Arquivo da categoria ‘Aulinha de Informática’

Conceitos Básicos de Informática

Publicado: 16 de outubro de 2009 por kelldexholland em Conceitos básicos de Informática
Tags:,
Um help Pra você

Um help Pra você

 

Conteúdo

1. O QUE É INFORMÁTICA?………………………………………………………………………………………………………1

2. O COMPUTADOR…………………………………………………………………………………………………………………1

2.1. O Que é ?……………………………………………………………………………………………………………………..1

2.2. Breve Histórico………………………………………………………………………………………………………………1

2.3. Gerações………………………………………………………………………………………………………………………2

3. PEQUENA CRONOLOGIA DA MICROINFORMÁTICA……………………………………………………………………….3

4. MAIS SOBRE COMPUTADORES……………………………………………………………………………………………….3

4.1. Classificação Geral …………………………………………………………………………………………………………3

4.2. Organização………………………………………………………………………………………………………………….4

4.3. Princípio de Funcionamento …………………………………………………………………………………………….4

4.3.1. Entrada de Dados……………………………………………………………………………………………………..4

4.3.2. Processamento de Dados………………………………………………………………………………………….4

4.3.3. Saída de Dados………………………………………………………………………………………………………..5

5. HARDWARE BÁSICO…………………………………………………………………………………………………………….5

5.1. Unidades de Entrada……………………………………………………………………………………………………….5

5.1.1. O Teclado (Keyboard) ……………………………………………………………………………………………….5

5.1.2. O Mouse …………………………………………………………………………………………………………………6

5.1.3. O Scanner……………………………………………………………………………………………………………….6

5.2. Unidade de Processamento …………………………………………………………………………………………….6

5.3. Unidades de Saída………………………………………………………………………………………………………….7

5.3.1. O Vídeo ou Monitor de Vídeo……………………………………………………………………………………..7

5.3.2. As Impressoras ………………………………………………………………………………………………………..7

Impressoras Matriciais…………………………………………………………………………………………………….8

Jato de tinta – Deskjet ……………………………………………………………………………………………………..8

Laser – LaserJet ……………………………………………………………………………………………………………..8

5.4. Memória………………………………………………………………………………………………………………………..8

5.4.1. Como Funciona ………………………………………………………………………………………………………..8

5.4.2. Memória RAM…………………………………………………………………………………………………………..8

5.4.3. Memória ROM…………………………………………………………………………………………………………..9

5.4.4. Discos…………………………………………………………………………………………………………………….9

Disquetes ou Discos Flexíveis………………………………………………………………………………………….9

Disco Rígido ou Winchester …………………………………………………………………………………………….9

CD-ROM……………………………………………………………………………………………………………………….9

DVD – Digital Versatile (Video) Disc ………………………………………………………………………………..10

Capacidades dos Discos ……………………………………………………………………………………………….10

6. SOFTWARE – PROGRAMAS DE COMPUTADOR………………………………………………………………………….10

6.1. Sistemas Operacionais………………………………………………………………………………………………….10

6.2. Programas Utilitários……………………………………………………………………………………………………..10

6.3. Programas Aplicativos …………………………………………………………………………………………………..11

6.3.1. Processadores de Texto ………………………………………………………………………………………….11

6.3.2. Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo…………………………………………………………….11

6.3.3. Programas Gráficos ………………………………………………………………………………………………..11

6.3.4. Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados…………………………………………………………..11

6.4. Compiladores e Interpretadores ……………………………………………………………………………………..11

6.5. Vírus Eletrônico de Computador……………………………………………………………………………………..11

6.5.1. O Que é? ……………………………………………………………………………………………………………….11

6.5.2. Prevenção……………………………………………………………………………………………………………..12

7. OPERAÇÃO BÁSICA DO MICROCOMPUTADOR ………………………………………………………………………….13

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak ii

7.1. Armazenando Dados em um Computador……………………………………………………………………….13

7.1.1. Arquivos e Pastas …………………………………………………………………………………………………..13

7.1.2. Nomes de Arquivos e Pastas……………………………………………………………………………………13

7.1.3. Extensões de Arquivos…………………………………………………………………………………………….13

7.2. Windows……………………………………………………………………………………………………………………..14

7.2.1. Tela Inicial – Área de Trabalho ………………………………………………………………………………….14

7.2.2. Barra de Tarefas……………………………………………………………………………………………………..14

7.2.3. Botão Iniciar…………………………………………………………………………………………………………..14

7.2.4. Executando um Programa ……………………………………………………………………………………….15

7.2.5. Janelas dos Programas …………………………………………………………………………………………..15

7.3. Windows Explorer …………………………………………………………………………………………………………16

7.3.1. Drives……………………………………………………………………………………………………………………17

7.3.2. Principais Operações ………………………………………………………………………………………………17

7.4. A Lixeira………………………………………………………………………………………………………………………18

7.5. Como conseguir Ajuda…………………………………………………………………………………………………..18

7.6. Desligando o Computador ……………………………………………………………………………………………..18

Capa: Máquina analítica de Charles Babbage.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 1

1. O QUE É INFORMÁTICA?

Informática pode ser considerada como significando “informação automática”, ou seja, a utilização

de métodos e técnicas no tratamento automático da informação. Para tal, é preciso uma ferramenta

adequada: o computador eletrônico.

2. O COMPUTADOR

2.1. O Que é ?

O computador é uma máquina que processa dados, orientada por um conjunto de instruções e

destinada a produzir resultados completos, com um mínimo de intervenção humana. Entre vários

benefícios, podemos citar:

: grande velocidade no processamento e disponibilização de informações;

: precisão no fornecimento das informações;

: próprio para execução de tarefas repetitivas;

: propicia a redução de custos em várias atividades.

2.2. Breve Histórico

: O Ábaco, um instrumento para auxiliar nos cálculos, foi inventado por volta do

ano 2000 A.C. Conhecido em chinês como Suan-pan e em japonês como

Soroban, ainda é muito utilizado nos países asiáticos e em alguns centros de

ensino pelo mundo. Antigo ábaco romano

Máquina Pascalina

: Blaise Pascal, matemático francês, inventou a primeira máquina de

somar (máquina Pascalina) em 1642; construída com rodas

dentadas, seu intuito era simplificar o ofício do pai, que era contador.

: Gottfried Wilhelm Von Leibnitz, matemático alemão, aperfeiçoou a

máquina Pascalina em torno de 1670, introduzindo um mecanismo

capaz de multiplicar e dividir.

: Joseph Marie Jacquard, técnico de tecelagem francês, criou o

tear automático controlado por cartões perfurados, em 1801.

: Charles P. Babbage, matemático inglês, projetou a Máquina

das Diferenças em 1822, e a Máquina Analítica, em 1833. É

considerado o precursor do computador eletrônico digital, pois

sua máquina analítica possuia três estágios fundamentais

(como os computadores atuais): (a) entrada (com cartões

perfurados), (b) processamento utilizando memória (de

engrenagens), abrigando o programa em execução e (c) saída. Tear automático de Jacquard

Máquina de diferenças de

Babagge

: Herman Hollerith, engenheiro americano, inventou um conjunto de

máquinas de processamento de dados que operava com cartões

perfurados (baseado no tear de Jacquard) para processar o Censo

Americano de 1890.

: Mark I foi o primeiro computador eletro-mecânico, inventado pelo professor

Howard H. Aiken da Universidade de Harvard, nos E.U.A., em 1944;

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 2

: ENIAC (Electronic Numerical Integrator And

Calculator) foi o primeiro computador eletrônico,

inventado pelos professores John Eckert e John

Mauchly da Universidade da Pennsylvania

(E.U.A.), em 1946. Tinha cerca de 18000

válvulas, ocupava três andares e queimava uma

válvula a cada dois minutos.

: John Von Newman, matemático húngaro,

formula nos Estados Unidos a proposição prática

para computadores universais, que armazenam

programas em memórias, melhorando o método

inicialmente utilizado pelo ENIAC. Esse princípio

é utilizado nos computadores até hoje. ENIAC

: Em 1951 se inicia a produção em série de computadores (IBM/UNIVAC).

Voce sabia?

Ada Byron King, a condessa de Lovelace, filha de Lord Byron, junto com seu

companheiro Charles Babbage, iniciou o ambicioso projeto de construção

da Máquina Analítica.

Ada é uma das poucas mulheres a figurar na história do processamento de

dados. Matemática talentosa, compreendeu o funcionamento da Máquina

Analítica e escreveu os melhores relatos sobre o processo.

Criou programas para a máquina, tornando-se a primeira programadora de

computador do mundo.

2.3. Gerações

: Primeira geração. Computadores constituídos de válvulas

eletrônicas. Exemplos: ENIAC, UNIVAC I, IBM 701.

: Segunda geração. Com início nos fins dos anos 50, engloba

computadores equipados com transistores organizados em circuitos

impressos. Exemplo: IBM 1401. Começaram a surgir também as

linguagens de programação alto nível: Fortran (1957), Cobol

(1960), Basic (1964). Válvulas

Transistores

: Terceira geração. Com início em meados da década de 60,

compreende computadores constituídos de circuitos integrados.

Escalas de integração:

< SSI – Small Scale of Integration

< MSI – Middle Scale of Integration.

Exemplos: IBM /360 e IBM /370.

: Quarta geração. Com início no princípio da década de 70, são os computadores constituídos de

circuitos integrados nas seguintes escalas:

< LSI – Large Scale of Integration

< VLSI – Very Large Scale of Integration.

Exemplos: Os computadores atuais, incluindo os microcomputadores.

ENIAC

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 3

3. PEQUENA CRONOLOGIA DA MICROINFORMÁTICA

: 1975 – Lançamento do primeiro microcomputador: Altair 8080.

: 1976 – Steve Wozniak e Steve Jobs lançam o computador

Apple. No ano seguinte, o Apple II é lançado.

: 1978 – A Intel lança o microprocessador 8086, que dá início a

série de microprocessadores conhecidos como 80×86, que

incluem o Intel 80486 e o Pentium.

FACILIDADE DE UTILIZAÇÃO

1974 hoje

cientistas da

computação

usuário

final

: 1979 – Primeiro programa comercial para microcomputadores: a planilha eletrônica VisiCalc.

: 1980 – Surge o MS-DOS (sistema operacional) da Microsoft (Bill Gates e Paul Allen).

: 1981 – A IBM apresenta o IBM Personal Computer – o PC.

: 1982 – É lançado o Lotus 1-2-3, planilha eletrônica que reinou absoluta por vários anos.

: 1983 – Lançamento do PC-XT (Extended) pela IBM, e do Turbo Pascal pela

Borland (Philippe Kahn).

: 1984 – Lançamento do Macintosh da Apple e do PC-AT (Advanced) da IBM.

: 1985 – É lançado o Windows 1.0. Surgem os primeiros computadores 386.

: 1986 – A IBM apresenta o primeiro laptop (computador portátil).

: 1987 – A Novell passa a dominar o mercado de redes com seu produto NetWare.

: 1988 – IBM e Microsoft lançam o OS/2 1.0 (sistema operacional). Laptop/Notebook

PREÇO/DESEMPENHO

1974

hoje

Custo

Poder

: 1989 – Surgem os primeiros computadores 486.

: 1990 – Lançamento do Windows 3.0, num dos eventos mais

“badalados” da história do Software

: 1992 – Ao adquirir a Fox Software (produtora do sistema gerenciados

de banco de dados Foxbase), a Microsoft torna-se a maior figura de

todo o mercado de software para PCs. É lançado o OS/2 2.0.

: 1993 – Surge o Pentium. É lançado o Windows NT e o OS/2 2.1.

: 1994 – Início do “boom” da Internet. A Internet é uma rede

global/mundial de computadores.

: 1995 – Lançamento do Windows 95, primeiro sistema

operacional genuíno baseado em janelas da Microsoft.

: 1996 – O foco da informática passa para a Internet e a Web1.

PARADIGMA DE USUÁRIO

1974 hoje

usuário

único

usuário

de redes

4. MAIS SOBRE COMPUTADORES

4.1. Classificação Geral

: Computadores analógicos

< Manipulam sinais elétricos do tipo contínuo.

< A programação geralmente acha-se implementada na fiação de seus circuitos.

< São utilizados principalmente para controle de processo e instrumentação.

< Possuem característica apropriada para medição por tratar informações analógicas (contínuas).

: Computadores digitais

< Manipulam sinais elétricos do tipo discreto.

1 World Wide Web (WWW – “teia“ de alcance mundial) – é a parte da Internet que pode conter documentos de hipertexto

(documentos que “chamam” documentos). Além dessa navegação peculiar, os documentos podem ainda misturar texto

com imagens, sons e vídeo.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 4

< A programação é elaborada através do uso de uma linguagem de programação.

< São usados em aplicações científicas e comerciais.

< Possuem a característica de “contar” (por serem discretos – 0 ou 1).

: Computadores híbridos

< Reúnem as características dos dois anteriores.

4.2. Organização

Um sistema baseado em computador é, na verdade, composto por hardware e software.

Hardware é o nome que se dá para a parte física do computador. É tudo que você pode tocar

(mouse, teclado, caixas de som, placas, fios, componentes em geral). Software é o nome que se dá

a toda parte lógica do computador. Ou seja, são os programas que você vê funcionar na tela do

micro e que dão “vida” ao computador. Sem um software adequado à suas necessidades, o

computador, por mais bem equipado e avançado que seja, é completamente inútil.

4.3. Princípio de Funcionamento

O computador não é uma máquina com inteligência2. Na verdade, é uma máquina com uma

grande capacidade para processamento de informações, tanto em volume de dados quanto na

velocidade das operações que realiza sobre esses dados. Basicamente, o computador é organizado

em três grandes funções ou áreas, as quais são: entrada de dados, processamento de dados e saída

de dados.

4.3.1. Entrada de Dados

Para o computador processar nossos dados,

precisamos ter meios para fornecê-los a ele. Para

isso, o computador dispõe de recursos como o

teclado (para digitação, por exemplo, do texto que

define um programa de computador), o mouse

(para selecionar opções e executar algumas

operações em um software qualquer), disquetes e

CDs3 para entrada de dados (gerados

provavelmente em algum outro computador),

mesas digitalizadoras (muito utilizadas por

programas CAD4 e aplicativos gráficos em geral) e

outros.

Perfuradora de Cartões Hollerith. Até não muito tempo

atrás (em torno de 1980), quando a utilização de

mainframes era comum, a forma de se entrar dados no

computador era através de cartões perfurados numa

máquina como essa.

4.3.2. Processamento de Dados

Os dados fornecidos ao computador podem ser armazenados para processamento imediato ou

posterior. Esse armazenamento de dados é feito na memória do computador, que pode ser volátil

(isto é, desaparece quando o computador é desligado), referenciada como memória RAM (Random

Access Memory – memória de acesso aleatório), ou pode ser permanente (enquanto não é “apagada”

por alguém) através do armazenamento dos dados em unidades como as de disco fixo, que são

meios físicos (meio magnético) localizadas no interior do gabinete do computador. Há também os

disquetes, que são discos “removíveis”, e mais recentemente os CDs graváveis.

2 Existe o conceito de inteligência artificial, que pode ser implementada no computador, porém ela está muito aquém da

inteligência natural.

3 Compact Disc.

4 Computer Aided Design, ou Projeto Auxiliado por Computador.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 5

O processamento dos dados

é feito na CPU – Central

Process Unit – unidade de

processamento central (ou

simplesmente processador,

como o Pentium), onde a

informação é tratada, sendo

lida, gravada ou apagada da

memória, sofrendo

transformações de acordo com

os objetivos que se deseja

atingir com o processamento

delas.

4.3.3. Saída de Dados

Os dados resultantes do

processamento das informações

pelo computador podem ser

apresentadas de inúmeras

formas, e por meio de diversos

dispositivos.

Disquetes

CD-Rom

Teclado/Vídeo

Mouse

Mesa digitalizadora

Seção de Controle

Seção de Aritmética

e lógica

U

C

P

(1)

(input)

Entrada

(output)

Saída

Memória Principal

Envio dos dados

para serem

processados

Obtenção dos

resultados

requeridos

Monitor de vídeo

Impressoras

Plotters

Disquetes

Processamento de Dados

Organização e estrutura básica do microcomputador – hardware.

O monitor de vídeo é um dos principais meios para se obter dados de saída do computador: tanto

texto normal ou formatado (como em tabelas ou formulários) e gráficos podem ser apresentados ao

usuário através desse dispositivo. Se quisermos que os resultados sejam apresentados em papel,

podemos fazer uso de impressoras e/ou plotters (para “plotagem” de desenhos); se quisermos levar

esses dados para outros computadores, podemos fazer uso, por exemplo, dos disquetes, ou então

conectar os computadores em rede (resumidamente, ligá-los através de cabos).

5. HARDWARE BÁSICO

5.1. Unidades de Entrada

Para nos comunicarmos com o computador, utilizamos fundamentalmente um teclado

(conjuntamente com o monitor), um mouse5 ou algum outro dispositivo de entrada. Vejamos.

5.1.1. O Teclado (Keyboard)

É o dispositivo de entrada mais utilizado nos computadores. O teclado

possui um conjunto de teclas alfabéticas, numéricas, de pontuação, de

símbolos e de controles. Quando uma tecla é pressionada, o teclado envia

um código eletrônico à CPU, que o interpreta, enviando um sinal para outro

periférico que mostra na tela o caractere correspondente. O teclado de um

computador é muito semelhante ao de uma máquina de escrever, com

algumas teclas especiais, mostradas na tabela a seguir. Teclado

TECLA 6 FUNÇÃO

Enter

, Tecla utilizada para a entrada de dados (encerrar um comando).

Shift

,

Tecla usada para alterar o estado de outras teclas: se estiver em maiúsculo inverte para

minúsculo e vice-versa.

Tab

, Movimenta-se entre as paradas de tabulação automaticamente.

Back

, Provoca o retrocesso do cursor, apagando os caracteres à esquerda.

5 Em inglês, teclado é keyboard. Mouse significa rato: esse dispositivo parece com um.

6 A formas das teclas podem mudar de um equipamento para outro. Porém, as teclas aqui mostradas sempre existirão: é só

descobrir a tecla equivalente se você não encontrar alguma exatamente igual às mostradas nessa tabela.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 6

TECLA 6 FUNÇÃO

Caps

Lock Liga ou desliga a opção de maiúsculas do teclado. Só afeta as letras.

Print

Scr n No Windows, envia as informações do vídeo para a área de transferência.

Num

Lock

Seleciona a opção numérica ou de movimento do cursor no teclado numérico, localizado

ao lado direito do teclado principal.

Ctrl Combinando-a com outras teclas, obtém-se algumas funções e caracteres especiais.

Alt Tecla de controle alternativo. Proporciona uma função alternativa a qualquer outra tecla.

Esc É usado para abandonar uma tela, um programa ou um menu.

Home Move o cursor para a primeira coluna à esquerda da tela, na mesma linha.

End Move o cursor para o final da linha.

Ins

É usada quando se está editando um texto na tela para se fazer a inserção de

caracteres.

Del

Apaga o caractere à direita do cursor e puxa a linha uma coluna para a esquerda. No

Windows serve para apagar itens de grupo, grupos de programa e arquivos.

PgUp Rola o texto uma página acima na tela (mostra a tela anterior).

PgDn Rola o texto uma página abaixo na tela (mostra a próxima tela).

5.1.2. O Mouse

Dispositivo de entrada equipado com dois ou três botões. O mouse é

utilizado para posicionar uma seta nas opções da tela, executando-a em

seguida com um clique de seu botão, facilitando a operação.

5.1.3. O Scanner

Dispositivo de entrada que captura imagens, fotos ou desenhos,

transferindo-os para arquivos gráficos, o que permite sua visualização na tela

do computador, onde podem ser trabalhados (editados) e depois impressos de

volta para o papel, ou armazenados em disco.

5.2. Unidade de Processamento

A Unidade Central de Processamento, a UCP (ou

CPU Central Processing Unit), atua como o cérebro

do sistema, processando e analisando todas as

informações que entram e saem do microcomputador.

A UCP é representada pelo microprocessador,

também chamado de Chip, e ele determina o modelo

do microcomputador em uso (286, 386, 486, Pentium).

Sua velocidade é medida em MegaHertz (Mhz),

conhecida também como clock do microcomputador.

Processadores

Memória

Programas

Discos

Entrada/Saída

Funcionamento básico de um microcomputador

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 7

Chip do microprocessador

Na tabela abaixo temos a relação de alguns

microprocessadores e suas velocidades (ou clocks) de operação.

O microprocessador é o cérebro de todo o microcomputador: nele

ocorrem os cálculos, operações de movimentação e comparação

de dados. Daí a importância de sua velocidade de operação.

Cabe lembrar que a relação entre o clock e a velocidade efetiva

de processamento não é linear: existem outros fatores que

influenciam na velocidade do equipamento.

Nome popular do micro que utiliza o

microprocessador

Micro Processador Velocidades disponíveis (MHz)

PC 8086 4,77/8/10

PC/XT 8088 4,77/8/10

PC/AT 80286 8/10/12,5

386 80386-SX 16/20/33/40

386 80386-DX 12,5/16/20/25/33/40

486 80486-SX 25/33/40

486 80486-SX2 50/66

486 80486-DLC* 40/50

486 80486-DX 33/40

486 80486-DX2 50/66/80

DX$ DX4 75/100/120/133

PENTIUM PENTIUM 75/90/120/150/166/200

PENTIUM II PENTIUM II 200/233

: : :

5.3. Unidades de Saída

Apresentam os resultados finais do processamento, através dos

monitores de vídeo, impressoras, etc.

5.3.1. O Vídeo ou Monitor de Vídeo

Dispositivo de saída que apresenta imagens na tela, incluindo

todos os circuitos necessários de suporte interno. Os monitores de

vídeo devem ser cuidadosamente escolhidos, pois são um dos

maiores causadores de cansaço no trabalho com o

microcomputador. Eles têm sua qualidade medida por Pixels ou

pontos. Quanto maior for a densidade desses pontos (quanto menor

a distância entre eles), mais precisa será a imagem. Monitor de vídeo

Antigamente, o formato mais popular era o CGA (Color Graphics Array), encontrado na maioria

dos primeiros microcomputadores. Trata-se do tradicional monitor verde ou âmbar. Hoje o padrão de

vídeo é o SVGA (Super Video Graphics Array). O formato CGA, apesar de ser suficiente para

aplicações baseadas em caracteres, como eram a maioria dos programas para o DOS, é totalmente

incompatível com produtos baseados em ambientes gráficos, notadamente o ambiente Windows.

Programas de ilustração ou de desenho para engenharia exigem o vídeo SVGA.

5.3.2. As Impressoras

São dispositivos de saída que passam para o papel o resultado do trabalho desenvolvido no

microcomputador, como textos, relatórios, gráficos. Para diferentes tipos de impressão existem

diferentes impressoras.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 8

Impressoras Matriciais

São ainda bastante comuns no mercado, utilizando um sistema de impressão

por impacto de agulhas (normalmente, 9 ou 24) contra uma fita sobre um papel.

São bem rápidas, com qualidade de impressão regular. O preço é baixo e sua

velocidade é medida em CPS (Caracter Por Segundo), indo até cerca de 800

CPS, coloridas ou não. Muito úteis para impressão de formulários em mais de

uma via com papel carbono.

Jato de tinta – Deskjet

Funciona com borrifamento de jatos de tinta, formando

minúsculos pontos sobre o papel. São silenciosas e possuem ótima

qualidade de impressão, chegando a 1200 DPI (Dot Per Inch,

pontos por polegada) ou mais, tornando-se uma boa alternativa

para quem não pode comprar uma laser. São relativamente lentas,

se comparadas à LaserJet, e geralmente são coloridas. Possuem

boa qualidade de impressão, e seu preço é acessível.

Laser – LaserJet

Produz cópias de alta qualidade com absoluto silêncio, sendo

sua velocidade medida em PPM (Páginas Por Minuto). Existem

no mercado impressoras de 4 até 16 PPM. São muito difundidas

apesar do custo elevado, tanto em equipamento como em seu

material de consumo. Podem ser coloridas, mas nesse caso o

preço torna-se proibitivo para aplicações não profissionais.

5.4. Memória

5.4.1. Como Funciona

Da mesma forma que o cérebro humano, o computador

também possui uma memória onde são armazenadas as

informações enquanto ele está ligado. A menor unidade

utilizável para representação de informações em um

computador é o Bit, que assume os valores 0 ou 1.

= A

0 1 0 0 0 0 0 1 ( código ASCII

bit

byte

Memória do

Computador

byte

byte

byte

byte

byte

byte

byte

byte

byte

Essa representação, dita binária, está relacionada com o fato da

informação ser armazenada fisicamente no computador na forma de uma

polaridade elétrica (positivo ou negativo) ou magnética (norte ou sul nos

imãs). Como um único bit é insuficiente para representar informações mais

complexas, eles são agrupados e combinados. Num primeiro agrupamento,

eles são reunidos em conjuntos de oito, recebendo a denominação de Byte

(8 bits). Um byte pode representar 256 caracteres diferentes (28)

Quando nos referimos às informações armazenadas em um

computador utilizamos, portanto, o termo byte, que corresponde a

um caractere. Tendo em vista que a unidade byte é

consideravelmente pequena quando indicamos valores mais

extensos, utilizamos múltiplos do byte: kilobyte, megabyte,

gigabyte, terabyte, etc.

1 KiloByte = 1 Kb = 1024 bytes

1 MegaByte = 1 Mb = 1024 Kb

1 GigaByte = 1 Gb = 1024 Mb

5.4.2. Memória RAM

Para efetuar os cálculos, comparações, rascunhos e outras operações necessárias ao seu

funcionamento, os computadores possuem uma memória de trabalho chamada de RAM (Random

Access Memory, ou memória de acesso aleatório). A informação armazenada nessa memória é

apenas temporária. Se você quiser preservar essa informação, que pode representar horas de

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 9

trabalho, você deve movê-la da memória do computador para um disco de armazenamento (disco

rígido ou winchester, disquete ou CD gravável), operação essa conhecida como salvamento (opção

salvar na maior parte dos programa): as informações são salvas em um arquivo. Quando você

desliga o Computador, a informação que não foi “salva” em um desses discos é perdida.

5.4.3. Memória ROM

Um outro tipo de memória existente nos microcomputadores permite apenas a leitura das

informações nela contidas. É a ROM (de Read Only Memory). Essa memória não perde as

informações ao ser desligado o equipamento, sendo, portanto, utilizada para guardar os códigos

básicos de operação do equipamento, suas rotinas de inicialização e auto-teste. Tais informações

não podem ser alteradas, apenas lidas. Este conjunto de códigos de operação/funcionamento forma

o sistema básico de entrada e saída (BIOS) da máquina. Outro exemplo de memória ROM são as

informações guardadas em CDs normais (não regraváveis).

5.4.4. Discos

Os Discos são usados para armazenar as informações, como as memórias. Podem ser lidos,

gravados e regravados, como uma fita de áudio ou vídeo. São considerados a memória de massa do

equipamento, devido ao alto volume de informações que podem armazenar.

Disquetes ou Discos Flexíveis

Os Disquetes são ditos flexíveis

(em inglês, Floppy Disk.) por que

realmente o são, sendo protegidos por

um invólucro rígido. Devem ser inseridos

nos acionadores (drivers) situados no

painel frontal do Computador

(normalmente são referenciado como

unidade de disco a:).

Furo com lingüeta deslizante:

• Fechado —› grava

• Aberto —› não-grava

Placa metálica deslizante

que protege a abertura

magnética

Local para a etiqueta de

identificação.

Não armazenam tantas informações quanto o “winchester” (disco rígido), mas são removíveis e

transportáveis. Em geral devem ser preparados para utilização, operação essa denominada

formatação. Tem o tamanho de 3½” (três e meia polegadas), e possui uma proteção mais resistente,

ao contrário de seu antecessor de 5¼ ” (cinco e um quarto de polegada), já em desuso.

Disco Rígido ou Winchester

O Winchester é dito disco rígido (em inglês, Hard Disk) por ser a sua

superfície de gravação metálica e dura, ao contrários dos disquetes.

Normalmente referenciado como unidade de disco C:, encontra-se dentro do

gabinete da CPU; portanto, não é visível nem transportável. Permite um acesso

rápido e o armazenamento de uma grande quantidade de informações. É

importante lembrar que esses discos podem ser danificados por excesso de

trepidação no local de instalação.

Dado a grande quantidade de informações que são armazenadas em um disco rígido, e

considerando-se que, devido a desgastes naturais durante o funcionamento, é inevitável que ocorra

uma avaria algum dia, é importantíssimo prevenir-se quanto à perda dessas informações realizandose

periodicamente cópias de segurança de seus arquivos, o que é conhecido tecnicamente como

back-up.

CD-ROM

Os CD-ROMs prestam-se ao armazenamento de grandes volumes de

informação, tais como enciclopédias. A tecnologia utilizada nos acionadores

encontrados nos microcomputadores ainda não permite sua regravação

devido ao alto custo envolvido. Os acionadores ou drives de discos CD-ROM

podem reproduzir normalmente os CDs de áudio (o que significa que

podemos ouvir músicas enquanto trabalhamos em nossos micros).

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 10

DVD – Digital Versatile (Video) Disc

Os DVDs são a última tecnologia em armazenamento de

dados. Sua capacidade pode chegar a aproximadamente

4,7 Gb. Por ser uma tecnologia nova, podemos afirmar que

ainda não existe um consenso dos fabricantes quanto a sua

utilidade, porém ele tem uma característica importante, que

é a regravação. Especula-se que eles substituirão as fitas

de vídeo. É o futuro dos discos óticos digitais, a evolução da

tecnologia Compact Disc.

Assim como o CD (áudio) e o CD-ROM, o sistema DVD é composto de um CD player para ser

ligado a TV, ou um DVD-ROM drive para uso em computadores. Além dos discos terem o mesmo

tamanho e espessura dos atuais CDs, o DVD mais simples terá capacidade para 4,7 Gb (capacidade

equivalente a mais do que 7 CD-ROMs), que é suficiente para conter mais de 2 horas de filme com

alta qualidade de som e de imagem, além de áudio em 3 idiomas distintos e 4 conjuntos diferentes

de legendas.

Capacidades dos Discos

A tabela a seguir apresenta as diferentes capacidades de armazenamento de informações dos

diferentes discos existentes. Note que as capacidades são sempre propostas em termos de bytes,

cada byte correspondendo a um caractere (letra, número ou símbolo). Quanto maior a capacidade do

disco, maior a quantidade de informações que podemos armazenar.

Dispositivo Tamanho Capacidade

Disquete 3½” 1,44 Mbytes

Winchester Vários 6 Gbytes já é comum

CD-ROM 5¼” Cerca de 650 Mbytes

DVD 5¼” Mais ou Menos 4,7 Gbytes

6. SOFTWARE – PROGRAMAS DE COMPUTADOR

Um programa de computador pode ser definido como uma série de instruções ou declarações, em

forma aceitável pelo computador, preparada de modo a obter certos resultados. Também chamado

de software, esse termo é utilizado para indicar a parte funcional de um computador.

Podemos classificar os softwares ou programas em alguns tipos. A seguir é apresentada uma

classificação genérica, que não é exaustiva.

6.1. Sistemas Operacionais

Como o próprio nome sugere, são softwares destinados à operação do computador. Tem como

função principal controlar os diversos dispositivos do computador e servir de comunicação

intermediária entre o computador e os outros programas normalmente utilizados, o que permite que

esses possam ser executados. O Windows95/98/2000/NT/XP e o DOS são exemplos de sistemas

operacionais para microcomputadores. Também podemos citar o OS/2, da IBM, e o UNIX.

Um computador, qualquer que seja o seu porte, não funciona sem um sistema operacional.

6.2. Programas Utilitários

São programas destinados a facilitar e agilizar a execução de certas tarefas. Existem utilitários,

por exemplo, para diagnosticar a situação do computador e seus diversos dispositivos (como o

Norton Utilities), para compactar arquivos (como o WinZip), para realização de cópias de segurança

(“backups”), etc.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 11

6.3. Programas Aplicativos

São os programas destinados a nos oferecer certos tipos de serviços, e podemos incluir nesta

categoria os processadores de texto, as planilhas eletrônicas, os programas gráficos e os sistema

gerenciadores de banco de dados.

6.3.1. Processadores de Texto

Esses aplicativos não se limitam a oferecer uma maneira informatizada de “datilografar” textos.

Também podem realizar verificação ortográfica, pré-visualização da impressão, inserção e

formatação de figuras e tabelas, geração de etiquetas e cartas para mala direta e a utilização de

modelos de documentos, o que os tornam bastante úteis. Uma vez armazenado o texto em um

arquivo, que ficará gravado em um disco, ele pode ser alterado livremente e impresso quantas vezes

for necessário.

Dentre os vários editores disponíveis no mercado, destacamos os seguintes: Word (Microsoft) e

WordPerfect (Corel).

6.3.2. Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo

Esses aplicativos trabalham como se fossem “tabelas automáticas” dispostas em folhas (“sheets”),

onde diversos dados podem ser armazenados e cálculos efetuados sobre eles, tais como

orçamentos, previsões, folhas de pagamento e controle de notas dos alunos. No micro, as folhas

transformam-se em uma imagem no vídeo, que pode ser bem maior do que as folhas de papel

comumente utilizadas para esse fim. Possuem ainda funções de banco de dados, inserção de figuras

e a possibilidade de geração de diversos tipos de gráficos.

Dentre as mais comuns, destacamos o MS-Excel, o Lotus 1-2-3 e o Quatro Pro.

6.3.3. Programas Gráficos

Permitem a criação de figuras e desenhos, sendo que alguns possuem recursos extras para

animação. Podem ser conjugados com programas que adicionam sons juntos às imagens. Existem

desde os mais simples em termos de recursos e de facilidade de utilização até os altamente

complexos, capazes de produzir desenhos detalhados de peças mecânicas e plantas de edifícios.

Dentre os mais simples, temos o Paint (antigamente Paintbrush) e o Photo Editor, fornecidos junto

com o Windows. Dentre os mais sofisticados destacam-se o Corel Draw , o Adobe PhotoShop e o

3D Studio, para uso artístico, e os programas CAD (como o AutoCad), utilizado para projetos

mecânicos, arquitetônicos, etc.

6.3.4. Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados

Trata-se de uma coleção de programas que prestam-se ao controle de grandes volumes de

informações. Permitem efetuar cálculos com os dados por eles gerenciados, criação de gráficos e de

relatórios. Para uso em microcomputadores, podemos citar o Paradox, o MS-Access e o Personal

Oracle.

6.4. Compiladores e Interpretadores

São programas utilizados para construir outros programas, e se caracterizam pelo tipo de

linguagem utilizada para realizar essa tarefa. Os softwares citados anteriormente foram criados a

partir do uso de compiladores ou de interpretadores, que são programas que analisam e traduzem

para a linguagem do computador (linguagem de máquina) um conjunto específico de comandos ou

instruções escritos em uma linguagem de programação, permitindo o controle do funcionamento da

máquina. Exemplos dessas linguagens: Fortran, Assembly, Basic, Delphi, Visual Basic, C, C++, Java,

HTML.

6.5. Vírus Eletrônico de Computador

6.5.1. O Que é?

Um vírus eletrônico é um programa ou fragmento de programa que se instala em uma máquina

sem que o usuário perceba, e nela começa a se reproduzir (gerar cópias de si mesmo). A forma de

“contágio” mais comum era, até pouctempo, a execução de programas piratas7, de origem

7 Cópia não autorizada de um programa de computador.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 12

desconhecida, no microcomputador (especialmente os “joguinhos”). Entretanto, atualmente existem

os vírus transmitidos através das mensagens de e-mail. Embora existam alguns tipos de vírus que

não destroem o conteúdo dos arquivos do sistema que infectam, esse é o objetivo primordial da

maioria deles. Em geral, os vírus atuam apagando o conteúdo dos discos, formatando-os, misturando

arquivos e trocando o valor dos símbolos (por exemplo, trocando os “a” por “s”).

É muito importante que todo o computador tenha algum tipo de proteção contra as infecções por

virus. É o que será discutido no próximo item.

6.5.2. Prevenção

Existem vários utilitários para procurar e retirar virus de seu sistema, como o ViruScan (McaFee),

o MSAV (Microsof) e o NAV (Norton), mas nada melhor que a prevenção. Para isso, recomenda-se o

seguinte:

: evite utilizar programas piratas;

: sempre que for utilizar um programa novo, pesquise antes a existência de vírus; se encontrar

algum, remova-o;

: proteja seus disquetes contra gravações indevidas (no disquete de 3½”, use a trava contra

gravação);

: faça sempre cópias de segurança (backup) de seus arquivos, pois assim você terá como

recuperá-los em caso de ataque de vírus ou de danos no disco;

: controle seu sistema quanto ao seu uso por pessoas estranhas ou não autorizadas;

: sempre verifique seu equipamento logo após terem sido efetuadas nele apresentações de novos

programas/sistemas, ou após a intervenção do pessoal da assistência técnica;

: se for possível, deixe instalado um programa anti-vírus funcionando em “background”, ou seja,

enquanto você utiliza o computador – ele irá intervir toda vez que algum vírus se manisfestar ou for

encontrado.

Se você ainda não possuiu um anti-virus instalado em seu micro, faça isso o mais breve

possível. Existem programas desse tipo disponíveis gratuitamente na Internet: basta realizar uma

pesquisa. Para facilitar, eis dois endereços com anti-virus disponíveis para download:

: http://www.lbrasil.com/download_anti_virus.htm (em português);

: http://www.freebielist.com/antivirus.htm (em inglês).

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 13

7. OPERAÇÃO BÁSICA DO MICROCOMPUTADOR

7.1. Armazenando Dados em um Computador

7.1.1. Arquivos e Pastas

Quando realizamos algum trabalho em papel, como

escrever um documento, fazer um desenho, um

gráfico ou um projeto, ao terminá-lo tomamos o

cuidado de guardá-lo em algum lugar, como uma

pasta, e posteriormente também guardarmos essa

pasta em algum lugar, como uma gaveta de um

armário. Além de proteger o trabalho feito, isso

permite que possamos recuperá-lo rapidamente

quando precisarmos utilizá-lo novamente.

Disco Rígido / “Winchester” Quando produzimos um trabalho em um computador, a mesma

situação ocorre: precisamos guardar nosso trabalho para

podermos utilizá-lo posteriormente. O arquivo eletrônico (ou

simplesmente arquivo) é a estrutura lógica utilizada para guardar

os nossos dados no computador, da mesma forma que o papel

guarda os trabalhos feitos à mão (com canetas ou lápis),

datilografados em máquinas de escrever, etc. O ato de guardar

um arquivo no computador é denominado salvamento – salvar um

arquivo. Salvar trabalhos em computador tem uma grande

vantagem em relação ao papel: uma vez salvo um trabalho, ele

poderá ser impresso ou alterado quantas vezes for necessário, e

de forma extremamente fácil, o que não ocorre com os trabalhos

feitos em meios não eletrônicos. Os arquivos são salvos em

dispositivos denominados discos (que são um meios de

armazenamento magnéticos) e, por uma questão de organização,

os arquivos são “colocados” em compartimentos denominados

pastas ou diretórios.

Uma pasta ou diretório (nome utilizado em versões anteriores ao Windows 95, como o

Windows 3.xx ou MS-DOS) é um local onde podem ser armazenados arquivos de programas, de

documentos, etc. Imagine o disco rígido do computador como uma grande gaveta cheia de pastas. A

melhor forma de arrumar a gaveta é etiquetar cada pasta e colocar dentro de cada uma os

documentos referentes a ela. Da mesma forma funcionará seu HD (“Hard Disk” – disco rígido, em

inglês), porém com uma característica adicional: as pastas em um disco podem conter outras pastas,

nesse caso chamadas de subpastas (ou subdiretórios).

7.1.2. Nomes de Arquivos e Pastas

Relatório . doc

é é

nome do arquivo ou pasta extensão

Todos os Arquivos e Pastas possuem um nome e uma

extensão, separados por um ponto. O nome é obrigatório e pode

possuir até 256 caracteres (no Windows 95); a extensão é

opcional e pode conter até 3 caracteres.

7.1.3. Extensões de Arquivos

Extensão Significado

.BAK arquivo de cópia de reserva (backup)

.BMP arquivo de figura (imagem bitmap)

.DOC arquivo de documento Word

.EXE arquivo executável – programa

.HLP arquivo de ajuda (HELP)

.TXT arquivo texto

.XLS arquivo gerado pela planilha Excel

A maioria dos programas coloca a extensão

automaticamente ao salvar seus arquivos. Os

nomes dos arquivos normalmente são

convencionados pelo próprio usuário, mas embora

as extensões também possam ser, é melhor deixar

que o aplicativo que gera o arquivo a coloque

automaticamente no nome que você fornecer, pois

geralmente elas identificam o tipo de programa

que manipula o arquivo em questão, como

mostram o exemplos na tabela ao lado.

.ZIP arquivo compactado gerado pelo Winzip

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 14

Além disso, se você mudar a extensão de um arquivo o programa que o gerou provavelmente não

mais o reconhecerá, e não será mais possível trabalhar com ele. Para que isso não acontecer, basta

nunca colocar ponto (.) no nome que definir para o arquivo, deixando o próprio programa colocar a

extensão.

7.2. Windows

Como já foi visto, o Windows é um sistema operacional, sendo um dos primeiros programas a

serem executados pelo computador. Sua função é deixar o computador pronto para operação.

Através de um ambiente multitarefa, o Windows gerencia todo o processamento do computador,

permitindo ao usuário executar vários programas simultaneamente.

7.2.1. Tela Inicial – Área de Trabalho

Após a inicialização do

computador (procedimento de entrada

em funcionamento), aparece uma tela

semelhante à mostrada ao lado: é o que

se denomina Área de Trabalho

(“DeskTop”).

Os Ícones presentes na Área de

Trabalho dependem dos recursos

disponíveis e da configuração

estabelecida pelo usuário, variando,

portanto, de equipamento para

equipamento. Porém, alguns ícones

estão sempre presentes, como os

seguintes:

: Meu Computador (1) – permite o

acesso aos discos existentes no

equipamento, às impressoras e a

aplicativos de configuração do

computador.

: Lixeira (2) – local de armazenamento temporário para os arquivos excluídos. Caso tenha se

arrependido de excluir (apagar) algum arquivo, é possível recuperá-lo. Isso é detalhado mais

adiante.

7.2.2. Barra de Tarefas

A Barra de Tarefas fica na parte inferior da tela . Ao se executar um programa (uma “tarefa”), o

Windows cria um botão para o programa com a sua descrição (nome) nessa barra. Quando existirem

vários programas “abertos” (isto é, sendo utilizados), você poderá ir de um para outro clicando o

botão correspondente na barra de tarefas. O Programa sendo utilizado tem seu botão realçado,

como é o caso do botão do Word no exemplo mostrado abaixo (Windows 98).

7.2.3. Botão Iniciar

É através desse botão que você pode “iniciar” uma série de tarefas em seu computador. Ao clicar

sobre ele (uma vez com o botão esquerdo do mouse), aparece normalmente um menu contendo as

seguintes opções:

: Programas: exibe uma lista de programas existentes no equipamento e que podem ser

utilizados/executados.

: Documentos: exibe uma lista de documentos (arquivos) que foram abertos recentemente por

diversos tipos de aplicativos.

: Configurações: permite o acesso a aplicativos de configuração do sistema.

: Localizar: permite encontrar um arquivo ou uma pasta em algum disco ou drive.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 15

: Ajuda: inicia a função de ajuda, para tirar dúvidas.

: Executar: executa programas selecionados.

: Desligar: executa os procedimentos para finalização ou reinício do uso do computador.

Note que ao lado de algumas das opções de

menu citados acima existe uma seta. Exemplo:

Programas 4. Isso indica que ao clicar em

Programas, aparecerá um novo menu com todos os

programas (ou quase todos) disponíveis no

computador.

Alguns Termos Comuns

Apontar: colocar o ponteiro do mouse em cima do

objeto a ser selecionado;

Clicar: após apontar, clicar com o botão esquerdo

(ou direito) do mouse;

Arrastar: após apontar, clicar com o botão

esquerdo e deixá-lo apertado, mover o objeto para

qualquer lugar.

7.2.4. Executando um Programa

Existem duas formas de executar um

programa:

: clicar duas vezes (rapidamente) com o

botão esquerdo do mouse sobre o

ícone do programa na área de

trabalho, se ele existir;

: clicar no botão Iniciar (uma vez com o

botão esquerdo do mouse), selecionar

a opção Programas, e procurar pelo

programa desejado no menu.

Como exemplo, o caminho para se

chegar ao programa Paint (um editor

gráfico simples) é o seguinte:

Iniciar/Programas/Acessórios/Paint.

7.2.5. Janelas dos Programas

Nas janelas dos diversos programas utilizados no Windows, alguns elementos são comuns, como

os descritos a seguir.

: Barra de Título. É a barra localizada na parte superior da janela, contendo o nome do aplicativo,

e do arquivo por ele sendo manipulado. Posicionando-se o cursor do mouse sobre ela, é possível

arrastar toda a janela para outra posição.

: Moldura. Possibilita que você mude o tamanho de uma janela posicionando o cursor do mouse

nas suas bordas. Quando isso acontece, a forma do cursor se altera (para 1 ou 2) indicando que

é possível mover a borda.

: Barra de rolagem Vertical/Horizontal. Situada normalmente à direita/embaixo da janela, ela

possibilita visualizar um documento maior que a janela. Para isso, basta posicionar o cursor do

mouse sobre a barra e arrastá-la.

: Barra de Menus. Presente em todos os programas, contém as principais opções disponíveis no

aplicativo em questão. Para ter acesso a essas opções, pode ser utilizado o mouse ou o teclado.

Caso queira utilizar o teclado, pressione a tecla [Alt] e a letra sublinhada da opção desejada.

Para fechar um Programa, clique no ícone xXx. Note que o seu botão na barra de tarefas

desaparecerá.

Atividade. Experimente mover, restaurar, minimizar e maximizar uma janela. Note que quando

você minimiza uma janela, seu botão na Barra de Tarefas assume um aspecto diferente. Para

restaurar a janela, basta clicar uma vez sobre esse botão. Feche um Programa clicando no botão

fechar. Note que o seu botão na barra de tarefas desaparecerá

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 16

7.3. Windows Explorer

O Windows Explorer é um programa para Windows 95/98/NT que nos

permite visualizar, mover, copiar, renomear, excluir, localizar ou criar

arquivos ou pastas. Para executar o Windows Explorer, basta clicar com o

botão direito sobre a opção Iniciar na barra de tarefas, e em seguida

selecionar a opção Explorar.

Note que essa janela apresenta à esquerda a estrutura hierárquica das pastas, ou árvore de

diretório. À direita, mostra o conteúdo do item selecionado (“clicado”) na árvore à esquerda. Nessa

mesma figura o item selecionado é a pasta C:\Arquivos de Programas\Microsoft FrontPage, que está

em azul. À direita pode-se ver todo o conteúdo dessa pasta, que inclui tanto arquivos como outras

pastas.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 17

7.3.1. Drives

Na figura ao lado é possível observar na árvore de diretório

algumas letras seguidas de dois pontos (:). Essa é a forma de se

identificar drives (acionadores, ou dispositivos acionadores) de

disco, ou unidades de disco. Geralmente, cada letra está associada

a um único acionador de disco: A: indica o drive de disquete de 3½”

na figura ao lado.

Entretanto, não necessariamente isso é verdade sempre. No

caso de discos rígidos (“winchester”) é possível associar dois ou

mais “ drives lógicos” a um único drive físico (o disco): C: e D:

podem referenciar-se a um mesmo acionador de disco rígido, com

as informações ou dados particionados no disco.

C:

D:

E:

Disco

Disco com vários “drives

lógicos” para um mesmo

“drive físico”.

Associando-se um mesmo drive lógico a

mais de um disco (ou drive físico) pode

significar uma melhor performance no

processo de acesso aos dados no disco, pois

duas cabeças de leitura e gravação estarão

disponíveis nessa situação.

“Drive lógico” associado a

dois discos (“drives

físicos”) diferentes.

C:

Disco 1

Disco 2

7.3.2. Principais Operações

Na tabela abaixo estão resumidas as principais operações que podem ser realizadas através do

Windows Explorer. Os procedimentos mostrados são aplicáveis às várias versões do Windows.

Operação Procedimento Observações

Copiar Pasta ou

Arquivo entre Pastas

Selecionar a pasta ou arquivo desejado,

clicar em editar/copiar. Ir até o local de

destino e clicar em editar/colar.

O arquivo ou pasta será copiado do local

de origem para o de destino.

Copiar um Disquete Colocar o disquete no drive A:, clicar com

o botão direito do mouse sobre o ícone

correspondente (Disquete de 3½” (A:)) e

selecionar a opção Copiar disco… . Seguir

as instruções.

– – –

Criar Pasta Selecionar o local (pasta) em que a pasta

será criada. Selecionar a opção

Arquivo/Novo/Pasta

Digite o nome da pasta desejada e tecle

enter.

Excluir Pasta ou

Arquivo

Selecionar o arquivo ou pasta desejada e

pressionar a tecla [Del] ou [Delete].

– – –

Formatar um

Disquete

Colocar o disquete na unidade A: e clicar

com o botão direito sobre Disquete de

3½” (A:). No menu que aparecer, selecionar

Formatar. Em seguida, Selecionar a opção

Completa (recomendável) e clicar no botão

Iniciar.

Se o programa avisar que não é possível

formatar a unidade por ela estar em uso

(Windows NT), selecione outra qualquer

(c:, por exemplo) com o botão esquerdo, e

só depois clique apenas o botão direito

com o mouse sobre Disquete de 3½” (A:).

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 18

Operação Procedimento Observações

Localizar Pasta ou

Arquivo

Clicar em Ferramentas/Localizar/Arquivos

ou Pastas. Abrir-se-á uma janela. Digite o

nome do arquivo que você deseja

encontrar e clique em localizar agora.

É importante selecionar o drive correto:

escolha C:, por exemplo, para que a

procura aconteça em todo o disco rígido.

Mover Pasta ou

Arquivo

Clicar com o mouse sobre o arquivo ou

pasta e, mantendo-o pressionado,

arrastar para o local (pasta) desejado.

– – –

Renomear Pasta ou

Arquivo

Clicar uma vez sobre o arquivo. Esperar 2

segundos e clicar novamente. O nome da

pasta ou arquivo ficará disponível para

edição (uma barra azul aparece sobre o

nome). Digite o nome desejado e tecle

[enter].

– – –

Visualizar Pasta Na árvore à esquerda, clicar uma vez em

cima da pasta. Ela será selecionada.

À direita é mostrado o conteúdo da pasta,

que inclui tanto pastas como arquivos.

7.4. A Lixeira

Todos os arquivos excluídos são movidos para a Lixeira, que é um diretório ou pasta

auxiliar. Caso você venha a se arrepender de uma exclusão, ou a realize por acidente, é

possível reaver arquivo ou pasta excluída. Para tal, “abra” a Lixeira (duplo clique sobre o

ícone lixeira na área de trabalho – ícone ao lado), selecione os arquivos a serem

recuperados e, em seguida, selecione a opção Arquivo/Restaurar. Esse procedimento

colocará novamente os arquivos ou pastas em seu local de origem.

Quando tivermos certeza que os arquivos movidos para a Lixeira não são realmente necessários,

podemos limpá-la. Para tal, basta abrir a lixeira e selecionar a opção Arquivo/Limpar Lixeira.

7.5. Como conseguir Ajuda

Para conseguir ajuda, ou seja, tirar alguma dúvida a respeito do uso de

algum recurso do programa sendo utilizado, basta selecionar a opção ajuda na

parte superior da janela. Isso vale para qualquer programa.

7.6. Desligando o Computador

Antes de desligar o computador, certifique-se de que todos os aplicativos

estejam fechados. Isso feito, clique no botão Iniciar selecione a opção Desligar.

Uma janela aparecerá solicitando a confirmação do desligamento. Após

confirmar, aguarde alguns segundos até que seja apresentada uma mensagem

informando que o seu computador já pode ser desligado com segurança. Só

então desligue o botão de força na CPU.

Anúncios