço_IP

Especifica o parceiro a ser excluído. Identifica o parceiro por endereço IP.

[ Type=]{0 | 1 | 2}

Indica o tipo de lista de parceiros a ser excluído: 0-Pull, 1-Push, 2-Both (padrão).

[ Confirm=]{Y|y}

Inicia e conclui a operação sem solicitar confirmação.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exclui um parceiro do tipo envio/recepção com um endereço IP 10.0.0.1 do servidor WINS atual sem solicitar confirmação.

delete partner Server=10.0.0.1 Confirm=Y

delete pgserver

Exclui todos os servidores Persona Grata ou servidores Persona Grata específicos da lista de servidores Persona Grata no servidor WINS especificado.

Sintaxe

delete pngserver [Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Parâmetros

[ Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Necessário. Especifica uma lista de servidores Persona Grata a serem excluídos. Identifica servidores Persona Grata por endereços IP separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

Comentários

  • A lista Persona Grata (PG) especifica os proprietários (outros servidores WINS) cujos registros deverão ser bloqueados durante a replicação. Se você usar um par de chaves vazio ({}), delete pgserver excluirá todos os servidores na lista de servidores PG.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exclui os servidores WINS 10.2.2.2 e 10.2.2.3 da lista Persona Grata deste servidor WINS.

delete pgserver Servers={10.2.2.2,10.2.2.3}

delete pngserver

Exclui todos os servidores <b>Persona non grata</b> ou servidores <b>Persona non grata</b> específicos da lista de servidores <b>Persona non grata</b> no servidor WINS especificado.

Sintaxe

delete pngserver [Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Parâmetros

[ Servers=]{Lista_de_Endereços_IP_do_Servidor}

Obrigatório. Especifica uma lista de servidores <b>Persona non grata</b> a serem excluídos. Identifica servidores <b>Persona non grata</b> por endereços IP separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

Comentários

  • A lista <b>Persona non grata (PNG)</b> especifica os proprietários (outros servidores WINS) cujos registros deverão ser bloqueados durante a replicação. Se você usar um par de chaves vazio ({}), delete pngserver excluirá todos os servidores na lista de servidores PNG.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exclui os servidores WINS 10.2.2.2 e 10.2.2.3 da lista <b>Persona non grata</b> deste servidor WINS.

delete pngserver Servers={10.2.2.2,10.2.2.3}

delete records

Exclui todos os registros ou um conjunto de registros do servidor WINS atual ou marca registros para exclusão.

Sintaxe

delete records [MinVer=]{Alto,Baixo} [MaxVer=]{Alto,Baixo} [[Op=]{0 | 1}]

Parâmetros

[ MinVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica as versões de registro mínimas alta e baixa a partir das quais a exclusão terá início. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

[ MaxVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica as versões de registro máximas alta e baixa nas quais a exclusão terá fim. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

[ Op=]{0 | 1}

Indica sua opção: 0-Excluir (padrão), 1-Marcar para exclusão.

Comentários

  • Se você definir tanto MinVer= quanto MaxVer= como {0,0}, delete records excluirá todos os registros.

Exemplos

No primeiro exemplo, este comando define todos os registros no servidor WINS como marcados para exclusão.

No segundo exemplo, este comando exclui todos os registros entre 2de2d e 2de3f, inclusive ambos.

delete records MinVer={0,0} MaxVer={0,0} Op=1

delete records MinVer={0,2de2d} MaxVer={0,2de3f}

init

init backup

Inicia o backup do banco de dados WINS em uma pasta especificada. Usado sem parâmetros, este comando efetua um backup completo no caminho de backup padrão definido no momento.

Sintaxe

init backup [[Dir=]Diretório_de_Backup] [[Type=]{0 | 1}]

Parâmetros

[ Dir=]Diretório_de_Backup

Especifica a pasta onde são armazenados os backups. Se não for especificada, é usado o caminho de backup padrão definido no momento.

[ Type=]{0 | 1}

Indica o tipo de backup: 0-Backup completo (padrão), 1-Backup incremental.

Comentários

  • O backup para WINS só pode ser realizado a nível local, no mesmo servidor. Não há suporte para backup de servidores WINS remotos.
  • Os arquivos de backup serão criados automaticamente no subdiretório wins_bak da pasta Dir=.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando iniciará um backup completo do banco de dados WINS do servidor WINS local na pasta C:\ArqsWINS\wins_bak. WINS criará a sub-pasta wins_bak.

init backup Dir=C:\ArqsWINS

init import

Inicia a importação de mapeamentos estáticos de um arquivo Lmhosts.

Sintaxe

init import [File=]Arquivo_de_Importação

Parâmetros

[ File=]Arquivo_de_Importação

Obrigatório. Especifica o arquivo de texto formatado como Lmhosts usado para importar mapeamentos estáticos para o banco de dados WINS.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando importa os mapeamentos estáticos do arquivo IPfixo.sam, localizado no caminho C:\ArqsWINS, como novos mapeamentos estáticos no banco de dados WINS local.

init import File=C:\ArqsWINS\IPfixo.sam

init pull

Inicia e envia um disparador de recepção para outro servidor WINS.

Sintaxe

init pull [Server=]{Nome_do_Servidor_de_Recepção | Endereço_IP}

Parâmetros

[ Server=]{\\Nome_do_Servidor_de_Recepção | Endereço_IP}

Obrigatório. Especifica o servidor WINS para o qual enviar um disparador de recepção. Identifica o servidor pelo nome ou endereço IP.

Comentários

  • Se o nome de servidor fornecido não puder ser resolvido para um endereço IP, ocorrerá falha na operação.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando inicia e envia um disparador de recepção para o servidor WINS 10.2.2.2.

init pull Server=10.2.2.2

init pullrange

Inicia e recebe um intervalo de registros de outro servidor WINS.

Sintaxe

init pullrange [Owner=]IP_do_Servidor_Proprietário [Server=]IP_do_Servidor_de_Recepção [MaxVer=]{Alto,Baixo} [MinVer=]{Alto,Baixo}

Parâmetros

[ Owner=]IP_do_Servidor_Proprietário

Obrigatório. Especifica o servidor WINS com registros a serem retirados. Identifica o servidor pelo endereço IP.

[ Server=]IP_do_Servidor_de_Recepção

Obrigatório. Especifica o servidor WINS que recebe o intervalo de registros. Identifica o servidor pelo endereço IP.

[ MaxVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica o número de registros da versão máxima alta e versão máxima baixa a serem retirados. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

[ MinVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica o número de registros da versão mínima alta e versão mínima baixa a serem retirados. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

Comentários

  • Se tanto MaxVer= quanto MinVer= forem definidos como {0,0}, init pullrange receberá todo o intervalo de registros.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando inicia e envia um disparador de recepção para o servidor WINS 10.2.2.3 relativo a todos os registros pertencentes ao servidor WINS 10.2.2.2.

init pullrange Owner=10.2.2.2 Server=10.2.2.3 MaxVer={0,0} MinVer={0,0}

init push

Inicia e envia um disparador de envio para outro servidor WINS.

Sintaxe

init push [Server=]{\\Nome_do_Servidor_de_Recepção | Endereço_IP} [[PropReq=]{0 | 1}]

Parâmetros

[ Server=]{\\Nome_do_Servidor_de_Envio | Endereço_IP}

Obrigatório. Especifica o servidor WINS para o qual enviar um disparador de envio. Identifica o servidor pelo nome ou endereço IP.

[ PropReq=]{0 | 1}

Indica sua solicitação de propagação: 0-Enviar somente para o servidor especificado (padrão), 1-Fazer o servidor propagar o disparador de envio para todos os seus parceiros.

Comentários

  • Se o nome de servidor fornecido não puder ser resolvido para um endereço IP, ocorrerá falha na operação.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando inicia e envia um disparador de envio para o servidor WINS 10.2.2.2 e faz com que ele propague o disparo a todos os seus parceiros de replicação.

init push Server=10.2.2.2 PropReq=1

init replicate

Inicia e força uma replicação imediata do banco de dados com parceiros de replicação.

Sintaxe

init replicate

Parâmetros

none

Comentários

  • Este comando inicia uma replicação de envio/recepção com todos os parceiros de replicação do servidor.

init restore

Inicia a restauração do banco de dados WINS a partir de uma pasta e um arquivo no servidor WINS especificado.

Sintaxe

init restore [Dir=]Diretório_de_Restauração

Parâmetros

[ Dir=]Diretório_de_Restauração

Obrigatório. Especifica a pasta da qual os arquivos serão restaurados.

Comentários

  • Os backups do WINS só podem ser restaurados a nível local, no mesmo servidor. Não é possível restaurar o banco de dados WINS de um computador remoto
  • Dir= deve conter um subdiretório wins_bak, que conterá o arquivo do banco de dados, porém, esse subdiretório não deve ser incluído no parâmetro Dir=.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando restaura o banco de dados WINS a partir da localização do arquivo de backup do banco de dados em C:\ArqsWINS.

init restore Dir=C:\ArqsWINS

init scavenge

Inicia a eliminação do banco de dados WINS do servidor WINS especificado.

Sintaxe

init scavenge

Parâmetros

none

Comentários

  • Este comando remove informações desatualizadas do banco de dados WINS.

init search

Inicia uma pesquisa do nome de registro especificado no banco de dados WINS.

Sintaxe

init search [Name=]RecordName [[EndChar=]Caractere_Final] [[Case=]{0 | 1}] [[File=]Nome_do_Arquivo]

Parâmetros

[ Name=]Nome_do_Registro

Obrigatório. Especifica o nome do registro a ser pesquisado

[ EndChar=]Caractere_Final

Indica o 16º caractere do registro de nome NetBIOS. Se não for especificado, a pesquisa apresentará como resposta todos os registros correspondentes à seqüência inserida em Name=. Para obter mais informações, consulte Comentários.

[ Case=]{0 | 1}

Indica a preferência de maiúsculas e minúsculas para o nome: 0-Ignorar maiúsculas e minúsculas no nome (padrão), 1-Considerar maiúsculas e minúsculas no nome.

[ File=]Nome_do_Arquivo

Especifica o arquivo onde armazenar a saída de texto sem formatação ASCII. Se não for especificado, a saída é exibida na janela do prompt de comando.

Comentários

  • Se não for fornecido um valor para EndChar=, a pesquisa apresentará como resposta todos os registros correspondentes à seqüência inserida em Name=. Por exemplo, se o banco de dados contiver um registro denominado MYPC-1, uma pesquisa que utilize MYPC como valor do parâmetro nome apresentará como resposta todos os registros que começam com esse padrão de nome, independentemente do tipo de registro:

 

Nome do registro Tipo do registro
MYPC-1 [00h]Estação de trabalho
MYPC-1 [01h]Outros
MYPC-1 [03h]Mensageiro

Se você especificar um valor para EndChar=, somente os registros que corresponderem ao nome do registro e tipo do registro serão apresentados. Por exemplo, se o valor de Name= for MYPC e o valor de EndChar for 00, serão apresentados os seguintes resultados de pesquisa:

 

Nome do registro Tipo do registro
MYPC-1 [00h]Estação de trabalho

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando procura registros denominados dc1 com o caractere final 1c, ignora maiúsculas e minúsculas e envia as informações para o arquivo nomes.txt localizado em C:\ArqsWINS.

init search EndChar=1c Case=0 File=C:\ArqsWINS \nomes.txt

reset

reset statistics

Redefine as estatísticas do servidor WINS local.

Sintaxe

reset statistics

Parâmetros

none

set

set autopartnerconfig

Define as informações de configuração de parceiro de replicação automático para o servidor. Usado sem parâmetros, a configuração do parceiro automático é redefinida (desativada).

Sintaxe

set autopartnerconfig [[State=]{0 | 1}] [[Interval=]Valor] [[TTL=]Valor]

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Indica a configuração do parceiro de replicação automático: 0-Redefinir (padrão), 1-Definir.

[ Interval=]Valor

Especifica o valor do intervalo de difusão seletiva, em segundos.

[ TTL=]Valor

Especifica o valor do tempo de vida (TTL) dos datagramas de difusão seletiva entre servidores WINS parceiros. O valor TTL deve situar-se no intervalo de 1 a 32.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define as informações de configuração automática do servidor WINS para um intervalo de difusão seletiva de 3.600 segundos e um tempo de vida (TTL) de 20.

set autopartnerconfig State=0 Interval=3600 TTL=20

set backuppath

Define os parâmetros de backup para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

set backuppath [Dir=]Novo_Caminho [[Shutdown=]{0 | 1}]

Parâmetros

[ Dir=]Novo_Caminho

Obrigatório. Especifica o caminho de backup para o banco de dados do servidor. Se não for especificado, será usado o caminho padrão C:\.

[ Shutdown=]{0 | 1}

Indica a configuração para backup durante o desligamento: 0-Desabilita o backup do banco de dados WINS durante o desligamento (padrão), 1-Habilita o backup do banco de dados WINS durante o desligamento.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando configura o servidor WINS para fazer backup automático do banco de dados WINS em C:\ArqsWINS todas as vezes que o servidor for desligado.

set backuppath Dir=C:\ArqsWINS Shutdown=1

set burstparam

Define os parâmetros de tratamento intermitente para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

set burstparam [State=]{0 | 1} [[Value=]Tamanho_da_Fila]

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Obrigatório. Indica a configuração do tratamento intermitente: 0-Redefinir ou desabilitar o tratamento intermitente para o servidor WINS, 1-Definir ou habilitar o tratamento intermitente para o servidor WINS.

[ Value=]Tamanho_da_Fila

Especifica o tamanho da fila de intermitência. O tamanho da fila deve situar-se entre 50 e 5.000.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define o tamanho da fila de intermitência para permitir 1.000 solicitações de registro e renovação de clientes antes do servidor WINS usar tratamento intermitente.

set burstparam State=1 Value=1000

set defaultparam

Define os parâmetros padrão para configuração do servidor WINS.

Sintaxe

set defaultparam

Parâmetros

none

Comentários

  • Este comando define todos os parâmetros de configuração do servidor WINS segundo seus valores padrão. É recomendável que você execute esse comando após a instalação do serviço WINS para definir o servidor com as configurações padrão dos parâmetros.

set logparam

Define ou redefine os parâmetros de banco de dados e de log de eventos detalhado. Usado sem parâmetros, os valores atuais serão mantidos.

Sintaxe

set logparam [[DBChange=]{0 | 1}] [[Event=]{0 | 1}]

Parâmetros

[ DBChange=]{0 | 1}

Indica se você deseja registrar em log as alterações no banco de dados: 1-Habilitar o log das alterações de banco de dados para arquivos de log JET (padrão), 0-Redefinir esta opção.

[ Event=]{0 | 1}

Indica o detalhe dos eventos: 1-Fazer registro detalhado dos eventos no log de eventos do sistema, 0-Redefinir esta opção (padrão).

Comentários

  • O mecanismo do banco de dados WINS pode registrar as alterações do banco de dados em arquivos separados. Como essa opção melhora o desempenho das operações com bancos de dados, ela fica ativada por padrão.
  • O servidor WINS pode registrar informações sobre eventos detalhados no log de eventos do sistema. Como essa opção exige muito dos recursos, ela fica desativada por padrão.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define parâmetros de log para o servidor WINS de forma a permitir o registro em log das alterações de banco de dados em arquivos JET e fazer o registro de eventos detalhados no log de eventos do sistema.

set logparam Event=1

set migrateflag

Define o sinalizador de migração para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

set migrateflag [State=]{0 | 1}

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Obrigatório. Indica a configuração do sinalizador de migração: 0-Desabilitar (migração desativada), 1-Habilitar (migração ativada)

Comentários

  • O sinalizador de migração determina se os mapeamentos estáticos únicos podem ser substituídos por registros dinâmicos.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define o sinalizador de migração de forma a permitir a substituição de mapeamentos estáticos únicos por registros dinâmicos no servidor WINS especificado.

set migrateflag State=1

set namerecord

Define os intervalos que são usados para determinar quando os registros de nomes WINS são renovados, excluídos e verificados no servidor WINS especificado. Usado sem parâmetros, os valores atuais são mantidos.

Sintaxe

set namerecord [[Renew=]Valor] [[Extinction=]Valor] [[ExTimeout=]Valor] [[Verification=]Valor]

Parâmetros

[ Renew=]Valor

Especifica a taxa de renovação do intervalo, em segundos.

[ Extinction=]Valor

Especifica o intervalo de extinção, em segundos.

[ ExTimeout=]Valor

Especifica o tempo limite da extinção, em segundos

[ Verification=]Valor

Especifica o intervalo de verificação, em segundos.

Comentários

  • Todos os parâmetros são opcionais. No caso de parâmetros não utilizados, são mantidos os valores padrão ou previamente definidos.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define cada um dos valores de registros de nomes no servidor WINS.

set namerecord Renew=3600 Extinction=7200 ExTimeout=86400 Verification=2073600

set periodicdbchecking

Define os parâmetros de verificação periódica da consistência do banco de dados no servidor WINS especificado. Usado sem parâmetros, os valores atuais são mantidos.

Sintaxe

set periodicdbchecking [[State=]{0 | 1}] [[MaxRec=]Valor] [[CheckAgainst=]{0 | 1}] [[CheckEvery=]Valor] [[Start=]Valor]

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Obrigatório. Indica se a verificação do estado do banco de dados WINS deve ser efetuada: 0-Desabilitar, 1-Habilitar (padrão). Se o valor deste parâmetro for definido como 0, todas as verificações são desativadas independentemente do valor dos outros parâmetros.

[ MaxRec=]Valor

Especifica o número máximo de registros verificados a cada período. Se não for especificado, o padrão será 30.000.

[ CheckAgainst=]{0 | 1}

Indica o servidor que servirá de modelo para a verificação: 0-Servidor proprietário (padrão), 1-Servidor selecionado aleatoriamente.

[ CheckEvery=]Valor

Especifica a freqüência, em horas, para verificação da consistência do banco de dados WINS. Se não for especificado, o padrão será 24 horas.

[ Start=] Valor

Especifica a hora, em segundos, em que a verificação de consistência terá início.

Comentários

  • Para definir intervalos de verificação de consistência periódicos, é recomendável a especificação de valores para os parâmetros CheckEvery e Start. Para ajustar a configuração já existente da verificação de consistência periódica, especifique valores somente para State e o(s) parâmetro(s) que você desejar alterar. Os parâmetros para os quais você não fornecer um valor permanecerão inalterados.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando verifica o banco de dados WINS a cada hora em relação a um parceiro de replicação aleatório com início aos 3.600 segundos.

set periodicdbchecking State=1 MaxRec=1000 CheckAgainst=1 CheckEvery=1 Start=3600

set pgmode

Define o modo Persona Grata ou o modo Persona Non Grata.

Sintaxe

set pgmode [Mode=]{0 | 1}

Parâmetros

[ Mode=]{0 | 1}

Necessário. Especifica o modo a ser definido: 0-Define o modo Persona Non Grata (PNG), 1-Define o modo Persona Grata (PG).

Comentários

  • Use os comandos add pgserver e delete pgserver para atualizar a lista Persona Grata.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define o modo Persona Grata. Durante a replicação, o WINS aceitará somente os registros cujos proprietários são os servidores especificados na lista Persona Grata.

set pgmode Mode=1

set pullparam

Define os parâmetros padrão do parceiro de recepção para o servidor WINS especificado. Quando usado sem parâmetros, são mantidos os valores padrão ou previamente definidos.

Sintaxe

set pullparam [[State=]{0 | 1}] [[Strtup=]{0 | 1}] [[Start=]Valor] [[Interval=]Valor] [[Retry=]Valor]

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Obrigatório. Indica se você deseja que sejam usadas conexões persistentes com parceiros de recepção: 0-Não usar conexões persistentes com parceiros de recepção, 1-Usar conexões persistentes com parceiros de recepção.

[ Strtup=]{0 | 1}

Indica se a replicação de recepção deve ser iniciada na inicialização: 0-Não inicia a replicação de recepção na inicialização (padrão), 1-Inicia a replicação de recepção na inicialização .

[ Start=] Valor

Especifica a hora de início do disparador de recepção, em segundos.

[ Interval=]Valor

Especifica o intervalo de replicação, em segundos.

[ Retry=]Valor

Especifica o número de vezes que a replicação deve ser tentada.

Comentários

  • Se não for especificado um valor para Interval=, só ocorrerá uma replicação.
  • Se não for especificado um valor para Start=, a execução do comando iniciará o disparador de recepção.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define os parâmetros padrão do parceiro de recepção de forma que o servidor WINS utilize uma conexão persistente com seus parceiros de recepção, inicie a replicação na inicialização, inicie o disparador de recepção em 23.600 segundos a um intervalo de 259.200 segundos e tente a replicação sete vezes.

set pullparam State=1 Strtup=1 Start=23600 Interval=259200 Retry=7

set pullpartnerconfig

Define os parâmetros de configuração do parceiro de recepção especificado.

Sintaxe

set pullpartnerconfig [[State=]{0 | 1}] [Server=]Nome_do_Servidor [[Start=]Valor] [[Interval=]Valor]

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Indica o estado do sinalizador de conexão persistente: 0-Desabilitar, 1-Habilitar (padrão).

[ Server=]Nome_do_Servidor

Obrigatório. Especifica o parceiro de replicação de recepção por nome ou endereço IP.

[ Start=] Valor

Especifica a hora de início da replicação, em segundos.

[ Interval=]Valor

Especifica o intervalo entre replicações de recepção, em segundos.

Comentários

  • Se for fornecido um nome de servidor para Server= que não possa ser resolvido para um endereço IP, ocorrerá falha na função.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define a configuração do parceiro de recepção para o servidor WINS atual e para o servidor WINS parceiro 10.2.2.2. A replicação de recepção será iniciada em 3.600 segundos e executada a cada 4.320 segundos.

set pullpartnerconfig State=1 Server=10.2.2.2 Start=3600 Interval=4320

set pushparam

Configura os parâmetros padrão do parceiro de envio para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

set pushparam [State=]{0 | 1} [[Strtup=]{0 | 1}] [[AddChange=]{0 | 1}] [[Update=]Valor]

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Obrigatório. Indica se você deseja que sejam usadas conexões persistentes com parceiros de envio: 0-Não usar conexões persistentes com parceiros de envio, 1-Usar conexões persistentes com parceiros de envio.

[ Strtup=]{0 | 1}

Indica se você deseja que a replicação de envio tenha início na inicialização: 0-Não iniciar replicação de envio na inicialização (padrão), 1-Iniciar replicação de envio na inicialização.

[ AddChange=]{0 | 1}

Indica se você deseja que a replicação seja disparada em caso de alteração de endereço: 0-Não disparar replicação em caso de alteração de endereço (padrão), 1-Disparar replicação em caso de alteração de endereço .

[ Update=]Valor

Especifica o número de alterações na identificação da versão que ocorrerão antes da replicação.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define os parâmetros padrão do parceiro de envio para o servidor WINS de forma que use conexões persistentes com seus parceiros de envio, inicie replicação de envio na inicialização e em caso de alteração de endereço, e envio para parceiros depois que a identificação de versão tiver sido atualizada duas vezes para registros pertencentes a este servidor WINS.

set pushparam State=1 Strtup=1 AddChange=1 Update=2

set pushpartnerconfig

Define os parâmetros de configuração do parceiro de envio especificado.

Sintaxe

set pushpartnerconfig [[State=]{0 | 1}] [Server=]\\Nome_do_Servidor [Update=]Valor

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Indica o estado do sinalizador de conexão persistente: 0-Desabilitar, 1-Habilitar (padrão).

[ Server=]\\Nome_do_Servidor

Obrigatório. Especifica o servidor de parceiro de envio para o qual você deseja definir parâmetros de configuração. Identifica o servidor pelo nome ou endereço IP.

[ Update=]Valor

Obrigatório. Especifica o limite para atualizações.

Comentários

  • Se o nome fornecido no parâmetro do servidor não puder ser resolvido para um endereço IP, ocorrerá falha na função.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define a configuração do parceiro de envio para o servidor WINS atual de um servidor WINS parceiro com endereço IP 10.2.2.2 e define 2 como limite de alterações de identificação de versão permitidas antes que os parceiros de envio sejam informados sobre elas.

set pushpartnerconfig State=1 Server=10.2.2.2 Update=2

set replicateflag

Configura o sinalizador de replicação para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

set replicateflag [State=]{0 | 1}

Parâmetros

[ State=]{0 | 1}

Obrigatório. Indica a configuração do sinalizador de replicação: 0-Desabilitar (sinalizador de replicação desativado), 1-Habilitar (sinalizador de replicação ativado).

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando ativa o sinalizador de replicação para o servidor.

set replicateflag State=1

set startversion

Define o valor do número de identificação de versão inicial (início) do banco de dados.

Sintaxe

set startversion [Version=]{Alto,Baixo}

Parâmetros

[ Version=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica o número de identificação de versão inicial do banco de dados WINS. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando define o número de identificação de versão inicial do banco de dados WINS como sendo 0.

set startversion Version={0,0}

show

show browser

Exibe todos os registros [1Bh] ativos do navegador de domínio mestre relativos ao servidor WINS especificado.

Sintaxe

show browser

Parâmetros

none

show database

Exibe o banco de dados e os registros de uma lista parcial ou completa de servidores proprietários especificados.

Sintaxe

show database [Servers=]{Endereços_IP} [[RecType=]{0 | 1 | 2}] [[Count=]Contagem] [[Start=]{0 | 1}] [[EndChar=]16º_Carac_in_Hex] [[File=]Nome_do_Arquivo]

Parâmetros

[ Servers=]{Endereços_IP}

Obrigatório. Especifica uma lista de servidores proprietários cujos registros deverão ser exibidos. Identifica servidores proprietários por endereço IP, que devem ser separados por vírgulas e delimitados por chaves ({}).

[ RecType=]{0 | 1 | 2}

Indica o tipo de registro: 0-Ambos (padrão), 1-Estático, 2-Dinâmico.

[ Count=]Contagem

Especifica o número de registros que você deseja exibir. Se não for especificado, serão apresentados todos os registros que correspondam aos parâmetros de consulta.

[ Start=]{0 | 1}

Indica onde iniciar a classificação da tela: 0-Iniciar do começo do banco de dados (padrão), 1-Iniciar do final do banco de dados.

[ EndChar=]16º_Carac_in_Hex

Indica o 16º caractere dos registros, em hexadecimal. Esse número filtra os registros que são recuperados do banco de dados. Se não for especificado, são apresentados todos os tipos de registro.

[ File=]Nome_do_Arquivo

Especifica o arquivo no qual a saída formatada é armazenada. Se não for especificado, a saída será exibida na janela do prompt de comando.

Comentários

  • Se você especificar um conjunto vazio ({}) para Servers=, os registros de show database serão exibidos para todos os servidores proprietários.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando envia os 1000 primeiros registros dinâmicos no banco de dados WINS do servidor 10.2.2.2 para o arquivo de texto resultado.txt.

show database Servers={10.2.2.2} RecType=2 Count=1000 Start=0 Endchar=0 File=C:\ArqsWINS\resultado.txt

show info

Exibe informações de configuração do servidor WINS especificado.

Sintaxe

show info

Parâmetros

none

Comentários

  • Se definido, este comando exibe as seguintes informações de configuração WINS relativas ao servidor atual:
  • Caminho do backup
  • Configuração do registro de nome
  • Verificação periódica da consistência do banco de dados
  • Tratamento intermitente
  • Parâmetros de log
  • Contagem da versão inicial

show name

Consulta e exibe informações detalhadas relativas a um registro especificado no banco de dados do servidor WINS atual.

Sintaxe

show name [Name=]Nome_do_Registro [EndChar=]16º_carac_em_hex [[Scope=]Nome_do_Escopo]

Parâmetros

[ Name=]Nome_do_Registro

Obrigatório. Especifica o registro relativo à consulta.

[ EndChar=]16º_Carac_in_Hex

Obrigatório para todas as consultas, exceto registros de tipo único. Indica o 16º caractere em hexadecimal.

[ Scope=]Nome_do_Escopo]

Especifica o escopo NetBIOS, se utilizado.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exibe informações armazenadas no momento relativas ao registro de nome HOSTA, do tipo Servidor de arquivos, [20h] que existe no banco de dados WINS no servidor WINS especificado.

show name EndChar=20

show partner

Exibe todos os parceiros de recepção, parceiros de envio ou parceiros de recepção e envio relativos ao servidor WINS especificado. Quando usado sem parâmetros, este comando exibe todos os parceiros de recepção, parceiros de envio e parceiros de recepção/envio relativos ao servidor WINS especificado.

Sintaxe

show partner [[Type=]{0 | 1 | 2 | 3}]

Parâmetros

[ Type=]{0 | 1 | 2 | 3}

Indica o tipo de parceiro a ser exibido: 0-Todos (padrão), 1-Recepção, 2-Envio, 3-Envio e recepção.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exibe o nome do servidor, endereço IP e tipo de replicação de cada parceiro de replicação relativo ao servidor WINS.

show partner

show partnerproperties

Exibe informações de configuração do parceiro padrão para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

show partnerproperties

Parâmetros

none

Comentários

  • Este comando exibe a configuração automática de parceiro e os parâmetros de envio/recepção padrão para o servidor WINS atual.

show pullpartnerconfig

Exibe informações de configuração de um parceiro de recepção.

Sintaxe

show pullpartnerconfig [Server=]{nome | Endereço_IP}

Parâmetros

[ Server=]{nome | Endereço_IP}

Obrigatório. Especifica o parceiro de recepção sobre o qual você deseja exibir informações de configuração. Identifica o parceiro pelo nome ou endereço IP.

Comentários

  • Se o nome fornecido não puder ser resolvido para um endereço IP, ocorrerá falha na função.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exibe as informações de configuração de parceiro de recepção para o servidor WINS 10.2.2.2.

show pullpartnerconfig Server=10.2.2.2

show pushpartnerconfig

Exibe informações de configuração de um parceiro de envio.

Sintaxe

show pushpartnerconfig [Server=]{nome | Endereço_IP}

Parâmetros

[ Server=]{Nome | Endereço_IP}

Obrigatório. Especifica o parceiro de envio sobre o qual você deseja exibir informações de configuração. Identifica o parceiro de envio pelo nome ou endereço IP.

Comentários

  • Se o nome fornecido não puder ser resolvido para um endereço IP, ocorrerá falha na função.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exibe as informações de configuração de parceiro de envio para o servidor WINS 10.2.2.2.

show pushpartnerconfig Server=10.2.2.2

show recbyversion

Exibe o conjunto de registros de um proprietário, especificado como um intervalo de identificações de versão, e classifica os registros por versão.

Sintaxe

show recbyversion [Server=]Endereço_IP [MaxVer=]{Alto,Baixo} [MinVer=]{Alto,Baixo} [[Name=]Nome_do_Registro] [[EndChar=]16º_carac] [Case=]{0 | 1}

Parâmetros

[ Server=]Endereço_IP

Obrigatório. Especifica o servidor proprietário para o qual você deseja exibir um conjunto de registros. Identifica o servidor pelo endereço IP.

[ MaxVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica o intervalo de registros a ser apresentado pelo número de versão alto máximo e baixo máximo. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

[ MinVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica o intervalo de registros a ser apresentado pelo número de versão alto mínimo e baixo mínimo. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

[ Name=]Nome_do_Registro

Especifica os registros a serem procurados.

[ EndChar=]16º_carac

Indica o caractere a ser procurado, em hexadecimal.

[ Case=]{0 | 1}

Indica se deve ser criada uma comparação que diferencie maiúsculas de minúsculas: 0-Ignorar maiúsculas e minúsculas (padrão), 1-Criar uma comparação que diferencie maiúsculas de minúsculas.

Comentários

  • Se Name= não for especificado, EndChar= e Case= serão ignorados.
  • Se tanto MinVer= quanto MaxVer= forem definidos como {0,0}, show recbyversion exibirá todo o intervalo de registros.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exibe o número total de registros (por versão de registro) pertencentes ao servidor WINS 10.2.2.2.

show recbyversion Server=10.2.2.2 MaxVer={0,0} MinVer={0,0} EndChar=1c Case=0

show reccount

Exibe o número de registros pertencentes a um servidor WINS específico.

Sintaxe

show reccount [Server=]Endereço_IP [MaxVer=]{Alto,Baixo} [MinVer=]{Alto,Baixo}

Parâmetros

[ Server=]Endereço_IP

Obrigatório. Especifica o servidor proprietário para o qual você deseja exibir o número de registros. Identifica o servidor pelo endereço IP.

[ MaxVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica a versão alta máxima e baixa máxima dos registros a serem mostrados. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

[ MinVer=]{Alto,Baixo}

Obrigatório. Especifica a versão alta mínima e baixa mínima dos registros a serem mostrados. Os valores alto e baixo são separados por uma vírgula e delimitados por chaves ({}).

Comentários

  • Se tanto MinVer= quanto MaxVer= forem definidos como {0,0}, show reccount contará todo o intervalo de registros.

Exemplos

No exemplo a seguir, este comando exibe a contagem total de registros para o servidor WINS 10.2.2.2.

show reccount Server=10.2.2.2 MaxVer={0,0} MinVer={0,0}

show server

Exibe informações para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

show server

Parâmetros

none

Comentários

  • Este comando exibe o nome e endereço IP do servidor WINS especificado.

show serverstatistics

Exibe as estatísticas do servidor WINS especificado.

Sintaxe

show statistics

Parâmetros

none

show version

Exibe o valor atual máximo do contador de versão para o servidor WINS especificado.

Sintaxe

show version

Parâmetros

none

show versionmap

Exibe a tabela de mapeamentos de identificações de proprietários para números máximos de versão relativa ao servidor WINS especificado.

Sintaxe

show versionmap

Parâmetros

none

***

Netstat

Exibe as conexões TCP ativas, as portas nas quais o computador está escutando, as estatísticas Ethernet, a tabela de roteamento IP, as estatísticas IPv4 (para os protocolos IP, ICMP, TCP e UDP) e as estatísticas IPv6 (para os protocolos IPv6, ICMPv6, TCP via IPv6 e UDP via IPv6). Usado sem parâmetros, netstat exibe as conexões TCP ativas.

Sintaxe

netstat[-a] [-e] [-n] [-o] [-pProtocolo] [-r] [-s] [Intervalo]

Parâmetros

-a

Exibe todas as conexões TCP ativas e as portas TCP e UDP nas quais o computador está escutando.

-e

Exibe estatísticas Ethernet como, por exemplo, o número de bytes e pacotes enviados e recebidos. Este parâmetro pode ser combinado com -s.

-n

Exibe as conexões TCP ativas, porém, os endereços e números de porta são expressos em números, não sendo feita nenhuma tentativa no sentido de determinar nomes.

-o

Exibe conexões TCP ativas e inclui a identificação do processo (PID) de cada conexão. Você pode encontrar o aplicativo com base no PID na guia Processos do Gerenciador de Tarefas do Windows. Este parâmetro pode ser combinado com -a, -n e -p.

-p Protocolo

Exibe as conexões do protocolo especificado por Protocolo. Neste caso, o Protocolo pode ser tcp, udp, tcpv6 ou udpv6. Se este parâmetro for usado com -s para exibir estatísticas por protocolo, Protocolo poderá ser tcp, udp, icmp, ip, tcpv6, udpv6, icmpv6 ou ipv6.

-s

Exibe estatísticas por protocolo. Por padrão, são exibidas estatísticas para protocolos TCP, UDP, ICMP e IP. Se o protocolo IPv6 estiver instalado, serão exibidas estatísticas para os protocolos TCP sobre IPv6, UDP sobre IPv6, ICMPv6 e IPv6. O parâmetro -p pode ser utilizado para especificar um conjunto de protocolos.

-r

Exibe o conteúdo da tabela de roteamento IP. Equivale ao comando route print.

intervalo

Reexibe as informações selecionadas a cada intervalo definido em segundos. Pressione CTRL+C para interromper a reexibição. Se este parâmetro for omitido, netstat imprimirá as informações selecionadas somente uma vez.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Os parâmetros utilizados com este comando devem ser precedidos de um hífen () e não de uma barra (/).
  • Netstat fornece estatísticas para:
  • Proto
    O nome do protocolo (TCP ou UDP).
  • Endereço local
    O endereço IP do computador local e o número da porta em uso. Serão exibidos o nome do computador local que corresponde ao endereço IP e o nome da porta, a menos que o parâmetro -n seja especificado. Se a porta não tiver sido estabelecida, o número da porta será exibido como um asterisco (*).
  • Endereço externo
    O endereço IP e o número da porta do computador remoto ao qual o soquete está conectado. Serão exibidos os nomes que correspondem ao endereço IP e à porta, a menos que o parâmetro -n seja especificado. Se a porta não tiver sido estabelecida, o número da porta será exibido como um asterisco (*).
  • (estado)
    Indica o estado da conexão TCP. Os estados possíveis são os seguintes:
    CLOSE_WAIT
    CLOSED
    ESTABLISHED
    FIN_WAIT_1
    FIN_WAIT_2
    LAST_ACK
    LISTEN
    SYN_RECEIVED
    SYN_SEND
    TIMED_WAIT
    Para obter mais informações sobre os estados de uma conexão TCP, consulte RFC 793.
  • Este comando só estará disponível se o Protocolo de Internet (TCP/IP) estiver instalado como um componente nas propriedades de um adaptador de rede em Conexões de Rede.

Exemplos

Para exibir estatísticas Ethernet juntamente com estatísticas de todos os protocolos, digite:

netstat -e -s

Para exibir estatísticas somente para os protocolos TCP e UDP, digite:

netstat -s -p tcp udp

Para exibir conexões TCP ativas e as identificações de processos a cada 5 segundos, digite:

netstat -o 5

Para exibir conexões TCP ativas e as identificações de processos usando formato numérico, digite:

netstat -n -o

***

Nlb

Depois de instalar e configurar o Balanceamento de Carga de Rede, você pode controlar suas operações e modificar as configurações de parâmetros usando o seu programa de controle, nlb.exe, que é instalado na pasta raiz_do_sistema\System32. Para simplificar e centralizar a administração do sistema, você pode executar o nlb.exe nos hosts de cluster ou em qualquer computador remoto que executa um membro da família Windows Server 2003 que pode acessar o cluster sobre uma rede local ou de longa distância. No entanto, certas ações, como a modificação de parâmetros, pode ser executada somente nos hosts de cluster.

Para executar o nlb.exe de um computador remoto, o controle remoto deve ser habilitado. A opção de controle remoto do Balanceamento de carga de rede apresenta muitos riscos de segurança, incluindo a possibilidade de violação de dados, negação de acesso a serviços e divulgação de informações. Você deve usar apenas o controle remoto em um computador seguro dentro de seu firewall. Como o controle remoto apresenta vários riscos à segurança, é altamente recomendável que você não habilite esse recurso e use, em seu lugar, outras ferramentas de gerenciamento remoto, como o Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede ou o WMI.

Se optar por habilitá-lo, será imprescindível que você restrinja o acesso especificando uma senha de controle remoto de segurança. Você também deve usar um firewall para proteger as portas de controle UDP do Balanceamento de Carga de Rede (as portas que recebem os comandos do controle remoto) para protegê-las contra invasão externa. Por padrão, são as portas 1717 e 2504 no endereço IP do cluster. Para obter mais informações sobre senhas de alta segurança, consulte Senhas de alta segurança.

Como o programa nlb.exe é baseado em shell, ele não pode ser incorporado em scripts administrativos.

Sintaxe

nlbComando [Opções Remotas][/h]

Parâmetros

Comando

Especifica a ação do Balanceamento de carga de rede a ser executada. A tabela a seguir lista os possíveis valores.

 

Valor Descrição
Help Exibe a Ajuda on-line
suspend [{Cluster[:Host] | all {local | global}}] Suspende todas as operações de cluster até que o comando para continuar seja emitido. Suspende temporariamente as operações de cluster se já tiverem sido iniciadas anteriormente. A finalidade do comando é substituir os comandos do controle remoto que podem ser emitidos. Todos os comandos de controle de cluster subseqüentes, exceto resume e query, são ignorados. Os parâmetros opcionais permitem que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.
resume [{Cluster[:Host] | all {local | global}}] Retoma as operações de cluster depois de um comando suspend anterior. As operações de cluster não são reiniciadas, mas o uso de comandos de controle de cluster, incluindo os comandos de controle remoto, são habilitados. Os parâmetros opcionais permitem que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.
start [{Cluster[:Host] | all {local | global}}] Inicia as operações de cluster nos hosts especificados. Dessa forma, todas as portas que foram desabilitadas anteriormente são habilitadas. Os parâmetros opcionais permitem que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.
stop [{Cluster[:Host] | all {local | global}}] Interrompe as operações de cluster nos hosts especificados. Os parâmetros opcionais permitem que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.
drainstop [{Cluster[:Host] | all {local | global}}] Desabilita todo o tratamento de novo tráfego nos hosts especificados. Durante a descarga, os hosts continuam a operar conexões abertas e a interromper suas operações de cluster quando não há mais conexões ativas. O modo de descarga pode ser terminado encerrando-se explicitamente o modo de cluster com o comando de encerramento ou reiniciando-se o tratamento de novo tráfego com o comando para iniciar. Os parâmetros opcionais permitem que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.
enable {vip[{:Porta | :all}] | all[{:Porta | :all}]} {Cluster[:{Host]| all {local | global}}} Habilita o tratamento de tráfego da regra cujo intervalo de portas contém a porta especificada. O primeiro conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a cada endereço IP virtual (vip) ou a vips específicos em uma regra de porta específica ou em todas as portas. Os segundo conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster. Todas as portas especificadas pela regra de porta são afetadas. Se for especificado todas para a porta, este comando será aplicado às portas cobertas por todas as regras de porta. Este comando não terá efeito se os hosts especificados não tiverem iniciado operações de cluster.
disable {vip[{:Porta | :all}] | all[{:Porta | :all}]} {Cluster[:{Host]| all {local | global}}} Desabilita e bloqueia imediatamente todo o tratamento de tráfego da regra cujo intervalo de portas contém a porta especificada. O primeiro conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a cada endereço IP virtual (vip) ou a vips específicos em uma regra de porta específica ou em todas as portas. Os segundo conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster. Todas as portas especificadas pela regra de porta são afetadas. Se for especificado todas para a porta, este comando será aplicado às portas cobertas por todas as regras de porta. Todas as conexões ativas nos hosts especificados são bloqueadas. Para manter as conexões ativas, use a função de descarga. Isso não terá efeito se os hosts especificados não tiverem iniciado operações de cluster.
drain {vip[{:Porta | :all}] | all[{:Porta | :all}]} {Cluster[:{Host]| all {local | global}}} Desabilita o tratamento de novo tráfego da regra cujo intervalo de portas contém a porta especificada. O primeiro conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a cada endereço IP virtual (vip) ou a vips específicos em uma regra de porta específica ou em todas as portas. Os segundo conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster. Todas as portas especificadas pela regra de porta são afetadas. Se for especificado todas para a porta, este comando será aplicado às portas cobertas por todas as regras de porta. Não são permitidas novas conexões com os hosts especificados, mas todas as conexões ativas são mantidas. Para desativar as conexões ativas, use o comando de desativação. Este comando não terá efeito se os hosts especificados não tiverem iniciado operações de cluster.
query [{Cluster[:Host]| all {local | global}}] Exibe o estado do cluster atual e a lista de prioridades de host dos membros atuais do cluster. Os estados possíveis são: Desconhecido. O host que responde não iniciou operações de cluster e não pode determinar o seu estado. Convergindo. no momento, o cluster está tentando convergir para um estado consistente. Uma convergência demorada normalmente indica um problema nos parâmetros do cluster. Se isso ocorrer, verifique os logs de evento nos hosts de cluster das mensagens do Balanceamento de Carga de Rede que o avisam sobre a origem do problema. Descarregando. O cluster convergiu e o host que responde está descarregando as conexões ativas como resposta a um comando drainstop. Convergido como padrão. O cluster convergiu e o host que responde é o padrão atual (o host de prioridade mais alta sem um comando drainstop em andamento). O host padrão manipula o tráfego de rede de todas as portas TCP/UDP não cobertas pelas regras de porta. Convergido. O cluster convergiu e o host que responde não é o host padrão.

Os parâmetros opcionais permitem que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.

queryport [{vip:]Porta [Cluster[:Host] | all [{local | global}]}] Exibe informações sobre uma determinada regra de porta. O primeiro parâmetro especifica a regra de porta a ser consultada. Especifique a regra de porta usando um número de porta no intervalo da regra de porta que deseja consultar. Se necessário, você também pode especificar um endereço virtual IP (VIP). O padrão é todos os VIPs. No entanto, se uma regra de porta particular for atribuída somente a um VIP específico (em oposição a todos os VIPs) você deve especificar o VIP apropriado para que a regra de porta seja encontrada por este comando.

Os segundo conjunto de parâmetros opcionais permite que o comando faça referência a um cluster específico, um cluster específico em um host específico, todos os clusters do computador local ou a todos os computadores globais que fazem parte do cluster.

As informações retornadas incluem:

  • Informações que informam se a regra de porta foi encontrada ou uma indicação de que ela não foi encontrada
  • O estado da regra de porta (Habilitada, Desabilitada ou Descarregando)
  • Uma contagem de pacotes aceitos e ignorados nessa regra de porta. Esses contadores são redefinidos toda vez que o cluster reconverge. Por exemplo, se você adicionar um host ao cluster, você deve ver os contadores redefinidos em todos os hosts no cluster. Esses contadores podem ser usados como um método muito simples para calcular o equilíbrio de carga. Por exemplo, se um determinado host aceitou 5000 pacotes e ignorou cerca de 10000, esse host está lidando com aproximadamente 33% da carga dessa regra de porta. Lembre-se de que esses números dependem de vários fatores e devem ser usados apenas como uma estimativa do peso da carga real.
reload [{Cluster | all}] (somente local) Recarrega os parâmetros atuais do driver do Balanceamento de carga de rede do Registro. As operações de cluster no host local são encerradas automaticamente e reiniciadas se necessário. Se houver um erro nos parâmetros, o host não ingressará no cluster e um aviso é exibido. Se isso ocorrer, abra a caixa de diálogo <b>Propriedades de Balanceamento de carga de rede</b> para corrigir o problema.
display [{Cluster | all}] (somente local) Exibe várias informações sobre os parâmetros do Balanceamento de carga de rede atuais, o estado do cluster e a sua atividade passada. Os últimos registros de logs de evento produzidos pelo Balanceamento de carga de rede são mostrados, incluindo os dados binários anexados a esses registros. Esse comando é criado para auxiliar no suporte e na depuração técnica.

As informações do Registro recuperadas pelo comando display mostram qual seria o próximo estado do Balanceamento de Carga de Rede se um recarregamento ou alguma outra operação que fizesse com que o driver lesse o Registro fosse executada. As informações do Registro poderiam ou não ser o estado atual do Balanceamento de carga de rede.

params [{Cluster | all}] (somente local) Exibe informações sobre a configuração atual do Balanceamento de carga de rede. Esse comando é semelhante ao comando display; no entanto, em vez de recuperar as informações do Registro, o comando params consulta diretamente do driver do modo de kernel. As informações exibidas são, portanto, o estado atual do Balanceamento de carga de rede. (As informações do Registro recuperadas pelo comando display mostram qual seria o próximo estado do Balanceamento de Carga de Rede se um recarregamento ou alguma outra operação que fizesse com que o driver lesse o Registro fosse executada. As informações do Registro poderiam ou não ser o estado atual do Balanceamento de carga de rede.) Além das informações sobre a configuração, nlb params exibe variáveis de estado do kernel, incluindo o número atual de conexões mantidas pelo Balanceamento de Carga de Rede e o número de alocações dinâmicas que foram necessárias para o controle da conexão.
ip2macCluster Exibe o endereço de controle de acesso da mídia correspondente ao nome de cluster ou endereço IP especificado. Se o suporte à multicast estiver habilitado, o endereço de controle de acesso da mídia de multicast é usado pelo Balanceamento de carga de rede para operações de cluster. Caso contrário, o endereço de controle de acesso da mídia de unicast é usado. Esse comando é útil para criar uma entrada ARP estática no roteador se necessário.

[ opções remotas]

Especifica as opções remotas quando estiver usando operações de controle remoto. A tabela a seguir descreve as opções possíveis.

 

Valor Descrição
/PASSWSenha Especifica a senha do controle remoto
/PORTPorta Especifica a porta UDP do controle remoto do cluster.
/local Executa as operações somente no computador local.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • O comando nlb.exe substitui wlbs.exe. WLBS significa Serviço de Balanceamento de carga de rede no Windows NT, o nome anterior do Balanceamento de carga de rede no Windows NT 4.0. Para fins de compatibilidade com versões anteriores, WLBS continuará a ser usado em determinadas instâncias.
  • O parâmetro do cluster pode ser o nome de Internet completo do cluster ou o endereço IP primário do cluster. Para obter mais informações, consulte Parâmetros do Balanceamento de Carga de Rede.
    Você pode omitir a opção de cluster quando estiver executando o nlb.exe diretamente em um host de cluster. Nesta instância, o comando se aplica somente ao host de cluster local.
    Para abordar o cluster como um todo ou um host diferente no cluster, você também deverá especificar o cluster de destino ou o cluster de destino e o host específico em conjunto.
  • O parâmetro do host especifica o host no cluster ao qual o comando deve ser aplicado. Se o parâmetro do host for omitido, o comando é aplicada a todos os hosts no cluster.
    Você pode especificar o nome do host usando o nome de host de Internet, o endereço IP ou as prioridades de host exclusivas atribuídas na caixa de diálogo Propriedades do Balanceamento de Carga de Rede. Você pode usar o valor da prioridade do host especial 0 (zero) para se referir ao host padrão em um cluster.
    Você pode omitir a opção de host quando estiver executando o nlb.exe diretamente em um host de cluster. Nesta instância, o comando se aplica somente ao host de cluster local.
    Para abordar o cluster como um todo ou um host diferente no cluster, você também deverá especificar o cluster de destino ou o cluster de destino e o host específico em conjunto.
  • Alguns comandos podem ser chamados somente em hosts de cluster (chamados acima como “somente local”).
  • Os hosts do Balanceamento de Carga de Rede podem ser configurados para ingressar o cluster automaticamente na inicialização ou para aguardar o comando nlb start habilitando a opção do estado de host inicial na caixa de diálogo Propriedades do Balanceamento de Carga de Rede. Você pode usar esse comando com o comando nlb stop para alterar os parâmetros de cluster do host local sem colocar todo o cluster offline. Para obter mais informações, consulte Parâmetros do Balanceamento de Carga de Rede.
  • Você pode modificar os parâmetros do Balanceamento de Carga de Rede (por exemplo, para adicionar uma regra de porta) sem interromper o serviço do cluster para os clientes. Para isso, tire um host do cluster, atualize seus parâmetros e o retorne ao cluster. Durante esse processo, outros hosts de cluster detectarão inconsistências nas regras e eles tratarão essas inconsistências de uma forma que minimize a interrupção do serviço para os clientes. Para obter mais informações sobre como as inconsistências são tratadas pelo Balanceamento de Carga de Rede, consulte Detecção e tratamento de erros.
  • Você pode usar os comandos nlb disable e nlb enable para personalizar as respostas do cluster para várias falhas. Por exemplo, se o programa de monitoramento SNMP indicar que um programa do servidor Web em um dos hosts falhou, você pode emitir o comando nlb disable 80 para impedir que um host aceite quaisquer solicitações cliente para a porta do servidor Web especificado, fazendo com que outros hosts de cluster manipulem sua carga. Depois que o servidor Web for reiniciado, o comando nlb enable 80 pode ser emitido para permitir que o host retome o tratamento de uma parte da carga de rede do cluster da porta.

Exemplos

A tabela a seguir fornece alguns exemplos de como esses comandos são usados:

 

Exemplo Descrição
nlb help Retornar as informações da Ajuda.
nlb query <mycluster> Consulta o status de todos os hosts em meu_cluster.
nlb stop Interrompe as operações de cluster no host do cluster local.
nlb stop <mycluster> Interrompe as operações de cluster de todos os hosts de cluster em meu_cluster.
nlb start <mycluster>:2 Reinicia as operações de cluster do host 2 em meu_cluster.
nlb disable 80 Desativa o tratamento do host local do novo tráfego de rede da porta do servidor Web (porta 80).
nlb ip2mac <mycluster> Exibe os endereços de controle de acesso da mídia correspondente ao meu_cluster.

A tabela a seguir resume as formas que os parâmetros do cluster e do host podem ter:

 

Parâmetro do cluster e do host Exemplo Ação
(omitido) nlb stop Chama o comando no host de cluster atual.
Cluster nlb stop <mycluster> Chama o comando em todos os hosts de cluster.
Cluster:Host nlb stop \

<mycluster>:<host1>

Chama o comando no host de cluster específico.

A tabela a seguir fornece exemplos de possibilidade de identificação diferentes para clusters e hosts:

 

Exemplo Descrição
<mycluster>:<host1> Nomes de host de Internet
<w>.<x>.<y>.<z>:<w>.<x>.<y>.<z> Endereços IP
<mycluster>:<w>.<x>.<y>.<z> Mistura de nome e endereço IP
<mycluster>:1 Host 1 em meu_cluster
<mycluster>:0 Host padrão em meu_cluster
<mycluster> Todos os hosts em meu_cluster

 

***

Nlbmgr

Nlbmgr

Usando o Gerenciador de balanceamento de carga de rede, você pode configurar e gerenciar os clusters do Balanceamento de carga de rede e todos os hosts de cluster de um único computador e também pode replicar a configuração do cluster para outros hosts. Você pode iniciar o Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede a partir da linha de comando usando o comando nlbmgr.exe, que é instalado na pasta raizdosistema\System32 na família de produtos Windows Server 2003.

Sintaxe

nlbmgr [/help] [/noping] [/hostlistNome_do_Arquivo] [/autorefresh [Intervalo]]

Parâmetros

/help

Exibe ajuda no prompt de comando.

/noping

O Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede não executará ping nos hosts antes de tentar contatá-los por meio do WM (Instrumentação de Gerenciamento do Windows). Use essa opção se tiver desabilitado o ICMP em todos os adaptadores de rede disponíveis. Se você usar essa opção, sofrerá um atraso se o Gerenciador de balanceamento de carga de rede tentar contatar um host que não está disponível.

/hostlistNome_de_Arquivo

Depois que o Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede for iniciado, os hosts especificados em Nome_de_Arquivo serão carregados no Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede.

/autorefresh [Intervalo]

Faz com que o Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede atualize seu host e as informações de cluster a cada [Intervalo] segundos. Se nenhum intervalo for especificado, as informações são atualizadas a cada 60 segundos.

Comentários

  • Como parte do Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003, o Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede também poderá ser instalado e usado no Windows XP Professional. É possível usar o Gerenciador de Balanceamento de Carga de Rede no Windows XP Professional somente para gerenciar clusters de Balanceamento de Carga de Rede em computadores remotos que executam a família de produtos Windows Server 2003. Não é possível instalar o serviço de Balanceamento de Carga de Rede propriamente dito no Windows XP Professional.

***

Nslookup

Exibe informações que você pode usar para diagnosticar a infra-estrutura do sistema de nomes de domínios (DNS). Antes de utilizar esta ferramenta, você deve estar familiarizado com o funcionamento do DNS. A ferramenta de linha de comando Nslookup só estará disponível se você tiver instalado o protocolo TCP/IP.

Sintaxe

nslookup [Subcomando] [{Computador_a_Ser_Localizado | Servidor}]

Parâmetros

Subcomando

Especifica um ou mais subcomandos nslookup como uma opção de linha de comando. Para obter uma lista de subcomandos, consulte <b>Tópicos Relacionados</b>.

computador_a_ser_localizado

Pesquisa informações do Computador_a_Ser_Localizado utilizando o servidor de nomes DNS padrão atual, se nenhum outro servidor tiver sido especificado. Para pesquisar um computador que não esteja no domínio DNS atual, acrescente um ponto ao nome.

Servidor

Especifica o uso deste servidor como o servidor de nomes DNS. Se você omitir Servidor, será utilizado o servidor de nomes DNS padrão.

{ help | ?}

Exibe um breve resumo dos subcomandos de nslookup.

Comentários

  • Se Computador_a_Ser_Localizado for um endereço IP e a consulta for para um tipo de registro de recurso A ou PTR, será apresentado o nome do computador. Se Computador_a_Ser_Localizado for um nome e não possuir um ponto à direita, o nome do domínio DNS padrão será anexado ao nome. Este comportamento depende do estado dos seguintes subcomandos de set: domain, srchlist, defname e search.
  • Se você digitar um hífen (-) no lugar de Computador_a_Ser_Localizado, o prompt de comando passa ao modo interativo de nslookup.
  • O comprimento da linha de comando deve ser inferior a 256 caracteres.
  • Nslookup possui dois modos: interativo e não interativo.
    Se você precisar pesquisar somente uma única informação, utilize o modo não interativo. Como primeiro parâmetro, digite o nome ou endereço IP do computador a ser pesquisado. Como segundo parâmetro, digite o nome ou endereço IP de um servidor de nomes DNS. Se você omitir o segundo argumento, nslookup utilizará o servidor de nomes DNS padrão.
    Se você precisar pesquisar mais de uma informação, utilize o modo interativo. Digite um hífen (-) como primeiro parâmetro e o nome ou endereço IP de um servidor de nomes DNS como segundo parâmetro. Ou omita ambos os parâmetros para que nslookup utilize o servidor de nomes DNS padrão. Veja abaixo algumas dicas de como trabalhar no modo interativo:
  • Para interromper comandos interativos a qualquer momento, digite Ctrl+B.
  • Para sair, digite exit.
  • Para tratar um comando interno como um nome de computador, preceda o comando de um caractere de escape (\).
  • Um comando não reconhecido é interpretado como um nome de computador.
  • Se a solicitação de pesquisa falhar, nslookup imprimirá uma mensagem de erro. A tabela a seguir lista as possíveis mensagens de erro.

 

Mensagem de erro Descrição
Timed out O servidor não respondeu a uma solicitação depois de certo período de tempo e certo número de tentativas. O período de tempo limite pode ser definido pelo subcomando set timeout. O número de tentativas pode ser definido pelo subcomando set retry.
No response from server Nenhum servidor de nomes DNS está sendo executado no computador servidor.
No records O servidor de nomes DNS não possui registro de recurso do tipo de consulta atual ao computador, embora o nome do computador seja válido. O tipo de consulta é especificado pelo comando set querytype.
Nonexistent domain O computador ou nome DNS do domínio não existe.
Connection refused

-ou-

Network is unreachable

A conexão com o servidor de nomes DNS ou servidor finger não pôde ser estabelecida. Este erro costuma ocorrer com solicitações ls e finger.
Server failure O servidor de nomes DNS encontrou uma inconsistência interna em seu banco de dados e não pôde apresentar uma resposta válida.
Refused O servidor de nomes DNS recusou-se a atender à solicitação.
Format error O servidor de nomes DNS descobriu que o pacote de solicitação não estava no formato apropriado. Isso pode indicar um erro em nslookup.
  • Para obter mais informações sobre o comando nslookup e DNS, consulte os seguintes recursos:
  • Usando o Windows Deployment and Resource Kits
  • DNS (sistema de nomes de domínios)
  • Lee, T., Davies, J. 2000. Microsoft Windows 2000 TCP/IP Protocols and Services Technical Reference. Redmond, Washington: Microsoft Press.
  • Albitz, P., Loukides, M. e C. Liu. 2001. DNS and BIND, Fourth Edition. Sebastopol, California: O’Reilly and Associates, Inc.
  • Larson, M. e C. Liu. 2001. DNS on Windows 2000. Sebastopol, California: O’Reilly and Associates, Inc.

Exemplos

Cada opção de linha de comando consiste em um hífen (-) seguido imediatamente do nome do comando e, em alguns casos, de um sinal de igual (=) e, em seguida, um valor. Por exemplo, para alterar o tipo de consulta padrão para informações do (computador) host e o tempo limite inicial para 10 segundos, digite:

nslookup -querytype=hinfo -timeout=10

Formatando legenda

Formato Significado
Itálico Informações que o usuário deve fornecer
Negrito Elementos que o usuário deve digitar exatamente como é exibido
Reticências (…) Parâmetro que pode ser repetido várias vezes em uma linha de comando
Entre colchetes ([]) Itens opcionais
Entre chaves ({}); opções separadas por barra vertical (|). Exemplo: {even|odd} Conjunto de opções entre as quais o usuário deve escolher apenas uma
Courier font Saída de código ou de programa

 

Subcomandos do nslookup

Para obter mais informações, clique no comando:

***

Ntbackup

Realiza operações de backup em um prompt de comando ou a partir de arquivos em lotes usando o comando ntbackup seguido de vários parâmetros.

Sintaxe

ntbackup backup [systemstate]”@Nome_do_Arquivo.bks” /J{Nome_do_Trabalho} [/P {Nome_do_Pool}] [/G {Nome_do_GUID}] [/T {Nome_da_Fita}] [/N {Nome_da_Mídia}] [/F {Nome_do_Arquivo}] [/D {Definir_Descrição}] [/DS {Nome_do_Servidor}] [/IS {Nome_do_Servidor}] [/A] [/V:{yes | no}] [/R:{yes | no}] [/L:{f | s | n}] [/M {Tipo_de_Backup}] [/RS:{yes | no}] [/HC:{on | off}]

Parâmetros

systemstate

Especifica que você deseja fazer backup dos dados do Estado do sistema. Quando essa opção for selecionada, o tipo de backup será normal ou cópia.

@Nome_do_Arquivo.bks

Especifica o nome do arquivo de seleção de backup (arquivo .bks) a ser usado para essa operação de backup. O caractere @ deve preceder o nome do arquivo de seleção de backup. Um arquivo de seleção de backup contém informações sobre os arquivos e pastas selecionados para backup. O arquivo deve ser criado com o uso da versão de interface gráfica do usuário (GUI) do Backup.

/J {“Nome_Do_Trabalho“}

Especifica o nome do trabalho a ser usado no arquivo de relatório de backup. Normalmente, o nome do trabalho descreve os arquivos e pastas que estão sofrendo backup no trabalho de backup atual.

/P {“Nome_Do_Pool“}

Especifica o pool de mídia no qual está a mídia que você deseja usar. Em geral, será um subpool do pool de mídia de backup, por exemplo, 4mm DDS. Se você fizer essa seleção, não poderá usar as opções de linha de comando /A, /G, /F ou /T.

/G {“Nome_do_GUID“}

Substitui ou acrescenta a essa fita. Não use essa opção junto com /P.

/T {“Nome_Da_Fita“}

Substitui ou acrescenta a essa fita. Não use essa opção junto com /P.

/N {“Nome_Da_Mídia“}

Especifica o novo nome de fita. Não use /A com essa opção.

/F {“Nome_Do_Arquivo“}

Caminho do disco lógico e nome do arquivo. Você não deve usar as opções a seguir com essa opção: /P /G /T.

/D {“Definir_Descrição“}

Especifica um rótulo para cada conjunto de backup.

/DS {“Nome_Do_Servidor“}

Faz backup do arquivo do serviço de diretório do Microsoft Exchange Server especificado.

/IS {“Nome_Do_Servidor“}

Faz backup do arquivo de Armazenamento de informações do Microsoft Exchange Server especificado.

/A

Executa uma operação de acréscimo. /G ou /T devem ser usados junto com essa opção. Não use essa opção junto com /P.

/V:{yes | no}

Verifica se há erros no disco que poderiam ter ocorrido quando os arquivos foram copiados em uma fita. Isso pode aumentar consideravelmente o tempo necessário à execução de um backup.

/R:{yes | no}

Restringe o acesso a essa fita ao proprietário ou aos membros do grupo Administradores.

/L:{f | s | n}

Especifica o tipo de arquivo de log: f=completo, s=resumo, n=nenhum (nenhum arquivo de log é criado).

/M {Tipo_De_Backup}

Especifica o tipo de backup. O tipo de backup deve ser um dos seguintes: cópia, diferencial, normal, incremental e diário.

/RS:{yes | no}

Faz backup dos arquivos de dados migrados localizados no <b>Armazenamento Remoto</b>. A opção de linha de comando /RS não precisa ser usada para fazer backup do banco de dados local Armazenamento Removível (que contém os arquivos de espaço reservado do Armazenamento Remoto). Quando você faz backup da pasta %systemroot%, também é feito um backup automático do banco de dados do Armazenamento Removível.

/HC:{on | off}

Usa compactação de hardware, se estiver disponível, na unidade de fita.

/M {Tipo_De_Backup}

Especifica o tipo de backup. O tipo de backup deve ser um dos seguintes: cópia, diferencial, normal, incremental e diário.

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Você não pode restaurar arquivos a partir da linha de comando usando o comando ntbackup.
  • As opções de linha de comando a seguir têm como padrão o que você tiver definido através da versão de interface gráfica do usuário (GUI) do Backup, a menos que sejam alteradas por uma opção de linha de comando: /V /R /L /M /RS /HC. Por exemplo, se a compactação de hardware tiver sido ativada na caixa de diálogo Opções do Backup, ela será usada se a opção /HC não for especificada na linha de comando. Porém, se você especificar a opção /HC:off na linha de comando, a definição da caixa de diálogo Opções será ignorada e a compactação não será usada.
  • Se o Windows Media Services estiver sendo executado no computador e você desejar fazer backup dos arquivos associados a esse serviço, consulte “Executar backup com o Windows Media Services ” na documentação on-line do Windows Media Services. Siga os procedimentos descritos na documentação on-line antes fazer backup ou restaurar arquivos associados ao Windows Media Services.
  • Você só pode fazer backup dos dados do Estado do Sistema em um computador local. Não é possível fazê-lo em um computador remoto.
  • Se você estiver usando o Armazenamento Removível para gerenciar mídia, ou se estiver usando o Armazenamento Remoto para armazenar dados, deve fazer regularmente o backup dos arquivos que estão nas seguintes pastas:
    raiz_do_sistema\System32\Ntmsdata
    raiz_do_sistema\System32\Remotestorage
    Esse procedimento garantirá que todos os dados do <b>Armazenamento Remoto</b> e do <b>Armazenamento Removível</b> possam ser restaurados.

Exemplos

Os quatro exemplos a seguir mostram como você pode usar o comando ntbackup:

Para executar um backup comum

O exemplo a seguir executa um backup normal denominado “Meu trabalho 1” do compartilhamento remoto \\iggy-multi\c$. Este exemplo puxa uma fita do pool de mídia do Backup e dá a ela o nome de “Backup de Linha de Comando 1”. A descrição do trabalho de backup será “Funcionalidade da linha de comando”. O backup será verificado após a conclusão do trabalho de backup, o acesso não será restrito ao proprietário/administrador, o nível de log será definido para somente resumo, não será feito backup dos dados do Armazenamento Remoto e a compactação de hardware será habilitada.

ntbackup backup \\iggy-multi\c$ /m normal /j “Meu trabalho 1” /p “Backup” /n “Backup de linha de comando 1” /d “Funcionalidade da linha de comando” /v:yes /r:no /l:s /rs:no /hc:on

Para executar um backup de cópia

O exemplo a seguir executa um backup de cópia denominado “Meu Trabalho 2” na unidade D:\ local. Os arquivos e pastas de backup serão acrescentados a uma fita denominada “Backup de linha de comando 1”. Todas as outras opções serão padrão, de acordo com a especificação do programa Backup.

ntbackup backup d:\ /j “Meu trabalho 2” /a /t “Backup de linha de comando 1” /m copy

Para executar um backup usando o tipo de backup especificado em Backup

O exemplo a seguir executa um backup usando o tipo de backup especificado no programa Backup. Será usado o arquivo de seleção de backup denominado Linhadecomando.bks, localizado na pasta C:\Arquivos de programas\Windows NT\ntbackup\data\ para escolha dos arquivos para backup. O nome do trabalho de backup será “Meu trabalho 3” e a fita denominada “Backup de linha de comando 1” terá seu nome alterado para “Backup de linha de comando 2”.

ntbackup backup “@C:\Arquivos de Programas\Windows NT\ntbackup\data\linhadecomando.bks” /j “Meu trabalho 3” /t “Backup de linha de comando 1” /n “Backup de linha de comando 2”

Para executar um backup em um arquivo da linha de comando

Os exemplos a seguir mostram como executar um backup para um arquivo a partir de uma linha de comando. Os três exemplos usam os valores padrão do programa Backup para tipo de backup, definições de verificação, nível de log, compactação de hardware e quaisquer outras restrições. O primeiro exemplo mostra como fazer backup de \\iggy-multi\d$ para o arquivo D:\Backup.bkf. O segundo exemplo mostra como anexar o mesmo backup ao mesmo arquivo. O terceiro exemplo mostra como substituir o arquivo pelo mesmo backup. Nos três exemplos, um nome UNC completo poderia ser substituído pelas letras de unidade (isto é, em vez de d:\backup.bkf, o usuário podia especificar \\iggy-multi\d$\backup.bkf como destino de backup).

ntbackup backup \\iggy-multi\d$ /j “Backup de linha de comando 4” /f “D:\backup.bkf”

ntbackup backup \\iggy-multi\d$ /j “Backup de linha de comando 5” /f “D:\backup.bkf” /a

ntbackup backup \\iggy-multi\d$ /j “Backup de linha de comando 6” /f “D:\backup.bkf”

***

Ntcmdprompt

Executa o interpretador de comandos Cmd.exe em vez do Command.com, depois de executar um TSR ou depois de iniciar o prompt de comando a partir de um aplicativo do MS-DOS.

Sintaxe

ntcmdprompt

Parâmetros

/?

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Quando o Command.com está sendo executado, alguns recursos do Cmd.exe como, por exemplo, a exibição do histórico de comandos do doskey, não ficam disponíveis. Se você preferir executar o interpretador de comandos Cmd.exe depois de ter iniciado um TSR ou o prompt de comando a partir de um aplicativo baseado no MS-DOS, poderá utilizar o comando ntcmdprompt. No entanto, lembre-se que o TSR poderá não estar disponível para uso quando você estiver executando o Cmd.exe. Você pode incluir o comando ntcmdprompt no arquivo Config.nt ou no arquivo de inicialização personalizado equivalente especificado em um arquivo de informações de programa (PIF) do aplicativo.

Exemplos

Para incluir ntcmdprompt no arquivo Config.nt ou no arquivo de inicialização de configuração especificado no PIF, digite:

ntcmdprompt

***

Ntdsutil

Ntdsutil.exe é uma ferramenta de linha de comando que oferece recursos de gerenciamento para o Active Directory. Use o Ntdsutil.exe para executar a manutenção do banco de dados do Active Directory, gerenciar e controlar operações mestre simples e remover metadados deixados por controladores de domínio que foram removidos da rede sem serem desinstalados de forma correta. Esta ferramenta deve ser usada por administradores experientes.

Para exibir a sintaxe do comando, clique em um comando:

Authoritative restore

Restaura controladores de domínio a um ponto específico no tempo e marca objetos no Active Directory como tendo autorização em relação aos seus parceiros de replicação. Nas florestas que tiverem um nível funcional do Windows Server 2003 ou Windows Server 2003 interim, essa opção também restaurará backlinks para os vínculos criados após a elevação do nível funcional. Por exemplo, os atributos de membros de grupos aos quais um objeto de usuário pertence são atualizados. Nos controladores de domínio que executam a versão do Ntdsutil incluída no Windows Server 2003 Service Pack 1 (SP1), a opção authoritative restore cria um arquivo LDIF (LDAP Data Interchange Format) que pode ser usado para restaurar backlinks referentes a links criados antes da elevação do nível funcional.

Em authoritative restore: digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{create ldif file(s) from %s|restore database|restore database verinc %d|restore object %s|restore object verinc %d|restore subtree %s|restore subtree %s verinc %d}

Parâmetros

create ldif file(s) from %s

Disponível na versão de Ntdsutil fornecida com o Windows Server 2003 SP1. Essa opção cria um arquivo LDIF de atualizações de vínculo com base no arquivo de texto gerado por Ntdsutil nomeado em %s. Esse arquivo poderá ser usado para atualizar backlinks nos objetos em um domínio que não seja o do objeto restaurado. Por exemplo, esse arquivo pode ser usado para restaurar o grupo de um usuário que pertença a um domínio diferente daquele do usuário.

restore database

Marca todo o Ntds.dit (as partições de diretório de domínio e de configuração mantidas pelo controlador de domínio) como autoritárias. O esquema não pode ser restaurado de forma autoritária.

restore database verinc %d

Marca todo o Ntds.dit (as partições de diretório de domínio e de configuração mantidas pelo controlador de domínio) como autoritário e incrementa o número da versão em %d vezes o número de dias desde o backup. Use esta opção somente para restaurar, de forma autoritária, uma restauração autoritária anterior incorreta como, por exemplo, uma restauração autoritária de um backup que contém o problema que você deseja restaurar.

%d

Um valor numérico que substitui o padrão de 100.000. O número da versão do objeto ou banco de dados restaurado com autorização será aumentado com esse valor vezes o número de dias desde o backup.

restore object %s

Marca o objeto %s como tendo autorização. Quando você usa a versão de Ntdsutil fornecida com o Windows Server 2003 SP1, essa opção também gera um arquivo de texto que contém o nome distinto do objeto restaurado e um arquivo LDIF que pode ser usado para restaurar backlinks para objetos sendo restaurados com autorização (como usuários de grupos).

restore object %s verinc %d

Marca o objeto %scomo tendo autorização e atualiza os vínculos conforme descrito em restore object %s e incrementa o número da versão  %d vezes o número de dias desde o backup. Use esta opção somente para restaurar, com autorização, uma restauração autoritária anterior incorreta como, uma restauração de autorização de um backup que contém o problema que você deseja restaurar.

restore subtree %s

Marca a subárvore %s (e todos os seus filhos) como tendo autorização. Quando você usa a versão de Ntdsutil fornecida com o Windows Server 2003 SP1, essa opção também gera um arquivo de texto que contém os nomes distintos dos objetos restaurados e um arquivo LDIF que pode ser usado para restaurar backlinks para objetos sendo restaurados com autorização (como usuários de grupos).

restore subtree %s verinc %d

Marca a subárvore %s (e todos os seus filhos) como tendo autorização e atualiza os vínculos conforme descrito em restore subtree %s, além de incrementar o número da versão em %d vezes o número de dias desde o backup. Use esta opção somente para restaurar, com autorização, uma restauração autoritativa anterior incorreta, por exemplo, uma restauração autoritativa de um backup que contém o problema que você deseja restaurar.

%s

Uma variável alfanumérica, um nome distinto para uma subárvore ou objeto restaurado ou um nome para um arquivo de texto usado na criação de um arquivo LDIF.

quit (encerrar)

Leva você de volta ao menu anterior ou sai do utilitário.

? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Comentários

  • Quando você está restaurando o controlador de domínio usando programas de backup e de restauração, como o Ntbackup ou os de outros provedores, o modo padrão da restauração é o não autoritário. Isso significa que o servidor restaurado é atualizado com suas réplicas por meio de um mecanismo de replicação normal. Por exemplo, se um controlador de domínio for restaurado de uma fita de backup que tem duas semanas, quando você reiniciá-lo, o mecanismo de replicação normal o atualizará em relação aos parceiros de replicação.
  • Pode ser necessário executar uma restauração autoritária se um administrador excluir de forma inadvertida uma unidade organizacional que contém um grande número de usuários. Se restaurar o servidor da fita, o processo de replicação normal não restaurará a unidade organizacional excluída inadvertidamente. A restauração autoritária permite que você marque a unidade organizacional como autoritária e force o processo de replicação para restaurar todos os outros controladores de domínio no domínio.

Configurable settings (configurações personalizáveis)

Ajuda na modificação da TTL dos dados dinâmicos armazenados no Active Directory. No prompt configurable setting:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{cancel changes|connections|list|set %s to %s|show values}

Parâmetros

cancel changes (cancelar alterações)

Cancela as alterações feitas, mas ainda não confirmadas.

connections (conexões)

Chama o submenu conexões do servidor.

list (listar)

Lista os nomes das definições configuráveis para as quais há suporte.

set %s to %s

Define as configurações %s1 como o valor %s2.

show values (exibir valores)

Exibe os valores das definições configuráveis.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

quit (encerrar)

Leva você de volta ao menu anterior ou sai do utilitário.

? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Domain management (gerenciamento do domínio)

Permite que os administradores membros do grupo Administradores de empresas preparem objetos de referência cruzada e de servidor no diretório. No prompt domain management:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{add nc replica %s %s|connections|create nc %s %s|remove nc replica %s %s|list|list nc information %s|list nc replicas %s|precreate %s %s|delete NC %s|select operation target|set nc reference domain %s %s|set nc reference domain %s %s|set nc replicate notification delay %s %d %d}

Parâmetros

add nc replica %s %s

Adiciona o controlador de domínio %s2 ao conjunto de réplicas do Contexto de Nomeação sem Domínio %s1. Se %s2 não for especificado, o controlador de domínio ao qual você está conectado é usado como padrão.

connections (conexões)

Chama o submenu Conexões do servidor.

create nc %s %s

Cria o Contexto de Nomeação sem Domínio %s1, no CD %s2. Se %s2 não for especificado, o controlador de domínio conectado no momento será usado. Para não especificar nenhum argumento, digite (NULL).

remove nc replica %s %s

Remove o controlador de domínio %s2 do conjunto de réplicas do Contexto de Nomeação sem Domínio %s1. Se %s2 não for especificado, o controlador de domínio conectado no momento será usado.

list (listar)

Lista todos os contextos de nomeação que existem na empresa, os contextos de esquema e de nomeação da configuração e os contextos de nomeação de domínio.

list nc information %s

Imprime o domínio de referência e os atrasos de replicação do contexto de nomeação sem domínio.

list nc replicas %s

Imprime a lista de controladores de domínio no conjunto de réplicas do Contexto de Nomeação sem Domínio %s. Lembre-se de que essa é a lista de controladores de domínio que mantêm, normalmente, as réplicas dos contextos de nomeação sem domínio e que essas réplicas podem não ter sido totalmente replicadas ainda.

precreate %s %s

Cria um objeto de referência cruzada para o domínio %s1 que permite que um servidor chamado %s2 seja promovido como o controlador de domínio do domínio. O nome de domínio deve ser especificado através de um nome totalmente distinto e o servidor deve ser nomeado com o nome DNS totalmente qualificado.

delete nc %s

Remove o Contexto de Nomeação sem Domínio %s. Antes de removê-lo, todas as réplicas devem ser removidas e a remoção deve ser replicada de volta ao mestre de operações de nomeação de domínio.

select operation target (selecionar destino da operação)

Chama o submenu Selecionar destino da operação.

set nc reference domain %s %s

Define o domínio de referência do Contexto de Nomeação sem Domínio %s1 como %s2. O domínio %s2 deve ser especificado em um formato de nome DNS de domínio. Exemplo: widgets.microsoft.com.

set nc replicate notification delay %s %d %d

Define os atrasos de notificação do contexto de nomeação sem domínio %s como %d1 e %d2 para o atraso decorrido entre a notificação das alterações do primeiro controlador de domínio e o atraso da notificação das alterações dos controladores de domínio subseqüentes respectivamente.

%s

Uma variável alfanumérica, como o nome do domínio ou do controlador de domínio.

%d

Uma variável numérica, como períodos de atraso na replicação.

quit (encerrar)

Leva você de volta ao menu anterior ou sai do utilitário.

? ou help

Exibe ajuda no prompt de comando.

Files (Arquivos)

Fornece comandos para gerenciar os dados de serviços de diretório e os arquivos de log. O arquivo de dados é chamado Ntds.dit. No prompt files:, digite qualquer um dos parâmetros listados em Sintaxe.

Sintaxe

{compact to %s|header|info|integrity|move DB to %s|move logs to %s|recover|set path backup %s|set path db %s|set path logs %s|set path working dir %s}