Arquivo da categoria ‘INFORMÁTICA’

historia

Publicado: 7 de novembro de 2009 por tshingo em A Linguaguem C

C programacao

C é uma linguagem de programação compilada de propósito geral, estruturada, imperativa, procedural, de alto nível, e padronizada, criada em 1972, por Dennis Ritchie, no AT&T Bell Labs, para desenvolver o sistema operacional UNIX (que foi originalmente escrito em Assembly).A linguagem C é classificada de alto nível pela própria definição desse tipo de linguagem. A programação em linguagens de alto nível tem como característica não ser necessário conhecer o processador, ao contrário das linguagens de baixo nível. As linguagens de baixo nível estão fortemente ligadas ao processador. A linguagem C permite acesso de baixo nível com a utilização de código Assembly no meio do código fonte. Assim, o baixo nível é realizado por Assembly e não C. Desde então, espalhou-se por muitos outros sistemas, e tornou-se uma das linguagens de programação mais usadas, e influenciou muitas outras linguagens, especialmente C++, que foi originalmente desenvolvida como uma extensão para C.

exemplo de prog

#include <stdio.h> /* Pacotes com funções de entrada e saída */
#include <math.h> /* Este pacote é desnecessário, mas mostra que podem ser adicionados outros pacotes */

int main(void)
{
   printf("Olá, Mundo!\n");
   return 0; /* Retorna 0, pois main retorna um int */
} /* Nova linha após fechar a chave principal */
Anúncios

Baixa velocidade

Publicado: 28 de outubro de 2009 por kelldexholland em Baixa Velocidade
Tags:,

bxvelo

Antes de se dizer os prováveis problemas e soluções de Baixa Velocidade,umas palavrinhas extras:

Nem sempre Lentidão é característica de Baixa Velocidade,antes de sair chingando o pc e tudo mais que estiver a volta faça alguns testes…A lentidão pode se caracterizar de duas formas:

  • Quando de processamento do pc
  • Quando de problemas no serviço Banda Larga

Embora não seja nenhuma novidade essas duas informações…mas é bom realçá-las para que nenhuma duvida reste.Então agora vamos ao diagnóstico:

Para quando for problema de processamento do micro:

  • Verifique se ao abrir outros programas além do navegador você repara a lentidão
  • Vá em [isso no IE = internet explorer],ferramentas/opções da internet/clique em EXCLUIR e aguarde o resto…ele excluirá informações do navegador que ele armazena para que facilite sua navegação mais tarde,só que este recurso é uma faca de dois gumes,pois pode até inicialmente facilitar a entrada em sites favoritos mais rapidamente,mas de acordo com a quantidade de sites que você fica entrando o navegador fica mais lento e isso não ajuda em nada o desempenho seu na internet.O botão excluir só deletará aquilo que você quiser,mais sugiro que você exclua os cookies,histórico de navegação,arquivos temporários.Daí já se pode ter uma boa melhora de navegação.
  • Verifique se para a capacidade do seu pc,e a memória,se você não está sobrecarregando demais o pc com arquivos que podem ser armazenados em cds ou dvds,pois para pcs com desempenho inferior isso pode dificultar o uso do computador mais tarde
  • Vá em iniciar/executar e digite PREFETCH em seguida abrirá uma nova pasta,apague tudo o que estiver nela,esta pasta de sistema lhe permite abrir coisas mais rapidas,seja ela o que for,só que assim como no caso do IE que armazena informações de cache de navegação,o prefetch armazena o cache do windows,e com o tempo isso só te dará dor de cabeça.
  • Vá em iniciar/executar e digite cmd/ao entrar no prompt de comando digite ipconfig [dê um espaço e prossiga com] /flushdns [sem espaço depois da barra] isso apagará o cache do sistema que fica armazenado para futuras navegações,mas isto também atrasa sua vida,e o ping tambem.
  • Outra verificação é: faça um download.Digamos que você possui a velocidade contratada de 2MB ou seja,1600 kbps + ou – .Como cheguei a essa conclusão???Nenhuma dica???Pois bem!Em informática temos as unidades de medida 1 bite,1 byte,1 kbyte,1megabyte,etc.O que quero dizer é que: Você tem 200MB da empresa de banda larga que contratou,para saber a real velocidade,faça assim…

Quando você quiser saber sua real velocidade:

Faça um download e verifique…

afasffffffffffffff

Eu sei que é uma taxa de transfer horrivel,mas 3G é isso!

Taxa de transferência,o número que está sendo apresentado acima é uma taxa de download em kbytes por segundo,para saber daí a sua real velocidade,e o que é verdade no que você contratou faça assim:

Pegue o valor em kbytes que você está vendo no seu download,exemplo o meu [¬¬’],e multiplique este valor por 8…Porque 8?Porque via informatíca isso é o binário,e o número binário é composto de 8 fileiras de de numeração “1” e “0”,isso representa tudo no seu pc,mas depois eu monto um tópico só explicando sobre binários e ASCII…

Agora o que você precisa saber é qual sua velocidade,então faça a conta:

0.834*8 = 6.672 kbps ou seja,coloque o zero e o ponto antes do numero de minha taxa de tranferencia acima,pois minha transferencia não chegou nem a 1MB.Pois bem…no caso de uma pessoa que tem uma velocidade mais decente que a minha…você fez um download e e chegou a 200 kb/s [parabéns!]Agora, faça o mesmo que eu fiz acima com minha transferencia mas no seu caso você está com a taxa em MB e não bytes como eu,então não precisa colocar zero nem ponto na frente do numero…somente multiplique 200*8 = 1600 kbp/s,está é a trasnferencia de donwload minunciosamente.

Para se saber o contrário…digamos que você vai em um site tipo rjnet.com.br e depois velocimetro como lhe indicaram no suporte speedy,lá você já verá a taxa correta como tem que ser,em kb/s e em kbp/s…mas você está curioso,então pegue a taxa em kbp/s e agora somente divida por 8,ele lhe informará a taxa em kb/s ou seja,a taxa de download normal.Para ser mais explicita,você está é curioso para saber qual deveria ser sua taxa em kbp/s para não ser enganado.Então faça assim:

Sua taxa [em caso de velocidade contratada 2MB],em kbp/s tem que ser 2000 kbp/s para ser efetivo,então você na verdade quer saber qual deveria ser o valor real de seu download,então:

Será:

2000/8 = 250 kb/s,tadá! Está tem que ser a velocidade correta de download.Sendo assim está tudo certo okay.

***

Com essa história toda me empolguei e esqueci de ir adiante,mas okay,tudo se encaixa mesmo.!Então,se você estiver com o pc lento,mas atravez deste teste que lhe mostrei o download estiver condinzente com o que você contratou…então é problema de memória,ou muitos arquivos desnecessários no pc.Agora você já sabe o que fazer…né!

Se seu pc está realmente rápido e tudo o mais…mas a taxa de transferencia não está adequada…então…ligue no suporte,eles podem estar em “manutenção”,e outros problemas podem estar ocorrendo,bem como inviabilidade da velocidade contratada pra sua região…

E se este for o problema,tem como a empresa chegar disponibilidade antes de te vender o produto.Okay.Espero ter ajudado.!!!Abraços

Queda de sincronismo

Publicado: 28 de outubro de 2009 por kelldexholland em Queda de Sincronismo
Tags:,

As quedas de sincronismo são provenientes de:

  • Cabos danificados,ou mal contato
  • modem com problemas
  • Linha com ruido
  • mudança de tempo [a chuva interfere muito no sinal ADSL]
  • Verifique se a empresa do Banda Larga não está passando por nenhuma “manutenção”
  • Em ultimo caso,pode ser inviabilidade tecnica,aí só brigando com a empresa para lhe ser ressarcido todo o prejuízo que você teve.

Queda de conexão

Publicado: 28 de outubro de 2009 por kelldexholland em Queda de Conexão
Tags:, , ,
A pagina mais conhecida dos sofredores de Banda Larga e queda de conexão

A página mais conhecida do internauta frustrado

As quedas de conexão podem ocorrer por alguns sintomas de queda de sinal também.Mas explicarei depois…

Para se diagnosticar uma queda de conexão de fato cheque:

  • Se o sinal do Banda Larga não está falhando…[Como isso???] Verifique os leds do ADSL no modem e veja se ele está piscando,e em outros momentos firma,isso já indica a instabilidade do sinal e tem que se ligar para o suporte a fim de solucionar este problema
  • Cheque se os cabos estão bem conectados,principalmente o RJ45 [azul,amarelo,enfim o mais espesso]
  • Veja se não está sendo comum erros da placa de rede como CONECTIVIDADE NULA OU LIMITADA
  • Se houver instabilidade de sinal no seu Banda Larga pode ser problema também de cabeamento telefônico e daí deverá ser checado a extensão interna para sanar as quedas de conexão,de sinal,os ruídos de linha telefônica em geral.
  • Outros problemas que podem ocasionar a queda de conexão também são atribuídas ao discador…se quiser tentar também,recrie-o.Há um tópico sobre como criar uma dial aqui no blog.
  • Em casos mais graves de queda intermitente,é culpa da empresa de Banda Larga,então se este for o caminho,se for esta a conclusão que você chegou…aí só brigando com a empresa mesmo,pois pode ser problema de inviabilidade na sua região.

Sem Sincronismo

Publicado: 21 de outubro de 2009 por kelldexholland em Sem Sincronismo
Tags:, , ,
ADSL uma praga?

ADSL uma praga?

SEM SINCRONISMO

Seu modem está com o ADSL,DSL,Link ACT,Link,Line Sinc,etc piscando ou apagado…?

Meus pêsames você está sem sincronismo.TT

A falta de sincronismo pode ocorrer por alguns fatores:

  • Problemas com o funcionamento do modem
  • Cabos mal conectados ou com mal contato
  • Linha telefônica com ruído
  • Microfiltros com defeito
  • Problemas de cabemento telefônico interno e/ou externo
  • Indisponibilidade de sinal na região por manutenção
  • Indisponibilidade de sinal por inviabilidade técnica
  • Falta de pagamento

Agora vamos deglossar os casos:

  • Problemas com o funcionamento do modem
  1. Verifique os cabos do modem
  2. Dê um reset no modem em caso de IP dinâmico
  3. Verifique filtro de linha.Como? Cheque se seu telefone está com ruídos.Se for o caso,retire o filtro de linha,teste o telefone novamente,se o ruído persistir,é o caso de você mudar o telefone de extensão se houver,senão,teste outro telefone.

 

  • Problemas de cabemento telefônico interno e/ou externo
  • Linha telefônica com ruído
  1. Se ainda não for o caso aí terá que contatar a empresa prestadora de telefonia para realizar testes na linha para checar indução/ruído,ou linha aberta,ou linha com danificações na extensão terra L/A.Isso tudo pode parecer estranho para você mas a indução ruído é essas interferências de linha que você pode estar ouvindo por motivo de chuva,ou linha danificada,ou microfiltro,ou até telefone.Linha aberta é em caso de linha muda,quando a linha está em curto também pode ocorrer de a linha ficar “falhando”,ora normal,ora muda.E neste caso precisa ser verificado urgentemente,pois o caso de linha em curto é só um sinal de que a linha ficará muda.Aberto L/A é o aberto lado assinante,é quando a linha telefônica internamente [casa do cliente] está danificada,e aí se você não tiver plano de manutenção básica,terá que chamar um técnico particular para checar a linha interna.Terra L/A é quando a linha não tem aterramento.O que gera a linha muda também,e aí só com técnico particular,há casos em que a empresa verificará problemas tanto com o lado assinante quanto lado da empresa mesmo.Daí a empresa de telefonia acionará um técnico para as devidas verificações.

 

  • Cabos mal conectados ou com mal contato

Bem você irá perceber que a ordem não está correta,mas  não ligue,pois o que ocorre é que tem casos que são vinculados,e um assunto puxa diretamente outro,como o ruído de linha,filtro e modem.Mas agora falamos de cabos mal conectados:

Se o modem já é antigo,você pode alegar que não está mais na sua funcionalidade,que liga e desliga sozinho,e aí a empresa que lhe forneceu o mesmo terá de lhe substituir.

Outros casos são de mal uso.Modem,caiu,puxaram o fio sem perceber que ele tem uma pequena alavanca que o segura ao modem,limpesa inadequada,etc.Há de tudo.Verifique o manual do modem,lá explica a forma mais coerente de se cuidar deste modem.

 

  • Microfiltros com defeito

Sobre este caso,o microfiltro é necessário para proteção geral da linha,tendo ou não modem Banda Larga.

Se sua linha apresentou qualquer falha,ruído,linha ficou muda….peça outro filtro telefônico,ou compreum nas lojas de informatica e eletrônica de sua região.

Para saber se o problema é com o filtro mesmo,tire-o do ponto principal da linha telefônica e faça o teste.Se a linha voltar ao normal,é o filtro,então somente troque-o.

Outra coisa é quando também o filtro é colocado no lugar errado.Cheque bem se o filtro de linha não está plugado atras do modem,isso não pode acontecer,o filtro tem que estar no ponto principal do telefone.Afinal,os perigos de linha que vem de relampagos e tal vem do ponto principal da linha telefonica,não do modem.

 

  • Indisponibilidade de sinal na região por manutenção
  • Indisponibilidade de sinal por inviabilidade técnica

Nestes casos sao dois motivos para o mesmo sintoma,quando é por manutenção aí só verificar com o suporte técnico,que eles lhe darão a informação sobre sua região.

Estas manutenções podem ocorrer por troca de porta óptica por outro modelo atualizado,mas essas mudanças dão dor de cabeça para o cliente pois para mudar a porta de conexão da central o cliente precisa ser desconectada do óptico no caso,para um mais atual.Ainda não inventaram um jeito melhor.TT’

Outros problemas que podem levar a manutenção é queda do servidor DNS da empresa,o DNS é a muralha para se proteger do inimigo,quando a muralha está com falhas,já era!E aí cai tudo.Como foi naquela vez que a telefônica caiu geral por um mês.Eu tava presente neste dia trabalhando,e como caiu o servidor,nenhuma ligação caiu no nosso posto.Mas também,quando caiu…meu filho,foi o Brasil todo….[impressão]Mas era SP toda.

O problema é que o DNS não é imbatível contra rackers,crackres…e talvez este não seja o último episódio;

  • Falta de pagamento

A empresa que trabalhei tem códigos que separam o tipo de cliente por ativo,inativo por conta,semi desativado por conta.Claro que não falarei as siglas certinhas pois não convém.Mas se você desconfiar que sua linha telefônica ou o sinal do Banda Larga caiu e não volta por uns 3 dias mais ou menos já contate o setor de contas da empresa para lhe esclarecer tudo detalhadamente.

 

Uma informação retificada:

O speedy e a linha telefônica trabalham em conjunto e mesmo que você não ouça a linha telefonia ocupara,mas o speedy por exemplo,usa 90% da linha telefônica desocupada para passar o sinal Banda Larga.

Para ser mais explicado…

A linha telefônica tem com 100% de espaço interno na linha para ser usado para os dados que for,telefonico ou banda larga,como os dados da linha telefônica é muito pequena,ou seja,utiliza pouco espaço,então no final será somente 10%,e ainda sobra 90%,e o que a empresa de telefonia descobriu?!Que dá para transformar esses 90% de espaço interno do cabo não utilizado em outro tipo de dado,o proprio para banda larga,e por isso que se dá algum problema no speedy a linha pode ser afetada ou vice-versa,se a linha está com falha ou muda e o speedy funciona é o caso de linha com curto,o que já expliquei mais acima.Por isso que os serviços de Banda Larga utilizam de algum modo o telefone,pois o trafego de dados de sinal adsl tem que chegar de alguma forma,e o telefone é essa forma,mas porque as vezes tem ruído e o filtro é necessário?!

Porque o sinal de tranferencia do Banda Larga,é muito forte,[90% né],e quando a linha fica em ruido isso na verdade significa que o sinal ADSL ultrapassou a linha que divide os 90% dos 10% de linha.E o filtro ajuda a manter o equilíbrio dos sinais telefonico e ADSL [Assimetrical Digital Subscriver Line ou Linha Assimetrica Digital do Assinante]ASSIMÉTRICO DE QUE NÃO É IGUAL,OU O QUE COMPROVA,OS 10% DE LINHA COMUM,E 90% LINHA ADSL,ASSIMETRICO QUE O ADSL NÃO TEM 100% DE FUNCIONALIDADE E PODE CORROMPER O SERVIÇO DA LINHA SE HOUVER ALGUMA FALHA NO POSTE OU LINHA.EXTERNA/INTERNA.

3G a cura???????????

Publicado: 21 de outubro de 2009 por kelldexholland em 3G
Tags:, , , , ,

 3g

Será o benedito!!!!!!!

Bem em minha áááááárdua pesquisa na internet sobre como deixar o 3G estável,fiz várias navegações e descobri um jeito aqui,encontrei esta mesma resolução em dois blogs que vi,e talvez este que estou criando não seja o terceiro…Mas eu testei,e tudo o que testo e dá certo eu coloco no blog.

Formula para criar uma conexão melhor para o 3g da vivo que não muda nunca…

Windows XP somente

Parte 1

entre no assistente de novas conexões>

avançar>conectar a internet>

configurar minha conexão manualmente>

conectar usando um modem dial up>

Nome do provedor >

coloque Vivo>

telefone coloque *99#>

nome de usuario vivo >

senha vivo> confirmar senha vivo>

deixar ambos quadrados ativados(marcados)>

colocar atalho na area de trabalho>

marcar e sair…

Parte 2

Clique no icone criado e depois na aba propriedades>

na aba geral clique configurar>

velocidade maxima coloque 921600 e de ok>

na aba opções desmarque tudo menos exibir progresso ao iniciar>

numero de tentativas de discagem coloque 5000>

tempo coloque 5 segundos>

tempo ocioso coloque nunca>

marque rediscar se conexão for interrompida>

Na aba segurança >opçôes de segurança clique avançada>

clique configurações>

criptografia de dados deixe criptografia opcional>

abaixo marque permitir estes protocolos e desmarque tudo menos senha não criptografada PAP>

De ok
vai perguntar se deseja manter estas configurações , de ok (sim)>

na aba rede
tipos servidor deixePPP e clique configurações>

desmarque tudo menos Permitir conexões LPC>
De ok>

clique duas vezes no protocolos TCP/ IP>

Deixe ativado OBTER UM ENDEREÇO DE IP AUTOMATICAMENTE>

Abaixo ative USAR OS SEGUINTES ENDEREÇOS DE SERVIDOR DNS.
Preencha com 200.220.227.200 e 200.142.130.10>

DE OK
Ative compartilhamento de arquivos e impressoras>

Na aba avançado ative permitir que outros usuarios>
De ok

Testei este recurso,e até deu certo,olha solução definitiva ainda não encontrei.Mas se encontrar,posto aqui correndo.^^

Conceitos Básicos de Informática

Publicado: 16 de outubro de 2009 por kelldexholland em Conceitos básicos de Informática
Tags:,
Um help Pra você

Um help Pra você

 

Conteúdo

1. O QUE É INFORMÁTICA?………………………………………………………………………………………………………1

2. O COMPUTADOR…………………………………………………………………………………………………………………1

2.1. O Que é ?……………………………………………………………………………………………………………………..1

2.2. Breve Histórico………………………………………………………………………………………………………………1

2.3. Gerações………………………………………………………………………………………………………………………2

3. PEQUENA CRONOLOGIA DA MICROINFORMÁTICA……………………………………………………………………….3

4. MAIS SOBRE COMPUTADORES……………………………………………………………………………………………….3

4.1. Classificação Geral …………………………………………………………………………………………………………3

4.2. Organização………………………………………………………………………………………………………………….4

4.3. Princípio de Funcionamento …………………………………………………………………………………………….4

4.3.1. Entrada de Dados……………………………………………………………………………………………………..4

4.3.2. Processamento de Dados………………………………………………………………………………………….4

4.3.3. Saída de Dados………………………………………………………………………………………………………..5

5. HARDWARE BÁSICO…………………………………………………………………………………………………………….5

5.1. Unidades de Entrada……………………………………………………………………………………………………….5

5.1.1. O Teclado (Keyboard) ……………………………………………………………………………………………….5

5.1.2. O Mouse …………………………………………………………………………………………………………………6

5.1.3. O Scanner……………………………………………………………………………………………………………….6

5.2. Unidade de Processamento …………………………………………………………………………………………….6

5.3. Unidades de Saída………………………………………………………………………………………………………….7

5.3.1. O Vídeo ou Monitor de Vídeo……………………………………………………………………………………..7

5.3.2. As Impressoras ………………………………………………………………………………………………………..7

Impressoras Matriciais…………………………………………………………………………………………………….8

Jato de tinta – Deskjet ……………………………………………………………………………………………………..8

Laser – LaserJet ……………………………………………………………………………………………………………..8

5.4. Memória………………………………………………………………………………………………………………………..8

5.4.1. Como Funciona ………………………………………………………………………………………………………..8

5.4.2. Memória RAM…………………………………………………………………………………………………………..8

5.4.3. Memória ROM…………………………………………………………………………………………………………..9

5.4.4. Discos…………………………………………………………………………………………………………………….9

Disquetes ou Discos Flexíveis………………………………………………………………………………………….9

Disco Rígido ou Winchester …………………………………………………………………………………………….9

CD-ROM……………………………………………………………………………………………………………………….9

DVD – Digital Versatile (Video) Disc ………………………………………………………………………………..10

Capacidades dos Discos ……………………………………………………………………………………………….10

6. SOFTWARE – PROGRAMAS DE COMPUTADOR………………………………………………………………………….10

6.1. Sistemas Operacionais………………………………………………………………………………………………….10

6.2. Programas Utilitários……………………………………………………………………………………………………..10

6.3. Programas Aplicativos …………………………………………………………………………………………………..11

6.3.1. Processadores de Texto ………………………………………………………………………………………….11

6.3.2. Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo…………………………………………………………….11

6.3.3. Programas Gráficos ………………………………………………………………………………………………..11

6.3.4. Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados…………………………………………………………..11

6.4. Compiladores e Interpretadores ……………………………………………………………………………………..11

6.5. Vírus Eletrônico de Computador……………………………………………………………………………………..11

6.5.1. O Que é? ……………………………………………………………………………………………………………….11

6.5.2. Prevenção……………………………………………………………………………………………………………..12

7. OPERAÇÃO BÁSICA DO MICROCOMPUTADOR ………………………………………………………………………….13

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak ii

7.1. Armazenando Dados em um Computador……………………………………………………………………….13

7.1.1. Arquivos e Pastas …………………………………………………………………………………………………..13

7.1.2. Nomes de Arquivos e Pastas……………………………………………………………………………………13

7.1.3. Extensões de Arquivos…………………………………………………………………………………………….13

7.2. Windows……………………………………………………………………………………………………………………..14

7.2.1. Tela Inicial – Área de Trabalho ………………………………………………………………………………….14

7.2.2. Barra de Tarefas……………………………………………………………………………………………………..14

7.2.3. Botão Iniciar…………………………………………………………………………………………………………..14

7.2.4. Executando um Programa ……………………………………………………………………………………….15

7.2.5. Janelas dos Programas …………………………………………………………………………………………..15

7.3. Windows Explorer …………………………………………………………………………………………………………16

7.3.1. Drives……………………………………………………………………………………………………………………17

7.3.2. Principais Operações ………………………………………………………………………………………………17

7.4. A Lixeira………………………………………………………………………………………………………………………18

7.5. Como conseguir Ajuda…………………………………………………………………………………………………..18

7.6. Desligando o Computador ……………………………………………………………………………………………..18

Capa: Máquina analítica de Charles Babbage.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 1

1. O QUE É INFORMÁTICA?

Informática pode ser considerada como significando “informação automática”, ou seja, a utilização

de métodos e técnicas no tratamento automático da informação. Para tal, é preciso uma ferramenta

adequada: o computador eletrônico.

2. O COMPUTADOR

2.1. O Que é ?

O computador é uma máquina que processa dados, orientada por um conjunto de instruções e

destinada a produzir resultados completos, com um mínimo de intervenção humana. Entre vários

benefícios, podemos citar:

: grande velocidade no processamento e disponibilização de informações;

: precisão no fornecimento das informações;

: próprio para execução de tarefas repetitivas;

: propicia a redução de custos em várias atividades.

2.2. Breve Histórico

: O Ábaco, um instrumento para auxiliar nos cálculos, foi inventado por volta do

ano 2000 A.C. Conhecido em chinês como Suan-pan e em japonês como

Soroban, ainda é muito utilizado nos países asiáticos e em alguns centros de

ensino pelo mundo. Antigo ábaco romano

Máquina Pascalina

: Blaise Pascal, matemático francês, inventou a primeira máquina de

somar (máquina Pascalina) em 1642; construída com rodas

dentadas, seu intuito era simplificar o ofício do pai, que era contador.

: Gottfried Wilhelm Von Leibnitz, matemático alemão, aperfeiçoou a

máquina Pascalina em torno de 1670, introduzindo um mecanismo

capaz de multiplicar e dividir.

: Joseph Marie Jacquard, técnico de tecelagem francês, criou o

tear automático controlado por cartões perfurados, em 1801.

: Charles P. Babbage, matemático inglês, projetou a Máquina

das Diferenças em 1822, e a Máquina Analítica, em 1833. É

considerado o precursor do computador eletrônico digital, pois

sua máquina analítica possuia três estágios fundamentais

(como os computadores atuais): (a) entrada (com cartões

perfurados), (b) processamento utilizando memória (de

engrenagens), abrigando o programa em execução e (c) saída. Tear automático de Jacquard

Máquina de diferenças de

Babagge

: Herman Hollerith, engenheiro americano, inventou um conjunto de

máquinas de processamento de dados que operava com cartões

perfurados (baseado no tear de Jacquard) para processar o Censo

Americano de 1890.

: Mark I foi o primeiro computador eletro-mecânico, inventado pelo professor

Howard H. Aiken da Universidade de Harvard, nos E.U.A., em 1944;

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 2

: ENIAC (Electronic Numerical Integrator And

Calculator) foi o primeiro computador eletrônico,

inventado pelos professores John Eckert e John

Mauchly da Universidade da Pennsylvania

(E.U.A.), em 1946. Tinha cerca de 18000

válvulas, ocupava três andares e queimava uma

válvula a cada dois minutos.

: John Von Newman, matemático húngaro,

formula nos Estados Unidos a proposição prática

para computadores universais, que armazenam

programas em memórias, melhorando o método

inicialmente utilizado pelo ENIAC. Esse princípio

é utilizado nos computadores até hoje. ENIAC

: Em 1951 se inicia a produção em série de computadores (IBM/UNIVAC).

Voce sabia?

Ada Byron King, a condessa de Lovelace, filha de Lord Byron, junto com seu

companheiro Charles Babbage, iniciou o ambicioso projeto de construção

da Máquina Analítica.

Ada é uma das poucas mulheres a figurar na história do processamento de

dados. Matemática talentosa, compreendeu o funcionamento da Máquina

Analítica e escreveu os melhores relatos sobre o processo.

Criou programas para a máquina, tornando-se a primeira programadora de

computador do mundo.

2.3. Gerações

: Primeira geração. Computadores constituídos de válvulas

eletrônicas. Exemplos: ENIAC, UNIVAC I, IBM 701.

: Segunda geração. Com início nos fins dos anos 50, engloba

computadores equipados com transistores organizados em circuitos

impressos. Exemplo: IBM 1401. Começaram a surgir também as

linguagens de programação alto nível: Fortran (1957), Cobol

(1960), Basic (1964). Válvulas

Transistores

: Terceira geração. Com início em meados da década de 60,

compreende computadores constituídos de circuitos integrados.

Escalas de integração:

< SSI – Small Scale of Integration

< MSI – Middle Scale of Integration.

Exemplos: IBM /360 e IBM /370.

: Quarta geração. Com início no princípio da década de 70, são os computadores constituídos de

circuitos integrados nas seguintes escalas:

< LSI – Large Scale of Integration

< VLSI – Very Large Scale of Integration.

Exemplos: Os computadores atuais, incluindo os microcomputadores.

ENIAC

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 3

3. PEQUENA CRONOLOGIA DA MICROINFORMÁTICA

: 1975 – Lançamento do primeiro microcomputador: Altair 8080.

: 1976 – Steve Wozniak e Steve Jobs lançam o computador

Apple. No ano seguinte, o Apple II é lançado.

: 1978 – A Intel lança o microprocessador 8086, que dá início a

série de microprocessadores conhecidos como 80×86, que

incluem o Intel 80486 e o Pentium.

FACILIDADE DE UTILIZAÇÃO

1974 hoje

cientistas da

computação

usuário

final

: 1979 – Primeiro programa comercial para microcomputadores: a planilha eletrônica VisiCalc.

: 1980 – Surge o MS-DOS (sistema operacional) da Microsoft (Bill Gates e Paul Allen).

: 1981 – A IBM apresenta o IBM Personal Computer – o PC.

: 1982 – É lançado o Lotus 1-2-3, planilha eletrônica que reinou absoluta por vários anos.

: 1983 – Lançamento do PC-XT (Extended) pela IBM, e do Turbo Pascal pela

Borland (Philippe Kahn).

: 1984 – Lançamento do Macintosh da Apple e do PC-AT (Advanced) da IBM.

: 1985 – É lançado o Windows 1.0. Surgem os primeiros computadores 386.

: 1986 – A IBM apresenta o primeiro laptop (computador portátil).

: 1987 – A Novell passa a dominar o mercado de redes com seu produto NetWare.

: 1988 – IBM e Microsoft lançam o OS/2 1.0 (sistema operacional). Laptop/Notebook

PREÇO/DESEMPENHO

1974

hoje

Custo

Poder

: 1989 – Surgem os primeiros computadores 486.

: 1990 – Lançamento do Windows 3.0, num dos eventos mais

“badalados” da história do Software

: 1992 – Ao adquirir a Fox Software (produtora do sistema gerenciados

de banco de dados Foxbase), a Microsoft torna-se a maior figura de

todo o mercado de software para PCs. É lançado o OS/2 2.0.

: 1993 – Surge o Pentium. É lançado o Windows NT e o OS/2 2.1.

: 1994 – Início do “boom” da Internet. A Internet é uma rede

global/mundial de computadores.

: 1995 – Lançamento do Windows 95, primeiro sistema

operacional genuíno baseado em janelas da Microsoft.

: 1996 – O foco da informática passa para a Internet e a Web1.

PARADIGMA DE USUÁRIO

1974 hoje

usuário

único

usuário

de redes

4. MAIS SOBRE COMPUTADORES

4.1. Classificação Geral

: Computadores analógicos

< Manipulam sinais elétricos do tipo contínuo.

< A programação geralmente acha-se implementada na fiação de seus circuitos.

< São utilizados principalmente para controle de processo e instrumentação.

< Possuem característica apropriada para medição por tratar informações analógicas (contínuas).

: Computadores digitais

< Manipulam sinais elétricos do tipo discreto.

1 World Wide Web (WWW – “teia“ de alcance mundial) – é a parte da Internet que pode conter documentos de hipertexto

(documentos que “chamam” documentos). Além dessa navegação peculiar, os documentos podem ainda misturar texto

com imagens, sons e vídeo.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 4

< A programação é elaborada através do uso de uma linguagem de programação.

< São usados em aplicações científicas e comerciais.

< Possuem a característica de “contar” (por serem discretos – 0 ou 1).

: Computadores híbridos

< Reúnem as características dos dois anteriores.

4.2. Organização

Um sistema baseado em computador é, na verdade, composto por hardware e software.

Hardware é o nome que se dá para a parte física do computador. É tudo que você pode tocar

(mouse, teclado, caixas de som, placas, fios, componentes em geral). Software é o nome que se dá

a toda parte lógica do computador. Ou seja, são os programas que você vê funcionar na tela do

micro e que dão “vida” ao computador. Sem um software adequado à suas necessidades, o

computador, por mais bem equipado e avançado que seja, é completamente inútil.

4.3. Princípio de Funcionamento

O computador não é uma máquina com inteligência2. Na verdade, é uma máquina com uma

grande capacidade para processamento de informações, tanto em volume de dados quanto na

velocidade das operações que realiza sobre esses dados. Basicamente, o computador é organizado

em três grandes funções ou áreas, as quais são: entrada de dados, processamento de dados e saída

de dados.

4.3.1. Entrada de Dados

Para o computador processar nossos dados,

precisamos ter meios para fornecê-los a ele. Para

isso, o computador dispõe de recursos como o

teclado (para digitação, por exemplo, do texto que

define um programa de computador), o mouse

(para selecionar opções e executar algumas

operações em um software qualquer), disquetes e

CDs3 para entrada de dados (gerados

provavelmente em algum outro computador),

mesas digitalizadoras (muito utilizadas por

programas CAD4 e aplicativos gráficos em geral) e

outros.

Perfuradora de Cartões Hollerith. Até não muito tempo

atrás (em torno de 1980), quando a utilização de

mainframes era comum, a forma de se entrar dados no

computador era através de cartões perfurados numa

máquina como essa.

4.3.2. Processamento de Dados

Os dados fornecidos ao computador podem ser armazenados para processamento imediato ou

posterior. Esse armazenamento de dados é feito na memória do computador, que pode ser volátil

(isto é, desaparece quando o computador é desligado), referenciada como memória RAM (Random

Access Memory – memória de acesso aleatório), ou pode ser permanente (enquanto não é “apagada”

por alguém) através do armazenamento dos dados em unidades como as de disco fixo, que são

meios físicos (meio magnético) localizadas no interior do gabinete do computador. Há também os

disquetes, que são discos “removíveis”, e mais recentemente os CDs graváveis.

2 Existe o conceito de inteligência artificial, que pode ser implementada no computador, porém ela está muito aquém da

inteligência natural.

3 Compact Disc.

4 Computer Aided Design, ou Projeto Auxiliado por Computador.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 5

O processamento dos dados

é feito na CPU – Central

Process Unit – unidade de

processamento central (ou

simplesmente processador,

como o Pentium), onde a

informação é tratada, sendo

lida, gravada ou apagada da

memória, sofrendo

transformações de acordo com

os objetivos que se deseja

atingir com o processamento

delas.

4.3.3. Saída de Dados

Os dados resultantes do

processamento das informações

pelo computador podem ser

apresentadas de inúmeras

formas, e por meio de diversos

dispositivos.

Disquetes

CD-Rom

Teclado/Vídeo

Mouse

Mesa digitalizadora

Seção de Controle

Seção de Aritmética

e lógica

U

C

P

(1)

(input)

Entrada

(output)

Saída

Memória Principal

Envio dos dados

para serem

processados

Obtenção dos

resultados

requeridos

Monitor de vídeo

Impressoras

Plotters

Disquetes

Processamento de Dados

Organização e estrutura básica do microcomputador – hardware.

O monitor de vídeo é um dos principais meios para se obter dados de saída do computador: tanto

texto normal ou formatado (como em tabelas ou formulários) e gráficos podem ser apresentados ao

usuário através desse dispositivo. Se quisermos que os resultados sejam apresentados em papel,

podemos fazer uso de impressoras e/ou plotters (para “plotagem” de desenhos); se quisermos levar

esses dados para outros computadores, podemos fazer uso, por exemplo, dos disquetes, ou então

conectar os computadores em rede (resumidamente, ligá-los através de cabos).

5. HARDWARE BÁSICO

5.1. Unidades de Entrada

Para nos comunicarmos com o computador, utilizamos fundamentalmente um teclado

(conjuntamente com o monitor), um mouse5 ou algum outro dispositivo de entrada. Vejamos.

5.1.1. O Teclado (Keyboard)

É o dispositivo de entrada mais utilizado nos computadores. O teclado

possui um conjunto de teclas alfabéticas, numéricas, de pontuação, de

símbolos e de controles. Quando uma tecla é pressionada, o teclado envia

um código eletrônico à CPU, que o interpreta, enviando um sinal para outro

periférico que mostra na tela o caractere correspondente. O teclado de um

computador é muito semelhante ao de uma máquina de escrever, com

algumas teclas especiais, mostradas na tabela a seguir. Teclado

TECLA 6 FUNÇÃO

Enter

, Tecla utilizada para a entrada de dados (encerrar um comando).

Shift

,

Tecla usada para alterar o estado de outras teclas: se estiver em maiúsculo inverte para

minúsculo e vice-versa.

Tab

, Movimenta-se entre as paradas de tabulação automaticamente.

Back

, Provoca o retrocesso do cursor, apagando os caracteres à esquerda.

5 Em inglês, teclado é keyboard. Mouse significa rato: esse dispositivo parece com um.

6 A formas das teclas podem mudar de um equipamento para outro. Porém, as teclas aqui mostradas sempre existirão: é só

descobrir a tecla equivalente se você não encontrar alguma exatamente igual às mostradas nessa tabela.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 6

TECLA 6 FUNÇÃO

Caps

Lock Liga ou desliga a opção de maiúsculas do teclado. Só afeta as letras.

Print

Scr n No Windows, envia as informações do vídeo para a área de transferência.

Num

Lock

Seleciona a opção numérica ou de movimento do cursor no teclado numérico, localizado

ao lado direito do teclado principal.

Ctrl Combinando-a com outras teclas, obtém-se algumas funções e caracteres especiais.

Alt Tecla de controle alternativo. Proporciona uma função alternativa a qualquer outra tecla.

Esc É usado para abandonar uma tela, um programa ou um menu.

Home Move o cursor para a primeira coluna à esquerda da tela, na mesma linha.

End Move o cursor para o final da linha.

Ins

É usada quando se está editando um texto na tela para se fazer a inserção de

caracteres.

Del

Apaga o caractere à direita do cursor e puxa a linha uma coluna para a esquerda. No

Windows serve para apagar itens de grupo, grupos de programa e arquivos.

PgUp Rola o texto uma página acima na tela (mostra a tela anterior).

PgDn Rola o texto uma página abaixo na tela (mostra a próxima tela).

5.1.2. O Mouse

Dispositivo de entrada equipado com dois ou três botões. O mouse é

utilizado para posicionar uma seta nas opções da tela, executando-a em

seguida com um clique de seu botão, facilitando a operação.

5.1.3. O Scanner

Dispositivo de entrada que captura imagens, fotos ou desenhos,

transferindo-os para arquivos gráficos, o que permite sua visualização na tela

do computador, onde podem ser trabalhados (editados) e depois impressos de

volta para o papel, ou armazenados em disco.

5.2. Unidade de Processamento

A Unidade Central de Processamento, a UCP (ou

CPU Central Processing Unit), atua como o cérebro

do sistema, processando e analisando todas as

informações que entram e saem do microcomputador.

A UCP é representada pelo microprocessador,

também chamado de Chip, e ele determina o modelo

do microcomputador em uso (286, 386, 486, Pentium).

Sua velocidade é medida em MegaHertz (Mhz),

conhecida também como clock do microcomputador.

Processadores

Memória

Programas

Discos

Entrada/Saída

Funcionamento básico de um microcomputador

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 7

Chip do microprocessador

Na tabela abaixo temos a relação de alguns

microprocessadores e suas velocidades (ou clocks) de operação.

O microprocessador é o cérebro de todo o microcomputador: nele

ocorrem os cálculos, operações de movimentação e comparação

de dados. Daí a importância de sua velocidade de operação.

Cabe lembrar que a relação entre o clock e a velocidade efetiva

de processamento não é linear: existem outros fatores que

influenciam na velocidade do equipamento.

Nome popular do micro que utiliza o

microprocessador

Micro Processador Velocidades disponíveis (MHz)

PC 8086 4,77/8/10

PC/XT 8088 4,77/8/10

PC/AT 80286 8/10/12,5

386 80386-SX 16/20/33/40

386 80386-DX 12,5/16/20/25/33/40

486 80486-SX 25/33/40

486 80486-SX2 50/66

486 80486-DLC* 40/50

486 80486-DX 33/40

486 80486-DX2 50/66/80

DX$ DX4 75/100/120/133

PENTIUM PENTIUM 75/90/120/150/166/200

PENTIUM II PENTIUM II 200/233

: : :

5.3. Unidades de Saída

Apresentam os resultados finais do processamento, através dos

monitores de vídeo, impressoras, etc.

5.3.1. O Vídeo ou Monitor de Vídeo

Dispositivo de saída que apresenta imagens na tela, incluindo

todos os circuitos necessários de suporte interno. Os monitores de

vídeo devem ser cuidadosamente escolhidos, pois são um dos

maiores causadores de cansaço no trabalho com o

microcomputador. Eles têm sua qualidade medida por Pixels ou

pontos. Quanto maior for a densidade desses pontos (quanto menor

a distância entre eles), mais precisa será a imagem. Monitor de vídeo

Antigamente, o formato mais popular era o CGA (Color Graphics Array), encontrado na maioria

dos primeiros microcomputadores. Trata-se do tradicional monitor verde ou âmbar. Hoje o padrão de

vídeo é o SVGA (Super Video Graphics Array). O formato CGA, apesar de ser suficiente para

aplicações baseadas em caracteres, como eram a maioria dos programas para o DOS, é totalmente

incompatível com produtos baseados em ambientes gráficos, notadamente o ambiente Windows.

Programas de ilustração ou de desenho para engenharia exigem o vídeo SVGA.

5.3.2. As Impressoras

São dispositivos de saída que passam para o papel o resultado do trabalho desenvolvido no

microcomputador, como textos, relatórios, gráficos. Para diferentes tipos de impressão existem

diferentes impressoras.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 8

Impressoras Matriciais

São ainda bastante comuns no mercado, utilizando um sistema de impressão

por impacto de agulhas (normalmente, 9 ou 24) contra uma fita sobre um papel.

São bem rápidas, com qualidade de impressão regular. O preço é baixo e sua

velocidade é medida em CPS (Caracter Por Segundo), indo até cerca de 800

CPS, coloridas ou não. Muito úteis para impressão de formulários em mais de

uma via com papel carbono.

Jato de tinta – Deskjet

Funciona com borrifamento de jatos de tinta, formando

minúsculos pontos sobre o papel. São silenciosas e possuem ótima

qualidade de impressão, chegando a 1200 DPI (Dot Per Inch,

pontos por polegada) ou mais, tornando-se uma boa alternativa

para quem não pode comprar uma laser. São relativamente lentas,

se comparadas à LaserJet, e geralmente são coloridas. Possuem

boa qualidade de impressão, e seu preço é acessível.

Laser – LaserJet

Produz cópias de alta qualidade com absoluto silêncio, sendo

sua velocidade medida em PPM (Páginas Por Minuto). Existem

no mercado impressoras de 4 até 16 PPM. São muito difundidas

apesar do custo elevado, tanto em equipamento como em seu

material de consumo. Podem ser coloridas, mas nesse caso o

preço torna-se proibitivo para aplicações não profissionais.

5.4. Memória

5.4.1. Como Funciona

Da mesma forma que o cérebro humano, o computador

também possui uma memória onde são armazenadas as

informações enquanto ele está ligado. A menor unidade

utilizável para representação de informações em um

computador é o Bit, que assume os valores 0 ou 1.

= A

0 1 0 0 0 0 0 1 ( código ASCII

bit

byte

Memória do

Computador

byte

byte

byte

byte

byte

byte

byte

byte

byte

Essa representação, dita binária, está relacionada com o fato da

informação ser armazenada fisicamente no computador na forma de uma

polaridade elétrica (positivo ou negativo) ou magnética (norte ou sul nos

imãs). Como um único bit é insuficiente para representar informações mais

complexas, eles são agrupados e combinados. Num primeiro agrupamento,

eles são reunidos em conjuntos de oito, recebendo a denominação de Byte

(8 bits). Um byte pode representar 256 caracteres diferentes (28)

Quando nos referimos às informações armazenadas em um

computador utilizamos, portanto, o termo byte, que corresponde a

um caractere. Tendo em vista que a unidade byte é

consideravelmente pequena quando indicamos valores mais

extensos, utilizamos múltiplos do byte: kilobyte, megabyte,

gigabyte, terabyte, etc.

1 KiloByte = 1 Kb = 1024 bytes

1 MegaByte = 1 Mb = 1024 Kb

1 GigaByte = 1 Gb = 1024 Mb

5.4.2. Memória RAM

Para efetuar os cálculos, comparações, rascunhos e outras operações necessárias ao seu

funcionamento, os computadores possuem uma memória de trabalho chamada de RAM (Random

Access Memory, ou memória de acesso aleatório). A informação armazenada nessa memória é

apenas temporária. Se você quiser preservar essa informação, que pode representar horas de

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 9

trabalho, você deve movê-la da memória do computador para um disco de armazenamento (disco

rígido ou winchester, disquete ou CD gravável), operação essa conhecida como salvamento (opção

salvar na maior parte dos programa): as informações são salvas em um arquivo. Quando você

desliga o Computador, a informação que não foi “salva” em um desses discos é perdida.

5.4.3. Memória ROM

Um outro tipo de memória existente nos microcomputadores permite apenas a leitura das

informações nela contidas. É a ROM (de Read Only Memory). Essa memória não perde as

informações ao ser desligado o equipamento, sendo, portanto, utilizada para guardar os códigos

básicos de operação do equipamento, suas rotinas de inicialização e auto-teste. Tais informações

não podem ser alteradas, apenas lidas. Este conjunto de códigos de operação/funcionamento forma

o sistema básico de entrada e saída (BIOS) da máquina. Outro exemplo de memória ROM são as

informações guardadas em CDs normais (não regraváveis).

5.4.4. Discos

Os Discos são usados para armazenar as informações, como as memórias. Podem ser lidos,

gravados e regravados, como uma fita de áudio ou vídeo. São considerados a memória de massa do

equipamento, devido ao alto volume de informações que podem armazenar.

Disquetes ou Discos Flexíveis

Os Disquetes são ditos flexíveis

(em inglês, Floppy Disk.) por que

realmente o são, sendo protegidos por

um invólucro rígido. Devem ser inseridos

nos acionadores (drivers) situados no

painel frontal do Computador

(normalmente são referenciado como

unidade de disco a:).

Furo com lingüeta deslizante:

• Fechado —› grava

• Aberto —› não-grava

Placa metálica deslizante

que protege a abertura

magnética

Local para a etiqueta de

identificação.

Não armazenam tantas informações quanto o “winchester” (disco rígido), mas são removíveis e

transportáveis. Em geral devem ser preparados para utilização, operação essa denominada

formatação. Tem o tamanho de 3½” (três e meia polegadas), e possui uma proteção mais resistente,

ao contrário de seu antecessor de 5¼ ” (cinco e um quarto de polegada), já em desuso.

Disco Rígido ou Winchester

O Winchester é dito disco rígido (em inglês, Hard Disk) por ser a sua

superfície de gravação metálica e dura, ao contrários dos disquetes.

Normalmente referenciado como unidade de disco C:, encontra-se dentro do

gabinete da CPU; portanto, não é visível nem transportável. Permite um acesso

rápido e o armazenamento de uma grande quantidade de informações. É

importante lembrar que esses discos podem ser danificados por excesso de

trepidação no local de instalação.

Dado a grande quantidade de informações que são armazenadas em um disco rígido, e

considerando-se que, devido a desgastes naturais durante o funcionamento, é inevitável que ocorra

uma avaria algum dia, é importantíssimo prevenir-se quanto à perda dessas informações realizandose

periodicamente cópias de segurança de seus arquivos, o que é conhecido tecnicamente como

back-up.

CD-ROM

Os CD-ROMs prestam-se ao armazenamento de grandes volumes de

informação, tais como enciclopédias. A tecnologia utilizada nos acionadores

encontrados nos microcomputadores ainda não permite sua regravação

devido ao alto custo envolvido. Os acionadores ou drives de discos CD-ROM

podem reproduzir normalmente os CDs de áudio (o que significa que

podemos ouvir músicas enquanto trabalhamos em nossos micros).

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 10

DVD – Digital Versatile (Video) Disc

Os DVDs são a última tecnologia em armazenamento de

dados. Sua capacidade pode chegar a aproximadamente

4,7 Gb. Por ser uma tecnologia nova, podemos afirmar que

ainda não existe um consenso dos fabricantes quanto a sua

utilidade, porém ele tem uma característica importante, que

é a regravação. Especula-se que eles substituirão as fitas

de vídeo. É o futuro dos discos óticos digitais, a evolução da

tecnologia Compact Disc.

Assim como o CD (áudio) e o CD-ROM, o sistema DVD é composto de um CD player para ser

ligado a TV, ou um DVD-ROM drive para uso em computadores. Além dos discos terem o mesmo

tamanho e espessura dos atuais CDs, o DVD mais simples terá capacidade para 4,7 Gb (capacidade

equivalente a mais do que 7 CD-ROMs), que é suficiente para conter mais de 2 horas de filme com

alta qualidade de som e de imagem, além de áudio em 3 idiomas distintos e 4 conjuntos diferentes

de legendas.

Capacidades dos Discos

A tabela a seguir apresenta as diferentes capacidades de armazenamento de informações dos

diferentes discos existentes. Note que as capacidades são sempre propostas em termos de bytes,

cada byte correspondendo a um caractere (letra, número ou símbolo). Quanto maior a capacidade do

disco, maior a quantidade de informações que podemos armazenar.

Dispositivo Tamanho Capacidade

Disquete 3½” 1,44 Mbytes

Winchester Vários 6 Gbytes já é comum

CD-ROM 5¼” Cerca de 650 Mbytes

DVD 5¼” Mais ou Menos 4,7 Gbytes

6. SOFTWARE – PROGRAMAS DE COMPUTADOR

Um programa de computador pode ser definido como uma série de instruções ou declarações, em

forma aceitável pelo computador, preparada de modo a obter certos resultados. Também chamado

de software, esse termo é utilizado para indicar a parte funcional de um computador.

Podemos classificar os softwares ou programas em alguns tipos. A seguir é apresentada uma

classificação genérica, que não é exaustiva.

6.1. Sistemas Operacionais

Como o próprio nome sugere, são softwares destinados à operação do computador. Tem como

função principal controlar os diversos dispositivos do computador e servir de comunicação

intermediária entre o computador e os outros programas normalmente utilizados, o que permite que

esses possam ser executados. O Windows95/98/2000/NT/XP e o DOS são exemplos de sistemas

operacionais para microcomputadores. Também podemos citar o OS/2, da IBM, e o UNIX.

Um computador, qualquer que seja o seu porte, não funciona sem um sistema operacional.

6.2. Programas Utilitários

São programas destinados a facilitar e agilizar a execução de certas tarefas. Existem utilitários,

por exemplo, para diagnosticar a situação do computador e seus diversos dispositivos (como o

Norton Utilities), para compactar arquivos (como o WinZip), para realização de cópias de segurança

(“backups”), etc.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 11

6.3. Programas Aplicativos

São os programas destinados a nos oferecer certos tipos de serviços, e podemos incluir nesta

categoria os processadores de texto, as planilhas eletrônicas, os programas gráficos e os sistema

gerenciadores de banco de dados.

6.3.1. Processadores de Texto

Esses aplicativos não se limitam a oferecer uma maneira informatizada de “datilografar” textos.

Também podem realizar verificação ortográfica, pré-visualização da impressão, inserção e

formatação de figuras e tabelas, geração de etiquetas e cartas para mala direta e a utilização de

modelos de documentos, o que os tornam bastante úteis. Uma vez armazenado o texto em um

arquivo, que ficará gravado em um disco, ele pode ser alterado livremente e impresso quantas vezes

for necessário.

Dentre os vários editores disponíveis no mercado, destacamos os seguintes: Word (Microsoft) e

WordPerfect (Corel).

6.3.2. Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo

Esses aplicativos trabalham como se fossem “tabelas automáticas” dispostas em folhas (“sheets”),

onde diversos dados podem ser armazenados e cálculos efetuados sobre eles, tais como

orçamentos, previsões, folhas de pagamento e controle de notas dos alunos. No micro, as folhas

transformam-se em uma imagem no vídeo, que pode ser bem maior do que as folhas de papel

comumente utilizadas para esse fim. Possuem ainda funções de banco de dados, inserção de figuras

e a possibilidade de geração de diversos tipos de gráficos.

Dentre as mais comuns, destacamos o MS-Excel, o Lotus 1-2-3 e o Quatro Pro.

6.3.3. Programas Gráficos

Permitem a criação de figuras e desenhos, sendo que alguns possuem recursos extras para

animação. Podem ser conjugados com programas que adicionam sons juntos às imagens. Existem

desde os mais simples em termos de recursos e de facilidade de utilização até os altamente

complexos, capazes de produzir desenhos detalhados de peças mecânicas e plantas de edifícios.

Dentre os mais simples, temos o Paint (antigamente Paintbrush) e o Photo Editor, fornecidos junto

com o Windows. Dentre os mais sofisticados destacam-se o Corel Draw , o Adobe PhotoShop e o

3D Studio, para uso artístico, e os programas CAD (como o AutoCad), utilizado para projetos

mecânicos, arquitetônicos, etc.

6.3.4. Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados

Trata-se de uma coleção de programas que prestam-se ao controle de grandes volumes de

informações. Permitem efetuar cálculos com os dados por eles gerenciados, criação de gráficos e de

relatórios. Para uso em microcomputadores, podemos citar o Paradox, o MS-Access e o Personal

Oracle.

6.4. Compiladores e Interpretadores

São programas utilizados para construir outros programas, e se caracterizam pelo tipo de

linguagem utilizada para realizar essa tarefa. Os softwares citados anteriormente foram criados a

partir do uso de compiladores ou de interpretadores, que são programas que analisam e traduzem

para a linguagem do computador (linguagem de máquina) um conjunto específico de comandos ou

instruções escritos em uma linguagem de programação, permitindo o controle do funcionamento da

máquina. Exemplos dessas linguagens: Fortran, Assembly, Basic, Delphi, Visual Basic, C, C++, Java,

HTML.

6.5. Vírus Eletrônico de Computador

6.5.1. O Que é?

Um vírus eletrônico é um programa ou fragmento de programa que se instala em uma máquina

sem que o usuário perceba, e nela começa a se reproduzir (gerar cópias de si mesmo). A forma de

“contágio” mais comum era, até pouctempo, a execução de programas piratas7, de origem

7 Cópia não autorizada de um programa de computador.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 12

desconhecida, no microcomputador (especialmente os “joguinhos”). Entretanto, atualmente existem

os vírus transmitidos através das mensagens de e-mail. Embora existam alguns tipos de vírus que

não destroem o conteúdo dos arquivos do sistema que infectam, esse é o objetivo primordial da

maioria deles. Em geral, os vírus atuam apagando o conteúdo dos discos, formatando-os, misturando

arquivos e trocando o valor dos símbolos (por exemplo, trocando os “a” por “s”).

É muito importante que todo o computador tenha algum tipo de proteção contra as infecções por

virus. É o que será discutido no próximo item.

6.5.2. Prevenção

Existem vários utilitários para procurar e retirar virus de seu sistema, como o ViruScan (McaFee),

o MSAV (Microsof) e o NAV (Norton), mas nada melhor que a prevenção. Para isso, recomenda-se o

seguinte:

: evite utilizar programas piratas;

: sempre que for utilizar um programa novo, pesquise antes a existência de vírus; se encontrar

algum, remova-o;

: proteja seus disquetes contra gravações indevidas (no disquete de 3½”, use a trava contra

gravação);

: faça sempre cópias de segurança (backup) de seus arquivos, pois assim você terá como

recuperá-los em caso de ataque de vírus ou de danos no disco;

: controle seu sistema quanto ao seu uso por pessoas estranhas ou não autorizadas;

: sempre verifique seu equipamento logo após terem sido efetuadas nele apresentações de novos

programas/sistemas, ou após a intervenção do pessoal da assistência técnica;

: se for possível, deixe instalado um programa anti-vírus funcionando em “background”, ou seja,

enquanto você utiliza o computador – ele irá intervir toda vez que algum vírus se manisfestar ou for

encontrado.

Se você ainda não possuiu um anti-virus instalado em seu micro, faça isso o mais breve

possível. Existem programas desse tipo disponíveis gratuitamente na Internet: basta realizar uma

pesquisa. Para facilitar, eis dois endereços com anti-virus disponíveis para download:

: http://www.lbrasil.com/download_anti_virus.htm (em português);

: http://www.freebielist.com/antivirus.htm (em inglês).

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 13

7. OPERAÇÃO BÁSICA DO MICROCOMPUTADOR

7.1. Armazenando Dados em um Computador

7.1.1. Arquivos e Pastas

Quando realizamos algum trabalho em papel, como

escrever um documento, fazer um desenho, um

gráfico ou um projeto, ao terminá-lo tomamos o

cuidado de guardá-lo em algum lugar, como uma

pasta, e posteriormente também guardarmos essa

pasta em algum lugar, como uma gaveta de um

armário. Além de proteger o trabalho feito, isso

permite que possamos recuperá-lo rapidamente

quando precisarmos utilizá-lo novamente.

Disco Rígido / “Winchester” Quando produzimos um trabalho em um computador, a mesma

situação ocorre: precisamos guardar nosso trabalho para

podermos utilizá-lo posteriormente. O arquivo eletrônico (ou

simplesmente arquivo) é a estrutura lógica utilizada para guardar

os nossos dados no computador, da mesma forma que o papel

guarda os trabalhos feitos à mão (com canetas ou lápis),

datilografados em máquinas de escrever, etc. O ato de guardar

um arquivo no computador é denominado salvamento – salvar um

arquivo. Salvar trabalhos em computador tem uma grande

vantagem em relação ao papel: uma vez salvo um trabalho, ele

poderá ser impresso ou alterado quantas vezes for necessário, e

de forma extremamente fácil, o que não ocorre com os trabalhos

feitos em meios não eletrônicos. Os arquivos são salvos em

dispositivos denominados discos (que são um meios de

armazenamento magnéticos) e, por uma questão de organização,

os arquivos são “colocados” em compartimentos denominados

pastas ou diretórios.

Uma pasta ou diretório (nome utilizado em versões anteriores ao Windows 95, como o

Windows 3.xx ou MS-DOS) é um local onde podem ser armazenados arquivos de programas, de

documentos, etc. Imagine o disco rígido do computador como uma grande gaveta cheia de pastas. A

melhor forma de arrumar a gaveta é etiquetar cada pasta e colocar dentro de cada uma os

documentos referentes a ela. Da mesma forma funcionará seu HD (“Hard Disk” – disco rígido, em

inglês), porém com uma característica adicional: as pastas em um disco podem conter outras pastas,

nesse caso chamadas de subpastas (ou subdiretórios).

7.1.2. Nomes de Arquivos e Pastas

Relatório . doc

é é

nome do arquivo ou pasta extensão

Todos os Arquivos e Pastas possuem um nome e uma

extensão, separados por um ponto. O nome é obrigatório e pode

possuir até 256 caracteres (no Windows 95); a extensão é

opcional e pode conter até 3 caracteres.

7.1.3. Extensões de Arquivos

Extensão Significado

.BAK arquivo de cópia de reserva (backup)

.BMP arquivo de figura (imagem bitmap)

.DOC arquivo de documento Word

.EXE arquivo executável – programa

.HLP arquivo de ajuda (HELP)

.TXT arquivo texto

.XLS arquivo gerado pela planilha Excel

A maioria dos programas coloca a extensão

automaticamente ao salvar seus arquivos. Os

nomes dos arquivos normalmente são

convencionados pelo próprio usuário, mas embora

as extensões também possam ser, é melhor deixar

que o aplicativo que gera o arquivo a coloque

automaticamente no nome que você fornecer, pois

geralmente elas identificam o tipo de programa

que manipula o arquivo em questão, como

mostram o exemplos na tabela ao lado.

.ZIP arquivo compactado gerado pelo Winzip

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 14

Além disso, se você mudar a extensão de um arquivo o programa que o gerou provavelmente não

mais o reconhecerá, e não será mais possível trabalhar com ele. Para que isso não acontecer, basta

nunca colocar ponto (.) no nome que definir para o arquivo, deixando o próprio programa colocar a

extensão.

7.2. Windows

Como já foi visto, o Windows é um sistema operacional, sendo um dos primeiros programas a

serem executados pelo computador. Sua função é deixar o computador pronto para operação.

Através de um ambiente multitarefa, o Windows gerencia todo o processamento do computador,

permitindo ao usuário executar vários programas simultaneamente.

7.2.1. Tela Inicial – Área de Trabalho

Após a inicialização do

computador (procedimento de entrada

em funcionamento), aparece uma tela

semelhante à mostrada ao lado: é o que

se denomina Área de Trabalho

(“DeskTop”).

Os Ícones presentes na Área de

Trabalho dependem dos recursos

disponíveis e da configuração

estabelecida pelo usuário, variando,

portanto, de equipamento para

equipamento. Porém, alguns ícones

estão sempre presentes, como os

seguintes:

: Meu Computador (1) – permite o

acesso aos discos existentes no

equipamento, às impressoras e a

aplicativos de configuração do

computador.

: Lixeira (2) – local de armazenamento temporário para os arquivos excluídos. Caso tenha se

arrependido de excluir (apagar) algum arquivo, é possível recuperá-lo. Isso é detalhado mais

adiante.

7.2.2. Barra de Tarefas

A Barra de Tarefas fica na parte inferior da tela . Ao se executar um programa (uma “tarefa”), o

Windows cria um botão para o programa com a sua descrição (nome) nessa barra. Quando existirem

vários programas “abertos” (isto é, sendo utilizados), você poderá ir de um para outro clicando o

botão correspondente na barra de tarefas. O Programa sendo utilizado tem seu botão realçado,

como é o caso do botão do Word no exemplo mostrado abaixo (Windows 98).

7.2.3. Botão Iniciar

É através desse botão que você pode “iniciar” uma série de tarefas em seu computador. Ao clicar

sobre ele (uma vez com o botão esquerdo do mouse), aparece normalmente um menu contendo as

seguintes opções:

: Programas: exibe uma lista de programas existentes no equipamento e que podem ser

utilizados/executados.

: Documentos: exibe uma lista de documentos (arquivos) que foram abertos recentemente por

diversos tipos de aplicativos.

: Configurações: permite o acesso a aplicativos de configuração do sistema.

: Localizar: permite encontrar um arquivo ou uma pasta em algum disco ou drive.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 15

: Ajuda: inicia a função de ajuda, para tirar dúvidas.

: Executar: executa programas selecionados.

: Desligar: executa os procedimentos para finalização ou reinício do uso do computador.

Note que ao lado de algumas das opções de

menu citados acima existe uma seta. Exemplo:

Programas 4. Isso indica que ao clicar em

Programas, aparecerá um novo menu com todos os

programas (ou quase todos) disponíveis no

computador.

Alguns Termos Comuns

Apontar: colocar o ponteiro do mouse em cima do

objeto a ser selecionado;

Clicar: após apontar, clicar com o botão esquerdo

(ou direito) do mouse;

Arrastar: após apontar, clicar com o botão

esquerdo e deixá-lo apertado, mover o objeto para

qualquer lugar.

7.2.4. Executando um Programa

Existem duas formas de executar um

programa:

: clicar duas vezes (rapidamente) com o

botão esquerdo do mouse sobre o

ícone do programa na área de

trabalho, se ele existir;

: clicar no botão Iniciar (uma vez com o

botão esquerdo do mouse), selecionar

a opção Programas, e procurar pelo

programa desejado no menu.

Como exemplo, o caminho para se

chegar ao programa Paint (um editor

gráfico simples) é o seguinte:

Iniciar/Programas/Acessórios/Paint.

7.2.5. Janelas dos Programas

Nas janelas dos diversos programas utilizados no Windows, alguns elementos são comuns, como

os descritos a seguir.

: Barra de Título. É a barra localizada na parte superior da janela, contendo o nome do aplicativo,

e do arquivo por ele sendo manipulado. Posicionando-se o cursor do mouse sobre ela, é possível

arrastar toda a janela para outra posição.

: Moldura. Possibilita que você mude o tamanho de uma janela posicionando o cursor do mouse

nas suas bordas. Quando isso acontece, a forma do cursor se altera (para 1 ou 2) indicando que

é possível mover a borda.

: Barra de rolagem Vertical/Horizontal. Situada normalmente à direita/embaixo da janela, ela

possibilita visualizar um documento maior que a janela. Para isso, basta posicionar o cursor do

mouse sobre a barra e arrastá-la.

: Barra de Menus. Presente em todos os programas, contém as principais opções disponíveis no

aplicativo em questão. Para ter acesso a essas opções, pode ser utilizado o mouse ou o teclado.

Caso queira utilizar o teclado, pressione a tecla [Alt] e a letra sublinhada da opção desejada.

Para fechar um Programa, clique no ícone xXx. Note que o seu botão na barra de tarefas

desaparecerá.

Atividade. Experimente mover, restaurar, minimizar e maximizar uma janela. Note que quando

você minimiza uma janela, seu botão na Barra de Tarefas assume um aspecto diferente. Para

restaurar a janela, basta clicar uma vez sobre esse botão. Feche um Programa clicando no botão

fechar. Note que o seu botão na barra de tarefas desaparecerá

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 16

7.3. Windows Explorer

O Windows Explorer é um programa para Windows 95/98/NT que nos

permite visualizar, mover, copiar, renomear, excluir, localizar ou criar

arquivos ou pastas. Para executar o Windows Explorer, basta clicar com o

botão direito sobre a opção Iniciar na barra de tarefas, e em seguida

selecionar a opção Explorar.

Note que essa janela apresenta à esquerda a estrutura hierárquica das pastas, ou árvore de

diretório. À direita, mostra o conteúdo do item selecionado (“clicado”) na árvore à esquerda. Nessa

mesma figura o item selecionado é a pasta C:\Arquivos de Programas\Microsoft FrontPage, que está

em azul. À direita pode-se ver todo o conteúdo dessa pasta, que inclui tanto arquivos como outras

pastas.

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 17

7.3.1. Drives

Na figura ao lado é possível observar na árvore de diretório

algumas letras seguidas de dois pontos (:). Essa é a forma de se

identificar drives (acionadores, ou dispositivos acionadores) de

disco, ou unidades de disco. Geralmente, cada letra está associada

a um único acionador de disco: A: indica o drive de disquete de 3½”

na figura ao lado.

Entretanto, não necessariamente isso é verdade sempre. No

caso de discos rígidos (“winchester”) é possível associar dois ou

mais “ drives lógicos” a um único drive físico (o disco): C: e D:

podem referenciar-se a um mesmo acionador de disco rígido, com

as informações ou dados particionados no disco.

C:

D:

E:

Disco

Disco com vários “drives

lógicos” para um mesmo

“drive físico”.

Associando-se um mesmo drive lógico a

mais de um disco (ou drive físico) pode

significar uma melhor performance no

processo de acesso aos dados no disco, pois

duas cabeças de leitura e gravação estarão

disponíveis nessa situação.

“Drive lógico” associado a

dois discos (“drives

físicos”) diferentes.

C:

Disco 1

Disco 2

7.3.2. Principais Operações

Na tabela abaixo estão resumidas as principais operações que podem ser realizadas através do

Windows Explorer. Os procedimentos mostrados são aplicáveis às várias versões do Windows.

Operação Procedimento Observações

Copiar Pasta ou

Arquivo entre Pastas

Selecionar a pasta ou arquivo desejado,

clicar em editar/copiar. Ir até o local de

destino e clicar em editar/colar.

O arquivo ou pasta será copiado do local

de origem para o de destino.

Copiar um Disquete Colocar o disquete no drive A:, clicar com

o botão direito do mouse sobre o ícone

correspondente (Disquete de 3½” (A:)) e

selecionar a opção Copiar disco… . Seguir

as instruções.

– – –

Criar Pasta Selecionar o local (pasta) em que a pasta

será criada. Selecionar a opção

Arquivo/Novo/Pasta

Digite o nome da pasta desejada e tecle

enter.

Excluir Pasta ou

Arquivo

Selecionar o arquivo ou pasta desejada e

pressionar a tecla [Del] ou [Delete].

– – –

Formatar um

Disquete

Colocar o disquete na unidade A: e clicar

com o botão direito sobre Disquete de

3½” (A:). No menu que aparecer, selecionar

Formatar. Em seguida, Selecionar a opção

Completa (recomendável) e clicar no botão

Iniciar.

Se o programa avisar que não é possível

formatar a unidade por ela estar em uso

(Windows NT), selecione outra qualquer

(c:, por exemplo) com o botão esquerdo, e

só depois clique apenas o botão direito

com o mouse sobre Disquete de 3½” (A:).

Princípios de Informática CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Texto Introdutório

CBI2002.doc – 20/02/02 14:48 Prof. Dalton Vinicius Kozak 18

Operação Procedimento Observações

Localizar Pasta ou

Arquivo

Clicar em Ferramentas/Localizar/Arquivos

ou Pastas. Abrir-se-á uma janela. Digite o

nome do arquivo que você deseja

encontrar e clique em localizar agora.

É importante selecionar o drive correto:

escolha C:, por exemplo, para que a

procura aconteça em todo o disco rígido.

Mover Pasta ou

Arquivo

Clicar com o mouse sobre o arquivo ou

pasta e, mantendo-o pressionado,

arrastar para o local (pasta) desejado.

– – –

Renomear Pasta ou

Arquivo

Clicar uma vez sobre o arquivo. Esperar 2

segundos e clicar novamente. O nome da

pasta ou arquivo ficará disponível para

edição (uma barra azul aparece sobre o

nome). Digite o nome desejado e tecle

[enter].

– – –

Visualizar Pasta Na árvore à esquerda, clicar uma vez em

cima da pasta. Ela será selecionada.

À direita é mostrado o conteúdo da pasta,

que inclui tanto pastas como arquivos.

7.4. A Lixeira

Todos os arquivos excluídos são movidos para a Lixeira, que é um diretório ou pasta

auxiliar. Caso você venha a se arrepender de uma exclusão, ou a realize por acidente, é

possível reaver arquivo ou pasta excluída. Para tal, “abra” a Lixeira (duplo clique sobre o

ícone lixeira na área de trabalho – ícone ao lado), selecione os arquivos a serem

recuperados e, em seguida, selecione a opção Arquivo/Restaurar. Esse procedimento

colocará novamente os arquivos ou pastas em seu local de origem.

Quando tivermos certeza que os arquivos movidos para a Lixeira não são realmente necessários,

podemos limpá-la. Para tal, basta abrir a lixeira e selecionar a opção Arquivo/Limpar Lixeira.

7.5. Como conseguir Ajuda

Para conseguir ajuda, ou seja, tirar alguma dúvida a respeito do uso de

algum recurso do programa sendo utilizado, basta selecionar a opção ajuda na

parte superior da janela. Isso vale para qualquer programa.

7.6. Desligando o Computador

Antes de desligar o computador, certifique-se de que todos os aplicativos

estejam fechados. Isso feito, clique no botão Iniciar selecione a opção Desligar.

Uma janela aparecerá solicitando a confirmação do desligamento. Após

confirmar, aguarde alguns segundos até que seja apresentada uma mensagem

informando que o seu computador já pode ser desligado com segurança. Só

então desligue o botão de força na CPU.